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domingo, 3 de maio de 2015

LULA INTERFERIU, SIM, EM
EMPRÉSTIMOS DO BNDS 
DURANTE O GOVERNO DILMA
Influencia lula odebrecht
Embora o instituto Lula e até mesmo o BNDES tenha se adiantado para negar a interferência do ex-presidente em linhas de financiamentos ao exterior, núcleo de Combate à Corrupção da Procuradoria da República em Brasília abriu, há uma semana, investigação contra Lula por tráfico de influência internacional e no Brasil.
A revista Época publicou reportagem que aponta Lula como suspeito de usar sua influência para facilitar negócios da construtora Odebrecht  “com representantes de governos estrangeiros onde a empresa toca obras com dinheiro do BNDES.”
Lula teria tido acesso antecipado sobre as investigações e tentou maquiar criar um factoide através do Instituto Lula. O Ex-presidente lançou no dia 23 de abriu o Conselho África, que reúne historiadores, representantes de movimentos sociais e organismos multilaterais, diplomatas e estudiosos para “discutir” as relações entre Brasil e África.
No que seria uma verdadeira encenação teatral, Lula se antecipou à matéria da Revista Época e montou um verdadeiro espetáculo em "defesa" da África: “O MUNDO PRECISA ACABAR COM O PRECONCEITO CONTRA A ÁFRICA”
No que seria uma verdadeira encenação teatral, Lula se antecipou à matéria da Revista Época e montou um verdadeiro espetáculo em “defesa” da África: “O MUNDO PRECISA ACABAR COM O PRECONCEITO CONTRA A ÁFRICA”
A iniciativa de Lula com a constituição do Conselho é uma clara tentativa de desvirtuar as investigações. Agora, o ex-presidente alega que  é muito importante impulsionar o trabalho do Instituto em promover mais diálogo entre o Brasil e o continente africano. Lula afirmou que o importante não é dizer o que cada povo africano tem que fazer, mas sim investir no continente. “O mundo precisa entender que a África é um continente altamente promissor”, mas não fez qualquer menção sobre os negócios da Odebrecht que ajudou a impulsionar.
São vários os indícios de que Lula esteve pessoalmente bastante emprenhado em liberar recursos para obras da Odebrecht na África. No dia 06/06 do ano passado, Lula agiu como um verdadeiro lobista das empreiteiras em uma clara demonstração de influenciar o governo a investir mais ainda na Angola.
Durante palestra promovida pelo jornal El País, em Porto Alegre, Lula criticou publicamente o secretário do Tesouro Nacional, Arno Augustin: “O oceano Atlântico, Arno, não é obstáculo, é a solução. Comece a pensar Arno na possibilidade de “a gente” instituir um fundo de financiamento de pelo menos US$ 2 bilhões na África”
Após a repercussão de sua interferência nos atos do governo, Lula afirmou que aquilo foi apenas uma “brincadeira”. Mentiu de novo, pois no dia 16/06,  o governo brasileiro abriu uma nova linha de crédito para Angola, exatamente no valor de dois bilhões de dólares, conforme “o” Lula  havia solicitado de “brincadeira”.  Apenas este fato já é suficiente para comprovar que Lula exerceu sim tráfico de influência internacional e no Brasil.

http://dominiodofato.com.br/2015/05/03/lula-interferiu-sim-em-emprestimos-do-bndes-durante-o-governo-dilma/55253
CARTA A LULA

O Exu de Garanhuns volta à cena nesse 1° de maio e berrar sobre um palanque armado para plateia amestrada que a "elite" tem medo dele. Elite para ele é a classe média na qual me incluo, portanto me acho no direito de lhe dar uma resposta. Senhor Luiz Inácio Lula da Silva, eu não tenho medo de homem e muito menos de homens covardes e o senhor é um covarde, um mentiroso, um incompetente, um indivíduo desonesto, sem escrúpulos, um asqueroso subproduto do pobre substrato culturalque compõe o maior contingente do nosso eleitorado. O senhor já deveria ter sido posto no vaso sanitário, junto com seu bando para a sociedade brasileira acionar a descarga.

Não tenho medo do senhor, eu tenho é dó do meu país já que durante oito anos você e sua quadrilha o espoliou. Comprou o poder Legislativo através do mensalão, desmoralizou o poder Judiciário, togando bandidos para o Supremo Tribunal Federal (STF), destruiu a maior empresa nacional, vide petrolão, desmoralizou as instituições e institucionalizou a corrupção. Roubou os cofres públicos em uma proporção nunca vista em nenhuma parte do mundo, nem nas mais podres ditaduras da África por onde você tem transito livre e leva a tira colo empresários brasileiros desonestos, verdadeiros gigolôs do BNDES, outrora um patrimônio nacional e hoje rebaixado de importante banco de fomento a caixa e chiqueiro do Partido dos Trabalhadores.

Repito o senhor não mete medo em ninguém, não seja pretensioso, nenhum homem honesto o teme. Você pode ser temido pelo beneficiários de suas benesses que ainda continuam sendo distribuídas com o dinheiro público através de um pau mandado, uma anta, que você deixou no Palácio do Planalto. Temos quase a mesma idade. Você tem coragem de um "olho no olho" com um homem, ou sua coragem não chega a tanto? Marque o dia e local. Não leve seus jagunços, eu vou sozinho.
Humberto de Luna Freire Filho, médico

sábado, 2 de maio de 2015

Midrash:
A Raposa e Vinha
Uma raposa pusera-se a namorar avidamente uma vinha tão bem cercada que não havia brecha por onde entrasse. Deu voltas e mais voltas, até que topou um resquício entre os mourões de cerca. Lançara-se por ele impetuosamente, mas era tão estreito que mau pode insinuar a cabeça. Esforçava-se daqui, tenta dali, mas tudo em vão. Veio-lhe, então, a ideia, um plano singular: se eu pudesse, monologava ela, emagrecer bastante passaria por esta brecha. Resolvida vencer a prova submeteu-se a um estranho teor de vida: ficou 3 dias sem provar alimento e pôs-se tão fina e magrinha que mais parecia um palito. Toda ancha com o sucesso, esgueirar-se pelo delgado vão e entra radiante, na vinha. Ali pode pagar-se de tudo quanto sofrera e passou alguns dias na mais regalada abundância. Chegado o tempo de sair, receosa dos donos do vinhedo que não podiam tardar, corre a brecha por onde entrara e tenta meter-se por ela. Aconteceu porém que a infortunada, naqueles poucos dias de regabofe, engordara tanto que não mais cabia ali. Mais triste do que um mocho, desiste do intento, resolve repetir a provação por que passara, pondo-se de novo em rigoroso jejum até que, novamente magra como um esqueleto lhe foi possível safar-se pelo agulheiro. Estava porém tão fraca e debilitada que parecia um cadáver. Livre daquele cativeiro, olhou melancolicamente para a vinha e disse: adeus, não me apanharás mais. És sedutora e deliciosa. Tens em abundância frutos saborosos, mas que importa? De ti sai como entrei. Assim o homem em relação aos bens e riquezas da vida terrena. ensinava o Rabi Meir: o homem quando nasce tem os braços estendidos para a frente, como se dissesse: é meu o mundo. Todo o mundo é meu! Quando morre, os traz ao longo do corpo, como a prevenir os que aferram aos bens materiais: nada levo deste mundo. Deixo da vida o que a vida me deu!