A UPEC se propõe a ser uma voz firme e forte em defesa da ética na política e na vida nacional e em defesa da cidadania. Pretendemos levar a consciência de cidadania além dos limites do virtual, através de ações decisivas e responsáveis.


terça-feira, 3 de agosto de 2010

RAPARAM TUDO! QUEBRARAM O PAÍS....

.....e' como um outro orcamento paralelo.

Restos a pagar indicam má administração do PT

Para Deputado, conta representa orçamento paralelo

Brasília (02) – Com dificuldade em gerir o recurso público, o governo federal revela incompetência administrativa e cria uma confusão no Orçamento, com os chamados restos a pagar – dinheiro empenhado, mas que não é gasto no ano previsto e, portanto, é transferido para o ano seguinte. Essa é a avaliação do deputado Luiz Paulo Vellozo Lucas (ES).

O deputado considera o adiamento do pagamento como uma tática para esconder a falta de planejamento e execução de projetos. Dados do Tesouro Nacional ilustram essa dificuldade. De acordo com a instituição, do total de R$ 20,6 bilhões investidos pelo governo de janeiro a junho deste ano, R$ 14,9 bilhões (72,3%) referem-se a pagamentos de restos a pagar. Ou seja, um dinheiro que deveria ter sido investido no ano passado mas, sem programação, foi transferido para este. "Essa conta representa um orçamento paralelo", diz Vellozo Lucas.

Nos últimos quatro anos, a conta passou de R$ 12,8 bilhões para R$ 50 bilhões, segundo o Sistema Integrado de Administração Financeira do Governo Federal (Siafi). Só em 2009, os investimentos somaram R$ 34 bilhões e os restos a pagar do ano R$ 35,3 bilhões.

Para Vellozo Lucas, o resultado é o indicador da má administração do PT. "Os restos a pagar deveriam ser exceção, não regra", critica. "O governo federal elabora o orçamento com valores superiores à sua capacidade de investimento, mas empenha valores menores. Isso tem como objetivo inflar números de execução de obras e criar confusão no Orçamento."

Na verdade, os investimentos federais são considerados insuficientes e representam pouco mais de um ponto percentual do Produto Interno Bruto (PIB), soma de todas as riquezas do País. Como conseqüência do baixo índice, constata o deputado, verifica-se deterioração da infraestrutura brasileira, com portos desabando, estradas em situações precárias e aeroportos saturados.
Ao comentar o resultado das contas públicas no primeiro semestre deste ano, o secretário do Tesouro Nacional, Arno Augustin, atribuiu a execução mais forte de restos a pagar em 2010 à maturação dos empreendimentos do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). Vellozo Lucas contesta o secretário. "Não há maturação da ação. O PAC é o principal responsável por esses restos a pagar. O governo promete muito, gasta pouco e executa menos ainda."

A conta pode sobrar para o próximo presidente. Recente relatório do Tribunal de Contas da União (TCU) sobre o PAC, responsável pela maior fatia dos investimentos ainda não pagos, já tinha detectado falhas nas despesas com restos a pagar. O governo deve deixar para o sucessor uma dívida de R$ 35,2 bilhões referentes a investimentos não pagos, isso se conseguir executar 65% do valor empenhado em 2010, o que não aconteceu em quatro anos.
Como mostrou o décimo balanço divulgado pela Casa Civil, até abril deste ano, nem metade das obras do PAC foi concluída.

Extraído de: Partido da Social Democracia Brasileira

segunda-feira, 2 de agosto de 2010

Capacho

Reinaldo Azevedo

02/08/2010


O título parece nome de filme iraniano? Não deixa de ser. No caso, um filme de terror que se realiza lá e uma tragicomédia que se vive aqui. No Irã, a protagonista é Sakineh Mohammadi Ashtiani (foto), acusada de adultério e condenada a morte por apedrejamento — já recebeu 99 chibatadas. No Brasil, o ator principal é Luiz Inácio Lula da Silva, capacho de ditaduras em que trogloditas de todo o mundo tentam limpar suas patas sujas de sangue em nome da autodeterminação dos povos. Há um movimento mundial em favor da libertação de Sakineh. Ao clamor mundial, Lula responde ora com estupidez, ora com chacota falsamente caridosa, que mal disfarça o endosso à tirania iraniana e, acreditem!, o apedrejamento simbólico da vítima. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva é aprovado por quase 80% dos brasileiros? Estou me lixando pra isso. Revela-se, a cada dia, um monstro moral. Quando e se ele bater nos 100%, vocês me avisem: pretendo ser o traço estatístico a lhe dizer: “NÃO!!!”

Mesmo quando parece aquiescer com as noções básicas de justiça, Lula chafurda no pântano da justificação do mal, da impostura, da vilania ética e da ilegalidade. Este senhor, com efeito, é uma personagem inaugural: nunca antes na história destepaiz a estupidez foi tão bonachona, a burrice tão aclamada, a prepotência tão “autêntica”. Lula é a expressão do bom selvagem de Rousseau — uma formulação já originalmente cretina de um cretino “castelão e vagabundo” (by Fernando Pessoa) — filtrado pelo sindicalismo oportunista e pelo stalinismo do petismo casca-grossa.

No sábado, durante um comício em favor da candidatura de Dilma Rousseff à Presidência, o Babalorixá de Banânia resolveu oferecer a sua ajuda a Sakineh nestes termos:

“Se vale a minha amizade e o carinho que eu tenho pelo presidente do Irã e o povo iraniano, se essa mulher está causando incômodo, a receberíamos no Brasil de bom grado”.

Notem que a vítima aparece como aquela que “está causando incômodo”. Mahmoud Ahmadinejad, que manda enforcar opositores em praça pública, pendurados em guindastes — como se vê na foto abaixo —, merece a “amizade” e o “carinho” de Lula. Mas isso ainda é pouco.

O presidente brasileiro não está se oferecendo para receber a iraniana condenada ao apedrejamento em nome da civilidade, dos direitos humanos ou mesmo da caridade. Ele se propõe a resolver um “incômodo” de seu amigo Ahmadinejad. Entende-se que a oferta busca honrar aquela “amizade” e aquele “carinho”. Não é que ele ache a pena, em si mesma, brutal ou injusta. Lula, em suma, justifica o mal.

A impiedade de sua oferta — e nisso está sua impostura — se revela na seqüência de sua fala, quando confessa, em seu português exótico, cujo sentido se presume, ter traído Marisa Letícia:

“Fico imaginando se um dia tivesse um país do mundo que se o homem trair fosse apedrejado. Eu queria saber quem é que ia gritar: ‘Atire a primeira pedra iá iá aquele que não traiu’”.
Ele cantarolou. Os presentes riram. Lula é a face risonha da morte. Lula é a versão galhofeira das tiranias. Lula é o clown da violência institucional. No fim das contas, oferece o Brasil como abrigo inferindo que esta é uma boa terra para adúlteros, não para vítimas de ditaduras. Bem, os boxeadores cubanos que o digam. Lula os jogou no colo de Fidel Castro. Tudo compatível com o pensador que comparou os protestos contra a fraude eleitoral no Irã a torcedores descontentes porque seu time perdeu o jogo. Lula atinge o grotesco quando cantarola “atire a primeira pedra” referindo-se justamente a a uma mulher condenada ao apedrejamento. Eis o vilão ético.

E, por espantoso que pareça, Lula também transgrediu abertamente a lei ao fazer, num palanque eleitoral, uma oferta que diz respeito ao que seria um ato de governo. Sua propensão à ilegalidade é incurável.

Mãos sujas

O Babalorixá já havia lavado as mãos nesse caso — sujando-as, como de hábito, no sangue de todas as ditaduras do planeta. Na quarta-feira, em solenidade no Itamaraty, explicou por que preferia não se envolver:

“Um presidente da República não pode ficar na internet atendendo todo o pedido que alguém pede de outro país. É preciso tomar muito cuidado porque as pessoas têm leis, as pessoas têm regras. Se começarem a desobedecer as leis deles para atender o pedido de presidentes, daqui a pouco vira uma avacalhação”.

Seria até ocioso, mas vale lembrar, uma vez mais, a título de registro histórico que este mesmo presidente foi a voz mais estridente contra os governos constitucionais de Honduras — tanto o provisório, que substituiu o golpista Manuel Zelaya, como o eleito (que o Brasil ainda não reconhece) —, ignorando, então, o fato de que aquele país “tem leis”. É claro que são situações incomparáveis: Zelaya foi deposto para que a democracia sobrevivesse em Honduras; a condenação de Sakineh é evidência de uma tirania. Lula é legalista nos regimes de força e porcamente legitimista nas democracias; naquelas, defende o império da lei que perpetua o mal; nestas, alinha-se com os transgressores, que as depredam em busca do mal.

E Dilma, a “mulher”?

A candidata petista Dilma Rousseff, a exemplo de seu chefe, é uma contumaz defensora do regime iraniano e de seu líder máximo, Ahmadinejad. Suas entrevistas estão espalhadas por aí. Dada a repercussão mundial do caso e considerando que Lula é um dos poucos “amigos” do facinoroso, resolveu se pronunciar a respeito. Segundo a candidata, a condenação “fere a nós, que temos sensibilidade, humanidade”.

É a expressão do pensamento afásico da criatura eleitoral de Lula. Uma ova, minha senhora! A condenação de Sakineh não é algo que ofende almas sensíveis. Trata-se de uma brutalidade que fere o que tem de ser considerado um padrão universal, sim, de civilização, que não pode ser seqüestrado pela canalha relativista — canalha esta tão mais propensa a reconhecer os “valores particulares” de cada país quanto mais esses valores se chocam com o Ocidente que adoram detestar. E só podem detestá-lo, diga-se, porque as prerrogativas democráticas que ele oferece lhes faculta a expressão de seu odioso pensamento. Eis aqui, leitores, um grande paradoxo: as democracias permitem até a manifestação do mal; as tiranias costumam proibir a expressão do bem. Lula e Dilma são amigos dos tiranos.

Lula, visto inicialmente como o príncipe augural, recebeu o beijo da prepotência e voltou a ser o sapo retrô, que vai deixando, mundo afora, um rastro asqueroso de justificação do mal. Ao contrário do que reza a propaganda oficial e até de certo senso comum, Lula manchou a reputação do Brasil num valor cada vez mais caro na relação entre os países: os direitos humanos. Confessando-se um adúltero — e supondo que todos o são —, este senhor ofereceu-se para receber uma “adúltera”, não uma vítima de um regime asqueroso. E assim procede porque, afinal de contas, suas relações com o tirano são de “amizade” e “carinho”.

É o mais baixo a que ele chegou até agora. Mas eu jamais corro o risco de subestimá-lo. Seu mandato não acabou. E, nesse particular, Lula pode mais.
Por Reinaldo Azevedo

domingo, 1 de agosto de 2010

ESTÃO TODOS DE JOELHOS

Por Paulo Pavesi

Nunca antes na história deste país, tantos brasileiros foram subjugados por um presidente da república. Estão todos de joelhos. Estão todos subjugados.

Nunca antes na história deste país, um presidente conseguiu desrespeitar tanto as leis e deixar claro o desprezo que tem por elas, sem que nada lhe acontecesse.

Lula passou dos limites já há muito tempo.

E parece que sua capacidade de subjugar o brasileiro não tem fim.

Há alguns anos venho escrevendo aqui que Lula é responsável direto pelo eextermínio de 50 mil brasileiros ao ano.

Sem políticas de segurança, sem qualquer respeito as leis, todos os anos são mortos 50 mil brasileiros sem que ninguém tome qualquer providência.

Todos os brasileiros estão subjugados.
Lula roubou os cofres públicos através de um cartão de crédito que o brasileiro não pode questionar.

São milhões e milhões de reais sacados no cartão sem qualquer comprovação de gastos, cujo conhecimento do destino deste dinheiro pode ser prejudicial a "segurança nacional". Nenhum brasileiro teve a coragem de questionar isso de alguma forma.

Nenhuma manifestação foi feita até hoje.

A oposição se limita a dizer o que todos nos sabemos: "é um absurdo!".
Eu nao preciso relacionar tudo o que Lula fez, pois tudo ja está tão esfregado na cara dos brasileiros que tenho certeza que todos conhecem o gosto, o cheiro e o som.
Ultimamente, o presidente tem demonstrado que a lei eleitoral nao tem qualquer importância.

Ele ja foi condenado 5 vezes por fazer campanha ilegal e não está preocupado com isso.

Afinal, o brasileiro está subjugado.

Lula pode tudo.

Agora vem a tona, o que eu também venho escrevendo aqui ha vários anos.

Lula tem ligações com o narcotráfico.

Lula está jogando a juventude brasileira para o mundo das drogas.

Não bastasse o brasileiro estar subjugado, Lula quer os filhos dos brasileiros subjugados a droga.

O BNDES que deveria financiar estradas, saúde, educação, moradia emprego e segurança pública alem de outros benefícios sociais coletivos, financiou com o dinheiro dos subjugados a estrada na Bolivia que permite levar a cocaina com mais facilidade ao Brasil. Tudo planejado por Lula, para "ajudar" Evo Morales, com o dinheiro que os subjugados pagam.

O BNDES também financiou o metrô na Venezuela.

O Brasil está financiando o IRÃ.

Tudo com o dinheiro dos subjugados.

Não bastasse, para mostrar que o brasileiro está subjugado, Lula faz questão de se deixar retratar com Evo Morales, evidenciando uma parceria de sucesso:

O rei da Coca, e o rei dos subjugados.

São 195 milhões de brasileiros.

Em paises bem menores, por bem menos, o povo vai para rua e quebra tudo.

O exercito brasileiro está subjugado.

O congresso nacional que tem poderes para acabar com essa bandalheira esta subjugado, aliás, muito bem pago para estar assim.

O supremo tribunal federal,
o senado,
o Ministério Público Federal,
Polícia Federal, juizes

- Todos estão subjugados.

Todos tem medo de Lula, pela Popularidade de Pesquisas Manipuladas, pagos com o nosso dinheiro ,

Todos estão com os rabos entre as pernas.

A OAB está subjugada.

Assistem tudo sem tomar qualquer providência.

E ainda assistem ao vivo todo este desgoverno do Lula,e voces pensam que o Mensalão
acabou ?

O mensalão não acabou. Ao contrário.

Ele foi ampliado. Agora o mensalão abastece ONGs, imprensa, tribunais, e tudo o que for necessário ou obstáculo.

Acorda Brasil !!!

TEM QUE DAR O BASTA EM TUDO ISTO, COM O NOSSO VOTO.

Ditadura do proletariado ou supremacia da ignorância?

Ternuma Regional Brasília

Gen. Bda Rfm Valmir Fonseca Azevedo Pereira

Ao longo da História é extenso o rol de países que foram governados ou tiranizados por reconhecidos populistas e demagogos.

Em geral, com boa lábia e vocabulário popular, néscios foram capazes de enrolar grandes efetivos, que por curta cultura e sofrível conhecimento, facilmente se deixaram envolver por afirmativas que lhes soavam como verdades profundas. Com chistes, piadas, deboches e declarações que repercutiam como verdadeiras por falta de contestação, o demagogo sabe iludir e, provavelmente, é capaz de acreditar – se um predestinado, tal é a ovação que recebe do “ignaro proletariado” por suas falsas e ocas palavras.

Na atualidade, o fenômeno ainda ocorre, apesar dos avanços culturais e da difusão dos meios de comunicações. Em geral, as massas iludidas de ontem sofreram as mesmas limitações do que as de hoje, avultando a arraigada ignorância, que sublinha a sua incapacidade de autuar as informações recebidas.

No Brasil, a ocorrência não é nova, é atual e total.

A “massa proletária” sequiosa de ouvi – los, não raciocina (?) com o conteúdo das suas palavras, e entorpecida pelas benesses do assistencialismo inconseqüente, limita – se a assimilar, prazerosamente, o seu nefasto e rasteiro discurso.

Quando falamos na ditadura do proletariado, criamos uma fantasia, pois a imagem da classe é a de uma nuvem nebulosa, um conjunto sem face, um agrupamento acéfalo, situado ao rés do plano horizontal e não tem condições, nem meios, nem descortino para divisar todo um cenário. Por isso, através do voto, atua como principal agente para o estabelecimento de tiranias legalizadas seja de direita ou de esquerda.

Infelizmente, na atual quadra, mercê do alto nível de analfabetismo popular, inclusos, não apenas a ignorância da leitura e do rabiscar qualquer palavra, mas a impossibilidade de ler e compreender um texto, na América Latina prolifera, no bojo do retrógrado comunismo, os governos apoiados no populismo assistencialista.

No Brasil, a maioria dos componentes do “proletariado” está fora das relações de “analfabetos”, contudo, de acordo com o professor Gustavo Ioschpe apenas 25% dos alfabetizados estão em condições de entender um texto; quanto ao restante, sabe - se que a duras penas limitam - se a desenhar ou rabiscar seus nomes, e apesar de muitos lerem “com dificuldade”, certamente, eles não têm condições de interpretá - lo e, por conseguinte, de formar um juízo de valores.

Este contingente, colossal no Brasil, é o campo fértil para um embromador calejado como a “metamorfose ambulante”.

Triste para os demais, uma minoria, que inclusa no universo dos eleitores, ombreia – se com o dos incapazes de ler e processar uma breve notícia, mas aptos pela lei de escolher o mais demagogo entre os demais demagogos, sendo submetida aos seus desígnios, numa autêntica ditadura do proletariado ou sob a supremacia da ignorância.

Aquele vasto contingente, enrolado por afirmativas e promessas inverídicas, é o mentor das maiores barbaridades, pois não tendo qualquer comprometimento com o conjunto, apenas consigo e com as suas satisfações, e com as vantagens e promessas da hora, torna - se improvável que na sua curta visão, venha a preocupar - se com soberania nacional, e com ética e com valores. Em geral, a “massa”, para alegria de seus manipuladores, que nada fazem para o estabelecimento de políticas para retirá - la da permanente carência, se presta, na atualidade, ao papel de vaca de presépio, obediente e subordinada aos mandos e desmandos de seu guia, elegendo para a presidência a quem ele indicar, inclusive, um poste nominado de Dilma.

Assim, por mais que sejam públicas denúncias e apontadas provas irrefutáveis, por não lerem, ou se ao lerem não processam, eles continuarão, por décadas, presa fácil dos populistas e dos demagogos, e de fato ao invés da ditadura do proletariado vivemos sob a égide dos demagogos e pilantras verbais, seus reais mentores.

É triste, mas é vero.

Brasília, DF, 04 de julho de 2010

MEU GRITO DE ALERTA. – ACORDA BRASIL.

LUIZ JOSÉ MENDONÇA

Em nosso imenso país, é incrível a facilidade com que um político ignorante, oriundo das profundas da miséria, pode, após eleger-se Presidente da República, através de caríssimas propagandas governamentais enganosas, ser acreditado e endeusado por milhões de homens e mulheres, igualmente ignorantes, que não trabalham nem produzem coisa alguma. São eleitores que vivem exclusivamente do assistencialismo intitulado de: “Programas de Assistência Social”.

Acostumaram-se neste governo “socialista” do PT, a adquirir tudo de graça, de presente, prometendo sempre votar em seus benfeitores.

Elegeram e ainda apóiam o pior e mais nocivo presidente que já governou este país. Sendo filho de mãe que “nasceu analfabeta,” nosso ilustre Presidente da República, também analfabeto de “nascimento” e, de vida, aí está transformado em um monstro maluco, de tanta bajulação de seus sequazes, dos poderosos do mundo e dos ditadores comunistas, seus grandes amigos, que dele vêm se utilizando para abocanhar nossas riquezas.

Em seu governo o Brasil transformou-se em um país, que vem sendo saqueado em todos os sentidos. Tornou-se o paraíso dos especuladores estrangeiros. Todos que aqui aplicaram recursos, lucraram muitos milhões de dólares, contemplados por uma política monetária importada, pré-determinada, traiçoeira, imposta, que lhes proporcionou incríveis ganhos com os mais rentáveis juros do planeta, o que ajudou a elevar nossa dívida pública - Municípios, Estados e Governo Federal, a patamares assustadores de mais de 1,6 trilhão de reais. E nosso “sábio” presidente ainda acredita que seu governo é disparado, o melhor, o mais competente de todos os tempos.

Obcecado por sua “divina imagem”, vem entregando para as ONGs internacionais, nossa Amazônia, com todas suas riquezas do solo e subsolo. Deixou que roubassem tudo que viria pertencer às gerações futuras, através das estúpidas ampliações das reservas indígenas no Norte do país, por ele homologadas. Mandou que o Chanceler Celso Amorim e, outros delegados brasileiros, protocolassem para a ONU a aceitação dos “Direitos Universais dos Povos Indígenas”, o que transformará as reservas indígenas em nações e, fatalmente, em futuro próximo, tornar-se-ão países estrangeiros dentro do Brasil. Ao homologar as ampliações que agigantaram as reservas indígenas na Amazônia, (nas áreas de fronteira) ele violou nossa Soberania Nacional. Nossos filhos, netos e bisnetos jamais verão, como nossa, a maravilhosa Amazônia, que foi entregue aos estrangeiros pela mais infame traição de um governante.

Deixou que nossa Pátria se tornasse refém do crime organizado, do narcotráfico das FARC da Colômbia, dos invasores de propriedades rurais do MST e, ainda vem colaborando, ajudando financeiramente aquele psicopata assassino de Havana, com o qual fundou o famigerado Foro de São Paulo, com a terrível intenção de cubanizar nossa nação.

Pretendem nos escravizar, confiscando nossas propriedades privadas, rurais e urbanas, assim como os irmãos Castro fizeram aos cubanos, nestes últimos 50 anos. Querem que sejamos os escravos, e, eles, a “Nomenklatura” oligárquica, hegemônica, nossos senhores e patrões absolutos.

A primeira tentativa que fizeram, para valer, foi no dia 27 de Dezembro de 2009 em Copenhague, quando sorrateiramente, nosso traiçoeiro Presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, assinou o famigerado decreto dos direitos humanos “direitos deles, dos manos” - intitulado de PNDH-3.

Em seus dois mandatos “socialistas” que duraram 8 anos, nosso ilustre presidente deixou a nação completamente desestruturada; portos, aeroportos, ferrovias, hidrovias, rodovias, saúde, educação, segurança, - uma lástima, um caos. Incentivou e financiou o movimento social terrorista intitulado MST. A situação chegou a tal ponto que por crime de violência, morrem atualmente no Brasil, mais pessoas que em países em guerra ou em revoluções.

Espero que nossas Forças Armadas, já tão combalidas, sem liderança, pelas tantas traições que vêm sofrendo com essee governo “socialista” de Lula da Silva e seu PT, possam ainda, por sua honra, e, pelo patriotismo que lhes é peculiar, salvar nossa Constituição e a liberdade de nossa querida Pátria.

Luiz José Mendonça.
luizjmendonca@gmail.com

O GRUPO GUARARAPES REPASSA O ARTIGO DE LUIZ JOSÉ MENDONÇA PARA REFLEXAÇÃO. ELE ABORDA PROBLEMA GRAVES QUE VIVEMOS, ATUALMENTE.

LEIAM E REPASSEM.

OUTUBRO VEM AÍ E O BRASIL SE ENCONTRA EM JOGO. NÃO PODEMOS CHUTAR NA TRAVE OU FORA DO GOL. TEMOS QUE FAZER GOL. VOTAR NO MELHOR OU NO MENOS RUIM, COMO QUEIRAM. NÃO VOTAR EM QUE APOIA AS FARC E DITADURAS COMO O IRÃ. NÃO VOTE, PORTANTO, NA SENHORA DILMA. Doc. Nº228 - 2010