quinta-feira, 26 de abril de 2012
Quinta-feira, Abril 26, 2012
BRASIL À BEIRA DE UM GOLPE DE ESTADO
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Uma fotografia que não necessita de legenda explicativa |
Espero poder contribuir de alguma forma para melhorar o Brasil. Se é que o lixo ocidental possa sofrer algum tipo de mudança positiva.
http://aluizioamorim.blogspot.com.br/
terça-feira, 24 de abril de 2012
Lula já deu ordem: não é para investigar crime nenhum. ele só quer a CPI para atacar a oposição e a imprensa
Assustado, PT define relator só hoje; Lula já deu ordem: não é para investigar crime nenhum. ele só quer a CPI para atacar a oposição e a imprensa
Lula já deixou claro o que quer. O papel dos petistas na CPI não é investigar coisa nenhuma — até porque a investigação a fundo não interessa ao PT. A obrigação que ele impôs ao partido é dar um jeito de incriminar a oposição, livrar a cara dos companheiros e do governo e, muito importante!, atacar a imprensa por seu suposto conluio com o esquema Cachoeira, que teria levado à denúncia do mensalão. Ele sabe que se trata de uma versão fraudulenta, mas está acostumado. Essa mentira é irmã gêmea da outra, aquela segundo a qual nunca existiu mensalão. Ou por outra: Lula quer é chicana. Assim subiu na vida e se tornou o homem mais poderoso da República. Tarde demais para mudar. Vai conseguir? Não sei!
Brasília está tensa. O diz-que-diz-que é frenético. A indústria de vazamentos continua em operação. Ora mira de um lado, ora mira de outro. Por enquanto, o chamado jornalismo investigativo se concentra nos recortes de diálogos que vão sendo vazados, mas começou a corrida por informações que estejam fora dessa área de controle. Todos os reportes sabem que Cachoeira é, por exemplo, um homem meticuloso e costuma documentar as conversas que mantém com políticos e seus prepostos. Aquela fita em que aparece acertando uma segunda doação de R$ 100 mil ao deputado petista Rubens Otoni (PT-GO), então candidato à Prefeitura de Anápolis, é da lavra, nota-se pela posição da câmera, dos “Estúdios Cachoeira de Artes Visuais”. Sabem como é… Quem grava conversa com peixinho também grava com peixão.
Outra suposição, que muita gente dá como certa, é a de que é praticamente impossível que um esquema tão azeitado e com tantas ramificações tenha ficado fora da eleição presidencial. Cachoeira, bom jogador — especialista nessa área —, não é do tipo que faz apostas para perder. No seu ramo de negócios, é preciso ganhar sempre. Outra fonte gigantesca de preocupação é a Delta, cuja idoneidade o governo conhecia desde 2010, quando a Controladoria Geral da União e a PF descobriram uma série de pilantragens no Ceará. Mesmo assim, depois daquilo tudo, o governo fechou novos contratos de quase R$ 800 milhões com a empresa. Há quem esteja convencido de que a Delta era usada para fazer acertos com políticos nos Estados, sim, mas especialmente no governo federal. Seria, nessa hipótese, um valerioduto ampliado e mais sofisticado.
Jornalistas habituados à investigação também se esforçam para ter acesso aos documentos da Operação Las Vegas. Dela pouco se sabe. Mas há quem assegure que ali já estavam evidências cabeludas de muita falcatrua agora descoberta pela Monte Carlo. Naquela investigação haveria evidências incontestes do ecumenismo cachoeirístico no que respeita a partidos, Poderes da República e políticos. Cachoeira, aliás, começa a ser visto também como um representante de categoria, entenderam? Ele seria, assim, um líder de classe da contravenção espalhada Brasil afora, quase um porta-voz, um chefe de sindicato. Não está sozinho; é uma legião. E isso significaria estar em permanente contato com as células do jogo Brasil, com sua enorme capacidade de comprar consciências.
Por Reinaldo Azevedo
Foto: Fonte: VEJA Postador: surgiu.com (abr)
segunda-feira, 23 de abril de 2012
Lula e seu bando de áulicos aproveitadores.

Lula e seu bando de áulicos aproveitadores.
E QUE VOTEM JÁ O PROCESSO DO MENSALÃO"!!!
Aileda de Mattos Oliveira
Lula, ao chegar ao poder, não veio só. Acompanhou-o a ausência de qualquer resíduo moral. Sendo assim, serviu de modelo exemplar, a que o bando de áulicos aproveitadores, que o cercava, se sentisse livre para prevaricar em alto nível.
Chegou-se, então, ao limite da ardilosa rapina, consentida pelo então presidente Lula, fina flor da antiga malandragem sindical. Responsável e sta figura pela criação do estigma petista da Psicopatia da Corrupção Política, fez minar os alicerces das Instituições que, com o Executivo, formavam, outrora, os Três Poderes da República.
Já imaginaram José Dirceu, considerado inocente e candidato à presidência desta república por ele e seus “companheiros”?
Já imaginaram as Forças Armadas tendo como Comandante em Chefe esse cretino, que se vangloria de ser brasileiro-cubano?
Já imaginaram as Escolas Militares recebendo instrutores, a mando de
Fidel e Raúl Castro?
Já imaginaram as Forças Armadas sindicalizadas?
Já imaginaram os artigos denunciadores de todas essas vilanias impedidos de divulgação?
Sombria, fria e lúgubre figura dos desvãos do poder, Dirceu assessora parceiros no campo das influências, em locais impessoais, como quartos de hotéis, comportamento característico dos que preferem o viver clandestino por reconhecer, no íntimo, o asco que a sua presença causa aos ainda existentes brasileiros idôneos.
Não que a Dilma deseje a sua existência, mas tem que se sujeitar a ela para não sofrer as consequências danosas de sua represália que a aniquilaria politicamente. Dirceu é o obstáculo maior desta presidente, sem força, sem poder, cujo carisma, tal como o do Lula, é produto forjado pela mídia pedinte, sem caráter.
A parte sã da sociedade espera que os ministros do STF libertem-se da coação do Executivo, comprometido com a máfia chefiada pela “eminência parda”, cérebro pernicioso que tem em mira, exclusivamente, a ruína do Brasil.
“CONDENADOS!” É a única decisão a ser tomada, no julgamento dos cínicos mafiosos e ansiosamente aguardada por aqueles que ainda mantêm, apesar de toda a permeabilização da Justiça, a esperança de ver os componentes do STF reabilitarem-se.
*Prof.ª Dr.ª em Língua Portuguesa,
Retornar com a gangue que antecedeu o PT, também não dá pra engolir.
(Sarney, Collor...)
Publicado no blog de Augusto Nunes

O navio que não navega
Em 7 de maio de 2010, ao lado da sucessora que escolhera e do governador pernambucano Eduardo Campos, o presidente Lula estrelou no Porto de Suape um comício convocado para festejar muito mais que o lançamento de um navio: primeiro a ser construído no país em 14 anos, o petroleiro João Cândido fora promovido a símbolo da ressurreição da indústria naval brasileira, que esteve a plena carga na década de 70.
Produzida pelo Estaleiro Atlântico Sul (EAS), incorporada ao Programa de Modernização e Expansão de Frota da Transperto (Promef) e incluída no ranking das "proezas históricas do PAC", a embarcação com 274 metros de comprimento e capacidade para carregar até um milhão de barris de petróleo havia consumido a bolada de R$ 336 milhões – o dobro do valor orçado no mercado internacional.
Destacavam-se na plateia operários enfeitados com adesivos que registravam sua participação naquilo que seria mais uma façanha do "Brasil Maravilha". Seria uma festa perfeita se o colosso batizado em homenagem ao marinheiro que liderou em 1910 a Revolta da Chibata não tivesse colidido com a pressa dos políticos do governo e a incompetência dos dirigentes e técnicos. Assim que o comício terminou, o petroleiro foi recolhido ao estaleiro antes que afundasse. E nunca mais tentou flutuar na superfície do Atlântico.
O vistoso casco do João Cândido camuflava soldas defeituosas e tubulações que não se encaixavam, além de um rombo cujas dimensões prenunciavam o desastre iminente. Se permanecesse mais meia hora no mar, Lula seria transformado no primeiro presidente a inaugurar um naufrágio.
Estacionado no litoral pernambucano desde o dia do nascimento, nem por isso o navio deixou de percorrer o país inteiro. Durante a campanha presidencial, transportado pela imaginação da candidata Dilma Rousseff, fez escala em todos os palanques e foi apresentado ao eleitorado como mais uma realização da supergerente que Lula inventou.
A assessoria de imprensa da TRANSPETRO se limita a informar que não sabe quando o João Cândido vai navegar de verdade. O Estaleiro Atlântico Sul, criado com dinheiro dos pagadores de impostos, não tem nada a dizer. Nem sobre o petroleiro avariado nem sobre os outros 21 encomendados pelo governo. No fim de 2011, o Estaleiro adiou pela terceira vez a entrega do navio. A PETROBRAS, que controla a Transpetro, alegou que os defeitos de fabricação só podem ser consertados no exterior.
Quando o presidente era Nilo Peçanha, João Cândido comandou uma rebelião que exigia a abolição dos castigos físicos impostos aos marinheiros. Passados 102 anos, Dilma e Lula resolveram castigá-lo moralmente com a associação de seu nome a outro espanto da Era da Mediocridade: depois do trem-bala invisível, o governo inventou o navio que não navega.
Publicado no blog de Augusto Nunes, em 30 de março de 2012, por Julia Rodrigues.
Geraldo Almendra
Até quando vamos suportar sermos tratados como palhaços e imbecis do Circo do Retirante Pinóquio?
Até quando vamos permitir que esses pulhas da política ganhem salários, benefícios e mordomias milionárias enquanto morrem mais de 170 cidadãos por dia em todo o país por pura irresponsabilidade social desse espúrio Poder Público que vive de mentiras plantadas por um midia marrom nojenta cúmplice desses canalhas?
Até quando esses calhordas esclarecidos pertencentes às classes dos artistas, da academia, do jornalismo marrom e demais grupos organizados civis vão continuar cúmplices dessa corja que está no poder?
sábado, 21 de abril de 2012
TIRADENTES

Todas estas atitudes foram provocando uma insatisfação muito grande no povo e, principalmente, nos fazendeiros rurais e donos de minas que queriam pagar menos impostos e ter mais participação na vida política do país. Alguns membros da elite brasileira (intelectuais, fazendeiros, militares e donos de minas), influenciados pelas idéias de liberdade que vinham do iluminismo europeu, começaram a se reunir para buscar uma solução definitiva para o problema: a conquista da Independência do Brasil.
Entre os Inconfidentes estavam Joaquim Silvério dos Reis, português nascido em Leiria em 1756, descendia de uma família de militares e padres. Vindo para o Brasil no ano de 1776, em pouco tempo conquistou muito dinheiro, possuía muitas fazendas de criação de gado e plantação, extraia minério de suas fazendas e possuía cerca de 200 escravos.
Silvério foi quem, denunciou os integrantes do movimento em troca de pagamento de suas dívidas. Em 15 de março Silvério revelou ao governador Visconde de Barbacena todos os detalhes e preparativos da revolta que era liderada por Tiradentes e o objetivo primordial era a libertação do Brasil de Portugal.
Deram as prisões dos Inconfidentes, em seguida deu-se à abertura da devassa, uma espécie de inquérito no qual se interrogavam os suspeitos e ouviam-se as testemunhas de um crime.
Palavras de Tiradentes, no momento da consumação.
Apaixonantes e candentes, que nos levam a reflexão.
Tão ousadas e destemidas , glória da nossa cidadania.
“Se eu tivesse dez vidas, todas dez vidas eu daria”.
Palavras de Tiradentes, para a nossa gente refletir.
Maravilhosas e eloqüentes nos incitando a insurgir.
Com sua imagem sofrida, com elevação e harmonia
“Se eu tivesse dez vidas, todas dez vidas eu daria”.
Palavras de Tiradentes, tão cheias de dignidade.
Firmes e convincentes, esbanjando amorosidade.
A nossa aspiração consolida, com fascinação e magia.
“Se eu tivesse dez vidas, todas dez vidas eu daria”.
Palavras de Tiradentes, transbordando de amor.
Humildes e inteligentes, do crucificado trabalhador.
Com sua aura luzida, como o ideal da Eucaristia.
“Se eu tivesse dez vidas, todas dez vidas eu daria”.
Palavras de Tiradentes, com paz e com magnitude.
Corajosas e valentes, como modelo pra juventude.
Contra a corja fratricida, combatividade e simpatia.
“Se eu tivesse dez vidas, todas dez vidas eu daria”.
Palavras de Tiradentes, com heroísmo e decisão.
Condenado sendo inocente, como nossa população.
Por uma justiça revivida, e direito com sabedoria.
“Se eu tivesse dez vidas, todas dez vidas eu daria”.
Palavras de Tiradentes, com fé e desprendimento.
Gracioso e potente, transcendendo espaço e tempo.
Nas suas lutas renhidas, de classe , gênero e etnia.
“Se eu tivesse dez vidas, todas dez vidas eu daria”.
Palavras de Tiradentes, com toda sua santidade.
Glorioso e abrangente, vislumbrando a liberdade.
Das nossas lutas queridas, Igualdade e soberania.
“Se eu tivesse dez vidas, todas dez vidas eu daria”.
A sentença condenou Tiradentes à forca, a ter a cabeça cortada e exibida sobre uma alta estaca, no centro de Vila Rica e, mais, a ter o corpo esquartejado e suas partes expostas nas vias de acesso à capitania e naqueles lugares por ele mais frequentados.
Queria sim, formar aqui uma grande nação republicana, com suas indústrias e possuindo um corpo de leis moderníssimas, de acordo com os postulados revolucionários que agitavam a França e por influência inglesa e francesa tinham já sido vitoriosos nos Estados Unidos.
Tancredo Neves já estava bem morto e entre os rearranjos "morreram" Tancredo em um simulacro no dia 21 de abril, para criar na imagem do mártir Tiradentes, o substituto dos sonhos de independência e liberdade, após duas décadas de regime militar.
Uma burlesca tentativa de elevar Tancredo às honras da "santidade" prestada a Tiradentes. Apropriando-se da historiografia de Tiradentes, os políticos e a mídia restabelecem a imagem do mártir Tiradentes, do "santo" homem que morre por uma causa nacional, pela liberdade de seu povo.
Os inúmeros boletins médicos incitavam a imaginação coletiva. Os boatos acerca de um possível golpe, um atentado. As controvérsias acerca da doença e sobre o estado de saúde do novo presidente. A longa espera por uma recuperação. Tudo isso criava expectativas. Todos esperavam por um milagre, pelo retorno do “salvador da pátria”.
O processo de criação do mito assemelha-se ao processo de fabulação. O trabalho de fabulação realiza-se a partir de um tipo de narrativa cuja estrutura se identifica com o modelo de vida do santo. A exemplo de Tiradentes, para qual se construiu uma fábula onde a penitência solitária, a prisão e o martírio foram condições sine qua non para a constituição do modelo do mártir e do santo homem, a fábula Tancredo é construída, sobretudo, através da idéia do homem escolhido, destinado a conduzir o Brasil para uma nova era democrática.
Geraldo Almendra 20/abril/2012
UMA SOCIEDADE REPRIMIDA
PELA OMISSÃO E PELA COVARDIA
II
O segundo mandato de FHC apesar do seu relativo sucesso no plano econômico, no plano político e no plano social, pela forma com que foi conduzido, pode ser considerado como o grande incentivador da deterioração moral final nas relações institucionais entre os podres Poderes da República e seus criminosos reflexos nas relações entre os agentes públicos e privados.
A absoluta incompetência dos desgovernos civis anteriores em governar visando a promoção do desenvolvimento autossustentado com bem estar social, associado às suas competências de promover os caminhos da corrupção e da prostituição da política em larga escala, visando favorecer e fortalecer as minorias – oligarquias e burguesias –detentoras do poder político e econômico, já vinham sinalizando para a esquerda a definição dos caminhos a serem seguidos para a tomada estelionatária do poder através da eleição do seu candidato, o Retirante Pinóquio – talvez o mais sórdido político da história do país –, detentor de um discurso repetitivo, e quase convincente, do resgate moral do papel do Estado na administração econômica e social do país.
No plano econômico a esquerda recebeu a receita do bolo definida durante os mandatos de FHC para conduzir a economia em uma segunda etapa de relativo sucesso e, no plano político, a espúria chave para o domínio do Poder Legislativo, para torná-lo, junto com o Poder Judiciário, em definitivos, lacaios do Poder Executivo.
No plano social o desgoverno FHC plantou o assistencialismo comprador de votos, método leninista herdado integralmente pelo PT que soube utilizar e ampliar sem limites esse instrumento espúrio para cometer impunimente os estelionatos eleitorais que o vem mantendo no poder.
A banda boa do Poder Judiciário já no início da administração petista se apresentava dominada por um submundo controlado pelos “agentes” de togados vestidos de bandidos ou bandidos vestidos de togados, com a quase sistemática impunidade dos figurões da corrupção desvairada e de seus cúmplices, sendo esta a tônica da Justiça no país depois que o poder foi entregue aos civis.
Durante a luta para a chegada do Retirante Pinóquio ao poder, os discursos de combate à pobreza e as contundentes e justificadas críticas à picaretagem política dentro do Congresso Nacional tiveram plena aceitação da sociedade, já vitimada pela falência da educação e da cultura que a tornaram incapaz de enxergar que os ovos da serpente estavam sendo confundidos com descaradas e falsas promessas do resgate moral do poder público e com intenções “socialistas puras” de beneficiar os deserdados do crescimento econômico e do bem estar social distribuídos em milhares de guetos residenciais por todo o país, principalmente nas grandes metrópoles.
As poucas virtudes do Parlamento antes da era petista foram praticamente anuladas pela postura absolutamente destrutiva da bancada da esquerda que se aliou para dizer não a toda e qualquer iniciativa desse mesmo Parlamento visando equacionar nossos graves problemas econômicos e sociais.
Na verdade o que estava sendo planejado era um criminoso projeto de ocupação do poder Executivo para obter o domínio absolutista do poder público com o seu aparelhamento em larga escala pelos militantes meliantes, tendo como resultante principal a implantação de uma “corruptocracia democrática” sob o manto sem disfarce de um Regime Fascista Civil comandado pelo poder Executivo.
A “adaptabilidade” das Forças Armadas aos novos tempos da “corruptocracia democrática”, com seus novos comandantes aceitando pacificamente toda a sorte de humilhações e acusações durante os primeiros desgovernos civis, especialmente durante os dois mandatos de FHC, foi o sinal definitivo de que os caminhos para a tomada do poder pelos “descendentes” do submundo revolucionário e comuno sindical estavam praticamente definidos, bastando que o poder fosse tomado através de um estelionato eleitoral de primeira linha. A caserna da ativa tirou o “time de campo” deixando a “caserna” da reserva e a sociedade civil entregue à própria sorte, mesmo diante de contundentes e indiscutíveis cenários de transformação do poder público em um Covil de Bandidos, e o país em um Paraíso de Patifes.
A nova postura das Forças Armadas ficou absolutamente clara com seu covarde, inexplicável e injustificado silêncio “diante” de generais e outros oficiais da reserva sendo insultados e humilhados em público, com requintes de crueldades, espelhados em cusparadas em suas faces pela juventude fascista a serviço do PT, tudo sendo assistido de perto por um canalha comunista da primeira linha do Regime Fascista Civil que já controla o país.
Com a vitória do Retirante Pinóquio se inicia a segunda fase da Fraude da Abertura Democrática.
Nesse ponto podemos resumir o que efetivamente significou para o país até o início da era petista no poder o processo fraudulento da “Abertura Democrática”:
- Liberdade dos grupos detentores dos poderes político e econômico para roubar o dinheiro do contribuinte e sonegar impostos com a impunidade sendo o instrumento de proteção aos atores e cúmplices da tragédia da corrupção e do suborno em larga escala no país;
- Liberdade para promover uma hedionda inversão de valores morais ou éticos, educacionais, culturais e familiares nas relações sociais;
- Liberdade para que os alunos do ensino básico agredissem verbalmente e muitas vezes fisicamente seus professores sem consequências policiais ou punitivo-disciplinares fazendo da carreira de licenciatura uma atividade cada vez mais rejeitada;
- Liberdade inicial e depois plena para promover um hediondo divisionismo social através de movimentos assistencialistas criadores de tensões e preconceitos entre brancos, negros, índios, ricos e pobres, principalmente, devido a um sistema de cotas que agride frontalmente os direitos iguais para todos garantidos pela Constituição, promovendo a falência do mérito por um descarado sistema aliciamento civil através da compra de votos;
- Liberdade inicial e depois plena para invasão e destruição de propriedades privadas sem a devida punição dos responsáveis;
- Liberdade para criticar o sistema de poder sem que houvesse efetivas consequências em termos de mudanças em um ambiente social no qual as bandas podres da academia, do meio artístico, das polícias federal, civil e militar, do jornalismo e do meio empresarial, que simplesmente faziam parecer história esquecida no dia seguinte qualquer fato social denunciador da deterioração moral do país em larga escala e,
- Liberdade para exercer uma cidadania de mentirinha por força da incapacidade da sociedade em se agregar em torno de movimentos que realmente espelhassem sua vontade na busca da verdadeira democracia.
Essas são as principais “liberdades” conquistadas durante esta primeira fase da Fraude da Abertura Democrática.
E assim chegamos ao início da era do Retirante Pinóquio, comentada na nossa próxima crônica, uma fase que consolida o poder público como um Covil de Bandidos e o país em um Paraíso de Patifes, trazendo à tona o que realmente significou para o país o projeto de Abertura Democrática: uma das maiores fraudes da história da política do mundo ocidental.
Importante enfatizar que esta fase da história política do país se caracterizou desde o seu início com os papeis exercidos pelas elites dos canalhas esclarecidos e seus cúmplices, partidários ou apartidários, públicos e privados, usufruindo de uma criminosa associação de interesses através de todos os tipos de aceitação e promoção sem limites, da corrupção e do suborno, tudo sendo regiamente pago pelos contribuintes.
Geraldo Almendra
20/abril/2012
o-mascate.blogspot.
CPMI DO CACHOEIRA. x PIZZA DE MARMELADA
E no meio dessa balburdia uma cangalha de políticos rastaqueras que certamente não aguentariam dez minutos de uma auditoria séria em suas vidas sem acabarem indo em cana.
Ou...Todos os políticos.
O que na verdade as Ratazanas tentaram foi fazer com que a CPI desviasse o foco da opinião pública para o "arrastado" e aparelhado julgamento do mensalão que nunca acontece. Só não contavam que essa CPI pode não só não atrapalhar o julgamento do mensalão, como ainda explodir no colo de algumas altas patentes da ninhada vermelha. Os estragos poderão ser grandes.
Mas para que isso aconteça é preciso seriedade e respeito ao povo, coisa que em Brasília os que tinham isso usavam uniformes verdes lá pelos anos 60/70.
http://o-mascate.blogspot.com.br/2012/04/cpmi-do-cachoeira-x-pizza-de-marmelada.html
sexta-feira, 20 de abril de 2012
Artigo no Alerta Total - Por João Vinhosa
terça-feira, 17 de abril de 2012
Petrobras corre risco de pagar royalties para comercializar gás natural liquefeito
Artigo no Alerta Total – http://www.alertatotal.net
Por João Vinhosa
O presente artigo trata de uma questão que, à primeira vista, parece absurda: a Petrobras, para poder comercializar gás natural liquefeito (GNL) no Brasil, será obrigada a pagar royalties a uma empresa pertencente a um grupo transnacional?
Essa questão surgiu a partir de uma mensagem a mim encaminhada em 14 de abril de 2012 pelo engenheiro Thomas Fendel, um incansável crítico de maracutaias envolvendo a Petrobras. Para analisá-la, será necessário conhecer alguns aspectos da problemática do GNL no país.
A espúria sociedade
Como se sabe, ao constituir a sociedade Gemini, o governo brasileiro entregou o cartório de GNL à empresa que foi penalizada com a maior multa já aplicada no País, os inacreditáveis R$ 2,2 bilhões, por desrespeito às leis da concorrência.
E não foi por bom comportamento que o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (CADE) puniu a empresa cuja totalidade das ações pertence ao grupo norte-americano Praxair Inc.
O CADE puniu a beneficiária de nosso GNL pelo fato dela integrar o “Cartel do Oxigênio” – uma organização criminosa que, inclusive, frauda o caráter competitivo das licitações para superfaturar contra nossos miseráveis hospitais públicos.
Muito já escrevi sobre a Gemini, uma sociedade formada por apenas dois sócios; a empresa transnacional acima citada, que possui 60% das quotas, e a Petrobras, detentora dos restantes 40% das quotas.
Cartas e artigos
Encaminhei oficialmente, tomando o cuidado de protocolar, cartas destinadas a diversas autoridades. Entre tais autoridades, destaco: Dilma Rousseff (que acumulava as funções de Ministra de Minas e Energia e Presidente do Conselho de Administração da Petrobras à época em que foi arquitetada a Gemini), Maria das Graças Foster (então Diretora de Gás e Energia da Petrobras) e Guido Mantega (Presidente do Conselho de Administração da Petrobras).
A única resposta que recebi foi a da então Diretora, e hoje Presidente da Petrobras, Graça Foster.
Porém, a tendenciosa resposta da Senhora Foster só serviu para reforçar minha acusação, segundo a qual é inegável a existência de uma ampla rede de cumplicidade para blindar a Gemini. Devo destacar que tal resposta, na tentativa de colocar uma pá de cal em minhas denúncias, contém uma impressionante mentira, sobre a qual falarei em juízo, caso seja questionado.
Quanto a Mantega, em artigo publicado em 19 de março de 2012, afirmei que seu suspeitíssimo silêncio “está desmoralizando o Conselho de Administração da Petrobras, e tornando ridículas as declarações da presidente Dilma relativas ao Governo Aberto”. O endereço eletrônico de tal artigo, intitulado “Desembuche, Mantega!”, encontra-se ao final deste.
Relativamente às cartas por mim protocoladas para Dilma Rousseff, voltarei a me manifestar na hora oportuna.
Além das cartas encaminhadas às autoridades, escrevi inúmeros artigos – todos eles publicados no Alerta Total (www.alertatotal.net) – denunciando o autêntico crime de lesa-pátria concretizado com a constituição da sociedade em questão. A propósito, devem ser destacados os quatro artigos da série Geminigate.
Royalties
Depois de tanto falar, eu julgava que já havia dito tudo a respeito da Gemini,
Eis que recebi a mensagem do engenheiro Thomas Fendel, citada no início deste artigo. Nela, Fendel comentava alguns aspectos relativos à instalação de uma termelétrica no Rio Grande do Sul que utilizará gás natural proveniente de um terminal de GNL.
Apesar de não saber se a Petrobras participará de tal projeto, ocorreu-me imaginar o que acontecerá quando ela resolver entrar em um empreendimento que utilize GNL.
Obviamente, só existem duas alternativas para a Petrobras: entrar como Gemini, o que direcionará os lucros para sua sócia majoritária, ou participar como Petrobras, independentemente da Gemini.
Caso a Petrobras venha a optar pela segunda alternativa, aparecerá um problema dos mais delicados: terá, ela, de pagar royalties à sócia majoritária da Gemini?
Alguns fatos, como os apresentados a seguir, terão que ser considerados ao se analisar a questão.
No processo TC 021.207/2006-3 – SIGILOSO, instaurado pelo Tribunal de Contas da União (TCU) para apurar denúncia por mim feita de favorecimento à sócia majoritária da Gemini em detrimento do interesse público, ao justificar a escolha de sua sócia majoritária, a Petrobras alegou:
1- “A escolha da (...) deve-se principalmente por essa empresa ter ‘reconhecida experiência e liderança na liquefação, movimentação e transporte de gases industriais criogênicos (oxigênio, argônio e nitrogênio), além da preocupação com a segurança no transporte de produtos criogênicos neste empreendimento pioneiro no país’ (fl. 74, anexo 4)”.
2- “Outro fator que deve ser levado em consideração é que o serviço de logística e produção de GNL é uma atividade nova no Brasil; por este motivo, a Petrobras não possui know-how neste tipo de transporte. A (...) é uma empresa de reconhecida capacidade no transporte de gases no país”.
Para que se avalie a multiplicidade de ações relativas à tecnologia do GNL, basta constatar o escrito no item 3.2.2.3 do Acordo de Quotistas – documento vinculado ao Contrato Social da Gemini – sobre “a licença de uso de bens materiais ou intelectuais protegidos por direitos de propriedade industrial e/ou intelectual ou objeto de Acordos de Confidencialidade”.
De citado item, transcrevo: “Deverão ser considerados, neste caso, parâmetros referentes a preço, segurança e confiabilidade operacional, qualidade, reputação e experiência nos citados serviços. Assim sendo, abrangerá tal transferência, em especial, a tecnologia relativa a: (i) transporte do GNL, inclusive a logística e metodologia pertinente aos equipamentos relacionados com sua carga e descarga; (ii) controles operacionais; (iii) operação e manutenção de instrumental e equipamentos, assim como o treinamento dos técnicos e da mão de obra especializada, além da devida assistência técnica preventiva e reparadora de tanques”.
Conclusão
Espero que, se algum dia, alguém se dignar a se manifestar sobre a questão dos royalties, também fale sobre as brechas facilitadoras de superfaturamentos (contidas no desastroso Acordo de Quotistas da Gemini) e sobre as explícitas denúncias de corrupção divulgadas no jornal do sindicato dos trabalhadores na indústria de petróleo (Sindipetro). Ouviu, Graça Foster?
João Vinhosa é ex-conselheiro do extinto Conselho Nacional do Petróleo (CNP) joaovinhosa@hotmail.com
Endereço Eletrônico para releitura de artigo sobre o tema: http://www.alertatotal.net/2012/03/desembuche-mantega.html
Kátia Abreu critica ‘absolutismo da Funai’
FUNAI absolutista

