A UPEC se propõe a ser uma voz firme e forte em defesa da ética na política e na vida nacional e em defesa da cidadania. Pretendemos levar a consciência de cidadania além dos limites do virtual, através de ações decisivas e responsáveis.


domingo, 1 de abril de 2012

Coronel de Engenharia Hiram Reis e Silva

Os “Democratas de Ontem”

Hiram Reis e Silva, Porto Alegre, RS, 31 de março de 2012.

As ações armadas da esquerda brasileira não devem ser mitificadas. Nem para um lado nem para o outro. Eu não compartilho da lenda de que no final dos anos 60 e no início dos 70 (inclusive eu) fomos o braço armado de uma resistência democrática. Acho isso um mito surgido durante a campanha da anistia. Ao longo do processo de radicalização iniciado em 1961, o projeto das organizações de esquerda que defendiam a luta armada era revolucionário, ofensivo e ditatorial. Pretendia-se implantar uma ditadura revolucionária. Não existe um só documento dessas organizações em que elas se apresentassem como instrumento da resistência democrática.
(Daniel Aarão Reis Filho, ex-guerrilheiro do MR8 - O Globo, 23.09.2001)

- Guerrilheiros da “Liberdade”

O ato de “reescrever a história” não é um fato novo na biografia da humanidade e muito menos privilégio dos brasileiros. Quantas vezes foi usado para melhorar a auto-estima de um povo em relação às suas conquistas e glórias maximizando-as e dando-lhes um colorido simpático e atraente. Infelizmente, quando certos ParTidos com tendências totalitárias estendem seus tentáculos pelos tortuosos meandros do poder há um propósito claro de reescrever a história omitindo aquilo que não lhes é conveniente e usando de ardis de toda a ordem para mascarar desvios de conduta e atrocidades ou transformar antônimos em sinônimos - totalitarismo em democracia.

O chavão “nunca antes na história deste país” empregado com frequência por alguns alienados encastelados no poder da República reflete apenas sua tentativa de menosprezar o passado. Ao negar as conquistas realizadas pelos seus antecessores, apoderando-se de programas iniciados em outros governos, olvidam o trabalho incansável das gerações que os antecederam. Seria menosprezar o trabalho de nossos pais e avós, desconsiderar as belas páginas da história gravadas “Ad æternum” pelos nossos heróis. Acreditamos que as imagens tenham mais força que as palavras em um país onde se cultua a ignorância e se faz proselitismo da alienação, por isso, disponibilizo os dois “links” abaixo para aqueles que querem conhecer a real história do seu país.

- Vídeos

Revolução de 1964

http://www.youtube.com/watch?v=UeXIrPc_O8o&feature=youtu.be

Brasil, Guerrilha e Terror

http://www.youtube.com/watch?v=-ow8bwE3fhw

– Livro

O livro “Desafiando o Rio–Mar – Descendo o Solimões” está sendo comercializado, em Porto Alegre, na Livraria EDIPUCRS – PUCRS, na rede da Livraria Cultura (http://www.livrariacultura.com.br) e na Associação dos Amigos do Casarão da Várzea (AACV) – Colégio Militar de Porto Alegre.

Para visualizar, parcialmente, o livro acesse o link:

http://books.google.com.br/books?id=6UV4DpCy_VYC&printsec=frontcover#v=onepage&q&f=false.

Solicito publicação:

Coronel de Engenharia Hiram Reis e Silva

Professor do Colégio Militar de Porto Alegre (CMPA);

Canoísta;

Presidente da Sociedade de Amigos da Amazônia Brasileira (SAMBRAS);

Colaborador Emérito da Liga de Defesa Nacional.

Site: http://www.amazoniaenossaselva.com.br

E–mail: hiramrs@terra.com.br

Blog: http://www.desafiandooriomar.blogspot.com

Um comentário:

Anônimo disse...

Num país DESGOVERNADO PELO SIFU, RELAXA E GOZA, por uma imensa quadrilha de amorais, cheio de corrupções e mentiras, é até perdoável que um jovem ignorante e desinformado, possa se deixar envolver numa vergonha destas.
O boçal ignorante devia lembrar que podia ser seu avô...

Se em público, ofende gravemente um velho, faça-se um idéia o que não faz com seu avô, no privado.

O Brasil está moralmente liquidado.
Nem daqui a 1000 anos, voltaremos a ser uma nação de gente decente.

Eis aí o idiota que cuspiu no rosto de uma pessoa de mais de 80 anos.

A peça se chama Luiz Felipe Garcez.

A namoradinha dele trabalha na Marinha.

Já se pode entrar com um processo na justiça contra ele. É um covarde, canalha, agitador e baderneiro, além de vagabundo, pois certamente não trabalha, a fim de ficar à disposição de mandantes que por qualquer 100 reais, têm por objetivo afrontar as leis, causando o desgaste da democracia.
Cadeia nele!

http://youtu.be/DQrpaQCBEeo

1 de abril de 2012 14:55