<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-5388885470067245342</id><updated>2012-02-16T16:08:11.063-02:00</updated><category term='NOTA ZERO EM EDUCAÇÃO PARA O DESGOVERNO LULA'/><category term='upec'/><title type='text'>UPEC - União Pela Ética e Cidadania</title><subtitle type='html'></subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://upecbrasil.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5388885470067245342/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://upecbrasil.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><link rel='next' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5388885470067245342/posts/default?start-index=101&amp;max-results=100'/><author><name>UPEC</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12567761697811164225</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='16' src='http://bp3.blogger.com/_Mt44_jsNnK0/Rr5VSumBjxI/AAAAAAAAAAM/FNVUBudLiN8/s1600/Clipboard01.png'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>1287</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5388885470067245342.post-8220202920409470253</id><published>2012-02-16T00:53:00.000-02:00</published><updated>2012-02-16T00:54:40.933-02:00</updated><title type='text'>Reinaldo Azevedo  -  15/02/2012</title><content type='html'>&lt;h1&gt;&lt;a href="http://veja.abril.com.br/blog/reinaldo/geral/tenho-algumas-perguntas-a-fazer-a-lula-a-kassab-e-aos-vereadores-que-querem-doar-patrimonio-publico-para-o-falso-%e2%80%9cmemorial-da-democracia%e2%80%9d-do-pt-se-houver-resposta-juro-que-publico/" rel="bookmark"&gt;Tenho algumas perguntas a fazer a Lula, a Kassab e aos vereadores  que querem doar patrimônio público para o falso “Memorial da Democracia” do PT.  Se houver resposta, juro que publico!&lt;/a&gt;&lt;/h1&gt; &lt;div class="postConteudo"&gt; &lt;p style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span style="COLOR: #000000"&gt;O Instituto Lula  quer construir no Centro de São Paulo, num terreno que fica na antiga  Cracolândia, o que chama “Memorial da Democracia”, que reunirá, com especial  ênfase, um acervo de documentos e objetos dos oito anos de mandato do Apedeuta.  Os petistas agora dizem que pretendem dar atenção também a outros momentos  importantes da história, como a luta contra a escravidão, a proclamação da  República etc. Para tanto, pediram à Prefeitura de São Paulo a cessão do tal  terreno, com o que concordou o prefeito Gilberto Kassab (PSD), que já enviou o  pedido à Câmara, onde tem folgada maioria. Então ficamos com o roteiro completo  para o triunfo da mistificação: Lula, um ex-presidente bastante popular, pede um  terreno ao prefeito; este, que vive uma fase de aproximação com o PT, acha a  idéia boa e envia a mensagem à Câmara, onde tem maioria. A maioria dos  vereadores tende a concordar: quem não é fiel a Lula é fiel a Kassab. Resta ao  Ministério Público demonstrar se tem ou não vergonha na cara e memória histórica  ou se também está rendido a um partido político. E por que escrevo  assim?&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span style="COLOR: #000000"&gt;O escracho já começa  no nome do empreendimento. O inspirador do “Instituto Lula” — que quer  privatizar uma área de mais de 4 mil metros quadrados, que pertence a todos os  moradores de São Paulo — decidiu, como se vê, privatizar também a democracia.  Julga-se no papel de quem pode ser o inspirador de um “memorial”. É uma piada  grotesca, típica de asininos enfatuados, de exploradores da boa-fé pública. Se  Lula é o senhor de um “Memorial da Democracia”, o que devemos a Ulysses  Guimarães, por exemplo? A canonização? Estamos diante de uma pantomima  histórica, de uma fraude.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span style="COLOR: #000000"&gt;Tenho algumas  perguntas a fazer a Lula, a Kassab e aos vereadores que estão doidos para cair  de joelhos.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span style="COLOR: #000000"&gt;&lt;strong&gt;1:  Constituição -&lt;/strong&gt; A negativa dos petistas em participar da sessão  homologatória da Constituição de 1988, uma das atitudes mais indignas tomadas  até hoje por esse partido, fará parte do “Memorial da Democracia”, ou esse  trecho será aspirado da historia, mais ou menos como a ministra da Mulher diz  que aspirava úteros na Colômbia?&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span style="COLOR: #000000"&gt;&lt;strong&gt;2: Expulsões  -&lt;/strong&gt; A expulsão dos três deputados petistas que participaram do Colégio  Eleitoral que elegeu Tancredo Neves, pondo fim à ditadura - Airton Soares, José  Eudes e Bete Mendes - fará parte do “Memorial da Democracia”, ou isso também  será aspirado da história, como a Universidade Federal de Santa Catarina aspirou  a entrevista da agora ministra da Mulher? Em tempo: vi dia desses Soares negar  na TV Cultura que tivesse sido expulso. Diga o que quiser, agora que fez as  pazes com a legenda. Foi expulso, sim!&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span style="COLOR: #000000"&gt;&lt;strong&gt;3: Governo  Itamar - &lt;/strong&gt;A expulsão de Luíza Erundina do partido porque aceitou ser  ministra da Administração do governo Itamar, cuja estabilidade era fundamental  para a democracia brasileira, entra no Memorial da Democracia, ou esse fato será  eliminado da história junto com os fatos, os fetos, as fotos e os homens que não  são do agrado do petismo?&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span style="COLOR: #000000"&gt;&lt;strong&gt;4: Voto  contra o Real -&lt;/strong&gt; A mobilização do partido contra a aprovação do Plano  Real integrará o acervo do Memorial da Democracia, ou os petistas farão de conta  que sempre apostaram na estabilidade do país?&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span style="COLOR: #000000"&gt;&lt;strong&gt;5: Guerra  contra as privatizações -&lt;/strong&gt; As guerras bucéfalas contra as privatizações  — o tema anda mais atual do que nunca — e todas as indignidades ditas contra a  correta e necessária entrada do capital estrangeiro em setores ditos  “estratégicos” merecerá uma leitura isenta, ou o Memorial da Democracia se  atreverá a reunir como virtudes todas as imposturas do partido?&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span style="COLOR: #000000"&gt;&lt;strong&gt;6: Luta  contra a reestruturação dos bancos -&lt;/strong&gt; A guerra insana do petismo contra  a reestruturação dos bancos públicos e privados ganhará uma área especial no  Memorial da Democracia, ou os petistas farão de conta que aquilo nunca  aconteceu? Terão a coragem, já que são quem são, de insistir na mentira e de  tratar, de novo, um dos pilares da salvação do país como um malefício, a exemplo  do que fizeram no passado?&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span style="COLOR: #000000"&gt;&lt;strong&gt;7: Ataque à  Lei de Responsabilidade Fiscal -&lt;/strong&gt; Os petistas exporão os documentos que  evidenciam que o partido recorreu à Justiça contra a Lei de Responsabilidade  Fiscal, tornada depois cláusula pétrea da gestão de Antônio Palocci no  Ministério da Fazenda?&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span style="COLOR: #000000"&gt;&lt;strong&gt;8: Mensalão  -&lt;/strong&gt; O Memorial da Democracia vai expor, enfim, a conspiração dos  vigaristas, que tiveram o desplante de usar dinheiro sujo para tentar criar uma  espécie de Congresso paralelo, alimentado por escroques de dentro e de fora do  governo? O prédio vai reunir os documentos da movimentação ilegal de  dinheiro?&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span style="COLOR: #000000"&gt;&lt;strong&gt;9: Duda  Mendonça na CPI -&lt;/strong&gt; Haverá no Memorial da Democracia o filme do  depoimento de Duda Mendonça na CPI do Mensalão, quando confessou ter recebido  numa empresa no exterior o pagamento da campanha eleitoral de Lula em 2002? O  museu de Lula terá a coragem de evidenciar que ali estava motivo o bastante para  o impeachment do presidente?&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span style="COLOR: #000000"&gt;&lt;strong&gt;10: Dossiê  dos aloprados - &lt;/strong&gt;O Memorial da Democracia que tanto entusiasma Lula e  Kassab trará a foto da montanha de dinheiro flagrada com os ditos aloprados, que  tentavam fraudar as eleições — para não variar —, buscando imputar a José Serra  um crime que não cometera? Exibirá a foto do assessor de Aloizio Mercadante, que  disputava com Serra, carregando a mala preta?&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span style="COLOR: #000000"&gt;&lt;strong&gt;11: Dossiê  da Casa Civil -&lt;/strong&gt; Esse magnífico Memorial da Democracia trará os  documentos sobre o dossiê de indignidades elaborado na Casa Civil contra FHC e  contra, pasmem!, Ruth Cardoso, quando a titular da pasta era ninguém menos do  que Dilma Rousseff, e sua lugar-tenente, ninguém menos do que Erenice  Guerra?&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span style="COLOR: #000000"&gt;&lt;strong&gt;12: Censura  à imprensa -&lt;/strong&gt; Kassab, que quer doar o terreno, se comprometeria a pedir  a Lula que o Memorial da Democracia reunisse as evidências das muitas vezes em  que o PT tentou censurar a imprensa, seja tentando criar o Conselho Federal de  Jornalismo, seja introduzindo no Plano Nacional de Direitos Humanos mecanismos  de censura prévia?&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span style="COLOR: #000000"&gt;&lt;strong&gt;13: Imprensa  comprada e vendida &lt;/strong&gt;- Teremos a chance de ver os contratos de  publicidade do governo e das estatais com pistoleiros disfarçados de  jornalistas, que usam o dinheiro público para atacar a imprensa séria e aqueles  que o governo considera adversários nos governos dos Estados, no Legislativo e  no Judiciário?&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span style="COLOR: #000000"&gt;&lt;strong&gt;14 - Novo  dossiê contra adversário - &lt;/strong&gt;O Museu da Democracia do Instituto Lula  reunirá as evidências todas das novas conspiratas do petismo contra o candidato  da oposição em 2010, com a criação de bunker para fazer dossiês com acusações  falsas e a quebra do sigilo fiscal de familiares do candidato e de dirigentes  tucanos?&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span style="COLOR: #000000"&gt;&lt;strong&gt;15 - Uso da  máquina contra governos de adversários &lt;/strong&gt;- A mobilização da máquina  federal contra o governo de São Paulo em episódios como o da retomada da  Cracolândia e da desocupação do Pinheirinho entrará ou não no Memorial da  Democracia como ato indigno do governo federal?&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span style="COLOR: #000000"&gt;&lt;strong&gt;16 - Apoio a  ditaduras -&lt;/strong&gt; O sistemático apoio que os petistas empenham a ditaduras  mundo afora estará devidamente retratado no Memorial da Democracia? Veremos Lula  a comparar presos de consciência em Cuba a presos comuns no Brasil? Veremos  Dilma Rousseff a comparar os dissidentes da ilha a terroristas de  Guantánamo?&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span style="COLOR: #000000"&gt;Fiz acima perguntas  sobre 16 temas. Poderia passar aqui a noite listando as vigarices, imposturas,  falcatruas e tentativas de fraudar a democracia protagonizadas por petistas e  por governos do PT. As que se lêem são apenas as mais notórias e  conhecidas.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span style="COLOR: #000000"&gt;NÃO! ERRAM AQUELES  QUE ACHAM QUE QUERO IMPEDIR LULA — E O PT — DE CONTAR A HISTÓRIA COMO LHE DER NA  TELHA. QUEM GOSTA DE CENSURA SÃO OS PETISTAS, NÃO EU! O Apedeuta que conte o  mundo desde o fim e rivalize, se quiser, com Adão, Noé, Moisés ou o próprio  Deus, para citar alguém que ele deve julgar quase à sua altura. MAS NÃO HÁ DE  SER COM O NOSSO DINHEIRO.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span style="COLOR: #000000"&gt;Kassab tem o direito  de doar uma área pública para aquilo que será, necessariamente, um monumento à  versão da história de um só partido, com especial ênfase no trabalho de um  líder? Não! Essa conversa de que será uma instituição suprapartidária é  mentirosa desde a origem. Supor que Paulo Vannuchi — JUSTAMENTE O RESPONSÁVEL  POR AQUELE PLANO SINISTRO QUE DIZIA SER DE DIREITOS HUMANOS E QUE PREVIA CENSURA  PRÉVIA — e Paulo Okamotto possam ter qualquer iniciativa que não traga um viés  petistas é tolice ou má fé. Ou, então, o prefeito transforme o centro de São  Paulo numa espécie de Esplanada dos Partidos. Por que só para Lula?&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span style="COLOR: #000000"&gt;Fique de olho,  leitor! Se você for petista, deve achar a doação de um terreno a Lula a coisa  mais normal do mundo, um presente merecido. Se não for, veja lá o que vai fazer  o vereador. Se ele disser “sim” à proposta, estará sendo generoso com o seu  dinheiro, com aquilo que lhe pertence.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span style="COLOR: #000000"&gt;Espalhe este texto.  Herói é você, que sobrevive no Brasil mesmo com a classe política que aí está,  não Lula. Ele é só um contumaz sabotador de governos alheios, que agora  pretende, com a ajuda do prefeito e dos vereadores, tomar um terreno que  pertence à população de São Paulo para erguer no lugar o Museu das Imposturas.  De resto, basta que ele estale os dedos, e haverá empresários em penca dispostos  a lhe encher as burras de grana. Que compre o terreno! E Kassab que transforme  esse dinheiro em creches. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;i&gt;Por Reinaldo Azevedo&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5388885470067245342-8220202920409470253?l=upecbrasil.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://upecbrasil.blogspot.com/feeds/8220202920409470253/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5388885470067245342&amp;postID=8220202920409470253' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5388885470067245342/posts/default/8220202920409470253'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5388885470067245342/posts/default/8220202920409470253'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://upecbrasil.blogspot.com/2012/02/reinaldo-azevedo-15022012.html' title='Reinaldo Azevedo  -  15/02/2012'/><author><name>UPEC</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12567761697811164225</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='16' src='http://bp3.blogger.com/_Mt44_jsNnK0/Rr5VSumBjxI/AAAAAAAAAAM/FNVUBudLiN8/s1600/Clipboard01.png'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5388885470067245342.post-2347912624983875644</id><published>2012-02-15T03:10:00.000-02:00</published><updated>2012-02-15T03:11:22.885-02:00</updated><title type='text'>CRONOLOGIA DO PT</title><content type='html'>&lt;div id="yiv1894050725ygrp-text"&gt;&lt;div id="yui_3_2_0_1_132928248343799"&gt;&lt;span id="yui_3_2_0_1_132928248343798"  style="font-size:130%;"&gt; &lt;div class="yiv1894050725post-body yiv1894050725entry-content"&gt;Uma rápida  cronologia petralha postada no Observador Político mostra o que fez o PT antes  de assumir o poder.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1985 – O PT é CONTRA a eleição de Tancredo Neves e  EXPULSA os deputados que votaram nele.&lt;br /&gt;1988 – O PT vota CONTRA a Nova  Constituição.&lt;br /&gt;1989 – O PT DEFENDE O NÃO PAGAMENTO da dívida brasileira, o  que transformaria o Brasil num CALOTEIRO MUNDIAL.&lt;br /&gt;1993 – Presidente Itamar  Franco convoca todos os partidos para um governo de coalizão pelo bem do país. O  PT foi CONTRA e não participou.&lt;br /&gt;1994 – O PT vota CONTRA O PLANO REAL e diz  que a medida é eleitoreira.&lt;br /&gt;1996 – O PT vota CONTRA a REELEIÇÃO. Hoje,  defende.&lt;br /&gt;1998 – O PT vota CONTRA a PRIVATIZAÇÃO DA TELEFONIA, medida que  hoje nos permite ter acesso a internet e a mais de 170 MILHÕES DE LINHAS  TELEFÔNICAS.&lt;br /&gt;1999 – O PT vota CONTRA a adoção do CÂMBIO FLUTUANTE.&lt;br /&gt;1999  – O PT vota CONTRA a ADOÇÃO das METAS DE INFLAÇÃO.&lt;br /&gt;2000 – O PT luta  FEROZMENTE CONTRA a criação da LEI DA RESPONSABILIDADE FISCAL, que obriga os  governantes a gastarem apenas o que arrecadam.&lt;br /&gt;2001 – O PT vota CONTRA a  criação dos PROGRAMAS SOCIAIS no governo FERNANDO HENRIQUE CARDOSO: Bolsa  Escola, Vale Alimentação, Vale Gás, PETI e outras bolsas são classificadas como  ESMOLAS ELEITOREIRAS e insuficientes.  &lt;/div&gt; &lt;div class="yiv1894050725post-footer"&gt; &lt;div class="yiv1894050725post-footer-line yiv1894050725post-footer-line-1"&gt;&lt;span class="yiv1894050725post-timestamp"&gt;Por Ricardo Froes  &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5388885470067245342-2347912624983875644?l=upecbrasil.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://upecbrasil.blogspot.com/feeds/2347912624983875644/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5388885470067245342&amp;postID=2347912624983875644' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5388885470067245342/posts/default/2347912624983875644'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5388885470067245342/posts/default/2347912624983875644'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://upecbrasil.blogspot.com/2012/02/cronologia-do-pt.html' title='CRONOLOGIA DO PT'/><author><name>UPEC</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12567761697811164225</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='16' src='http://bp3.blogger.com/_Mt44_jsNnK0/Rr5VSumBjxI/AAAAAAAAAAM/FNVUBudLiN8/s1600/Clipboard01.png'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5388885470067245342.post-6894613717022381542</id><published>2012-02-13T23:40:00.000-02:00</published><updated>2012-02-13T23:42:21.975-02:00</updated><title type='text'>MARIANA SANCHES</title><content type='html'>&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(51, 51, 255);font-size:180%;" &gt;&lt;br /&gt;O homem que processou o Brasil&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;A insólita história de Wolf Gruenberg, o empresário que dedicou sua vida a cobrar uma dívida, foi preso sob acusação de manipular a Justiça – e hoje acusa a polícia de tortura e quer fazer seu caso chegar às Nações Unidas&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;MARIANA SANCHES&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ÉPOCA -  - 11/02/2012&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Capítulo 1&lt;/span&gt;&lt;br style="font-weight: bold;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;UM CASAL NA PRISÃO&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sentado na cafeteria de um shopping center no bairro paulistano de Higienópolis, Wolf Gruenberg narra sua história. O terno e as rugas de seus 63 anos lhe conferem um ar de respeitabilidade. Ele entremeia seu relato com um sem-número de documentos que vai sacando de uma pasta de couro preta. Todo tipo de artefato jurídico sai lá de dentro: há certidões, sentenças, recursos, registros, agravos de instrumento, exceções de suspeição e um emaranhado de fios que vão se cruzando nos pontos e nós de um enredo que, por seu relato, daria um thriller ao estilo dos best-sellers de autores como John Grisham ou Scott Turow.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Wolf conta que nasceu em plena Segunda Guerra Mundial, no campo de concentração nazista de Wolfrathausen, onde seus pais se conheceram. Quando a guerra acabou, era inviável para judeus como eles permanecer na Alemanha. O casal Gruenberg e o filho de 3 anos, nascido apátrida, cruzaram então o Atlântico para se estabelecer na Bolívia, depois no Brasil. Wolf viveu em Corumbá, no Rio de Janeiro, em São Paulo e em Porto Alegre. Aos 18 anos, recebeu a cidadania brasileira. Formou-se em Direito e, adulto, tornou-se um empresário dedicado a recuperar companhias em processo falimentar. Às vésperas dos 60 anos, foi acometido de um incomum e virulento câncer sublingual, que quase lhe tirou a voz e a vida. Quando foi diagnosticado, o tumor crescia a cada 26 horas. Havia duas saídas: uma cirurgia radical ou uma combinação agressiva de sessões de quimioterapia e radioterapia. A opção escolhida foi a segunda. A doença regredia de acordo com os planos médicos, até que a vida de Wolf sofreu uma súbita reviravolta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Às 6 horas da manhã do dia 11 de julho de 2008, cerca de 30 policiais federais armados de submetralhadoras arrombaram o portão de sua casa em Porto Alegre. Prenderam Wolf e sua mulher, Betty. Até então, Wolf apenas suspeitava ser o foco de investigações policiais. Desconhecia detalhes das pilhas de processos resultantes de uma investigação de mais de um ano em sua vida, suas contas, seus negócios, suas relações pessoais. Ele era monitorado pela Polícia Federal (PF) por meio de escutas telefônicas, telemáticas e ambientais. Passara de empresário renomado, com bom trânsito na alta sociedade, a principal alvo da operação da Polícia Federal batizada de Mãos Dadas. Nas páginas dos jornais que noticiaram a operação, Wolf Gruenberg foi qualificado como chefe de uma quadrilha que arquitetou um esquema bilionário de fraudes contra a União.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Wolf afirma ter sido privado, ao longo dos 150 dias que passou na prisão, da fase final de seu tratamento contra o câncer. Ainda assim, diz ele, suas agruras no cárcere foram pequenas em comparação com o suplício da mulher. Quando foi presa, Betty Gruenberg acabara de sair de uma cirurgia para redução nos seios. Nem sequer tinha retirado os pontos da delicada operação. Ela foi então instalada pelas autoridades numa cela da Penitenciária Feminina Madre Pelletier, em Porto Alegre. Lá, contraiu uma infecção que deixou seus seios purulentos e quase se transformou em septicemia. Transferida para o melhor hospital de Porto Alegre, o Moinhos de Vento, Betty quase perdeu as mamas. Na UTI do hospital, foi mantida algemada pelos pés à maca em que convalescia. "O Estado quase a matou. Eles foram extremamente cruéis com ela", afirma Wolf. Ele retira então da pasta de couro fotografias que mostram as lesões da mulher e os boletins médicos que relatavam a gravidade de seu quadro. Quando saiu do hospital, Betty foi colocada na carceragem da Polícia Federal, onde, de acordo com os relatos de Wolf, dividiu uma cela com homens.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As arbitrariedades de que Wolf se julga vítima não cessaram aí. Conversas dele com seus advogados foram grampeadas – prática repudiada pela Ordem dos Advogados do Brasil (OAB). Câmeras de vídeo foram instaladas em quartos de hotéis em que o casal Gruenberg se hospedou. Em 2009, a casa de Wolf em Punta del Este, no Uruguai, foi vasculhada pela polícia uruguaia, de posse de um mandado de busca e apreensão oriundo do Judiciário brasileiro. Documentos, computadores, chaves dos carros e objetos da família foram apreendidos. Wolf deu por falta até de uma caneta da marca Mont Blanc que seu filho mais novo ganhara por ocasião de seu bar mitzvah, cerimônia judaica que marca a entrada do homem na vida adulta, aos 13 anos. Os objetos nunca mais foram vistos pela família Gruenberg. Tampouco a Polícia Federal brasileira os recebeu. Espera por eles há quase três anos para prosseguir com as investigações. A polícia uruguaia não soube explicar onde foram parar os pertences dos Gruenbergs.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois de ser libertado, graças a um habeas corpus, Wolf começou uma cruzada a que tem se dedicado nos últimos quatro anos. Nela, tem investido tempo e dinheiro. Contratou assessores de imprensa e alguns dos mais badalados advogados do Brasil, como Antônio Carlos de Almeida Castro, o Kakay, Luiz Roberto Barroso, Carlos Eduardo Caputo Bastos e o ex-deputado federal e delegado da Polícia Federal Marcelo Itagiba. Wolf também buscou o apoio de ONGs internacionais, como a Justiça Global. A pedido dele, a Justiça Global remeteu um relatório sobre as condições de sua prisão e de sua mulher para a análise da Relatoria Especial da Organização das Nações Unidas contra tortura. "Temos muitas demandas de violações de direitos humanos em cadeias brasileiras. Em geral, as vítimas são pobres. No caso de Wolf, não tivemos tempo de averiguar tudo, mas ele trouxe fotos e documentação para comprovar o que nos disse", afirma Sandra Carvalho, da Justiça Global.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em mais de oito horas de conversa, em dois encontros com ÉPOCA, Wolf procurou relatar seu caso incomum. "Sou um perseguido, e meus inimigos usam o Estado brasileiro para me atingir", diz. Essa é a explicação, de acordo com sua versão, para a extensa lista de crimes que lhe imputam e que enumera com sua voz mansa, enquanto alisa a barba espessa e grisalha: formação de quadrilha, estelionato judicial, falsidade ideológica, evasão de divisas, lavagem de dinheiro, denunciação caluniosa. "Nem na época da ditadura uma coisa dessas aconteceria." Ri, nervosamente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Capítulo 2&lt;/span&gt;&lt;br style="font-weight: bold;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;GRUENBERG X UNIÃO&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A contenda entre Wolf e as autoridades é uma história longa e complicada, que se estende por quase todos os desvãos do labiríntico sistema Judiciário brasileiro. Seu início data de 1977. Naquela ocasião, a família Gruenberg tocava a AC Indústria e Comércio, Importação e Exportação S.A., uma indústria têxtil em São Paulo. Um dos negócios da AC era vender mercadorias a uma empresa no Paraguai. A operação de exportação era intermediada pela Companhia Brasileira de Entrepostos Comerciais, ou Cobec, uma empresa de capital misto, da qual a União era acionista. A operação comercial, segundo Wolf, teve um desfecho desastroso. A Cobec comprou, mas não pagou. A família Gruenberg vendeu, mas não levou. Restou a Wolf apenas uma coleção de duplicatas não pagas no valor, na moeda de então, de Cr$ 15 milhões. Isso é o equivalente, em valores atualizados, a aproximadamente R$ 2,7 milhões, de acordo com a evolução do Índice de Preços ao Consumidor de São Paulo (IPC-SP), da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois de mais de um ano de tentativas para receber o crédito, Wolf recorreu à Justiça pela primeira vez em 1978. Moveu dois processos contra a Cobec. Um para receber o montante que a empresa paraguaia pagaria por suas mercadorias. E outro para obter reparação pelo que a família deixara de ganhar em lucros futuros por causa do calote. Poucos meses depois de sofrê-lo, a empresa da família Gruenberg foi à falência. Wolf ganhou o primeiro processo no final da década de 1980. Na ocasião, a Cobec, então controlada pelo Banco do Brasil, já fora rebatizada de Infaz. A Justiça fixou o valor a ser recebido por Wolf em US$ 1,06 milhão. Esse montante, segundo as contas da Infaz, incluía o valor corrigido das mercadorias e as perdas futuras da AC. E somava também uma multa estipulada pela Justiça, que considerou a Infaz culpada de ter tentado postergar a sentença usando argumentos desleais ou, no jargão jurídico, de ter praticado litigância de má-fé. A família Gruenberg discordou. De acordo com Wolf, o que lhes foi pago estava aquém do justo. "Além disso, a Infaz não dispunha de recursos para liquidar a dívida e nos pagou apenas 10% do que a Justiça determinou", diz ele.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A trama se embaralhou ainda mais quando Wolf insistiu no segundo processo contra a Cobec, para receber indenização por perdas e danos. Nesse ponto da narrativa, sua contida indignação começa a aumentar. Mas sua voz rouca jamais sobe de tom. Sem precisar consultar nenhuma anotação, cita nomes e datas com precisão. Quando questionado sobre algum trecho da história, retoma a explicação sem cair em contradição. Chega a repetir frases inteiras, palavra por palavra, em conversas distintas, quase como se tivesse decorado um texto. Na Justiça, a Infaz acusou Wolf de cobrar o pagamento de um prejuízo pelo qual ele já fora ressarcido no primeiro processo. A disputa se deu no âmbito cível da Justiça de São Paulo. Em 30 de outubro de 1991, 14 anos depois do calote, Wolf obteve outra decisão favorável nesse segundo processo. O juiz Aclibes Burgarelli decidiu que uma perícia contábil deveria ser realizada para fixar o valor da indenização a ser paga pela Infaz a Wolf. O perito contratado pela Infaz calculou-o em US$ 10 milhões. O perito de Wolf estimou-o em US$ 58 milhões. O perito nomeado pelo juiz Aclibes Burgarelli estipulou o valor de US$ 41 milhões.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bastaria superar o imbróglio contábil para que esse capítulo da vida de Wolf se encerrasse. A essa altura, já fazia 17 anos que ele levara o calote. No entanto, antes que o juiz desse a sentença final sobre o valor da indenização, em 10 de junho de 1994, houve mais uma reviravolta na já rocambolesca história. A Infaz foi absorvida pela União. Daí em diante, quem se sentaria no banco dos réus da ação movida por Wolf era o próprio Estado brasileiro – e não mais uma empresa de capital misto. A briga começava a ganhar contornos ainda mais kafkianos. A discussão, que até então seguia na Justiça de São Paulo, teve de ser reaberta em âmbito federal, a instância jurídica adequada para processos que envolvem o Estado brasileiro. Por conveniência de Wolf, que morava em Porto Alegre, o processo foi transferido para a Primeira Vara Cível Federal na capital gaúcha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apenas em 1999, 22 anos depois do calote, a União assumiu efetivamente seu papel de parte no processo. A Advocacia-Geral da União (AGU) acusou Wolf de tentar cobrar uma dívida que a Infaz já pagara, ato chamado, no jargão jurídico, de dúplice cobrança. A AGU também pediu a entrada do Ministério Público Federal no caso, a anulação do processo e novas perícias contábeis. A tramitação foi morosa, a despeito da disposição do juiz federal Alexandre Lippel em julgar com celeridade. "O processo já tramitava havia muitos anos, e o doutor Wolf sempre vinha me pedir rapidez", diz Lippel. "Queria que ele saísse do meu pé." Só em 2004, 27 anos depois do calote e 13 anos depois da primeira decisão favorável à indenização, Lippel pronunciou sua decisão. Fixou a indenização devida a Wolf em R$ 754 milhões, ou mais de R$ 1 bilhão em valores corrigidos pela inflação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em dezembro de 2011, o juiz Lippel demonstrou perplexidade ao ser questionado sobre sua decisão de sete anos atrás. Seus olhos azuis ficaram perdidos. Lippel disse que se baseou nos três laudos contábeis que constavam do processo que corria na Justiça de São Paulo. Sua decisão levou em conta correções monetárias a partir da variação do dólar e de uma expectativa de lucro calculada em quase 20% ao ano para a empresa de Wolf. "É um valor enorme, me surpreendeu, mas, pelo tempo que a ação corria, imaginei que fosse isso mesmo", disse Lippel. "Dei até um prazo dilatado para a União se manifestar." Ao longo das investigações da Operação Mãos Dadas, da PF, Lippel foi chamado a depor na ação criminal contra Wolf. Em seu depoimento, afirmou que nunca foi pressionado a decidir em favor do empresário e que olhou o processo "com capricho". "Estava convencido dos critérios que usei para julgar", disse a ÉPOCA. "Mas fica sempre a dúvida, eu não sei (se fui enganado). A gente atua na boa-fé, confiando na lealdade das pessoas. Dizem que eu teria sido manipulado. Até hoje, fica essa desconfiança."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A União apelou contra a decisão de Lippel e argumentou que devia apenas R$ 47,6 milhões. Mesmo com uma decisão que lhe atribuía um crédito de quase R$ 800 milhões, Wolf também apelou para reclamar um valor maior. O processo subiu para o Tribunal Regional Federal (TRF) da 4ª Região, com sede em Porto Alegre. Foi nesse mesmo período que o Ministério Público Federal e a Polícia Federal iniciaram uma investigação contra Wolf por suspeita de "estelionato judicial", uma tentativa de ludibriar a Justiça para lesar a União. De acordo com a investigação, longe de ser vítima do Estado brasileiro, Wolf era o responsável por uma criminosa alquimia que transformou uma dívida de alguns milhares de cruzeiros – de que ele era credor no final da década de 1970 – numa conta de mais de R$ 1 bilhão a ser paga pela União. Segundo a PF e o MPF, Wolf manipulou fatos, provas e juízes para conseguir essa façanha.&lt;br /&gt;&lt;br style="font-weight: bold;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Capítulo 3&lt;/span&gt;&lt;br style="font-weight: bold;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;A INVESTIGAÇÃO POLICIAL&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O resumo das atividades criminosas de que Wolf foi acusado consta dos volumes de processos que tramitam em caráter sigiloso na Justiça. Eles foram elaborados, sobretudo, ao longo de mais de um ano de trabalho exclusivo de um único delegado e dois agentes da Polícia Federal, no Rio Grande do Sul. "Como pode uma empresa que tinha patrimônio negativo, em 1977, de Cr$ 6.976.510,35 e faliu ser capaz de gerar uma indenização de R$ 1 bilhão?", diz o delegado Luciano Flores de Lima, que comandou as investigações da PF. Atualizado pelo IPC da Fipe, os Cr$ 6 milhões de patrimônio negativo da empresa AC, da família Gruenberg, equivaleriam hoje a R$ 1,3 milhão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 2006, quando a indenização a Wolf em R$ 754 milhões foi confirmada, em segunda instância, pelo desembargador Edgar Lippmann, do TRF da 4a Região, a PF reforçou sua investigação contra ele. Na época, surgiram denúncias de que Lippmann vendera uma sentença favorável à reabertura de uma casa de bingos. Por causa dessas denúncias, Lippmann , desde 2008, é investigado pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ). Ele responde a um processo administrativo disciplinar, que deverá ser julgado até março. Pelas mesmas acusações, Lippmann enfrenta um processo criminal no Superior Tribunal de Justiça (STJ).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os investigadores da PF sugerem que Lippmann pode ter sido permeável às pressões de Wolf. O empresário nega. "Lippmann não nos ajudou em nada", diz ele. No vaivém de recursos e liminares relativos aos processos, dois juízes deram decisões contrárias aos interesses de Wolf. Os dois foram denunciados por ele como parciais. Para a PF e o MPF, foi uma tentativa de Wolf para desacreditá-los e retirá-los do caso. Pelas ações contra os juízes, Wolf responde a processo por denunciação caluniosa. "Dizem que enganei juízes, mas não dizem a quem enganei", afirma Wolf. "Ou sou um gênio, mais inteligente que Albert Einstein, ou os mais de 40 juízes que atuaram no caso são todos uns incapacitados."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Trinta e um anos depois do calote, em abril de 2008, a então ministra Ellen Gracie, do Supremo Tribunal Federal (STF), reviu todas as decisões anteriores que mandaram a União pagar indenização a Wolf. Acatando um pedido da AGU, ela suspendeu o pagamento. Na ocasião, Wolf já recebera quase R$ 11 milhões dos R$ 754 milhões que a União lhe devia. Boa parte do dinheiro fora enviada ao Uruguai, onde Wolf tem casa em Punta del Este. De acordo com a PF e o MPF, a transferência do dinheiro era um ardil para evitar que ele fosse confiscado para o pagamento de dívidas trabalhistas das empresas da família Gruenberg. Wolf foi então acusado de evasão de divisas. Ele chama essa acusação de "balela". Diz que transferiu seu dinheiro por meio do Banco Central e, por isso mesmo, as autoridades brasileiras sabiam onde ele estava. E que, como tinha negócios no Uruguai, resolveu manter seus recursos por perto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A investigação da PF contra Wolf colheu mais elementos do que chamava de "conduta criminosa" do empresário. Monitorado por telefone, e-mail e escutas ambientais, Wolf foi flagrado, segundo os investigadores, tentando constranger autoridades e influenciar o curso de seus processos. Num telefonema a sua mulher, Betty, Wolf, de acordo com as investigações, dissera estar disposto a gastar "de R$ 10 a R$ 15 milhões" em subornos a servidores federais, entre eles o então chefe da AGU, José Dias Toffoli, hoje ministro do STF. Em outro diálogo, com dois advogados de Brasília, disse, de acordo com as gravações: "Contratem juristas de renome, para atuar detrás das cortinas, no STF e no STJ". As escutas serviram de justificativa para a ação da Operação Mãos Dadas que prendeu Wolf, sua mulher e alguns de seus funcionários, em 11 de julho de 2008. "Isso é mentira. Tenho um amigo em comum com o Toffoli, mas não teria cabimento abordá-lo para falar do meu caso", diz Wolf.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Responsável por decretar as prisões, o juiz federal criminal de Porto Alegre João Paulo Baltazar nega qualquer tipo de excesso ou maus-tratos em relação aos réus. "Houve várias perícias na senhora Betty. Ela foi internada no hospital particular que escolheu. Na minha interpretação, não houve violação de nenhum direito", afirma Baltazar. Segundo ele, Betty não teve contatos com nenhum homem em sua cela, porque estava numa solitária. Reconhece que, no local, não havia vaso sanitário, mas afirma que essa é uma determinação legal para evitar que os detentos tenham qualquer instrumento capaz de facilitar um suicídio. E diz que as algemas foram necessárias no período no hospital, porque Betty ameaçava fugir. Recentemente, Wolf tentou afastá-lo do caso por meio de um instrumento jurídico conhecido como exceção de suspeição. A ação de Wolf contra Baltazar, juiz especializado em lavagem criminal e ex-auxiliar do CNJ, foi rejeitada pelo TRF da 4ª Região. Baltazar só concordou em receber a reportagem de ÉPOCA para falar em tese, e não sobre o caso específico de Wolf.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A prisão pela PF e as denúncias feitas pelo MPF transtornaram completamente a vida da família Gruenberg. Mais de três anos depois da Operação Mãos Dadas, Wolf continua empenhado em receber a indenização da União pela qual briga há 33 anos. O pagamento da dívida continua suspenso. A essa batalha judicial, acrescentou outra: move dois processos contra a União por tortura e tenta derrubar as últimas acusações que subsistem contra ele na Justiça: falsidade ideológica, formação de quadrilha e denunciação caluniosa. Os crimes de evasão de divisas, estelionato judicial e lavagem de dinheiro foram considerados inexistentes ou improcedentes. Os processos relativos a eles foram trancados na primeira e na segunda instâncias e no STJ. Os remanescentes devem ser julgados dentro de seis meses pelo juiz Baltazar, cujas decisões têm sido desfavoráveis a Wolf. Curiosamente, é o próprio Baltazar quem resume a insólita história de Wolf, um homem que passou mais da metade de sua vida envolvido em disputas nos tribunais brasileiros: "A Justiça brasileira é disfuncional e sem fim".&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;__._,_.___&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5388885470067245342-6894613717022381542?l=upecbrasil.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://upecbrasil.blogspot.com/feeds/6894613717022381542/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5388885470067245342&amp;postID=6894613717022381542' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5388885470067245342/posts/default/6894613717022381542'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5388885470067245342/posts/default/6894613717022381542'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://upecbrasil.blogspot.com/2012/02/mariana-sanches.html' title='MARIANA SANCHES'/><author><name>UPEC</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12567761697811164225</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='16' src='http://bp3.blogger.com/_Mt44_jsNnK0/Rr5VSumBjxI/AAAAAAAAAAM/FNVUBudLiN8/s1600/Clipboard01.png'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5388885470067245342.post-1291976370798276064</id><published>2012-02-13T17:36:00.006-02:00</published><updated>2012-02-14T00:09:49.996-02:00</updated><title type='text'>Por Reinaldo Azevedo  -  3/02/2012</title><content type='html'>&lt;span style="font-size:130%;"&gt;às 5:01&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(51, 51, 255);font-size:180%;" &gt;A LENDA DA VOVOZINHA VERMELHA QUE ENGOLIU O LOBO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O MINISTÉRIO DILMA -&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nova ministra da Mulher confessa que já treinou abortos por sucção mesmo não sendo médica. Mais: ela se considera avó de um neto, mas também do aborto&lt;br /&gt;No dia 14 de outubro de 2004, a então apenas professora Eleonora Menicucci, que tomou posse como ministra das Mulheres na semana passada, concedeu uma entrevista a uma interlocutora chamada Joana Maria. O texto está nos arquivos da Universidade Federal de Santa Catarina (a íntegra está aqui). Já fiz uma cópia de segurança porque essas coisas costumam desaparecer quando ganham publicidade. Está certamente entre as coisas mais estarrecedoras que já li. De sorte que encerro assim este primeiro parágrafo: se um torturador vier me dar a mão, eu a recuso, cheio de asco. Se a ministra Eleonora vier me dar a mão, eu me comportarei da mesma maneira, com o estômago igualmente convulso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Antes que entre propriamente no mérito, algumas considerações. Aqui e ali, tenta-se caracterizar a ministra como uma espécie de defensora apenas intelectual do aborto, apegada à causa no universo conceitual, retórico, de sorte que a sua nomeação não representaria um engajamento da presidente Dilma Rousseff e de governo na causa do aborto. Falso! Falso e na contramão dos fatos. Alguns parlamentares, notadamente da bancada evangélica, fizeram duros discursos contra a ministra e foram caracterizados pela imprensa como uns primitivos ideológicos. Então vamos ver se a ministra está com a civilização…&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Abaixo, transcrevo alguns trechos daquela sua entrevista, concedida quando ela já estava com 60 anos. Não se pode dizer que o diabo da imaturidade andava soprando em seus ouvidos. Não! Eleonora confessa na entrevista que não é apenas “abortista” — termo a que os ditos progressistas reagem porque o consideram uma pecha, uma mácula. Ela também é aborteira. Viajou pela sua ONG à Colômbia para aprender a fazer aborto por sucção, o método conhecido como AMIU (Aspiração Manual Intra-Uterina). Deixa claro que o objetivo de seu trabalho é fazer com que as pessoas se “autocapacitem” para o aborto, de sorte que ele possa ser feito por não-médicos. É o caso dela! Atenção! DILMA ROUSSEFF NOMEOU PARA O MINISTÉRIO DAS MULHERES uma senhora que defende que o aborto seja uma prática quase doméstica, sem o concurso dos médicos. Por isso ela própria, uma leiga, foi fazer um “treinamento”. Não! Jamais apertaria a mão de torturadores. E jamais apertaria a mão de dona Eleonora por isto aqui (volto depois)&lt;br /&gt;&lt;br style="color: rgb(102, 51, 255); font-weight: bold;"&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 51, 255); font-weight: bold;"&gt;“ESTIVE TAMBÉM FAZENDO UM TREINAMENTO DE ABORTO NA COLÔMBIA, POR ASPIRAÇÃO”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;Eleonora -  Dois anos Aí, em São Paulo, eu integrei um grupo do Coletivo Feminista Sexualidade e Saúde. ( ). E, nesse período, estive também pelo Coletivo fazendo um treinamento de aborto na Colômbia.&lt;/span&gt;&lt;br style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;Joana - Certo.&lt;/span&gt;&lt;br style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;Eleonora - O Coletivo nós críamos em 95.&lt;/span&gt;&lt;br style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;Joana - Como é que era esse curso de aborto?&lt;/span&gt;&lt;br style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;Eleonora - Era nas Clínicas de Aborto. A gente aprendia a fazer aborto.&lt;/span&gt;&lt;br style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;Joana - Aprendia a fazer aborto?&lt;/span&gt;&lt;br style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;Eleonora - Com aspiração AMIU.&lt;/span&gt;&lt;br style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;Joana - Com aquele…&lt;/span&gt;&lt;br style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;Eleonora - Com a sucção.&lt;/span&gt;&lt;br style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;Joana - Com a sucção. Imagino.&lt;/span&gt;&lt;br style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;Eleonora - Que eu chamo de AMIU. Porque a nossa perspectiva no Coletivo, a nossa base…&lt;/span&gt;&lt;br style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;Joana -  é que as pessoas se auto auto-fizessem!&lt;/span&gt;&lt;br style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;Eleonora - Autocapacitassem! E que pessoas não médicas podiam…&lt;/span&gt;&lt;br style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;Joana - Claro!&lt;/span&gt;&lt;br style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;Eleonora - Lidar com o aborto.&lt;/span&gt;&lt;br style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;Joana - Claro!.&lt;/span&gt;&lt;br style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;Eleonora - Então vieram duas feministas que eram clientes, usuárias do Coletivo, as quais fizeram o primeiro auto-exame comigo. Então é uma coisa muito linda.&lt;/span&gt;&lt;br style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;Joana - Hum.&lt;/span&gt;&lt;br style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;Eleonora - Muito bonita! Descobrirem o colo do útero e…&lt;/span&gt;&lt;br style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;Joana - Hum.&lt;/span&gt;&lt;br style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;Eleonora - Ter uma pessoa que segura na mão.&lt;/span&gt;&lt;br style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;Joana - Certo.&lt;/span&gt;&lt;br style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“&lt;span style="color: rgb(102, 51, 255); font-weight: bold;"&gt;NÓS DECIDIMOS, EU E O PARTIDO, QUE EU DEVERIA FAZER UM ABORTO”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;Num outro trecho, Eleonora conta como ela e o seu partido, o POC (Partido Operário Comunista), tomaram uma decisão: ela deveria fazer um aborto. Tratava-se apenas de uma questão… política!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;Eleonora - Porque a minha avaliação era que eu tinha que fazer&lt;/span&gt;&lt;br style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;Joana - a luta armada aqui.&lt;/span&gt;&lt;br style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;Eleonora - a luta armada aqui. E um detalhe importante nessa trajetória é que, seis meses depois de essa minha filha ter nascido, eu fiquei grávida outra vez. Ai junto com a organização nós decidimos, a organização, nós, que eu deveria fazer aborto porque não era possível&lt;/span&gt;&lt;br style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;Joana - Certo.&lt;/span&gt;&lt;br style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;Eleonora - Na situação ter mais de uma criança, né? E eu não segurava também. Aí foi o segundo aborto que eu fiz.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(102, 51, 255);"&gt;“EU TIVE MINHA PRIMEIRA RELAÇÃO COM MULHER. E TRANSAVA COM HOMEM; ESTAVA COM MEU MARIDO”&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Falastrona e ególatra, como já apontei aqui, ela faz questão de contar na entrevista que teve a sua primeira relação homossexual quando ainda estava casada. Era o seu mergulho no que ela entende por feminismo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;Eleonora - Aí já nessa época eu radicalizei meu feminismo. Eu comecei a militar.&lt;/span&gt;&lt;br style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;Joana - Onde?&lt;/span&gt;&lt;br style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;Eleonora - Em Belo Horizonte, eu comecei a militar neste grupo.&lt;/span&gt;&lt;br style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;Joana - Neste mesmo grupo?&lt;/span&gt;&lt;br style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;Eleonora - É&lt;/span&gt;&lt;br style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;Joana - O que se fazia além de discutir?&lt;/span&gt;&lt;br style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;Eleonora - Nós discutíamos o corpo.&lt;/span&gt;&lt;br style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;Joana - Certo.&lt;/span&gt;&lt;br style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;Eleonora - Discutíamos a sexualidade. Eu tive a minha primeira relação com mulher também.&lt;/span&gt;&lt;br style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;Joana - Hum.&lt;/span&gt;&lt;br style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;Eleonora - Quer dizer que foi bastante precoce pra essa E transava com homem.&lt;/span&gt;&lt;br style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;Joana - Certo.&lt;/span&gt;&lt;br style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;Eleonora - Pra minha trajetória&lt;/span&gt;&lt;br style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;Joana - Mesmo porque tu também estavas com o teu marido eu acho, não estavas?&lt;/span&gt;&lt;br style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;Eleonora - Sim, sim.&lt;/span&gt;&lt;br style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;Joana - Estavas. Ah&lt;/span&gt;&lt;br style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;Eleonora - Mas nós nunca tivemos esse E ele era um cara muito libertário. Nós nunca tivemos essa questão de relação&lt;/span&gt;&lt;br style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;Joana: Certo.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 51, 255); font-weight: bold;"&gt;“SOU MUITO AMIGA DO FREI BETTO. ELE ME PÔS NO CENTRO DE DIREITOS HUMANOS DA DIOCESE DE JOÃO PESSOA”&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;Ora, qual é o lugar ideal para uma humanista desse quilate trabalhar? Frei Betto — sim, aquele… — deu um jeito de arrumar para ela um emprego na Arquidiocese de João Pessoa:&lt;/span&gt;&lt;br style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;Eleonora - E aí, no início de 78, eu já tinha me separado do meu ex-marido e resolvo sair de Belo Horizonte. Aí quando eu saio de Belo Horizonte eu busco um lugar bem longe porque eu não queria mais ser referência para a esquerda.&lt;/span&gt;&lt;br style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;( )&lt;/span&gt;&lt;br style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;Eleonora - E eu não podia. Então eu procurei isso. Sou muito amiga, por incrível que pareça, a vida inteira, do Frei Betto e pedi a ele pra me encontrar um lugar o mais longe possível de Belo Horizonte. Aí ele falou “Eu tenho dois lugares onde a Diocese é muito aberta: em Vitória, com Dom Luís, ou em João Pessoa, com Dom José Maria Pires. Eu falei: “Eu quero João Pessoa”, quanto mais longe melhor.&lt;/span&gt;&lt;br style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;( )&lt;/span&gt;&lt;br style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;Eleonora - É Mas, assim, eu cheguei, eu. Eu tive que construir minha vida.&lt;/span&gt;&lt;br style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;Joana -  Hum. Foste trabalhar?&lt;/span&gt;&lt;br style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;Eleonora - No Centro de Direitos Humanos da Arquidiocese da Paraíba.&lt;/span&gt;&lt;br style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;Joana - Tá legal.&lt;/span&gt;&lt;br style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;Eleonora - E aí eu comecei a trabalhar com as mulheres rurais de Alagamar, que era o que eu queria ( ) Logo depois, retomei um grupo, a minha atividade de grupo de reflexão feminista com algumas mulheres em João Pessoa. A maioria de fora de João Pessoa e duas de dentro Então nós criamos o primeiro grupo feminista lá em João Pessoa. Chamado Maria Mulher.&lt;/span&gt;&lt;br style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;( )&lt;/span&gt;&lt;br style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;Eleonora - É. “Quem ama não mata” e “O silêncio é cúmplice da violência”, e aí começamos a nos articular dentro do Nordeste.&lt;/span&gt;&lt;br style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;Joana - Tá.&lt;/span&gt;&lt;br style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;Eleonora - Era o SOS Mulher. O SOS Corpo e um grupo de reflexão que tinha em Natal &lt;/span&gt;&lt;br style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;Joana: Hum.&lt;/span&gt;&lt;br style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;Eleonora - De auto-reflexão. E no Maria Mulher, o que é que nós fazíamos? Nós fazíamos auto-exame de colo de útero, auto-exame de mama.&lt;/span&gt;&lt;br style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;( )&lt;/span&gt;&lt;br style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;Eleonora - Depois, em 84, eu venho pra São Paulo fazer doutorado em Ciência Política, já articuladíssima…&lt;/span&gt;&lt;br style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;Joana-  Imagino…&lt;/span&gt;&lt;br style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;Eleonora - com o feminismo e com linhas de pesquisa bem definidas do ponto de vista feminista.&lt;/span&gt;&lt;br style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;Joana - Quem é que te orientou em São Paulo?&lt;/span&gt;&lt;br style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;Eleonora - Em São Paulo, foi a Maria Lúcia Montes, uma antropóloga. Embora, na época, ela fosse da Ciência Política. E, em 84, eu entro para o doutorado com uma tese que era sobre Direitos Reprodutivos e Direitos Sexuais a partir É a construção da cidadania a partir do conhecimento sobre o próprio corpo.&lt;/span&gt;&lt;br style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;Joana -  Isso por conta do teu trabalho com as mulheres?&lt;/span&gt;&lt;br style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;Eleonora - Por conta do meu trabalho com as mulheres em uma favela chamada Favela Beira-Rio.&lt;/span&gt;&lt;br style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;Joana - Certo.&lt;/span&gt;&lt;br style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;Eleonora - Lá em João Pessoa.&lt;/span&gt;&lt;br style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;Joana - Hum.&lt;/span&gt;&lt;br style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;Eleonora -  Que hoje é um bairro. Então nesta época eu fiquei quatro anos em São Paulo fazendo a tese e voltando a João Pessoa. ( ) E aí fui coordenadora do grupo de Mulher e Política da ANPOCS, do GT.&lt;/span&gt;&lt;br style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;Joana: Hum.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br style="color: rgb(102, 51, 255); font-weight: bold;"&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 51, 255); font-weight: bold;"&gt;“EU TINHA ATITUDES MASCULINAS ( ) ERA DECIDIDA, DETERMINADA, FORTE, SABIA ATIRAR”&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;Neste trecho, ela revela como enxergava — enxergará ainda? — os papéis masculino e feminino. Ah, sim: ela sabia “atirar”. Afinal, não se tenta impor uma ditadura comunista no país só com bons sentimentos, não é?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;Joana - Já. E com relação às organizações das quais tu participavas?&lt;/span&gt;&lt;br style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;Eleonora - Ah, primeiro que as mulheres dificilmente chegavam a um cargo de poder &lt;/span&gt;&lt;br style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;Joana - Mas tu eras a chefe?&lt;/span&gt;&lt;br style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;Eleonora - Eu era. Fui uma das poucas. Por quê? Eu me travesti de masculino&lt;/span&gt;&lt;br style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;Joana - É? Como era?&lt;/span&gt;&lt;br style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;Eleonora - Eu tinha atitudes masculinas ( ) Era decidida, determinada, forte, sabia atirar &lt;/span&gt;&lt;br style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;Joana - Huuunnnn.&lt;/span&gt;&lt;br style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;Eleonora - Entendeu?&lt;/span&gt;&lt;br style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;Joana - Entendi.&lt;/span&gt;&lt;br style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;Eleonora - Sendo que muitas mulheres sabiam isso tudo.&lt;/span&gt;&lt;br style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;Joana - Certo.&lt;/span&gt;&lt;br style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;Eleonora - Transava com vários homens.&lt;/span&gt;&lt;br style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;Joana - Certo.&lt;/span&gt;&lt;br style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;Eleonora - Essa questão do desejo e do prazer sempre foi uma coisa muito libertária pra mim, e por isso eu fui muito questionada dentro da esquerda.&lt;/span&gt;&lt;br style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;Joana - É?&lt;/span&gt;&lt;br style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;Eleonora - É.&lt;/span&gt;&lt;br style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;Joana - Dentro do mesmo grupo do qual tu eras a líder?&lt;/span&gt;&lt;br style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;Eleonora - Sim. Porque o próprio.  Por questões de segurança, eu só poderia ter relação sexual com os companheiros da minha organização.&lt;/span&gt;&lt;br style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;Joana - Certo.&lt;/span&gt;&lt;br style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;Eleonora - Num determinado momento, sim, mas na história do movimento estudantil, também já existia isso.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br style="color: rgb(102, 51, 255); font-weight: bold;"&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 51, 255); font-weight: bold;"&gt;“EU TIVE MUITAS REFLEXÕES COM MINHAS AMIGAS NA CADEIA; UMA DELAS, A DILMA”&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Neste outro trecho, a gente fica sabendo que Dilma Rousseff foi sua companheira também nas reflexões sobre o feminismo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;Eleonora - E, depois, imediatamente eu quis ter outro filho&lt;/span&gt;&lt;br style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;Joana - Hum.&lt;/span&gt;&lt;br style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;Eleonora - E muito no sentido de pra provar para os torturadores, mesmo que fosse simbolicamente, que o que eles tinham feito comigo não tinha me tirado a possibilidade de reproduzir e de ter uma escolha sobre meu próprio corpo&lt;/span&gt;&lt;br style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;Joana - Hum.&lt;/span&gt;&lt;br style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;Eleonora - Então eu tive mais um filho e logo que ele nasceu também de cesária eu me laqueei.&lt;/span&gt;&lt;br style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;Joana - Certo.&lt;/span&gt;&lt;br style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;Eleonora - Então Eu tinha , Eu fui presa com 24 para 25 mais ou menos.&lt;/span&gt;&lt;br style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;Joana - Nossa Senhora!.&lt;/span&gt;&lt;br style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;Eleonora -.E sai com 30.&lt;/span&gt;&lt;br style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;Joana - Certo.&lt;/span&gt;&lt;br style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;Eleonora - Assim, da história toda e com 30 para 31, tive o meu segundo filho e fiz a laqueadura de trompas &lt;/span&gt;&lt;br style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;( )&lt;/span&gt;&lt;br style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;Joana -  E então, tu saíste da cadeia em 74.&lt;/span&gt;&lt;br style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;Eleonora - Certo.&lt;/span&gt;&lt;br style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;Joana - Tu tiveste algum contato com o feminismo dentro da cadeia, com leituras feministas.&lt;/span&gt;&lt;br style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;Eleonora - Não.&lt;/span&gt;&lt;br style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;Joana - Ou depois?&lt;/span&gt;&lt;br style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;Eleonora - Não, não. Ao longo da cadeia eu tive Durante a cadeia? Eu tive muitas reflexões com as minhas companheiras de cadeia&lt;/span&gt;&lt;br style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;Joana - Tá.&lt;/span&gt;&lt;br style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;Eleonora - Uma delas é a Dilma Roussef.&lt;/span&gt;&lt;br style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;( )&lt;/span&gt;&lt;br style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;Joana - Fizeram uma espécie de grupo de consciência?&lt;/span&gt;&lt;br style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;Eleonora - Grupo de reflexão lá dentro.&lt;/span&gt;&lt;br style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;Joana - Grupo de reflexão.&lt;/span&gt;&lt;br style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;( )&lt;/span&gt;&lt;br style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;Eleonora - Porque eu já saí É.. Eu já saí em 74, eu saí em outubro.&lt;/span&gt;&lt;br style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;Joana - Certo.&lt;/span&gt;&lt;br style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;Eleonora - No dia 12, Dia da Criança, eu saí já bem claro que eu era feminista.&lt;/span&gt;&lt;br style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;Joana - Certo.&lt;/span&gt;&lt;br style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;Eleonora - E, logo que eu saí da cadeia, eu em Belo Horizonte, fui procurar um grupo de mulheres.&lt;/span&gt;&lt;br style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;Joana - Esses grupos de consciência?&lt;/span&gt;&lt;br style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;Eleonora - É, só que era um grupo de lésbicas.&lt;/span&gt;&lt;br style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;Joana - Certo.&lt;/span&gt;&lt;br style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;Eleonora - E eu não sabia. Era um grupo de pessoas amigas minhas.&lt;/span&gt;&lt;br style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;( )&lt;/span&gt;&lt;br style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;Eleonora - Porque eu voltei a estudar!&lt;/span&gt;&lt;br style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;Joana - Ah, legal!&lt;/span&gt;&lt;br style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;Eleonora - Eu parei de estudar em 68.&lt;/span&gt;&lt;br style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;Joana - Huuummm.&lt;/span&gt;&lt;br style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;Eleonora - Eu parei no quarto ano de Medicina e no quarto de Ciências Sociais.&lt;/span&gt;&lt;br style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;Joana - Foste concluir?&lt;/span&gt;&lt;br style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;Eleonora - Fui, aí eu voltei pra concluir.&lt;/span&gt;&lt;br style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;Joana - Certo.&lt;/span&gt;&lt;br style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;Eleonora -  Na UFMG, e optei por acabar Sociologia.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br style="color: rgb(102, 51, 255); font-weight: bold;"&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 51, 255); font-weight: bold;"&gt;“SOU AVÓ DE UMA CRIANÇA NASCIDA POR INSEMINAÇÃO ARTIFICIAL NA MÃE LÉSBICA; E TAMBÉM SOU AVÓ DO ABORTO”&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Finalmente, destaco outro momento de grande indignidade na fala desta senhora. Ao se dizer avó de um neto gerado por inseminação numa filha lésbica e também “avó do aborto”, não só expõe a sua vida privada e a de seus familiares como, é inescapável constatar, demonstra não saber a exata diferença entre a vida e a morte. Leiam. Volto para encerrar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;Eleonora - E eu digo que a questão feminista é tão dentro de mim, e a questão dos Direitos Reprodutivos também, que eu sou avó de uma criança que foi gerada por inseminação artificial na mãe lésbica.&lt;/span&gt;&lt;br style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;Joana - Hum, hum.&lt;/span&gt;&lt;br style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;Eleonora - Então eu digo que sou avó da inseminação artificial.&lt;/span&gt;&lt;br style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;Joana: (risos)&lt;/span&gt;&lt;br style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;Eleonora - Alta tecnologia reprodutiva. E aí eu queria colocar a importância dessa discussão que o feminismo coloca no sentido do acesso às tecnologias reprodutivas.&lt;/span&gt;&lt;br style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;Joana - Certo.&lt;/span&gt;&lt;br style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;Eleonora - Entendeu? E eu diria: “Eu fiz dois abortos e também digo que sou avó do aborto também porque por mim já passou.&lt;/span&gt;&lt;br style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;Joana - Sim.&lt;/span&gt;&lt;br style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;Eleonora - Também já passou nesse sentido. E diria que eu sou uma mulher muito feliz e muito realizada. E eu pauto em duas questões: na minha militância política e no feminismo.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Encerro&lt;br /&gt;É isso aí. Ao nomeá-la ministra, Dilma escolheu sua trajetória, suas idéias, suas práticas. Peço a vocês que comentem com a fleuma necessária. É preciso que se evidencie, com a devida serenidade, que uma aborteira informal e confessa não pode ter lugar na Esplanada dos Ministérios. A sua entrevista como um todo evidencia um pensamento torto. É inconcebível que esta senhora seja considerada uma articuladora de políticas públicas depois da confissão que fez. Até porque, se estivesse no Brasil, não na Colômbia, seu lugar seria a cadeia — em pleno regime democrático, sim, senhores!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É o fundo do poço.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por Reinaldo Azevedo &lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5388885470067245342-1291976370798276064?l=upecbrasil.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://upecbrasil.blogspot.com/feeds/1291976370798276064/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5388885470067245342&amp;postID=1291976370798276064' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5388885470067245342/posts/default/1291976370798276064'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5388885470067245342/posts/default/1291976370798276064'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://upecbrasil.blogspot.com/2012/02/poe-reinaldo-azevedo-3022012.html' title='Por Reinaldo Azevedo  -  3/02/2012'/><author><name>UPEC</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12567761697811164225</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='16' src='http://bp3.blogger.com/_Mt44_jsNnK0/Rr5VSumBjxI/AAAAAAAAAAM/FNVUBudLiN8/s1600/Clipboard01.png'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5388885470067245342.post-3850905893818902546</id><published>2012-02-13T11:41:00.002-02:00</published><updated>2012-02-13T11:49:54.785-02:00</updated><title type='text'>Geraldo Almendra 12/02/2012</title><content type='html'>&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(51, 51, 255);font-size:180%;" &gt;UMA SOCIEDADE CONTROLADA  POR CANALHAS&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;“Descobrimos que os canalhas são mais didáticos que os honestos. O canalha ensina mais. Os canalhas são a base da nacionalidade! Eles nos ensinam que a esperança tem de ser extirpada como um furúnculo maligno e que, pelo escracho, entenderemos a beleza do que poderíamos ser!” (Arnaldo Jabor)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As revelações contidas na reportagem da Revista Veja, intitulada “A Sedutora e o Poder”, não chegam a nos surpreender.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Isto porque já temos consciência que o Brasil se apresenta ao mundo como um Paraíso de Patifes controlado por Covis de Bandidos que se instalaram dentro do poder público durante as gestões do PT.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O PT, partido nascido no submundo comuno sindical, não é nada mais do que uma comunidade dominada por marginais da prática política mais sórdida possível, além de ser liderada por gangs que atuam em todos os segmentos do poder público: municipal, estadual e federal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os partidos que governaram o país antes do PT fraudaram a abertura democrática estabelecendo bases corruptas para o exercício do poder político e plantaram as sementes da degeneração moral das relações públicas e privadas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O PT foi muito mais longe. Inversamente às suas promessas de resgatar a moralidade na prática da política e na administração pública, praticou sucessivos estelionatos eleitorais e aparelhou com mais de 30 mil asseclas a estrutura do Estado.  Em paralelo estruturou com absoluto sucesso o maior programa de compra de votos do mundo ocidental com seu assistencialismo que se aproveitou das massas de ignorantes criadas pelos desgovernos civis que o antecederam.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apoiando em um mentiroso discurso de resgate da moralidade e da defesa dos menos favorecidos o PT estruturou as bases para a transformação do poder público em um covil de bandidos para ninguém botar defeito na sua capacidade de aparelhamento do Estado, de ludibriar descaradamente as vítimas da falência educacional e cultural do país, e de subornar – sendo este o seu maior feito – milhares de esclarecidos canalhas que hoje lhe dão a sustentação política para sobreviver, tendo disseminado a cultura do ilícito como forma predominante do exercício do poder político, social e econômico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A reportagem, redundante em sua essência, mostra, mais uma vez, o poder público como um ambiente degenerado pela prostituição de valores e atitudes rigorosamente desonestas, com seus tentáculos se multiplicando sem controle, pois as síndromes dos telhados de vidro e dos rabos presos passaram a ter força e vida próprias como um vírus mortal que vai se apoderando de um corpo, eliminando lentamente todas as suas resistências.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Chegamos a um inacreditável ponto em que mesmo o Ministério Público e a Polícia Federal, apesar de terem a força da investigação, comprovação e re gistro dos crimes praticados, estão paralisados na condução das ações punitivas necessárias sendo que o motivo principal dessa paralisia é o domínio do poder Judiciário por uma estrutura apodrecida, corporativista e corrompida, entre muitos outros adjetivos bem piores com que esse espúrio poder poderia ser qualificado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os tentáculos da pior máfia de poder público, muito mais do que se poderia imaginar, estão solidificados no organograma do Estado e as únicas mudanças que observamos são as trocas dos bandidos que assumem postos sempre que alguém precisa ser substituído para não comprometer a continuidade do projeto de poder do PT: mudam-se os nomes, contudo, pela impunidade, cada vez maior, são fortalecidas as gangs instaladas no poder público.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Essa, como várias outras reportagens investigativas honestas passadas nos remetem a uma única conclusão: O PT é um partido dominado por bandidos de todos os matizes e os poucos que não tinham esse perfil bem definido já saíram do partido ou estão em mutação disfarçada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os atuais pilares do poder público do nosso país são a mistura de sexo com poder, da corrupção e de suborno, com bilhões desviados das finalidades com que foram pagos pelos contribuintes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Existem apenas quatro saídas para o nosso país se livrar desse estado patológico do banditismo que domina o poder público.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A primeira seria uma união entre o Ministério Público, a Polícia Federal e o Poder Judiciário que por razão óbvia está descartada: o apodrecimento moral do Poder Judiciário com cada vez mais juízes de todas as instâncias sendo denunciados por serem bandidos disfarçados de toga ou por serem togados que aceitaram ser bandidos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A segunda uma intervenção civil-militar para destituir as quadrilhas instaladas dentro do poder público que também está descartada, pois a omissão, cumplicidade ou omissão de comandantes das Forças Armadas com a união dos milhares de canalhas esclarecidos que dão sustentação ao Regime Fascista sendo imposto pelo PT, desqualifica praticamente esta opção.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A terceira uma revolta civil, também descartada, tendo em vista que a fusão da ignorância das massas com os mais de 30 milhões de votos que semanalmente o Big Bacanal do Brasil é brindado nos demonstra inequivocamente que o país foi prostituído pelo petismo, não apresentando nenhuma trilha para que a revolta individual possa ser unificada para virar uma ação coletiva transformadora fundamentada em cidadania ou patriotismo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A quarta seria uma revolta crescente de categorias profissionais através de greves que já demonstra seu potencial fracasso diante da união das forças que controlam o Covil de Bandidos que se apresentam sempre que necessário para criminalizar qualquer movimento relevante, especialmente seus líderes. Enfatize-se o abandono que os líderes ficam mesmo que consigam vitórias para suas classes: simp lesmente são humilhados e transformados em vândalos e bandidos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O PT que está governando o Brasil não é o mesmo que dissimulou uma luta pela abertura democrática, mas sim o verdadeiro PT que sempre soube onde queria chegar: transformar o país em uma Cuba Continental através de uma mentira de socialismo fracassado que se apresenta como uma crescente fusão de um Regime Fascista com um Neocapitalismo de Estado para dividir com a iniciativa privada acovardada, cúmplice, ou submissa, a exploração, a extorsão, e a coerção da sociedade para sustentar um poder público aparelhado e dominando por bandidos de todos os tipos, resultando em um enriquecimento cada vez das oligarquias e burguesias públicas e privadas apátridas que se aproveitam do afundamento do país no pântano da degeneração moral para multiplicarem seus patrimônios familiares.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Este parece ser cada vez mais o Brasil do presente e do futuro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Geraldo Almendra&lt;br /&gt;12/02/2012&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5388885470067245342-3850905893818902546?l=upecbrasil.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://upecbrasil.blogspot.com/feeds/3850905893818902546/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5388885470067245342&amp;postID=3850905893818902546' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5388885470067245342/posts/default/3850905893818902546'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5388885470067245342/posts/default/3850905893818902546'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://upecbrasil.blogspot.com/2012/02/geraldo-almendra-12022012.html' title='Geraldo Almendra 12/02/2012'/><author><name>UPEC</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12567761697811164225</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='16' src='http://bp3.blogger.com/_Mt44_jsNnK0/Rr5VSumBjxI/AAAAAAAAAAM/FNVUBudLiN8/s1600/Clipboard01.png'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5388885470067245342.post-8733047457430511261</id><published>2012-02-13T11:26:00.003-02:00</published><updated>2012-02-13T11:36:11.509-02:00</updated><title type='text'>Percival Puggina</title><content type='html'>&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(51, 51, 255);font-size:180%;" &gt;BURRICE COM FOME DE PASTO&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;É possível, com algum esforço, criar uma palavra e atribuir-lhe um significado universalmente conhecido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas é quase impossível mudar o significado de uma palavra suprimindo ou alterando seu conteúdo simbólico  consolidado. Fará muita bobagem na política quem não souber isso ou, ao menos, não o intuir.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Exemplifiquemos. Você dificilmente participará de uma missa, ouvirá um sermão ou lerá um documento da  CNBB sem que se depare com a palavra "excluído". Ela estará ali, para a mensagem, assim como a farinha de  trigo está para a hóstia. Procure essa palavra nos quatro evangelhos e veja quantas vezes é mencionada. Já fez  isso? Pois é. Nenhuma. Quando alguém, astuciosamente, substituiu a palavra "pobre" (esta sim, 25 vezes referida  nos evangelhos) por "excluído", infiltrou um conteúdo ideológico na mensagem cristã. E quem não estiver prevenido receberá doses frequentes de veneno marxista em substituição ao verdadeiro ensinamento de Jesus, um ensinamento de amor ao próximo, de caridade, de zelo fraterno e de rejeição à idolatria da riqueza. Não há nos evangelhos qualquer esboço de luta de classes. Não há uma gota sequer de ódio aos ricos, mas severas  advertências a quem apenas se ocupa com acumular bens onde eles são consumidos "pela ferrugem e pelas traças". Já a noção de exclusão implica a simétrica noção de inclusão e de ambas se deduz que o excluído é sujeito passivo da ação de exclusão que sobre ele exerce o sujeito ativo incluído. Vai uma bandeirinha vermelha aí?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O ensino cristão sobre os bens materiais não significa, em absoluto, nem poderia significar, uma proposta  de organização da economia sem direito de propriedade, sem iniciativa privada, sem produção, sem negócios,  sem remuneração e sem lucro. Num mundo com bilhões de habitantes essa seria a receita da miséria e da  inanição.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vamos em frente. Atente, leitor, para a palavra capitalismo. Volta e meia ela é usada para definir um  sistema vantajoso, oposto ou em contraposição ao socialismo como sistema econômico. Ora, a carga simbólica da  palavra capitalismo é tão negativa, malgrado se refira a um modelo comprovadamente superior ao socialismo, que  até parece ter sido concebida por seus adversários, não é mesmo? E, de fato, foi! Esse vocábulo entrou nos  dicionários na segunda metade do século 19, levada pelos textos de socialistas e anarquistas, a partir de Marx,  Proudhon e outros. Portanto, usar como bandeira, proposta ideológica ou plataforma de organização da ordem  econômica uma palavra com essa carga negativa, cunhada pelos próprios adversários da tese que expressa, é  uma burrice com fome de pasto. Em tudo semelhante a de quem usa ingenuamente a palavra "excluído" em seus  atos penitenciais, sem perceber o erro que está cometendo. Reze pelos pobres e aja em favor deles, meu irmão. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas não caia nas redes da Teologia da Libertação!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Veja o que escreveu o Papa João Paulo II, no nº 42 de sua extraordinária encíclica Centésimo Ano (1991): &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Voltando agora à questão inicial, pode-se porventura dizer que, após a falência do comunismo, o sistema social  vencedor é o capitalismo e que para ele se devem encaminhar os esforços dos Países que procuram reconstruir as  suas economias e a sua sociedade? É, porventura, este o modelo que se deve propor aos Países do Terceiro  Mundo, que procuram a estrada do verdadeiro progresso econômico e civil? A resposta apresenta-se obviamente  complexa. Se por "capitalismo" se indica um sistema econômico que reconhece o papel fundamental e positivo da  empresa, do mercado, da propriedade privada e da consequente responsabilidade pelos meios de produção, da  livre criatividade humana no setor da economia, a resposta é certamente positiva, embora talvez fosse mais  apropriado falar de "economia de empresa", ou de "economia de mercado", ou simplesmente de "economia livre".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ele veio de um país comunista e sabia das coisas.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;______________&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* Percival Puggina (67) é arquiteto, empresário, escritor, titular do site www.puggina.org, articulista de Zero Hora e de dezenas de jornais e sites no país, autor de Crônicas contra o totalitarismo; Cuba, a tragédia da utopia e Pombas e Gaviões.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5388885470067245342-8733047457430511261?l=upecbrasil.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://upecbrasil.blogspot.com/feeds/8733047457430511261/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5388885470067245342&amp;postID=8733047457430511261' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5388885470067245342/posts/default/8733047457430511261'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5388885470067245342/posts/default/8733047457430511261'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://upecbrasil.blogspot.com/2012/02/percival-puggina_13.html' title='Percival Puggina'/><author><name>UPEC</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12567761697811164225</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='16' src='http://bp3.blogger.com/_Mt44_jsNnK0/Rr5VSumBjxI/AAAAAAAAAAM/FNVUBudLiN8/s1600/Clipboard01.png'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5388885470067245342.post-5041149006730416715</id><published>2012-02-12T16:19:00.000-02:00</published><updated>2012-02-12T16:20:53.415-02:00</updated><title type='text'>FRANCISCO VIANNA (da mídia internacional)</title><content type='html'>&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(51, 51, 255);font-size:180%;" &gt;O IRÃ JÁ É, AGORA, UMA CRISE DE GRANDES PROPORÇÕES&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;O palco está armado para elevar o petróleo a 200 dólares o barril.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sábado, 12 de janeiro de 2012&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;:: FRANCISCO VIANNA (da mídia internacional)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Justo quando parecia que a situação no Golfo Pérsico, mais particularmente no Estreito de Ormuz, ia dar uma trégua, toda a atenção se volta de novo para o Irã. Os motivos são três e tudo aconteceu na semana passada:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Primeiro, foi o lançamento bem sucedido de um satélite considerado, na região, como de inteligência militar, por Teerã.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo, o líder supremo do islamofascismo persa, o aiatolá Ali Khamenei, no seu discurso mais duro até hoje, desafiou as sanções a serem impostas pela ONU e prometeu retaliação aberta, caso elas entrem em vigor, o que, na prática, corresponde a uma declaração de guerra contra o Ocidente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E, terceiro, na quinta-feira da semana passada, o Secretário de Defesa dos EUA, Leon Panetta, expressou a preocupação de que, caso a situação perdure, Israel poderá desfechar um ataque aéreo contra as instalações nucleares iranianas dentro de um mês, no máximo. O Irã vem mobilizando freneticamente componentes essenciais de seu programa nuclear para instalações subterrâneas para resistir e suportar tal ataque.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se tudo isso seguir o pior curso, que é o da guerra, um aumento do custo do petróleo será inevitável, mesmo com o ocidente – principalmente os EUA – tendo já reduzido drasticamente suas compras no Golfo.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além do mais, agora, a União Européia, decidiu também parar de importar petróleo iraniano a partir de 01 de julho o que inviabilizará qualquer possibilidade por parte de Teerã de combater a crise econômica doméstica que se avoluma.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No entanto, o tom desafiador do discurso de Khamenei, numa reunião de ‘oração’ numa mesquita persa, faz pensar que a teocracia iraniana não vai esperar que tais coisas aconteçam e é, justamente, tal suspeita que torna o país já uma crise de grandes proporções.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(51, 51, 255);"&gt;A IMINÊNCIA DE FECHAMENTO DO ESTREITO DE ORMU&lt;/span&gt;Z&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em função dessas perspectivas, o que está sendo feito?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Washington, no momento, tem pouca capacidade de alavancar sua capacidade de moderar uma escalada imediata na capacidade bélica israelense (a única coisa que pode ser feita, por enquanto, são esforços diplomáticos) e pouca influência, mesmo assim indireta, sobre possíveis decisões militares da União Européia e dos membros da OTAN. Obama diz que não deseja o conflito, mas que não poderá fazer nada para impedi-lo caso Teerã opte pelo confronto militar fechando o Estreito de Ormuz.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Atenta e, acima de tudo preocupada, a Arábia Saudita é um coringa na manga do Ocidente, pois o país árabe não vai tolerar um Irã nuclear.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para agravar o quadro, há amplas indicações de que as inteligências, americana e israelense, já concluíram que o Irã será capaz de desenvolver ogivas nucleares nos próximos 18 a 24 meses. Alguns componentes desse processo poderão estar disponíveis antes disso, mas é preciso considerar que a arma nuclear, para ser efetiva, tem que ser montada num foguete e viajar até o alvo escolhido e, para isso, o Irã não dispõe ainda de domínio tecnológico, logística, e infraestrutura para realizar sua possível intenção de ataque.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Israelenses e sauditas não parecem dispostos a esperar e pagar para ver. Mas o Ocidente, mesmo em face te tais evidências, parece ter enveredado por um caminho arriscado... O objetivo ocidental não é de jeito nenhum o programa nuclear iraniano (sobre o qual existe cada vez menos controle externo), mas a aposta na criação de uma instabilidade doméstica de tal ordem que promova a derrubada do regime.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não se trata, também, do fim da teocracia. Afinal, com ou sem Mahmoud Ahmadinejad como presidente ou Khamenei como líder religioso supremo, o Irã continuará a ser um país dominado pelos xiitas e a religião no país ainda deverá controlar a política e o clero a sociedade por muito tempo. O que o Ocidente está buscando é nada mais que uma aproximação com facções xiitas mais moderadas para distender a realidade cultural iraniana e restringir o fundamentalismo islâmico radical. Se isso não for possível, tudo indica que somente uma guerra muito devastadora poderá começar a por as coisas nos seus devidos lugares.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim, na medida em que a iminência do conflito aumenta, também aumentam os preços do petróleo bruto.  E para Teerã, no futuro próximo, só existe uma possibilidade de aventura militar: o fechamento do Estreito de Ormuz.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quanto a isso tem havido muita desinformação e, por isso, aqui vão os fatos. Num dia normal, entre 18 a 29% de todo o petróleo bruto que vai para o Ocidente do mundo passa por Ormuz. Conforme informes da OPEP, o ponto mais estreito de Ormuz é de 21 km de largura, mas a largura útil de navegação não passa de 2 km, amortecidos por uma zona de 3 km de cada lado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De grande importância, no entanto, é o fato de que a maior parte da capacidade de exportação de óleo cru da Arábia Saudita também e exportado pela costa ocidental da península arábica, obrigatoriamente passando pelo estreito de Ormuz, principalmente os eventuais excessos obtidos pelo aumento de extração saudita para compensar a falta do óleo persa (é o óleo que, levado ao mercado, pode compensar os picos de demanda incomuns ou de eventuais cortes de oferta em outros locais).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se a Arábia Saudita, de repente, se ver impedida de exportar o seu óleo pelo estreito, isso irá criar sem dúvida um desequilíbrio no mercado global que fará com que os preços da mercadoria subam – o que já está lentamente acontecendo mesmo antes da existência de qualquer conflito aberto e declarado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A pergunta que não quer calar é: o quanto ruim a situação poderá ficar? Com o petróleo a 200 dólares o barril, o americano deverá pagar em torno de 6 dólares pelo galão (3,6 litros) na bomba, ou seja, praticamente o que o palhaço brasileiro já paga hoje, graças ao famigerado monopólio estatal que transformou a PTROBRAS na maior cornucópia do governo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com o fechamento do Estreito de Ormuz, é de se esperar uma subida no valor do barril de 30 a 40 dólares em questão de horas... Apesar dos estoques extraordinários tanto nos EUA como na União Européia, a OPEP deverá introduzir aumentos progressivos nas bolsas de mercadorias e futuros. Tais valores variam conforme a disponibilidade do petróleo a ser vendido e comprado e com base nos estoques existentes nas principais nações compradoras (EUA, EU, e CHINA).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A perspectiva é de que, para cada dólar de aumento no custo do barril de petróleo, o preço da gasolina aumente 3,6 centavos de dólar na bomba e, na medida em que o preço do barril se aproxime de 200 dólares, o galão da gasolina, nos EUA, se aproximara dos 6 dólares. Na UE o aumento será ainda maior. Não há dúvida de que tal situação vai travar a recuperação econômica nos dois lados do Atlântico e essa é na essência a ameaça que fez o aiatolá Khamenei. Só não disse que, ao fazer isso, o Irã dará ao Ocidente motivos mais do que suficientes para a guerra em grande escala contra o país persa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para o Ocidente, a incerteza é pior do que a ameaça verbal do islamofascismo persa e ela vai aumentar até pelo menos a chegada de julho próximo, pois os mercados não deverão esperar tanto.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5388885470067245342-5041149006730416715?l=upecbrasil.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://upecbrasil.blogspot.com/feeds/5041149006730416715/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5388885470067245342&amp;postID=5041149006730416715' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5388885470067245342/posts/default/5041149006730416715'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5388885470067245342/posts/default/5041149006730416715'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://upecbrasil.blogspot.com/2012/02/francisco-vianna-da-midia-internacional.html' title='FRANCISCO VIANNA (da mídia internacional)'/><author><name>UPEC</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12567761697811164225</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='16' src='http://bp3.blogger.com/_Mt44_jsNnK0/Rr5VSumBjxI/AAAAAAAAAAM/FNVUBudLiN8/s1600/Clipboard01.png'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5388885470067245342.post-3726265564767685825</id><published>2012-02-12T15:31:00.000-02:00</published><updated>2012-02-12T15:32:31.793-02:00</updated><title type='text'>FERREIRA GULLAR</title><content type='html'>Domingo, Fevereiro 12, 2012&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(51, 51, 255);font-size:180%;" &gt;Um sonho que acabou &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;FOLHA DE SP - 12/02/12&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Nenhum defensor do regime cubano desejaria viver num país de onde não se pode sair sem permissão&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É com enorme dificuldade que abordo este assunto: mais uma vez -a 19ª- o governo cubano nega permissão a que Yoani Sánchez saia do país. A dificuldade advém da relação afetiva e ideológica que me prende à Revolução Cubana, desde sua origem em 1959.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para todos nós, então jovens e idealistas, convencidos de que o marxismo era o caminho para a sociedade fraterna e justa, a Revolução Cubana dava início a uma grande transformação social da América Latina. Essa certeza incendiava nossa imaginação e nos impelia ao trabalho revolucionário.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nos primeiros dias de novo regime, muitos foram fuzilados no célebre "paredón", em Havana. Não nos perguntamos se eram inocentes, se haviam sido submetidos a um processo justo, com direito de defesa. Para nós, a justiça revolucionária não podia ser questionada: se os condenara, eles eram culpados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E nossas certezas ganharam ainda maior consistência, em face das medidas que favoreciam aos mais pobres, dando-lhes enfim o direito a estudar, a se alimentar e a ter atendimento médico de qualidade. É verdade que muitos haviam fugido para Miami, mas era certamente gente reacionária, em geral cheia da grana, que não gozaria mais dos mesmos privilégios na nova Cuba revolucionária.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sabíamos todos que, além do açúcar e do tabaco, o país não dispunha de muitos outros recursos para construir uma sociedade em que todos tivessem suas necessidades plenamente atendidas. Mas ali estava a União Soviética para ajudá-lo e isso nos parecia mais que natural, mesmo quando pôs na ilha foguetes capazes de portar bombas atômicas e jogá-las sobre Washington e Nova York. A crise provocada por esses foguetes pôs o mundo à beira de uma catástrofe nuclear.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas nós culpávamos os norte-americanos, porque eles encarnavam o Mal, e os soviéticos, o Bem. Só me dei conta de que havia algo de errado em tudo isso quando visitei Cuba, muitos anos depois, e levei um susto: Havana me pareceu decadente, com gente malvestida, ônibus e automóveis obsoletos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Comentei isso com um companheiro que me respondeu, quase irritado: "O importante é que aqui ninguém passa fome e o índice de analfabetismo é zero". Claro, concordei eu, muito embora aquela imagem de país decadente não me saísse da cabeça.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Impressão semelhante -ainda que em menor grau- causaram-me alguns aspectos da vida soviética, durante o tempo que morei em Moscou. O alto progresso tecnológico militar contrastava com a má qualidade dos objetos de uso. O que importava era derrotar o capitalismo e não o bem-estar e o conforto das pessoas. Mas os dirigentes do partido usavam objetos importados e viam os filmes ocidentais a que o povo não tinha acesso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se a situação econômica de Cuba era precária, mesmo quando contava com a ajuda da URSS, muito pior ficou depois que o socialismo real desmoronou. É isso que explica as mudanças determinadas agora por Raúl Castro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas, antes delas, já o regime permitira a entrada de capital norte-americano para construir hotéis, que hoje hospedam turistas ianques, outrora acusados de transformar o país num bordel. Agora, o governo estimula o surgimento de empresas capitalistas, como o faz a China. Está certo desde que permita preservar o que foi conquistado, já que a alternativa é o colapso econômico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tudo isso está à mostra para todo mundo ver, exceto alguns poucos sectários que se negam a admitir ter sido o comunismo um sonho que acabou. Mas há também os que se negam a admiti-lo por impostura ou conveniência política.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Do contrário, como entender a atitude da presidente Dilma Rousseff que, em recente visita a Cuba, forçada a pronunciar-se sobre a violação dos direitos humanos, preferiu criticar a manutenção pelos americanos de prisioneiros na base aérea de Guantánamo, o que me fez lembrar o seguinte: um norte-americano, em visita ao metrô de Moscou, que, segundo os soviéticos, não atrasava nunca nem um segundo sequer, observou que o trem estava atrasado mais de três minutos. O guia retrucou: "E vocês, que perseguem os negros!".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A verdade é que nem eu nem a Dilma nem nenhum defensor do regime cubano desejaria viver num país de onde não se pode sair sem a permissão do governo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Posted by ARTIGOS at 12:02 PM&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5388885470067245342-3726265564767685825?l=upecbrasil.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://upecbrasil.blogspot.com/feeds/3726265564767685825/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5388885470067245342&amp;postID=3726265564767685825' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5388885470067245342/posts/default/3726265564767685825'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5388885470067245342/posts/default/3726265564767685825'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://upecbrasil.blogspot.com/2012/02/ferreira-gullar.html' title='FERREIRA GULLAR'/><author><name>UPEC</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12567761697811164225</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='16' src='http://bp3.blogger.com/_Mt44_jsNnK0/Rr5VSumBjxI/AAAAAAAAAAM/FNVUBudLiN8/s1600/Clipboard01.png'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5388885470067245342.post-6312778684551677908</id><published>2012-02-12T15:05:00.001-02:00</published><updated>2012-02-12T15:07:19.035-02:00</updated><title type='text'>Blog do Augusto Nunes</title><content type='html'>&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(51, 51, 255);font-size:180%;" &gt;AS PROVAS DA CONSPIRAÇÃO FORJADA PARA SEPULTAR O CASO CELSO DANIEL&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Entre o fim de janeiro e meados de março de 2002, investigadores da Polícia Federal encarregados de esclarecer o assassinato de Celso Daniel, prefeito de Santo André, gravaram muitas horas de conversas telefônicas entre cinco protagonistas da história muito mal contada: Sérgio Gomes da Silva, o “Sombra”, suposto mandante do crime, Ivone Santana, viúva da vítima, Klinger Luiz de Oliveira, secretário de Serviços Municipais de Santo André, Gilberto Carvalho, secretário de Governo, e Luiz Eduardo Greenhalgh, advogado-geral do PT. Todos sabiam da existência da fábrica de dinheiro sujo instalada na prefeitura para financiar campanhas do partido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As 42 fitas resultantes da escuta foram encaminhadas ao juiz João Carlos da Rocha Mattos. Em março de 2003, pouco depois da posse do presidente Lula, Rocha Mattos alegou que as gravações haviam sido feitas sem autorização judicial e ordenou que fossem destruídas. Em outubro de 2005, condenado à prisão por venda de sentenças, o juiz revelou a VEJA (confira a reportagem na seção Vale Reprise) que os diálogos mais comprometedores envolviam Gilberto Carvalho, secretário-particular de Lula entre janeiro de 2003 e dezembro de 2010 e hoje secretário-geral da Presidência da República. “Ele comandava todas as conversas, dava orientações de como as pessoas deviam proceder. E mostrava preocupação com as buscas da polícia no apartamento de Celso Daniel”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em abril de 2011, depois de ter cumprido pena por venda de sentenças, Rocha Mattos reiterou a acusação em escala ampliada. “A apuração do caso do Celso começou no governo FHC”, afirmou. “A pedido do PT, a PF entrou no caso. Mas, quando o Lula assumiu, a PF virou, obviamente. Daí, ela, a PF, adulterou as fitas, eu não sei quem fez isso lá. A PF apagou as fitas, tem trechos com conversas não transcritas. O que eles fizeram foi abafar o caso, porque era muito desgastante, mais que o mensalão. O que aconteceu foi que o dinheiro das companhias de ônibus, arrecadados para o PT, não estava chegando integralmente a Celso Daniel. Quando ele descobriu isso, a situação dele ficou muito difícil. Agentes da PF manipularam as fitas de Celso Daniel. A PF fez um filtro nas fitas para tirar o que talvez fosse mais grave envolvendo Gilberto Carvalho”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Só escaparam da minuciosa queima de arquivo algumas cópias que registram diálogos desidratados dos trechos com alto teor explosivo. Ainda assim, o que se ouve escancara uma conspiração forjada para bloquear o avanço das investigações e enterrar o caso na vala dos crimes comuns. E revela a alma do bando de comparsas que, em vez de chocar-se com a execução brutal de Celso Daniel, só pensa em livrar da cadeia o companheiro Sombra ─ e livrar-se do abraço de afogado do suspeito decidido a afundar atirando.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Confira os diálogos, clicando aqui&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em vez de exigir o esclarecimento da morte do amigo, Gilberto Carvalho resolveu matar as investigações no nascedouro. Por que agiu assim? Ele poderá responder também a essa pergunta na entrevista ao site de VEJA.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: Blog do Augusto Nunes &lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5388885470067245342-6312778684551677908?l=upecbrasil.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://upecbrasil.blogspot.com/feeds/6312778684551677908/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5388885470067245342&amp;postID=6312778684551677908' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5388885470067245342/posts/default/6312778684551677908'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5388885470067245342/posts/default/6312778684551677908'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://upecbrasil.blogspot.com/2012/02/blog-do-augusto-nunes.html' title='Blog do Augusto Nunes'/><author><name>UPEC</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12567761697811164225</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='16' src='http://bp3.blogger.com/_Mt44_jsNnK0/Rr5VSumBjxI/AAAAAAAAAAM/FNVUBudLiN8/s1600/Clipboard01.png'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5388885470067245342.post-8549773736459997041</id><published>2012-02-12T14:46:00.002-02:00</published><updated>2012-02-12T14:49:34.425-02:00</updated><title type='text'>TÔ VENDO TUDO   BRASIL DE LUTO! -</title><content type='html'>Por Jarbas Willemes.&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(51, 51, 255);font-size:180%;" &gt;&lt;br /&gt;•Estou velho... &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Não gosto dos sem terra. Dizem que isto é ser reacionário, mas não gosto de vê-los invadindo fazendas, parando estradas, ocupando linhas de trens, quebrando repartições públicas, tentando parar o lento progresso do Brasil. Estou velho... Não acredito em cotas para negros e índios. Dizem que sou racista. Mas para mim racista é quem julga negros e índios incapazes de competir com os brancos em pé de igualdade. Eu acho que a cor da pele não pode servir de pretexto para discriminar, mas também não devia ser fonte para privilégios imerecidos provocando cenas ridículas de brancos querendo se passar por negros. Estou velho... Não sei se embrião tem vida ou não. Mas mesmo que tivesse, não teria o menor remorso em sacrificar vários (que certamente serão jogados no lixo) para salvar ou melhorar uma única vida de um jovem, de um preto, de um índio e até mesmo de um velho. Estou muito velho... Não quero ouvir mais notícias de pessoas morrendo de dengue. Tampo os ouvidos e fecho os olhos mas continuo a ouvir e ver. Não quero saber de crianças sendo arrastadas em carros por bandidos, ou de uma menininha jogada pela janela em plena flor da idade. Ou de meninos esquartejados pelos pais por serem ‘levados’… Meu coração não tem mais força para sentir emoções. Estou mais velho que o Oscar Niemeyer... Ele ainda acredita em comunismo, coisa que deixou de existir. Eu não acredito em nada. Estou cansado de quererem me culpar por não ser pobre, por ter casa, carros, e outros bens todos adquiridos com honestidade, por ser amado por minha mulher e filhos. Nada mais me comove… Estou bem envelhecido... E acabo de cometer mais um erro! Ainda sou capaz de me comover e emocionar. Na cidade de Joinville houve um concurso de redação na rede municipal de ensino. O título recomendado pela professora foi: ‘Dai pão a quem tem fome’. Incrível, mas o primeiro lugar foi conquistado por uma menina de apenas 14 anos de idade. E ela se inspirou exatamente na letra de nosso Hino Nacional para redigir um texto, que demonstra que os brasileiros verde amarelos precisam perceber o verdadeiro sentido de patriotismo. Leiam o que escreveu essa jovem. É uma demonstração pura de amor à Pátria e uma lição a tantos brasileiros que já não sabem mais o que é este sentimento cívico. O patriotismo dessa jovem de Joinville usando a letra do hino nacional para mostrar o seu amor pelo Brasil me comoveu. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;br style="font-style: italic; color: rgb(102, 102, 204); font-weight: bold;"&gt;&lt;span style="font-style: italic; color: rgb(102, 102, 204); font-weight: bold;"&gt;“Certa noite, ao entrar em minha sala de aula, vi num mapa-mundi, o nosso Brasil chorar: ‘O que houve, meu Brasil brasileiro?’ Perguntei-lhe! E ele, espreguiçando-se em seu berço esplêndido, esparramado e verdejante sobre a América do Sul, respondeu chorando, com suas lágrimas amazônicas: ‘Estou sofrendo. Vejam o que estão fazendo comigo… Antes, os meus bosques tinham mais flores e meus seios mais amores. Meu povo era heróico e os seus brados retumbantes. O sol da liberdade era mais fúlgido e brilhava no céu a todo instante. Onde anda a liberdade, onde estão os braços fortes? Eu era a Pátria amada, idolatrada. Havia paz no futuro e glórias no passado. Nenhum filho meu fugia à luta. Eu era a terra adorada e dos filhos deste solo era a mãe gentil. Eu era gigante pela própria natureza, que hoje devastam e queimam, sem nenhum homem de coragem que às margens plácidas de algum riachinho, tenha a coragem de gritar mais alto para libertar-me desses novos tiranos que ousam roubar o verde louro de minha flâmula.’ Eu, não suportando as chorosas queixas do Brasil, fui para o jardim. Era noite e pude ver a imagem do Cruzeiro que resplandece no lábaro que o nosso país ostenta estrelado. Pensei… ‘Conseguiremos salvar esse país sem braços fortes?’ Pensei mais… ‘Quem nos devolverá a grandeza que a Pátria nos traz?’ Voltei à sala, mas encontrei o mapa silencioso e mudo, como uma criança dormindo em seu berço esplêndido.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold; font-style: italic; color: rgb(102, 51, 255);"&gt;Obrigado Inalva Noemi Santana&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;...&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5388885470067245342-8549773736459997041?l=upecbrasil.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://upecbrasil.blogspot.com/feeds/8549773736459997041/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5388885470067245342&amp;postID=8549773736459997041' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5388885470067245342/posts/default/8549773736459997041'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5388885470067245342/posts/default/8549773736459997041'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://upecbrasil.blogspot.com/2012/02/to-vendo-tudo-brasil-de-luto.html' title='TÔ VENDO TUDO   BRASIL DE LUTO! -'/><author><name>UPEC</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12567761697811164225</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='16' src='http://bp3.blogger.com/_Mt44_jsNnK0/Rr5VSumBjxI/AAAAAAAAAAM/FNVUBudLiN8/s1600/Clipboard01.png'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5388885470067245342.post-8273750600391997824</id><published>2012-02-12T14:38:00.000-02:00</published><updated>2012-02-12T14:39:24.868-02:00</updated><title type='text'>Ricardo Salles, Folha de SP</title><content type='html'>Saturday, February 11, 2012&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(51, 51, 255);font-size:180%;" &gt;Privatização, ainda que tardia &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;A privatização é uma boa solução para os aeroportos brasileiros?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;SIM&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para o consumidor brasileiro, usuário dos serviços aeroportuários, pouco importa se eles serão prestados pela iniciativa privada ou pelo poder público, desde que eles sejam de boa qualidade e que os preços sejam baixos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A experiência brasileira dos últimos 20 anos comprova que os serviços privatizados são, em regra, melhores e mais baratos do que aqueles anteriormente prestados pelo Estado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Provas desse sucesso não faltam: a telefonia privatizada expandiu brutalmente a quantidade de linhas e a qualidade do sistema, mediante preços muito mais acessíveis ao consumidor; a Vale saltou de 11 mil para cerca de 55 mil empregos; a Embraer passou a produzir aviões de qualidade, trazendo divisas de exportação e conhecimento tecnológico; as estradas ficaram melhores e mais bem conservadas. Enfim, os tantos exemplos falam por si.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O binômio eficiência e lucro, a ser perseguido em um ambiente com competição, regulação e fiscalização efetivas, é a única saída para o estado calamitoso de nossos aeroportos, especialmente nas questões de capacidade e infraestrutura.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao contrário de outros setores já privatizados, é quase impossível imaginar que existirão outros aeroportos nas mesmas regiões competindo com os privatizados. Assim, para que tenhamos serviços de qualidade a preços baixos, é fundamental impor aos aeroportos privatizados um rígido regime de regulação, com metas, indicadores e sanções.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Defender a tese contrária seria ignorar o amplo histórico de desserviço público prestado pela Infraero, frequentemente envolvida em escândalos de corrupção e incapaz de atender às demandas da sociedade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É bem verdade que a venda dos aeroportos de Cumbica, Viracopos e Brasília não pode ser considerada um caso típico de privatização, dada a indesejada participação dos fundos de pensão estatais e do BNDES. Eles, mais uma vez, colocam recursos do contribuinte onde deveria existir apenas participação privada -isso sem falar na participação da própria Infraero na composição dos consórcios.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ou seja, deixamos o lobo tomando conta do galinheiro. No fundo, o governo tirou de um bolso para por no outro, mas isso não diminui a importância desse divisor de águas na histórica postura demagógica até então adotada pelo PT sobre as privatizações.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A sociedade brasileira só tem a ganhar com a diminuição do tamanho do Estado, sempre tão incompetente, perdulário e arrogante no trato com os cidadãos e os seus impostos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quanto menos empresas e cargos públicos existirem, menor a chance de captura e aparelhamento do Estado por quem estiver no poder, diminuindo o espaço para a corrupção e o desperdício de dinheiro público.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se prevalecer o modelo de privatizações e gestão privada dos serviços até então prestados pelo poder público, maiores serão as chances da sociedade finalmente receber qualidade a preços satisfatórios.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Perdem com as privatizações apenas os grupos de lobby e de apadrinhados políticos, pois elas reduzem o espaço para as suas nomeações desprovidas de qualificação. No final, a incompetência e a má gestão resultantes são sempre debitadas na conta do contribuinte.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Que venham mais privatizações, em todas as áreas. E que elas sejam, nos próximos casos, para valer, sem participação do BNDES e dos fundos de pensão estatais, cujas negociações de bastidor estão vinculadas a muitos dos escândalos conhecidos nos últimos anos.&lt;br /&gt;-&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;RICARDO SALLES, 36, mestre em direito público pela Universidade Yale, é advogado e presidente do Movimento Endireita Brasil &lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5388885470067245342-8273750600391997824?l=upecbrasil.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://upecbrasil.blogspot.com/feeds/8273750600391997824/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5388885470067245342&amp;postID=8273750600391997824' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5388885470067245342/posts/default/8273750600391997824'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5388885470067245342/posts/default/8273750600391997824'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://upecbrasil.blogspot.com/2012/02/ricardo-salles-folha-de-sp.html' title='Ricardo Salles, Folha de SP'/><author><name>UPEC</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12567761697811164225</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='16' src='http://bp3.blogger.com/_Mt44_jsNnK0/Rr5VSumBjxI/AAAAAAAAAAM/FNVUBudLiN8/s1600/Clipboard01.png'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5388885470067245342.post-1582822725203903475</id><published>2012-02-12T14:35:00.001-02:00</published><updated>2012-02-12T14:36:46.126-02:00</updated><title type='text'>Rodrigo Constantino, para o Instituto Liberal</title><content type='html'>&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(51, 51, 255);font-size:180%;" &gt;O PT E A GREVE DA PM&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Lendo o jornal O Globo para decidir o tema deste comentário, passei por três matérias distintas, mas que podem muito bem ser interligadas. A primeira delas fala da greve da PM, das gravações que mostram políticos em busca de aproveitamento oportunista do caos para seus fins eleitoreiros. Uma deputada do PSOL incita a greve antes do carnaval, de olho das eleições. Um ato de terrorismo – colocar fogo em um ônibus – é ordenado pelo líder do motim na Bahia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não há muito mais o que falar sobre o assunto. A polícia não pode colocar a população como refém, e os líderes da greve devem ser punidos com rigor. E eis onde entra o PT na história. Hoje no poder, a postura dos petistas, inclusive da presidente Dilma, mudou. Quando era oposição, o PT adotava a postura que hoje pertence ao PSOL, de jogar lenha na fogueira, incitar o caos para colher os frutos eleitoreiros depois. Ainda hoje, onde é oposição, como no município de São Paulo, o PT adota esta prática nefasta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O mesmo vale para as privatizações. O PT sempre se colocou contrário à venda de estatais ou concessão de serviço público para o setor privado. Mas agora realiza uma enorme venda de aeroportos. A esquizofrenia não é aleatória. Como aponta Merval Pereira, ela tem método, é parte de uma estratégia de tomada do poder. Uma reportagem do jornal carioca lembra que o PT completa 32 anos, cheio de contradições. Contradição é a marca registrada deste partido, cujo único objetivo é ficar eternamente no poder, como seu ídolo cubano. A obsessão por controlar a imprensa ainda está bem viva dentro do PT.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Logo abaixo desta matéria, há outra mostrando que o PSDB enviou ao Planalto proposta para acabar com sete ministérios e cortar 20% dos comissionados (são mais de 20 mil atualmente). Onde está a ligação? Como já disse o empresário Jorge Gerdau, é impossível governar o país com quase 40 ministérios. O governo gasta muito, e gasta muito mal. Sem destinar tantos recursos para ONGs engajadas, invasores do MST, programas racialistas, e uma cambada de parasitas pendurados nas tetas estatais, sem dúvida sobraria muito mais para policiais e bombeiros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em outras palavras, se o governo não fosse um Leviatã que se mete em tudo e incha seu quadro de pessoal, ele teria melhores condições de focar em suas funções precípuas, tais como Justiça e segurança. O problema é que reformar o estado desta maneira é tarefa hercúlea, pois existem inúmeros obstáculos, sendo o maior deles justamente esta postura demagógica que o PT, atualmente no governo, sempre soube explorar tão bem. Eis a ligação: a greve da PM tem tudo a ver com o modo petista de ser. Um atraso para o país!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Posted by Rodrigo Constantino &lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5388885470067245342-1582822725203903475?l=upecbrasil.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://upecbrasil.blogspot.com/feeds/1582822725203903475/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5388885470067245342&amp;postID=1582822725203903475' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5388885470067245342/posts/default/1582822725203903475'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5388885470067245342/posts/default/1582822725203903475'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://upecbrasil.blogspot.com/2012/02/rodrigo-constantino-para-o-instituto.html' title='Rodrigo Constantino, para o Instituto Liberal'/><author><name>UPEC</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12567761697811164225</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='16' src='http://bp3.blogger.com/_Mt44_jsNnK0/Rr5VSumBjxI/AAAAAAAAAAM/FNVUBudLiN8/s1600/Clipboard01.png'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5388885470067245342.post-8359928812343137400</id><published>2012-02-12T10:30:00.001-02:00</published><updated>2012-02-12T10:32:21.551-02:00</updated><title type='text'>Myrian Macedo  -  São Paulo</title><content type='html'>&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(51, 51, 255);font-size:180%;" &gt;O JEITO PT&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Impressiona a organizada articulação do PT. Logo da desocupação da Cracolândia, sob aplausos dos paulistanos quase que integralmente, e da reintegração de posse do Pinheirinho,veio a turma dos direitos humanos, os “freis” e os servis militantes falar de violações, de maus tratos, até de estupro por parte da polícia militar de São Paulo. Na verdade, não se tratou de uma “barbárie”, até a Agência Brasil reconhece erro, afirmando que não houve nada disso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agora, quanto à desocupação de uma fazenda no Distrito Federal e uma área invadida no Acre, e, no momento, por ato de greve de policiais baianos, cadê essa turma? Alô, turma dos direitos humanos, alô, freis e militância petista, estamos aqui falando de centenas de mortes em apenas uma semana e de policiais pais de família que, acuados feito bichos, ficaram sem água, luz e sem comida por dias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ainda para espanto geral, vem o governador da Bahia, o sr. Jaques Wagner, e diz que foi pego de surpresa pela greve dos policiais ( que homem puro! ) quando desde o dia 24 de janeiro havia pela cidade cartazes avisando sobre a Assembléia de policiais e bombeiros. Mas é que tinha que ir a Cuba apertar a mão de um grande ídolo e se desconcentrou. Afinal, ninguém é de ferro: primeiro a ideologia, e, por último, se der e se convier, os deveres.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não se escuta um pio em defesa dos policiais ou em defesa das famílias das centenas de mortos, estão abandonados a sua própria sorte. Por fim, os petistas devem estar se perguntando: que é isso, esse tal de direitos humanos? É o PT cumprindo a sua incompetência, desfaçatez e delírios. Se falassem menos e fizessem mais...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Myrian Macedo São Paulo&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5388885470067245342-8359928812343137400?l=upecbrasil.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://upecbrasil.blogspot.com/feeds/8359928812343137400/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5388885470067245342&amp;postID=8359928812343137400' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5388885470067245342/posts/default/8359928812343137400'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5388885470067245342/posts/default/8359928812343137400'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://upecbrasil.blogspot.com/2012/02/myrian-macedo-sao-paulo.html' title='Myrian Macedo  -  São Paulo'/><author><name>UPEC</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12567761697811164225</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='16' src='http://bp3.blogger.com/_Mt44_jsNnK0/Rr5VSumBjxI/AAAAAAAAAAM/FNVUBudLiN8/s1600/Clipboard01.png'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5388885470067245342.post-3961684862286010262</id><published>2012-02-11T21:42:00.003-02:00</published><updated>2012-02-12T10:33:03.695-02:00</updated><title type='text'>Gerhard Erich Boehme Postado em Resistência Democrática</title><content type='html'>&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Caros do Grupo,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Infelizmente o brasileiro não sabe o papel de cada uma de nossas polícias, e o mais grave, muitas vezes os próprios policiais ultrapassam seus limites legais, inclusive constitucionais. Estamos ainda longe do Estado prover ao cidadão um bom serviço nesta área, os problemas são piores que se possa imaginar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enquanto no Brasil se confunde as atribuições das polícias que atuam de forma preventiva, em uma de suas atribuições fundamentais, a execução plena de uma polícia ostensiva, que devem atuar subsidiariamente ao cidadão na prevenção ao ilícito penal, como temos as nossas Polícias Militares ou Brigada Militar, as Guardas Municipais ou Metropolitanas, as Polícias Rodoviárias Estaduais e Federal e ainda a Guarda Nacional, já que a prevenção tem sua atuação mais forte no campo privado, como junto às famílias e empresas, a prevenção ao crime está no campo em que o Estado entra com o papel subsidiário, pois a prevenção ao crime é de atribuição inicial do cidadão – começa com ele colocando a tranca na porta de casa, educando seus filhos de forma exemplar, adquirindo sua arma, sem restrições indevidas e ideológicas, e capacitando-se a utilizá-la, etc. e onde temos a atuação das entidades de segurança patrimonial, vigilância predial ou comunitária, escolta, proteção a executivos, etc. E na impossibilidade destes agentes atuarem ou quando não é interessante que a iniciativa privada atue, deve entrar o Estado, o que deve ocorrer subsidiariamente através das entidades citadas ou até mesmo através das Forças Armadas, com destaque a participação comunitária através dos chamados CONSEG - Conselhos Comunitários de Segurança.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cumpre citar que a missão institucional das polícias militares é a de execução plena da Polícia Ostensiva e de Preservação da Ordem Pública.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O foco da Polícia Militar é a Gestão Operacional, à medida que possibilita o que chamamos de hora da verdade, ou seja, o momento mágico em que todo o esforço gerencial das demais áreas é colocado em contato com o cliente-alvo, que é o cidadão receptor dos serviços de polícia militar. A Gestão Operacional está orientada para atender as duas dimensões da missão constitucional estabelecida para a Polícia Militar: a Polícia Ostensiva e a Polícia de Preservação da Ordem Pública.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A polícia ostensiva desenvolve atividades de prevenção primária e secundária destinadas a evitar o cometimento de infração&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;administrativa ou de ilícitos penais sujeitos ao controle da Instituição. Por outro lado, na ação de Polícia de Preservação da Ordem Pública, atua-se na restauração da ordem pública, isto é, na repressão imediata de infrações penais ou infrações administrativas para aplicação da lei.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dentro desse contexto constitucional, a Polícia Militar desenvolve sua Gestão Operacional plenamente alicerçada na filosofia de polícia comunitária, por meio do sistema operacional que envolve de forma integrativa o policiamento ostensivo geral e as ações das OPM especializadas do policiamento ostensivo ambiental, policiamento ostensivo de trânsito urbano e rodoviário e o policiamento de choque, que incorpora as forças de patrulhas especializadas e as forças de patrulhas táticas, respectivamente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em outro campo temos a polícia judiciária, que opera o direito no campo da justiça. É formada pelas Polícias Civis, Polícias Técnicas ou também chamadas de técnico-científica e no âmbito Federal a Polícia Federal. A polícia judiciaria atua após o crime ocorrido ou sendo articulado, com uma zona nebulosa no flagare (queimar - que significa ardente, abrasador, evidente), como também nas atribuições fundamentais de se isolar e preservar o local de crime para fins periciais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Recomendo que veja: http://www.youtube.com/watch?v=nxYBDljmB2U&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não discuto que a primeira deva ser administrada pelos executivos federal, estaduais e municipais. Mas a segunda, a polícia judiciária, formada pelas Polícias Civis, Polícias Técnicas ou também chamadas de Técnico-científica ou ainda somente Polícia Científica e a Polícia Federal, que exerce função privativa do Estado é hoje no Brasil administrada politicamente, o que prejudica por demais a justiça.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desta aberração temos os nossos políticos apresentando propostas irresponsáveis. Entendo como irresponsável por diversas razões, dentre elas destaco:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;i.    A unificação das polícias irá promover a centralização do poder e a consequente corrupção dela decorrente – não podemos desconsiderar o poder corrompe e o poder absoluto corrompe absolutamente, bem como que as polícias são instrumentos do poder de coerção do Estado, assim como a tributação, e, portanto são muitas vezes mal vistas quando não são disponibilizados recursos adequados, o que inclui profissionais capacitados;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ii.    O risco com desmilitarização das Brigadas ou Polícias Militares, ou mesmos das Guardas Municipais, quando se pode ter a perda dos valores que lhe são próprias, em especial o comprometimento, a ordem, disciplina e eficácia - valores que são fundamentais aos profissionais que diariamente estão em contato com o que há de pior em nossa sociedade;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;iii.    Com a integração das polícias deixamos de ter a pluralidade dos órgãos policiais voltados à segurança, pois a pluralidade retira sua força de pressão interna, já que, como temos, separadas se estabelece um sistema de vasos comunicantes que permite um melhor sigilo das investigações e uma barreira eficaz à corrupção, sempre possível e temível num serviço policial;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;iv.    Evita-se a sobreposição de processos voltados à justiça - os realizados pela polícia judiciária - com os processos de ordem pública e de prevenção, que são ¹subsidiários ao cidadão e à iniciativa privada. Justiça não se pode fazer com as próprias mãos, é pública, a prevenção ao crime ao contrário começa pelo cidadão, o Estado somente deve atuar onde o cidadão não pode atuar, pois não possui capacidade, inclusive a financeira, ou não é desejável que o faça, como no caso da ordem pública.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;v.    E por fim a questão do desarmamento. O desarmamento não visa desarmar a população, mas sim desarmar as pessoas de bem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“O controle das armas com a população não tem como objetivo o controle das armas, mas sim o controle da população” (Gerhard Erich Boehme)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quanto a Força Nacional de Segurança Pública, ela foi criada recentemente, tem papel subsidiário no que se refere a situações de emergência no campo da  segurança pública, com o objetivo precípuo de efetivar entre as Unidades da Federação apoio mútuo e auxílio às forças policiais locais nos momentos de grave perturbação da ordem pública. Sua atuação se dá no campo do policiamento ostensivo e da ordem pública. Na área de atuação da polícia judiciária, subsidiariamente a Polícia Federal pode atuar frente as atribuições das Polícias Civis e Técnico-cientificas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nas suas atuações em todo o Brasil, foram detectados diversos problemas, a falta de contingentes apropriados para situações de emergência, como uma força de segurança voltada às tragédias naturais, bombeiros em especial. Merece destaque a falta de uma polícia preventiva e ostensiva voltada à prevenção de crimes nestas situações,  especializada para atuar nas áreas de tragédias, quando as famílias além de perderem seus entes e bens, ainda são alvo de saques, e para preservarem seus patrimônios arriscam a vida, face a ausência do Estado na proteção de sua vida e patrimônio nestas situações.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outros problemas, igualmente graves, que foram detectados foram:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;a.  A falta de hospitais de campanha que sejam mobilizados com rapidez, os poucos, quando mobilizados, com uma demora de dois ou mais dias, com responsabilidades atribuídas às Forças Armadas;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;b.  A falta de escolas de campanha, pois os alunos de ensino fundamental são na maioria dos casos duplamente penalizados, perdem familiares e bens, e depois perdem meses de aulas devido as escolas terem sido ocupadas com refugiados ou destruídas, tal atribuição pode ser desenvolvida pelas Forças Armadas, face ao sucesso no campo da educação com os Colégios Militares;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;c.  E de forma integrada com a polícia judiciária, com uma estrutura que permita à polícia judiciária atuar com eficiência e eficácia, e vale lembrar que fazem parte da polícia judiciária além da polícias civis, a polícia técnico-científica, onde estão os peritos criminais e os médicos legistas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas de todos os problemas, este sim considerado grave, é o não isolamento e a subsequente não preservação dos locais de crime para fins periciais, em especial os de morte violenta, fundamental para o trabalho da justiça, este realizado pelas Polícias Técnico-científicas estaduais ou pela Polícia Federal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Força Nacional de Segurança Pública foi criada em 2004 para atender às necessidades emergenciais dos estados, em questões onde se fizerem necessárias a interferência maior do poder público ou for detectada a urgência de reforço na área de segurança. Ela é formada pelos melhores policiais e bombeiros dos grupos de elite dos Estados, que passam por um rigoroso treinamento na Academia Nacional de Polícia (da Polícia Federal), em Brasília, isso enquanto não tiver um local destinado a todas as ações que visam criar e manter a competência de suas tropas, estas baseadas em educação, treinamento, habilidade e experiência, que vai de especialização em crises até direitos humanos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Baseada na Força de Paz da Organização das Nações Unidas (ONU), a Força é coordenada pela Secretaria Nacional de Segurança Pública (SENASP), do Ministério da Justiça. Os policiais da Força Nacional, após treinamento ou atuação, se reintegram às suas respectivas funções, em seus estados, onde também repassam os conhecimentos adquiridos aos demais membros de suas corporações.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desde que foi criada, os policiais passaram pelo treinamento para integrar a Força Nacional. Durante duas semanas, policiais militares e bombeiros de todas as partes do País são submetidos a uma rigorosa rotina de exercícios. O curso é composto por dez disciplinas, entre elas Direitos Humanos, Controle de Distúrbios Civis, Policiamento Ostensivo, Gerenciamento de Crise e Técnicas de Tiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Durante o treinamento, os policiais têm que cumprir uma carga horária mínima de 110 horas. Na maior parte do tempo os exercícios acontecem ao ar livre. Os agentes simulam perseguições e abordagens a suspeitos. A idéia do curso é criar um padrão de comportamento que seja seguido por todo o efetivo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O processo de escolha dos policiais que participam do programa de treinamento é bastante rigoroso. O Ministério da Justiça envia ofício para todas as polícias militares do País, que escolhem entre os voluntários aqueles que mais se destacam. Os candidatos devem ter entre 25 e 40 anos e possuir no mínimo cinco anos de experiência profissional. Outra exigência é ter disponibilidade para ser convocado pelo período de 90 dias, em data indeterminada, e ter recebido o conceito “muito bom” no teste de aptidão física.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vale sempre lembrar que a questão da prevenção ao crime é uma questão privada, onde o Estado atua de forma subsidiária, no campo da justiça, da polícia judiciária se requer a atuação forte e exemplar do Estado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Isso não quer dizer que a justiça criminal também não possa ser privada, mas a questão é que estamos muito longe disso, a nossa sociedade teria que se livrar dos ranços ideológicos e ter muita maturidade para abraçar propostas como a de Bruce L. Benson apresentadas em seu livro “To serve and protect” (http://www.institutoliberal.org.br/revista.asp?cds=113) . Entendo que estamos muito longe disso, ainda mais quando, passados mais de 30 anos, ainda encontramos pessoas doutrinadas berrando “Abaixo a Ditadura!” e assim tomando parte de uma “democracia” que na realidade é uma oclocracia e não se dão conta disso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quanto a polícia judiciária é sempre importante sabermos mais sobre a realidade atual: http://www.youtube.com/watch?v=nxYBDljmB2U&amp;amp;list=UU3DPy6V6fCUQeV3grNAK37A&amp;amp;index=9&amp;amp;feature=plcp&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Abraços,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Gerhard Erich Boehme&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;gerhard@boehme.com.br&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5388885470067245342-3961684862286010262?l=upecbrasil.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://upecbrasil.blogspot.com/feeds/3961684862286010262/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5388885470067245342&amp;postID=3961684862286010262' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5388885470067245342/posts/default/3961684862286010262'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5388885470067245342/posts/default/3961684862286010262'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://upecbrasil.blogspot.com/2012/02/gerhard-erich-boehme-postado-e.html' title='Gerhard Erich Boehme Postado em Resistência Democrática'/><author><name>UPEC</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12567761697811164225</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='16' src='http://bp3.blogger.com/_Mt44_jsNnK0/Rr5VSumBjxI/AAAAAAAAAAM/FNVUBudLiN8/s1600/Clipboard01.png'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5388885470067245342.post-4741615277194629632</id><published>2012-02-11T21:39:00.000-02:00</published><updated>2012-02-11T21:40:16.059-02:00</updated><title type='text'>Mais Corrupção</title><content type='html'>&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(51, 51, 255);font-size:180%;" &gt;Advogada liga Toffoli e Gilberto Carvalho a máfia do DF&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Em oito horas de gravações em áudio e vídeo, Christiane Araújo de Oliveira revela que mantinha relações íntimas com políticos e figuras-chave da República e que o governo federal usou de sua proximidade com a quadrilha de Durval Barbosa para conseguir material contra adversários políticos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nascida em Maceió, em uma família humilde, Christiane Araújo de Oliveira mudou-se para Brasília há pouco mais de dez anos com o objetivo de se formar em Direito. Em 2007, aceitou o convite para trabalhar no governo do Distrito Federal de um certo Durval Barbosa, delegado aposentado e corrupto contumaz que ficaria famoso, pouco depois, ao dar publicidade às cenas degradantes de recebimento de propina que levaram à cadeia o governador José Roberto Arruda e arrasaram com seu círculo de apoiadores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sob as ordens de Durval, Christiane se transformou num instrumento de traficâncias políticas. No ano passado, depois de VEJA mostrar a relação promíscua entre o petismo e o delegado, Christiane foi orientada a sumir da capital federal. Relatos detalhados de suas aventuras com poderosos, no entanto, já estava em poder do Ministério Público e da Polícia Federal. Na edição que chega às bancas neste sábado, VEJA revela o teor de dois depoimentos feitos pela jovem advogada no final de 2010.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em oito horas de gravações em áudio e vídeo, Christiane revelou que mantinha relações íntimas com políticos e figuras-chave da República. Ela participava de festas e embalo, viajava em aviões oficiais, aproveitava-se dos amigos e amantes influentes para obter favores em benefício da quadrilha chefiada por Durval, que desviou mais de 1 bilhão de reais dos cofres públicos.. Ela também contou como o governo federal usou de sua proximidade com essa máfia para conseguir material que incriminaria adversários políticos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A advogada relatou que manteve um relacionamento com o hoje ministro do Supremo Tribunal Federal José Antonio Dias Toffoli, quando ele ocupava cargo de advogado-geral da União no governo Lula. Os encontros, segundo ela, ocorriam em um apartamento onde Durval armazenava caixas de dinheiro usado para comprar políticos – e onde ele eventualmente registrava imagens dessas (e de outras) transações.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Christiane afirma que em um dos encontros entregou a Toffoli gravações do acervo de Durval Barbosa. A amostra, que Durval queria fazer chegar ao governo do PT, era uma forma de demonstrar sua capacidade de deflagrar um escândalo capaz de varrer a oposição em Brasília nas eleições de 2010. Ela também teria voado a bordo de um jato oficial do governo, por cortesia do atual ministro do STF, que na época era chefe da Advocacia Geral da União.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por escrito, Dias Toffoli negou todas as acusações. “Nunca recebi da Dra.     STFfitas gravadas relativas ao escândalo ocorrido no governo do Distrito Federal.” O ministro disse ainda que nunca frequentou o apartamento citado por ela ou solicitou avião oficial para servi-la. Como chefe da AGU, só a teria recebido uma única vez em seu gabinete, em audiência formal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nas gravações, Christiane relatou ainda que tem uma amizade íntima com Gilberto Carvalho, secretário-geral da Presidência da República. No governo passado, quando Carvalho ocupava o cargo de chefe de gabinete de Lula, ela pediu a interferência do ministro para nomear o procurador Leonardo Bandarra como chefe do Ministério Público do Distrito Federal. O pedido foi atendido. Bandarra, descobriu-se depois, era também um ativo membro da máfia brasiliense – e hoje responde a cinco ações na Justiça, depois de ter sido exonerado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Gilberto Carvalho também teria tentado obter do grupo de Durval material para alvejar os adversários políticos do PT. Ele nega todas as acusações, e disse a VEJA: “Eu não estava nesse circuito do submundo. Estou impressionado com a criatividade dessa moça&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há uma terceira ligação de Christiane com o petismo. Ela trabalhou no comitê central da campanha de Dilma Rousseff. Foi encarregada da relação com as igrejas evangélicas – porque é, ela mesma, evangélica e filha de Elói Freire de Oliveira, fundador da igreja Tabernáculo do Deus Vivo e figura que circula com desenvoltura entre os políticos de Brasília, sendo chamado de “profeta”. Com Dilma eleita, a advogada foi nomeada para integrar a equipe de transição. Mas foi exonerada quando veio à tona que ela teve participação na Máfia das Sanguessugas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo o procurador que tomou um dos depoimentos de Christiane, o material que ele coletou foi enviado à Polícia Federal para ser anexado aos autos da Operação Caixa de Pandora. Um segundo depoimento foi tomado pela própria PF. Mas nenhuma das revelações da advogada faz parte oficial dos autos da investigação. A reportagem de VEJA, que reproduz imagens das gravações em vídeo, conclui com uma indagação: “Por que será?”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: Revista VEJA&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5388885470067245342-4741615277194629632?l=upecbrasil.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://upecbrasil.blogspot.com/feeds/4741615277194629632/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5388885470067245342&amp;postID=4741615277194629632' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5388885470067245342/posts/default/4741615277194629632'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5388885470067245342/posts/default/4741615277194629632'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://upecbrasil.blogspot.com/2012/02/mais-corrupcao.html' title='Mais Corrupção'/><author><name>UPEC</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12567761697811164225</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='16' src='http://bp3.blogger.com/_Mt44_jsNnK0/Rr5VSumBjxI/AAAAAAAAAAM/FNVUBudLiN8/s1600/Clipboard01.png'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5388885470067245342.post-852558638499412104</id><published>2012-02-11T16:20:00.001-02:00</published><updated>2012-02-11T16:22:52.287-02:00</updated><title type='text'>Publicado por Gracias em Resistência Democrática</title><content type='html'>&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(51, 51, 255);font-size:180%;" &gt;COMO NASCEM TERRORISTAS?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A  agência da ONU para refugiados, UNRWA, que é financiada principalmente pelos Estados Unidos (recebeu 228 milhões de dólares em 2010), está usando o dinheiro para comprar livros que ensinam o ódio a Israel e valorizam ataques suicidas. Os livros são para crianças que moram em campos para refugiados palestinos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Isto foi divulgado durante um seminário no Congresso americano, no qual o professor Arnon Groiss mostrou o problema. Na foto do livro acima, Israel não está nem no mapa que deveria identificar a região do Oriente Médio.O que lembra os ataques de muitos terroristas de varrer Israel do mapa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em outro livro, chamado National Education, para a sétime série, está escrito: "As ambições colonialistas sionistas na Palestina gananciosos começaram em 1882. ... A vinda dos judeus marginais para a Palestina continuou até 1948 e seu objetivo era tomar as terras palestinas e, em seguida, a ter lugar os habitantes originais após a sua expulsão e extermínio. ..."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em um poema chamado O Mártir, no livro A Nossa Bela Língua se diz:  "Ouvir baraulho [das armas '] é agradável aos meus ouvidos e o rio de sangue alegra a minha alma / como nós, como um corpo jogado no chão mais de escaramuças pelos predadores deserto / ... por sua vida. Esta é a morte de homens e para quem pede uma morte nobre! - aqui está!"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois se pergunta como nascem tantos terroristas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além da Arábia Saudita que financia madrassas no mundo, a ONU também faz o mesmo e com o dinheiro de países que lutam contra o terror.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Agradeço a indicação do assunto ao site Weasel Zippers)&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5388885470067245342-852558638499412104?l=upecbrasil.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://upecbrasil.blogspot.com/feeds/852558638499412104/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5388885470067245342&amp;postID=852558638499412104' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5388885470067245342/posts/default/852558638499412104'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5388885470067245342/posts/default/852558638499412104'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://upecbrasil.blogspot.com/2012/02/publicado-por-gracias-em-resistencia.html' title='Publicado por Gracias em Resistência Democrática'/><author><name>UPEC</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12567761697811164225</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='16' src='http://bp3.blogger.com/_Mt44_jsNnK0/Rr5VSumBjxI/AAAAAAAAAAM/FNVUBudLiN8/s1600/Clipboard01.png'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5388885470067245342.post-8363349751969625057</id><published>2012-02-11T16:05:00.000-02:00</published><updated>2012-02-11T16:06:53.674-02:00</updated><title type='text'>Geraldo Almendra  -  10/02/2012</title><content type='html'>&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(51, 51, 255);font-size:180%;" &gt;O COLAPSO MORAL DE UMA SOCIEDADE&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;br /&gt;“A Polícia Militar pode fazer greve. Minha tese é de que todas as categorias de trabalhadores quem são consideradas essenciais só podem ser proibidas de fazer greve se tiverem também salário essencial. Se considero a atividade essencial, mas pago salario mixo, esse cidadão tem direito a fazer greve.” (Ex-presidente Lula em 2001 – Fonte: coluna Merval Pereira).&lt;br /&gt;A intencional criminalização de qualquer movimento grevista pelo poder público demonstra que a relativização da Justiça sob o comando disfarçado do poder Executivo está chegando ao seu “estado da arte” no Regime Fascista que já domina o país.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na prática já existe uma proibição “disfarçada” de greves como forma de reivindicação salarial ou outros direitos, e quando as mesmas acontecem começam a entrar em cena as forças cúmplices e opressoras do Estado Fascista para aniquilar com seus líderes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As ordens são para humilhar e prender, se for necessário, todos os que recorrerem a greves para lutar por seus legítimos direitos, especialmente os líderes dos movimentos que serão tratados como bandidos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quem não se lembra da invasão de uma das dependências do Congresso com sua quase total destruição, entre centenas de exemplos que podem ser dados, especialmente, durante os desgovernos petistas, do reinado da impunidade para os cúmplices do petismo?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ninguém foi punido e o líder da invasão, amigo do ex-presidente Lula se encontra ileso de qualquer tipo de enquadramento legal pelos atos de vandalismo do grupo que liderava na época. Seu processo deve se encontrar no fundo de uma gaveta de algum togado vestido de bandido ou de um bandido vestido de togado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O caso do mensalão ficará na história do país de como uma gang conseguiu corromper todas as bases do poder público para se livrar da prisão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As disparidades salariais no nosso país, se considerando apenas a remuneração do trabalho, são criminosas, com diversas classes de servidores públicos ganhando remunerações diretas e indiretas proibitivas, sem as necessárias contrapartidas de serviços públicos minimamente decentes para os que sustentam um poder público assemelhado, de forma quase sistemática, a um verdadeiro covil de bandidos, tendo em vista a quantidade de escândalos de corrupção que têm sido denunciados nos últimos anos e, com raríssimas exceções, com alguém sendo punido por uma justiça que não merece esse nome.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há de se ressaltar que entre as classes privilegiadas certamente não estão as dos bombeiros, policiais civis e militares e, especialmente a dos professores públicos, que historicamente já aceitaram a humilhação salarial como normas de suas vidas graças ao sórdido corporativismo com o setor público que é praticado pelas suas associações de classes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enquanto líderes grevistas são presos tendo recusados seus pedidos de habeas corpus, milionários ladrões do dinheiro público tem tido o tratamento legal inverso e vivem com plena liberdade para atuar no submundo dos corredores dos podres poderes da República, para que seus processos sejam prescritos, as evidências e acusações sejam manipuladas, e seus crimes esquecidos pela sociedade, para que eles e seus cúmplices continuem roubando os contribuintes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas o ponto mais importante a ressaltar é que são as Forças Armadas, humilhadas – qualificadas nos corredores petistas de “milicos de merda” – e depauperadas pelos desgovernos civis é que são agora chamadas para garantir a governabilidade de um país tomado pela degeneração moral nas relações públicas e privadas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por uma questão de disciplina militar que, incompreensivelmente, coloca em segundo plano o fato do ordenamento jurídico do país estar virando coisa de bandido, e sendo consumada a entrega do país a um regime socialista absolutamente corrupto disfarçado de neocapitalismo de Estado, as Forças Armadas estão demonstrando que estarão sempre a postos para coagir, reprimir, agredir, entre tantas outras possibilidades, até a de matar, se assim forem ordenadas, os que desafiarem de forma relevante o “status quo” de poder do Covil de Bandidos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Queiram ou não, o comportamento médio da sociedade reflete a qualidade moral do seu poder público, pois é de lá que saem os exemplos dos desvios de conduta e da impunidade que são os maiores responsáveis pela contaminação das relações sociais no caminho da degeneração moral totalitária.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No momento em que o poder público se apresenta como um Covil de Bandidos, o resto da sociedade tende a imitá-lo, o que provoca a relativização do cumprimento dos códigos legais conforme os interesses mais sórdidos dos donos do poder.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os mais fracos e com menos representatividade geralmente têm seus “desvios de conduta”, ou até de estrita obediência aos códigos legais, criminalizados por princípio, e os mais fortes – comunidades de esclarecidos canalhas que formam as burguesias e as oligarquias que dominam as relações públicas e privadas – devidamente protegidos pela associação espúria do poder Judiciário com a prostituição da política - fazem o que bem entendem, usufruindo, de forma vergonhosa, do império da impunidade, afiançada por um descarado fascismo que tem no poder Executivo seu ponto de referência para o projeto petista de domínio da sociedade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No cenário em que estamos vivendo qualquer cidadão já tem o iminente risco de sofrer coações, ameaças e violências de constrangimentos dos seus atos de protesto, assim como de agressões físicas por nada menos do que “forças especiais” a serviço do Covil de Bandidos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ainda tem gente que acredita que vivemos em uma democracia sem se aperceber que, na realidade, estamos vivendo em uma corruptocracia comandada por um Regime Fascista.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Geraldo Almendra&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;10/02/2012&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5388885470067245342-8363349751969625057?l=upecbrasil.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://upecbrasil.blogspot.com/feeds/8363349751969625057/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5388885470067245342&amp;postID=8363349751969625057' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5388885470067245342/posts/default/8363349751969625057'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5388885470067245342/posts/default/8363349751969625057'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://upecbrasil.blogspot.com/2012/02/geraldo-almendra-10022012.html' title='Geraldo Almendra  -  10/02/2012'/><author><name>UPEC</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12567761697811164225</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='16' src='http://bp3.blogger.com/_Mt44_jsNnK0/Rr5VSumBjxI/AAAAAAAAAAM/FNVUBudLiN8/s1600/Clipboard01.png'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5388885470067245342.post-1896764522164404574</id><published>2012-02-11T15:53:00.003-02:00</published><updated>2012-02-11T16:02:26.697-02:00</updated><title type='text'>Bandidos Togados  Na Terra da Safadolândia</title><content type='html'>&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(51, 51, 255);font-size:180%;" &gt;Bandidos Togados&lt;br /&gt;Na Terra da Safadolândia&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;No auge da crise institucional de 2004, gerada por uma série de vergonhosos escândalos de venda de sentença, emoldurado por denúncias nas quais as corregedorias estaduais eram corporativistas e protegiam os juízes acusados, uma nuvem negra pairou sobre o Poder Judiciário. E diante da pressão da imprensa e do clamou popular, foi criada a Secretaria de Reforma do Judiciário, um órgão que nasceu vinculado ao Ministério da Justiça. Já no Senado Federal, a tão sonhada reforma teve como relator o senador petista José Jorge, mas em vez de a comissão propor medidas disciplinares rigorosas para frear a prostituição da toga, blindou a magistratura com mais benefícios e imunidade. Tanto que não derrubou a aposentadoria compulsória, o que vem a ser um contra-senso da idéia de moralização na instituição. Pois concede ao juiz corrupto o privilégio de se aposentar com salário integral mais benefícios, sem responder pelos crimes que cometeu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O juiz de direito é o único servidor público que tem essa regalia. Significa que, na prática, para afastar da judicatura juízes que cometeram desvio de conduta, uma vacina foi aplicada na veia da justiça, para subornar o bandido togado por meio de privilégios de marajás, convencendo-o a aceitar a “punição” e ir pescar no Mar do Caribe. E nesse pacote está incluído a lei do silêncio, para não dedurar companheiros e não revelar os segredos da caixa preta da corrupção.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo o finado juiz Leopoldino Marques do Amaral, que investigava a venda de sentença e a lavagem do dinheiro no Tribunal de Justiça de Mato Grosso, o bandido togado quando recebe a aposentadoria compulsória e é desligado do Poder Judiciário, a fortuna amealhada já está depositada em paraísos fiscais, pois apenas 1/3 do esquema é revelado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ocorre que o estatuto da magistratura lhes garante a irredutibilidade (o salário não pode ser reduzido), a inamovibilidade (um juiz não pode ser retirado de sua comarca, a menos que seja a pedido dele) e a vitaliciedade (um juiz só pode ser demitido por meio de uma sentença transitada em julgado em última instância, não valendo decisão com base em processos administrativos disciplinares.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esta couraça confeccionada de titânio resiste aos mais avançados mísseis democráticos que contenham em suas ogivas os princípios da celeridade, da impessoalidade, da transparência, da idoneidade e da isonomia de seus julgadores na causa a ser julgada, transformando o magistrado em Deus. Sendo que, na primeira instância, uma pequena parte pensa que é e age como se realmente fosse, violando as normas de conduta e a lei, e fazendo a justiça com o próprio punho. Há casos em que se ajuíza a pessoa do denunciado, de como ela é vista por determinados segmentos sociais; outros julgam em causa própria ou em defesa dos interesses de facções políticas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas o que o brasileiro quer saber é quais são os direitos do assalariado, que hoje corresponde a 70% das pessoas que trabalham no país, seja no mercado formal, informal ou familiar, e carrega o país como se fosse um pandeiro na cabeça. E por analogia, a pergunta que todos se fazem é o porquê de a pessoa de um magistrado ocupar 24 horas por dia uma poltrona ao lado de Deus na estratosfera e o que ela tem de natureza tão superior que não tenha um professor de nível médio, por exemplo, que recebe entre R$700,00 e 1.400,00 mensais. Não há conflito em relação ao alto grau de importância social da autoridade e do poder de um juiz de direito para decidir o destino de vidas humanas e do país, o que os analistas questionam é o preparo para se ocupar o cargo, dentro do entendimento de que quem de fato tem força judicial e política são os milhares de juízes pelo Brasil afora, representados por meio de seus sindicatos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um juiz titular tem duas férias por ano e goza de uma gama de privilégios que faz subir nas alturas o salário de R$23.000,00. Sem contar que pode roubar (Nicolau dos Santos Neto), pode matar (Aristófanes Vieira Coutinho Júnior) e depois apertar o botão do corporativismo e ficar invisível. Já o professor, dependendo da forma que ele se reporte a um aluno para corrigi-lo, é denunciado e processado. E se reprovar um desajustado filhinho de papai, ou tem de mudar a nota para agradar a direção do colégio ou a porta da rua será a serventia da casa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para reivindicar reajustes inflacionários, o professor precisa recorrer ao sindicato, que fica berrando, mas ninguém ouve. Diferente dos magistrados que fazem o próprio salário e são sempre os primeiros a receber. Juiz tem direito a casa, carro, chofer, telefone, cama, mesa e banho; professor vive dependurado no aluguel e mesmo os que têm casa própria, precisam trabalhar em duas ou três escolas para sustentar a família.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para ser professor de nível médio, em termos gerais, é necessário cursar uma faculdade e obter uma licenciatura, e para ser juiz de direito é necessário ser bacharel em direito e passar no concurso. Ambas possuem o mesmo estágio de ingresso, embora em áreas distintas, e não há entre elas algo que justifique uma diferença salarial vinte vezes maior, mordomias e privilégios mil vezes maior e poder um milhão de vezes maior. O professor é o verdadeiro guardião da sociedade, pois ensina os jovens a serem politicamente corretos e lhes dá a chave do conhecimento para que encontrem um espaço no mercado de trabalho e não caiam nas armadilhas do mundo: o juiz envia para a cadeia aqueles que não tiveram uma boa formação moral e profissional dada pelo professor e se desviaram para a vida do crime. Ainda segundo o finado juiz Leopoldino, se o Brasil tivesse a mais a metade dos professores que tem, com melhores salários, boas escolas, menos influência política e o país tivesse uma estrutura mais pura, o crime cairia pela metade e os cartórios dos tribunais não estariam amontoados até o teto de processos parados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A ditadura militar no Brasil foi a mais branda da América Latina, com certeza mais ideológica do que propriamente política, mesmo tendo participado do Plano Condor. E não há nada no pólo concreto que diga que os militares não souberam governar o país naquele período convulsionado pós-guerra, em meio a conflitos de espionagem e jogos de interesses internacionais. Para os donos do poder naquela época, mesmo com o fim da ditadura e o sobrevôo do país na democracia, nunca saiu uma manchete revelando que tal esquema ou outro modelo sinistro de corrupção fosse comandado por um general e se desconhece que um deles tenha se apropriado da máquina pública e ficado milionário. Se existe, certamente são casos bem isolados e camuflados. Ao contrário de hoje, que não caberia em uma lista a quantidade de prefeitos, deputados, ministros e outras autoridades que ficaram milionários durante uma pequena ou longa passagem por um órgão público. Os portenhos (nascido em Buenos Aires) costumavam brincar que se a Ponte Presidente Costa e Silva (Ponte Rio-Niterói) em vez dos militares, tivesse sido construída por um governo civil, a mesma obra sairia três vezes mais cara.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para se chegar ao posto de general é necessário galgar uma longa e difícil carreira, muito estudo, disciplina e dedicação ao Exército. Mas primeiro, o candidato precisa passar no concurso e enfrentar quatro anos de Academia Militar, onde entre diversas áreas, pode optar por Comunicações, Direito, Engenharia e Ciências Militares. Que vem a ser um preparo muito mais intenso e mais amplo do que o estudo para se chegar a juiz de direito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas a tão sonhada e quase inalcançável patente de general, geralmente só vem depois dos 50 anos de idade, enquanto um juiz de direito pode assumir uma comarca aos 25. Um juiz do Tribunal Militar, que é um oficial de carreira, somando as gratificações e todos os benefícios, recebe entre R$13.000,00 e R$16.000,00, e um juiz togado começa a carreira com R$19.000,00.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E naquele vendaval carente de patriotismo e vergonha, a Polícia Federal deflagrou a operação Anaconda e soltou um relatório com os nomes dos envolvidos, sacudindo mais uma vez a corte do país. Uma corte que assimilava todos os constrangimentos e a crítica popular, sem perder a linha e sem ficar com o rosto vermelho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em dezembro de 2004, a emenda constitucional Nº45 criou o Conselho Nacional de Justiça, como uma resposta ao descontentamento da população. Um órgão voltado ao controle e a transparência dos atos dos magistrados na prestação da justiça.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao longo dos seus sete anos de existência, o CNJ desempenhou papel fundamental na fiscalização dos procedimentos processuais em nível nacional e revolucionou o Poder Judiciário, quebrando a idéia preconcebida por alguns juízes e temida pelo povo, na qual as autoridades judiciais são seres de linhagem superior à natureza humana. Estando, portanto, acima da lei e da justiça. Uma forma de crença que se preconizou por intermédio de juízes que não tinham dignidade com a magistratura.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas nada se compara ao trabalho da Corregedora Nacional de Justiça, Eliane Calmon, que colocou o órgão para funcionar a todo vapor, atendendo ao clamor popular e a urgente necessidade de se recolocar a instituição nos trilhos da moralidade e da eficiência. Pois ela está promovendo uma honrosa caça aos corruptos togados que emperram e desmoralizam o Poder Judiciário e desestabilizam a nação.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alcançou nomes que sempre foram resguardados pelo corporativismo, como é o caso do ex-presidente do Tribunal de Justiça, Luiz Zveiter, do desembargador da Bahia, José Cruz Macedo, entre outros. Vinha fazendo uma devassa na instituição, principalmente na folha de pagamento de juízes, mas na última segunda-feira (19), literalmente levou uma trombada do Ministro Marco Aurélio Mello. Ele suspendeu o poder originário do CNJ para investigar juízes e determinou que o órgão só pode atuar depois das corregedorias locais. Mas a liminar precisa ser julgada em plenário, o que deve ocorrer em fevereiro, na primeira sessão do ano que vem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quem entende bem deste assunto é o jornalista Mario Randolfo Marques Lopes, editor-chefe deste jornal, que desde o início do ano passado está sendo alvo de um bombardeio corporativista e responde a dez processos movidos pelo juiz titular da 1ª Vara Cível de Vassouras, Victor Passos Miranda. São ações atípicas sobre o mesmo assunto, ilustradas com informações e documentos falsos para intimidar a imprensa e calar a verdade. Uma força desmedida de cinco juízes contra um (1) repórter de investigação, sendo que três deles são ex-juízes de Vassouras e duas continuam sendo juízas tabelar da comarca. E todos foram denunciados à Corregedoria de Justiça e três deles ao Conselho Nacional de Justiça por atos ilegais praticados dentro do Fórum de Vassouras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há muito se ouve falar de esquemas de venda de sentença na Terra dos Barões e hoje as evidências são claras de que elas existem. E começam na 95ª DP, onde são negociados os Registro de Ocorrências e os inquéritos, e nos casos mais graves em que haja algum interesse político ou o réu tenha de onde tirar o dinheiro ou quem banque, o delegado José Soares dos Santos forja os procedimentos, descumpre os prazos, falsifica documentos, e até folhas dos inquéritos são arrancadas; o Ministério Público não enxerga tamanhas irregularidades e absorve as reclamações contra os desvios do delegado; o defensor Eduardo Salgado recebe um mapa com a localização dos pontos para explorar no processo e no júri ou numa AIJ (Audiência de Instrução e Julgamento) faz discurso sobre a máquina persecutória do Estado, diz que o processo não serve sequer para papel higiênico e aponta um carrossel de irregularidades cometidas pelo MP. E o bandido é absolvido devido a falhas processuais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;São numerosos os casos, várias vítimas e dezenas de reclamações que estão escondidas nas gavetas da Corregedoria de Justiça do Estado do Rio de Janeiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nem as denúncias nem as provas materiais sequer foram avaliadas e em vez da instauração de um procedimento disciplinar, o corporativismo judicial projetou a imagem da autoridade do magistrado acima da própria verdade, como se fosse uma suástica hitlerista, e inverteu os papéis. Pois o crime praticado deixou de ser a corrupção e o desvio de conduta e passou a ser o pecado capital de se denunciar um juiz de direito, demonstrando na prática que a justiça considera crime os crimes externos e classifica de procedimentos os crimes internos. Um peso e duas medidas, esta é a tônica triste deste país de dimensões continentais que busca uma cadeira no primeiro mundo. Mas com tanta injustiça e desvio de verbas para os bolsos, para as meias e para as cuecas dos ladrões do colarinho branco, estamos mais para Macondo, da obra de Gabriel Garcia Marques.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O processo pivô, que disparou a artilharia de processos, está relacionado a uma matéria publicada por este jornal, denunciando um jogo de favorecimento entre o então prefeito Eurico Júnior e o juiz Victor Passos, por meio da contratação, via decreto, da esposa do magistrado, a arquiteta Keila dos Passos Miranda. Ela não foi aprovada no concurso público municipal de 2007, ficando em segundo lugar para apenas uma vaga, e assumiu o cargo. Funcionários da Prefeitura chamavam-na de “fantasminha da Secretaria de Obras” porque ninguém a via na repartição nem a conhecia, e só passou a existir após as publicações, mesmo assim, apresentando uma licença maternidade e uma licença amamentação que lhe deixaram 11 meses de férias, com apenas dois anos de casa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na Audiência de Instrução e Julgamento realizada em 24 de novembro último (0001479-76.2010.8.19.0065), o juiz não levou aos autos uma única prova de que a esposa realmente exercesse a função de arquiteta na Secretaria de Obras entre 29/02/2008 (data em que foi admitida) e 30/10/2009 (data em que saiu de licença), apenas citou os processos referentes aos 11 meses em que ela ficou de licença maternidade e licença amamentação. Sendo que, na licença amamentação, ela ficou em casa recebendo do erário, contrariando a lei que determina a saída da repartição durante uma hora para amamentar o filho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acostado aos autos há um documento assinado pelo subsecretário municipal de Administração Patrick Lopes Telles, garantindo que antes das licenças, Keilla Cristine teve freqüência normal no setor de trabalho. Mas mentiu em juízo. Pois naquele período, ele ainda não era cargo comissionado do prefeito e não trabalhava na Prefeitura, e não apresentou o caderno de ponto ou um mísero papel de pão com alguma anotação que comprovasse sua declaração.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao ser interpelado pelo defensor Eduardo Januário Newton, um brilhante advogado nomeado pelo corregedor Elison Teixeira de Souza, da DPGE-RJ (Defensoria Pública Geral do Estado do Rio de Janeiro), o secretário de Obras da Prefeitura de Vassouras, conhecido como Lelei, não soube explicar o que a arquiteta Keilla fazia na repartição que ele comanda. A arquiteta Eliane dos Santos Souza, que passou em primeiro lugar no concurso e ficou com a vaga, e há suspeitas de que ela também não trabalhava e quem assinava os projetos era outro funcionário, respondeu ao defensor que ambas não atuavam no setor de projetos nem na fiscalização das obras no município, motivo pelo qual não assinavam nada e não tinham como comprovar por meio de documentos o trabalho delas na secretaria. Entretanto, o decreto assinado pelo prefeito Eurico Júnior nomeando Keilla Cristine respaldava-se na urgente necessidade de mais uma arquiteta para suprir a deficiência na Secretaria. Porém, nenhuma delas exercia o cargo para o qual fora contratada e a Prefeitura de Vassouras durante dois anos não tinha um mísero controle administrativo para saber se a funcionária comparecia ao trabalho ou não.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com a assinatura do decreto nomeando a esposa do juiz, os inquéritos de corrupção na Prefeitura se perderam entre a 95ª DP e o MP. E o processo Nº 0001742-79.2008.8.19.0065 contra o prefeito municipal Eurico Júnior e contra o secretário de Administração Humberto Mandaro Sobrinho, o juiz Victor deixou-o sem movimentar durante um ano e prevaricou ganhando tempo para uma nova eleição da provedoria da Irmandade da Santa Casa de Misericórdia de Vassouras, tornando sem sentido a causa de pedir que era a anulação da eleição.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nos autos há um parecer do IBAM (Instituto Brasileiro de Administração Municipal) taxando de absurdo e de improbidade administrativa o fato de o prefeito e o secretário de Administração serem os gestores de instituições que celebram serviços e negócios entre si, ressaltando o perigo do desvio nas transações comerciais entre ambas instituições, já que o prefeito e o secretário negociavam com eles próprios na Prefeitura, assinavam os cheques e eles mesmos recebiam na Irmandade. A denúncia também comprova que o prefeito Eurico Júnior não era irmão e se passou pelo pai falecido, enquanto Humberto Mandaro se passou pelo falecido tio, e ambos cometeram o crime de falsidade ideológica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com tudo isso, o juiz Victor engessou o processo, não permitindo que saísse do lugar, e protegeu despudoradamente o prefeito. E a partir daí, todas as denúncias de corrupção na Prefeitura, tanto no governo Júnior quanto do prefeito Renan Vinícius, são abafadas pelo juiz. E a secretaria que mais está envolvida em escândalos de corrupção por venda de Alvarás e licenças para obras ilegais em áreas públicas é a Secretaria de Obras, onde a esposa do juiz é arquiteta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Recentemente o CNJ descobriu que Eurico Júnior abriu uma vaga fantasma para Pillar Rodrigues Gama de Souza, sobrinha do conselheiro do TCE-RJ, desembargador Aluízio Gama, em troca de imunidade às punições por mau uso dos recursos municipais. Fato que não deixa dúvida de que o mesmo modelo de corrupção foi estendido ao juiz Victor Passos: a vaga para a esposa em troca do arquivamento dos processos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De acordo com o entendimento do Mario Randolfo, as Procuradorias Estaduais tiveram quase meio século para se aperfeiçoar e moralizar a magistratura, punindo com rigor os juízes que cometeram desvios de conduta, mas não o fizeram. Para ele, devolver o poder a quem nunca teve competência para exercê-lo ou o fez ancorado no corporativismo, é pura perda de tempo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Nem todas as corregedorias funcionam mal, mas grande parte é péssima. Se em meio século de existência, elas não conseguiram se aperfeiçoar e moralizar a magistratura, não vai ser agora com a decisão do Ministro Marco Aurélio. Cito como exemplo a Corregedoria de Justiça do Estado do Rio de Janeiro. Eu e outras pessoas já fizemos uma infinidade de denúncias contra o juiz da 1ª Vara Cível de Vassouras, Victor Passos Miranda, denúncias bem constituídas com fartas provas materiais, mas elas morrem na gaveta do corregedor. E assim acontece pelo Brasil afora, aumentando ainda mais o grau de injustiça no país. O povo brigou pela Lei da Ficha Limpa e até agora o que recebemos foi um diploma de idiotas. Agora querem nos passar de papel passado um diploma de bobos da corte ao nos tomar o Conselho Nacional de Justiça".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ainda segundo o jornalista, os juízes são preparados para exercer a magistratura, mas faltam-lhes doutrina e experiências sociais para desempenhar a missão de decidir o destino de vidas humanas. Por outro lado, destaca que eles vivem o glamour da toga, porém, sem abrir mão de costumes e atividades sociais do mundo exterior, que de certo, comprometem o ajuizamento das causas, além de torná-los vulneráveis à ação dos corruptores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“O Poder Judiciário precisa de mudanças urgentes e uma delas é estabelecer um padrão de conduta profissional e social de um magistrado, usando valores nos quais o julgador não pode estar envolvido em política nem com a causa a ser julgada. Em função do poder quase absoluto de um magistrado, ele tem que ser um exemplo de cidadania, de moral, de dignidade e ter uma conduta jurisdicional ilibada. Bem ao contrário de usar tatuagens, participar de encontros de motociclistas fumando maconha, participar de rodinhas políticas e favorecer os interesses dos governantes; ser ao mesmo tempo ministro da Igreja Católica ou de outra religião, participar de festas, receber homenagens políticas e buscar sempre um salário faraônico ainda maior, sem levar em conta de que o pobre está passando necessidade com um salário mínimo. Um juiz tem que ter a vida doutrinada e se manter distante dos pecados que o levem aos vícios processuais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não precisa viver em um convento e ler o Código Penal e o Código de Processo Civil várias vezes por dia. Basta ser uma pessoa discreta e sem vínculos na cidade em que atua como juiz e aproveitar a vida com a família nos finais de semana e nas férias escolares; bem longe.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pelo ponto de vista porcentual na casa de 1 a 5%, a banda podre do Poder Judiciário é bem pequena, mas numericamente falando, é enorme. E os juízes que a compõem e contaminam a justiça precisam entender que não vivemos em um sistema teocrático e sim Republicano. Eles insistem em desenhar uma aquarela sombria representada por uma galera real romana no período AC: o imperador e seus ministros nos camarotes discutindo os impostos e a extensão de suas conquistas territoriais, enquanto nos porões, o povo rema.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* Vale lembrar que no início de 2010, este jornal foi alvo de uma violenta  repressão judicial feita de maneira arbitrária para impedir que a população tivesse acesso às informações do que se passa dentro das quatros paredes do Fórum, da Delegacia e da Prefeitura de Vassouras e como anda o trabalho dos servidores que são pagos com o dinheiro dos impostos. Foi uma violação dos diretos constitucionais do cidadão!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Todas as matérias são verdadeiras e estão fundamentadas em provas inquestionáveis, e de fato há um esquema de venda de sentença no triângulo da lei, salvo a 2ª Vara Criminal, que funciona como poucas no Estado do Rio de Janeiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em matéria de arbitrariedade e abuso de poder, uma Tutela Antecipada baseada em mentiras provocou o fechamento do www.vassourasnanet.com.br, do www.vassourasnanet.com e da bocamalditaonline.com.br e nos obrigou a tirar do ar todas as matérias sobre a corrupção na Prefeitura;  o processo foi colocado sob segredo de justiça para abafar o caso; Mario Randolfo foi obrigado a fazer um vergonho exame de insanidade mental no Hospital Psiquiátrico Heitor Carrilhos; a Defensoria Pública em vez de defender Randolfo, fazia um troca-troca de defensores e manobras para condenar este jornal; o Ministério Público, em vez de apurar a corrupção que desfila diante dos olhos do promotor,  optou por acatar denúncias infundadas contra o Randolfo. Por fim, quando já não havia mais como fazer para nos  frear, nos calar,  Mario Randolfo foi vítima de um atentado e levou cinco tiros na cabeça. O inquérito está parado até hoje e a polícia apagou as marcas do crime porque há fortes suspeitas de que a ordem partir do juiz Victor Passos, com a garantia de que não haveria apuração.  Acessar a matéria do atentado.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5388885470067245342-1896764522164404574?l=upecbrasil.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://upecbrasil.blogspot.com/feeds/1896764522164404574/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5388885470067245342&amp;postID=1896764522164404574' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5388885470067245342/posts/default/1896764522164404574'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5388885470067245342/posts/default/1896764522164404574'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://upecbrasil.blogspot.com/2012/02/bandidos-togados-na-terra-da.html' title='Bandidos Togados  Na Terra da Safadolândia'/><author><name>UPEC</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12567761697811164225</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='16' src='http://bp3.blogger.com/_Mt44_jsNnK0/Rr5VSumBjxI/AAAAAAAAAAM/FNVUBudLiN8/s1600/Clipboard01.png'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5388885470067245342.post-6149548854145734458</id><published>2012-02-11T11:48:00.000-02:00</published><updated>2012-02-11T11:50:55.304-02:00</updated><title type='text'>RASGANDO DINHEIRO</title><content type='html'>&lt;span style="color: rgb(51, 51, 255);font-size:180%;" &gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Dilma dá mais dinheiro para Cuba importar vodca e chocolate do Brasil. Ajuda já passa de U$ 1,3 bilhão para ilha-prisão&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Ontem, este Blog informou que o dinheiro que o Brasil dá para Cuba comprar do Brasil serviu para impoirtar vodca e chocolate em 2011. Foram mais de U$ 1,3 bilhão para um grupelho de comunistas assassinos lambuzarem os beiços e tomarem pileques por conta do contribuinte brasileiro. Mas não pára aí. Dilma está levando mais um caminhão de dinheiro para os inimigos do "império". Veja matéria abaixo do Estadão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A presidente Dilma Rousseff chegaria ontem à noite em Havana para sua primeira visita oficial a Cuba. A julgar pelos sinais enviados por Brasília, o governo cubano tem mais razões para ser otimista do que a dissidência. Dilma leva à ilha mais uma linha de crédito, dessa vez de US$ 523 milhões. Com isso, o financiamento brasileiro à ilha chega a US$ 1,37 bilhão. Com a visita da presidente brasileira, o regime cubano - que investe em algumas mudanças econômicas para tentar tirar a ilha da inércia financeira - espera do Brasil mais investimentos pesados em obras de infraestrutura. Por seu lado, os dissidentes, apesar de todos os sinais contrários vindos de Brasília, ainda acreditavam ontem que o governo brasileiro não manteria a tradicional indiferença às violações dos direitos humanos no país.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Itamaraty não esconde que o propósito da visita de Dilma é econômico e comercial. O Ministério das Relações Exteriores tem reiterado que o Brasil não tem intenção de tratar publicamente de temas espinhosos, como a repressão cubana. A avaliação do Brasil, de acordo com o chanceler Antonio Patriota, é a de que "a situação dos direitos humanos em Cuba não é emergencial". Incluir na agenda presidencial encontros com opositores do regime, mesmo que para tratar de direitos humanos - na teoria, um tema caro à presidente - não cairia muito bem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que interessa ao governo brasileiro é incentivar o regime cubano a seguir adiante com as mudanças econômicas. A avaliação da diplomacia brasileira é a de que ajudar Cuba a avançar economicamente é a melhor colaboração que se pode dar ao país. Por isso, o País vai financiar do término do Porto de Mariel, uma obra de US$ 683 milhões, até a compra de alimentos e máquinas. O comércio entre os dois países cresceu 31% de 2010 para 2011, chegando a US$ 642 milhões. No entanto, essa é quase uma via de mão única: apenas US$ 92 milhões são de exportações cubanas, especialmente medicamentos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há pouco para Cuba vender e muito para comprar. Chegam do Brasil equipamentos agrícolas, sapatos, produtos de beleza, café, em alguns momentos, até açúcar. Hoje extremamente dependente da Venezuela, que garante praticamente todo o petróleo usado na ilha a preço de custo, os cubanos repetem uma situação que já viveram nos anos 70 e 80 com a União Soviética, antes de Moscou falir e abandonar Cuba à própria sorte. "A Venezuela é nossa nova URSS. O equilíbrio cubano hoje se chama Hugo Chávez", avalia o economista Oscar Espinosa Chepe. "Há muito potencial, especialmente na agricultura, mas é preciso investimento. É preciso buscar investimentos estrangeiros reais, buscar um país mais sério."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pelo menos três diferentes grupos de dissidentes pediram audiência a Dilma ou a alguém de sua comitiva, mas não receberam resposta. "O que podemos esperar é que a presidente fale das pessoas, do povo cubano. Ela pode falar muito perto de Raúl e Fidel Castro, nós não podemos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Gostaria que essa visita marcasse o antes e o depois", disse a blogueira e colunista do Estado Yoani Sánchez. Outros têm expectativa mais modesta: imaginam que pelo menos a presidente não dará declarações como a do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que comparou o dissidente Orlando Zapata, morto durante sua visita ao país, em 2010, a presos comuns "de São Paulo ou do Rio". "Sabemos que Dilma não fará o mesmo, mas também não temos esperança de que falará por nós", afirmou José Daniel Ferrer García, da União Patriótica Cubana, grupo ao qual pertencia Wilman Villar Mendoza, dissidente que morreu dia 19, depois de uma greve de fome de 48 dias em uma prisão cubana. A viúva de Villar, Maritza, chegou ontem a Havana, vinda de Santiago, para denunciar a morte do marido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Postado por O EDITOR &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;http://coturnonoturno.blogspot.com/2012/01/dilma-da-mais-dinheiro-para-cuba.html&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5388885470067245342-6149548854145734458?l=upecbrasil.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://upecbrasil.blogspot.com/feeds/6149548854145734458/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5388885470067245342&amp;postID=6149548854145734458' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5388885470067245342/posts/default/6149548854145734458'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5388885470067245342/posts/default/6149548854145734458'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://upecbrasil.blogspot.com/2012/02/rasgando-dinheiro.html' title='RASGANDO DINHEIRO'/><author><name>UPEC</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12567761697811164225</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='16' src='http://bp3.blogger.com/_Mt44_jsNnK0/Rr5VSumBjxI/AAAAAAAAAAM/FNVUBudLiN8/s1600/Clipboard01.png'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5388885470067245342.post-4053673460512765358</id><published>2012-02-11T11:07:00.002-02:00</published><updated>2012-02-11T11:12:36.530-02:00</updated><title type='text'>Por Reinaldo Azevedo  - 0/02/2012 - às 4:05</title><content type='html'>&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(51, 51, 255);font-size:180%;" &gt;Presidente Dilma, levante e governe! Já passou da hora! Ou: Incompetência e imprudência&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;A presidente Dilma Rousseff, a Cleópatra do Paranoá, ficou mal-acostumada com o jornalismo dos Crodoaldos Valérios, que a cobrem de elogios muito especialmente por sua enorme capacidade de não fazer nada, de manter tudo mais ou menos como está para ver como é que fica. Não vai aqui juízo severo demais ou excessivamente generalista. Dilma teve de demitir sete ministros de estado sob suspeita de corrupção. Sim, aplausos a ela que os demitiu! Mas, se for o caso, vaias a ela, que os nomeou! Ou esse detalhe há de passar despercebido para que a vocação para o elogio não se deixe contaminar pela realidade? Chamo a atenção para este fato porque Dilma no papel de ombudsman do governo Dilma, como tenho apontado, pode seduzir os mordomos subservientes e fiéis, mas tem lá seus limites, não? Essa absurda mobilização de Polícias Militares, que lança na insegurança milhões de brasileiros, está dizendo com todas as letras: “Presidente Dilma, levante e governe! Já passou da hora”. Volto a esse ponto depois de algumas outras considerações.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dilma cresceu uma média de dez pontos na aceitação popular no curso das sete demissões — “Ah, essa resolve!” O jornalismo especializado em fazer perfis (ai, que preguicinha!) não cansa de exaltar a mulher austera, que dá broncas em público, que quer monitorar tudo online, que não aceita respostas enroladas… Sei, Dilma não aceitaria como ministra a Dilma que cuidava dos aeroportos, que cuidava da transposição do São Francisco, que cuidava das estradas, que cuidava das obras da Copa… A presidente, em suma, sempre foi craque em criar a fama de que era craque. É o Dadá Maravilha da política, só quem sem o humor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Então não vimos a soberana num canteiro de obras da transposição do São Francisco, em Pernambuco, a dar pitos nas empresas privadas e, se vocês perceberam bem, até no Exército? Todo mundo parecia culpado pelo atraso, menos o dono da obra — e o dono da obra é o governo. É o governo Dilma. Antes dela, era o governo Lula, sob a supervisão de… Dilma!!! Vejo, um tanto escandalizado, até o caso da Casa da Moeda se descolar da presidente. Que há algo de muito errado por ali, não se duvide. Mais uma vez, Dilma está brava porque o ministro Guido Mantega não a teria informado o suficiente da real situação do tal senhor que tinha uma empresa no exterior que movimentava fortunas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As casas do “Minha Casa Minha Vida” são muito engraçadas porque não têm teto, não têm nada, e não se pode fazer xixi ali… Tudo empacado no trocadilho. Das quase 1.700 creches prometidas para 2011, não houve uma só, uma miserável, que saísse do papel. Se a popularidade, no entanto, cresceu dez pontos porque “essa resolve”, então que tudo siga como está.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um dia essa tática daria com os burros n’água. E deu! Deu porque, imprudente, essa gente decidiu se comportar como vivandeira, dando piscadelas na porta de quartel e insuflando os espíritos de homens armados. Tudo começou com o Apedeuta lá no Distrito Federal, como já demonstrei aqui, teve seqüência com a PEC 300 e ganhou fôlego na campanha eleitoral de… Dilma Rousseff! Sim, sua campanha sugeriu que, com ela, a tal proposta que iguala os salários dos policiais militares e bombeiros do Brasil ao que se paga no Distrito Federal seria aprovada. PROCUREM NA INTERNET. UM DOS INTERLOCUTORES COM AS LIDERANÇAS DAS POLÍCIAS FOI NINGUÉM MENOS DO QUE MICHEL TEMER. E não duvidem: se a proposta for votada no Congresso, será aprovada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Só que abriria um rombo brutal no caixa dos estados, que seria repassado para a União. E, então, SEGUINDO A TÁTICA DE NÃO GOVERNAR, DE EMPURRAR COM A BARRIGA, a Rigorosa do Chapadão mandou que a base aliada fosse empurrando a coisa com a barriga. A insatisfação dos quartéis foi crescendo, crescendo, crescendo… E assumiu seu contorno mais dramático, até agora, na Bahia, justamente o estado governado pelo chefe das vivandeiras, Jaques Wagner, notório apoiador de greves policiais no passado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;A Horrorizada do Alvorada&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;Dilma agora se diz “horrorizada” com a forma que assumiu a greve. Ora… A Horrorizada do Alvorada está estranhando o quê? Como diz o povo, quem muito brinca com fogo acaba chamuscado. Como previu o Apedeuta no célebre discurso em que deitou falação pelos cotovelos, a reivindicação se espalharia pelo Brasil. E se espalhou. Onde esteve, nesse tempo, Gilberto Carvalho, o tal ministro dedicado à interlocução com “os movimentos sociais”, que comandou, no Planalto, a campanha de demonização do governo de São Paulo e da Polícia Militar em particular, uma das mais eficientes e disciplinadas do país? O homem sumiu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dilma não tem de se “horrorizar”. Tem é de tomar providências. Em algum momento, vai ter de dizer que não há dinheiro para aprovar a PEC 300 — e terá de ser com todas as letras —, ou, então, vai ter de optar por um rombo de impacto difícil de imaginar e jogar nas costas da União o custo da equiparação. E será uma operação complicadíssima. Ainda que o governo federal decidisse repassar um “X per capita” para cada policial, haveria um debate infindável sobre o contingente de cada estado. Em suma: Lula abriu a Caixa de Pandora, um deputado da base aliada ficou estimulando os monstrinhos a sair de lá, e a campanha eleitoral de Dilma resolveu considerá-los bons espíritos… Eis aí. Como no mito, Soberana, só a esperança ficou escondida lá no fundo…&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Levante e governe, Rainha dos Canteiros de Obras Paradas! Desta vez, não vai dar para levar no bico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Coragem, Esplendorosa da Classe C!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;Não! Eu absolutamente não endosso, Esplendorosa da Classe C, os métodos a que estão recorrendo os policiais militares. Como já escrevi aqui uma centena de vezes — aliás, meu primeiro texto contra greve de policiais é de 1991, justamente por causa de uma paralisação na Bahia (uma das que Jaques Wagner apoiou) —, gente armada não pode se meter nesse tipo de movimento. Eu sou contra greve de funcionários públicos. Em março de 2010, os petistas da Apeoesp, associação de professores da rede estadual de ensino em São Paulo, promoveram uma greve com queima de livros em praça pública, depredação de patrimônio e confronto com a PM. Dilma não só usou o evento para demonizar o seu adversário eleitoral, José Serra, como recebeu a presidente do sindicato que havia prometido “quebrar a espinha do ex-governador”, assegurando que ele não seria eleito presidente. Foi tão escancarado o uso eleitoral da greve que o sindicato foi multado pelo Tribunal Superior Eleitoral. Dilma expressou o seu apoio e ainda acusou a PM de recorrer à violência contra os professores, o que era mentira. Em 2008, como todos sabem, deputados petistas, PT e CUT apoiaram a GREVE ARMADA de uma minoria de policiais civis. Um deles chegou a disparar um tiro, ferindo um oficial da PM.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Militantes da Apeoesp queimam livros em praça pública em março de 2010. A candidata Dilma recebeu a líder com pompa e ainda atacou o governo de SP&lt;br /&gt;Por que o espanto, agora, da Horrorizada do Alvorada? Não! Eu não apóio as greves das PMs, não! Ao contrário. Acredito que já é mais do que tempo de o país votar uma Lei Antiterrorismo que puna com severidade aqueles que, em nome de suas reivindicações, direitos ou o que supõem ser direitos, coloquem em risco a segurança coletiva. Então veja, Soberana do Planalto, como sou duro e a convido a ser antipática, seguindo a Constituição e propondo uma lei. É bem verdade que isso vai acabar ferindo susceptibilidades de alguns de seus caros aliados, não é? Mas governar também tem lá seus ônus…&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Serão assim tão hábeis?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;A estréia do PT no mundo da severidade se dá de um modo um tanto estabanado. Qualquer pessoa razoavelmente prudente seria levada a considerar que a prisão do cabo bombeiro Benevoluto Daciolo, no Rio, corresponderia a apagar fogo com gasolina. Nas gravações entre o líder da greve na Bahia e um interlocutor, parece que fica clara a combinação de um ato de sabotagem. No caso de Daciolo, convenham, é discutível. Afinal, ele é líder de uma categoria. Se a sua atuação sindical é permitida, por que não as articulações e conversas?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Atenção! Eu acho que precisamos de leis mais claras para disciplinar tudo isso. Estou entre aqueles que não vêem ambigüidade nenhuma no que já há: greve de PMs é proibida. Mas há quem ache que as coisas estão sujeitas a interpretações e coisa e tal. O governo federal, com a base que tem, vai ter de cuidar do assunto. Consegue aprovar o que quiser — inclusive a lei antiterror. Dito isso, vamos ao que se tem hoje: diga-se o que se disser, o cabo Daciolo não foi além — a menos que haja falas que não vieram a público — do que dizem as lideranças de categoria em todos os estados em que há mobilização.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dada a radicalização na Bahia, dados os ânimos exaltados, dada a sensação de humilhação que as lideranças dizem estar sentindo, quem vazou a conversa de Daciolo, criando as circunstâncias para a sua prisão, NÃO PASSA DE UM AMADOR. Comentei aqui com Dona Reinalda: “Essa prisão é uma tolice. Agora é que a greve no Rio vai sair”. E saiu. Espero que tenha desfecho menos trágico e que logo seja revogada. O fato é que faltou uma visão estratégica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;A Indignada da Praça dos Três Poderes e a anistia&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;Dilma fará melhor se governar mais e falar ainda menos. Também as suas considerações, em plena efervescência do movimento, contra a anistia a policiais que cometeram crimes são contraproducentes. É a tal síndrome da ombudsman. Basta que se diga favorável ao cumprimento da lei. Até porque não convém ficar cutucando esse negócio de que a anistia é inaceitável para criminosos, não é? Posso apostar que essa não é uma boa vereda para os atuais donos do poder…&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A ordem tem de ser restaurada. O problema que teve início com uma Medida Provisória do Apedeuta e que chegou a ser peça da campanha eleitoral de Dilma Rousseff — não adianta negar! — hoje se volta contra a população, que é quem está, de fato, arcando com as conseqüências. Desta vez, Dilma não pode ser apenas a Indignada da Praça dos Três Poderes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O governo Dilma colhe os frutos do rebolado na porta de quartel. O que se tem como resultado? Nunca antes na história destepaiz, depois da redemocratização, se viram tantos homens das Forças Armadas nas ruas. Os “companheiros” fizeram a caca, e agora foi preciso chamar os homens de verde. A sorte é que a cascata de esquerdistas durante a Constituinte não prosperou, e a Carta autoriza, sob certas condições, que as Forças Armadas também cuidem da ordem interna. “Reacionários” como eu sempre defenderam esse princípio. Os “progressistas” é que eram contra…&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Coragem, Venturosa do Deitado em Berço Esplêndido! Levante e governe!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por Reinaldo Azevedo &lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5388885470067245342-4053673460512765358?l=upecbrasil.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://upecbrasil.blogspot.com/feeds/4053673460512765358/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5388885470067245342&amp;postID=4053673460512765358' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5388885470067245342/posts/default/4053673460512765358'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5388885470067245342/posts/default/4053673460512765358'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://upecbrasil.blogspot.com/2012/02/por-reinaldo-azevedo-0022012-as-405.html' title='Por Reinaldo Azevedo  - 0/02/2012 - às 4:05'/><author><name>UPEC</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12567761697811164225</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='16' src='http://bp3.blogger.com/_Mt44_jsNnK0/Rr5VSumBjxI/AAAAAAAAAAM/FNVUBudLiN8/s1600/Clipboard01.png'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5388885470067245342.post-7281951047908696792</id><published>2012-02-11T11:01:00.001-02:00</published><updated>2012-02-11T11:02:46.817-02:00</updated><title type='text'>EDITORIAL DE O ESTADO DE S. PAULO</title><content type='html'>EDITORIAL DE O ESTDO DE S. PAULO&lt;br /&gt;01 de fevereiro de 2012&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(51, 51, 255);font-size:180%;" &gt;Corrupção e incompetência&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;01 de fevereiro de 2012&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O tempo está sendo implacável com a imagem que arduamente a presidente Dilma Rousseff tenta construir para si - como fez durante a campanha eleitoral de 2010, com a inestimável colaboração de seu patrono político, o ex-presidente Lula -, de administradora capaz, tecnicamente competente e defensora da lisura e da moralidade dos atos públicos. É cada vez mais claro que tudo não passa da construção de uma personagem de feitio exclusivamente eleitoral.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As trocas de ministros no primeiro ano de mandato por suspeitas de irregularidades são a face mais visível dos malefícios de um governo baseado não na competência de seus integrantes - como seria de esperar da equipe de uma gestora eficiente dos recursos públicos -, mas em acordos de conveniência político-partidárias que levaram ao loteamento dos principais postos da administração federal. O resultado não poderia ser diferente do que revelam os fatos que vão chegando ao conhecimento do público.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A amostra mais recente dos prejuízos que essa forma de montar equipes e administrar a coisa pública pode causar ao erário é o contrato assinado em 2010 pelo Ministério do Esporte com a Fundação Instituto de Administração (FIA) para a criação de uma estatal natimorta. O caso, relatado pelos repórteres do Estado Fábio Fabrini e Iuri Dantas (30/1), espanta pelo valor gasto para que rigorosamente nada fosse feito de prático e porque o contrato não tinha nenhuma utilidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A FIA foi contratada para ajudar na constituição da Empresa Brasileira de Legado Esportivo Brasil 2016, legalmente constituída em agosto de 2010 para executar projetos ligados à Olimpíada de 2016. De acordo com o contrato, a FIA deveria "apoiar a modelagem de gestão da fase inicial de atividade da estatal". A empresa não chegou a ser constituída formalmente - não foi inscrita no CNPJ nem teve sede, diretoria ou empregados -, pois, em agosto do ano passado, foi incluída no Programa Nacional de Desestatização, para ser liquidada. E por que, apenas um ano depois de a constituir, o governo decidiu extingui-la? Porque ela não tinha nenhuma função. Mesmo assim, a fundação contratada recebeu quase R$ 5 milhões - uma parte, aliás, paga depois de o governo ter decidido extinguir a empresa, cuja criação fora objeto do contrato com a FIA.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em sua defesa, o Ministério do Esporte afirma que a contratação se baseou na legislação. É risível, no entanto, a alegação de que "os estudos subsidiaram decisões, sugeriram alternativas para contribuir com os debates que ocorreram nos governos federal, estadual e municipal e deram apoio aos gestores dos três entes para a tomada de decisões mais adequadas".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas tem mais. Pela leitura da mesma edição do Estado em que saiu a história acima, o público fica sabendo que, de 10 contratos na área de habitação popular firmados pela União com Estados e municípios, 7 não saíram do papel. Pode-se alegar, como fez a responsável pela área de habitação do Ministério das Cidades, que alguns Estados e prefeituras não estavam tecnicamente capacitados para executar as obras ou realizar as licitações previstas nos contratos de repasse de verbas federais. Isso significa que o governo federal se comprometeu, por contrato, a transferir recursos a quem não estava em condições de utilizá-los adequadamente, o que mostra no mínimo falta de critério.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além disso, o programa que assegurou boa parte dos votos da candidata do PT em 2010, o Minha Casa, Minha Vida, sobre o qual Dilma falou maravilhas, na Bahia, antes de partir para Cuba, praticamente não saiu do papel no ano passado, e continuará parado em 2012, se não for mudado em alguns aspectos essenciais, alertam empresários do setor de construção civil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E muitos outros programas considerados prioritários pelo governo Dilma se arrastam. Os investimentos efetivos do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), outra grande fonte de votos para Dilma em 2010, são bem inferiores aos programados, e boa parte se refere a contratos assinados em exercícios passados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O problema não é novo. A má qualidade da gestão é marca da administração do PT. E Dilma tem tudo a ver com isso, pois desempenha papel central nessa administração desde 2003.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5388885470067245342-7281951047908696792?l=upecbrasil.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://upecbrasil.blogspot.com/feeds/7281951047908696792/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5388885470067245342&amp;postID=7281951047908696792' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5388885470067245342/posts/default/7281951047908696792'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5388885470067245342/posts/default/7281951047908696792'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://upecbrasil.blogspot.com/2012/02/editorial-de-o-estado-de-s-paulo.html' title='EDITORIAL DE O ESTADO DE S. PAULO'/><author><name>UPEC</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12567761697811164225</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='16' src='http://bp3.blogger.com/_Mt44_jsNnK0/Rr5VSumBjxI/AAAAAAAAAAM/FNVUBudLiN8/s1600/Clipboard01.png'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5388885470067245342.post-111919326808823113</id><published>2012-02-10T23:51:00.000-02:00</published><updated>2012-02-10T23:52:35.110-02:00</updated><title type='text'>Por Reinaldo Azevedo</title><content type='html'>&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(51, 51, 255);font-size:180%;" &gt;LAERTE NÃO ESTÁ REIVINDICANDO UM DIREITO PARA AS “TRANSGÊNERAS”. ESTÁ É TENTANDO SOLAPAR UM DIREITO DAS MULHERES&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;No post abaixo, anuncio que falarei sobre o caso do cartunista Laerte, o tal que decidiu andar por vai vestido de mulher e quer usar banheiro feminino. Repito o primeiro parágrafo para dar continuidade ao texto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É quase inacreditável que eu me veja compelido a tratar de determinadas questões aqui, mas fazer o quê? Certas expressões extremistas das minorais agora decidiram que a democracia - que lhes garante, felizmente, a liberdade de expressão - é só uma etapa a ser superada por microditaduras - justamente as microditaduras das minorias. Santo Deus! Vou valar do caso do cartunista Laerte, que é “Sônia” de vez em quando. Problema dele. Se ele quer, no entanto, usar o banheiro das mulheres quando está “montado”, aí o problema é nosso, de todos nós: homens, pais, mulheres, mães, filhas, meninas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Muito bem!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A democracia, o melhor dos piores regimes, garante direitos universais e procura proteger a maioria das imposições das minorias influentes — pouco importa a natureza dessa influência. Se cada grupo que cultiva valores particulares decidir impor os seus próprios anseios e suas próprias necessidades ao conjunto da sociedade, então viveremos uma verdadeira guerra de todos contra todos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma mulher se incomodou com a presença de Larte, que se define agora como uma “pessoa transgênera”, no banheiro feminino de um restaurante e fez o óbvio: reclamou com o gerente, que recomendou ao cartunista que usasse o banheiro masculino. Que escândalo, não??? Para efeitos civis e legais (e segundo a biologia), ele continua… homem! Ele se ofendeu e procurou, imaginem só, a Secretaria de Justiça do Estado porque uma lei estadual, a 10.948/01, de autoria do petista Renato Simões, proíbe a discriminação de gênero (já falo a respeito).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Laerte, que tem 60 anos, é gay? Ele já foi casado e tem dois filhos. Também tem uma namorada. No que concerne à prática sexual propriamente, define-se como bissexual. Há dois anos, decidiu sair por aí vestido de mulher. Atenção! Nós não temos rigorosamente nada com isso! Faça ele da sua vida o que bem entender. No passeio público, nos restaurantes, onde quer que seja, desde que se comporte, como toda gente, segundo as regras da civilidade, deve ser respeitado, como qualquer pessoa. Ponto!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No dia, no entanto, em que bastar a um homem se vestir de mulher para poder freqüentar um espaço destinado, queiramos ou não, à intimidade das mulheres — e, atenção!, das meninas —, esses espaços ficarão à mercê da ação de pervertidos (eles existem!), que verão uma chance excepcional, sob a proteção da lei, de molestá-las. NÃO, SENHORES! LAERTE NÃO ESTÁ TENTANDO GARANTIR OS DIREITOS DAS TRANSGÊNERAS! ELE ESTÁ TENTANDO SOLAPAR OS DIREITOS FEMININOS.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Laerte faz um questionamento ridículo: pergunta se a mulher que reclamou se sentiria incomodada se houvesse uma lésbica no banheiro. Ainda que se sentisse, nada poderia fazer — sempre destacando os limites da civilidade a que todos devem obedecer. Ocorre que Laerte não é lésbica. Mesmo quando e se faz sexo com sua namorada portando adereços femininos, continua a ser um homem portando adereços femininos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ele apelou, imaginem, à Secretaria de Justiça do Estado por conta da lei 10.948, proposta originalmente pelo deputado petista Renato Simões. Transcrevo a íntegra. Volto depois.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;Artigo 1º - Será punida, nos termos desta lei, toda manifestação atentatória ou discriminatória praticada contra cidadão homossexual, bissexual ou transgênero.&lt;/span&gt;&lt;br style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;Artigo 2º - Consideram-se atos atentatórios e discriminatórios dos direitos individuais e coletivos dos cidadãos homossexuais, bissexuais ou transgêneros, para os efeitos desta lei:&lt;/span&gt;&lt;br style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;I - praticar qualquer tipo de ação violenta, constrangedora, intimidatória ou vexatória, de ordem moral, ética, filosófica ou psicológica;&lt;/span&gt;&lt;br style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;II - proibir o ingresso ou permanência em qualquer ambiente ou estabelecimento público ou privado, aberto ao público;&lt;/span&gt;&lt;br style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;III - praticar atendimento selecionado que não esteja devidamente determinado em lei;&lt;/span&gt;&lt;br style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;IV - preterir, sobretaxar ou impedir a hospedagem em hotéis, motéis, pensões ou similares;&lt;/span&gt;&lt;br style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;V - preterir, sobretaxar ou impedir a locação, compra, aquisição, arrendamento ou empréstimo de bens móveis ou imóveis de qualquer finalidade;&lt;/span&gt;&lt;br style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;VI - praticar o empregador, ou seu preposto, atos de demissão direta ou indireta, em função da orientação sexual do empregado;&lt;/span&gt;&lt;br style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;VII - inibir ou proibir a admissão ou o acesso profissional em qualquer estabelecimento público ou privado em função da orientação sexual do profissional;&lt;/span&gt;&lt;br style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;VIII - proibir a livre expressão e manifestação de afetividade, sendo estas expressões e manifestações permitidas aos demais cidadãos.&lt;/span&gt;&lt;br style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;Artigo 3º - São passíveis de punição o cidadão, inclusive os detentores de função pública, civil ou militar, e toda organização social ou empresa, com ou sem fins lucrativos, de caráter privado ou público, instaladas neste Estado, que intentarem contra o que dispõe esta lei.&lt;/span&gt;&lt;br style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;Artigo 4º - A prática dos atos discriminatórios a que se refere esta lei será apurada em processo administrativo, que terá início mediante:&lt;/span&gt;&lt;br style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;I - reclamação do ofendido;&lt;/span&gt;&lt;br style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;II - ato ou ofício de autoridade competente;&lt;/span&gt;&lt;br style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;III - comunicado de organizações não-governamentais de defesa da cidadania e direitos humanos.&lt;/span&gt;&lt;br style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;Artigo 5º - O cidadão homossexual, bissexual ou transgênero que for vítima dos atos discriminatórios poderá apresentar sua denúncia pessoalmente ou por carta, telegrama, telex, via Internet ou fac-símile ao órgão estadual competente e/ou a organizações não-governamentais de defesa da cidadania e direitos humanos.&lt;/span&gt;&lt;br style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;§ 1º - A denúncia deverá ser fundamentada por meio da descrição do fato ou ato discriminatório, seguida da identificação de quem faz a denúncia, garantindo-se, na forma da lei, o sigilo do denunciante.&lt;/span&gt;&lt;br style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;§ 2º - Recebida a denúncia, competirá à Secretaria da Justiça e da Defesa da Cidadania promover a instauração do processo administrativo devido para apuração e imposição das penalidades cabíveis.&lt;/span&gt;&lt;br style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;Artigo 6º - As penalidades aplicáveis aos que praticarem atos de discriminação ou qualquer outro ato atentatório aos direitos e garantias fundamentais da pessoa humana serão as seguintes:&lt;/span&gt;&lt;br style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;I - advertência;&lt;/span&gt;&lt;br style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;II - multa de 1000 (um mil) UFESPs - Unidades Fiscais do Estado de São Paulo;&lt;/span&gt;&lt;br style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;III - multa de 3000 (três mil) UFESPs - Unidades Fiscais do Estado de São Paulo, em caso de reincidência;&lt;/span&gt;&lt;br style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;IV - suspensão da licença estadual para funcionamento por 30 (trinta) dias;&lt;/span&gt;&lt;br style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;V - cassação da licença estadual para funcionamento.&lt;/span&gt;&lt;br style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;§ 1º - As penas mencionadas nos incisos II a V deste artigo não se aplicam aos órgãos e empresas públicas, cujos responsáveis serão punidos na forma do Estatuto dos Funcionários Públicos Civis do Estado - Lei nº 10.261, de 28 de outubro de 1968.&lt;/span&gt;&lt;br style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;§ 2º - Os valores das multas poderão ser elevados em at 10 (dez) vezes quando for verificado que, em razão do porte do estabelecimento, resultarão inócuas.&lt;/span&gt;&lt;br style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;§ 3º - Quando for imposta a pena prevista no inciso V supra, deverá ser comunicada a autoridade responsável pela emissão da licença, que providenciará a sua cassação, comunicando-se, igualmente, a autoridade municipal para eventuais providências no âmbito de sua competência.&lt;/span&gt;&lt;br style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;Artigo 7º - Aos servidores públicos que, no exercício de suas funções e/ou em repartição pública, por ação ou omissão, deixarem de cumprir os dispositivos da presente lei, serão aplicadas as penalidades cabíveis nos termos do Estatuto dos Funcionários Públicos.&lt;/span&gt;&lt;br style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;Artigo 8º - O Poder Público disponibilizará cópias desta lei para que sejam afixadas nos estabelecimentos e em locais de fácil leitura pelo público em geral.&lt;/span&gt;&lt;br style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;Artigo 9º - Esta lei entra em vigor na data de sua publicação.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Voltei&lt;br /&gt;A lei não ampara, parece-me, a reivindicação de Laerte. Segundo se entende, ele não sofreu qualquer restrição ou preconceito na área comum do restaurante, aquela destinada a homens, mulheres, gays, lésbicas e “transgêneras”, como ele diz. Só lhe foi pedido, vejam que absurdo, que, sendo homem (sem qualquer ofensa), use o banheiro de homem. Ainda que ele seja uma lady e jamais usasse de sua condição para molestar mulheres ou meninas, tem de pensar no que a sua reivindicação implica. Se não pensa, cegado por sua luta, esse também é um problema dele, não nosso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Essa questão, de um ridículo atroz, não deixa de ser um desdobramento daquela decisão infeliz do STF sobre a união estável. Não que eu seja contra. Não sou! Só que é preciso mudar a Constituição, que define a tal união como a celebrada entre “homem” e “mulher” — o texto é mais explícito do que filmes estrelados por Linda Lovelace (essa referência é para os com 50, como eu, hehe…). Qual foi a consideração que triunfou? A Constituição teria valores mais altos em favor da igualdade etc e tal. Ora, os que criticaram a decisão, como fiz, não estavam contestando esses valores, mas apontando que, para a questão específica, a união civil, o texto estabelece precondições.&lt;br /&gt;Ao ignorá-las, o Supremo estabeleceu que homem não precisa ser “homem” nem mulher, mulher. E se esses dois gêneros passaram a existir só na biologia (isso não se muda por decreto), então tudo é permitido. E não duvidem: as mulheres sairão perdendo. É bem provável que elas não invadam os banheiros masculinos por uma penca de motivos que nem vou elencar aqui (boa parte dos homens não se incomodaria, também por uma penca de motivos…), mas terão invadidos os espaços que lhes são reservados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A isso está nos conduzindo o pensamento politicamente correto, que confunde reivindicações de minorias, mesmo as mais radicalizadas, com uma categoria de pensamento. Aos poucos, os valores universais da democracia é que estão sendo corroídos. Essa corrosão, é fatal, acabará ferindo direitos. Laerte, querendo ou não, resolveu agredir os das mulheres.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por Reinaldo Azevedo &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;__._,_.___&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5388885470067245342-111919326808823113?l=upecbrasil.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://upecbrasil.blogspot.com/feeds/111919326808823113/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5388885470067245342&amp;postID=111919326808823113' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5388885470067245342/posts/default/111919326808823113'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5388885470067245342/posts/default/111919326808823113'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://upecbrasil.blogspot.com/2012/02/por-reinaldo-azevedo.html' title='Por Reinaldo Azevedo'/><author><name>UPEC</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12567761697811164225</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='16' src='http://bp3.blogger.com/_Mt44_jsNnK0/Rr5VSumBjxI/AAAAAAAAAAM/FNVUBudLiN8/s1600/Clipboard01.png'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5388885470067245342.post-5915118333247316340</id><published>2012-02-10T23:29:00.000-02:00</published><updated>2012-02-10T23:30:31.306-02:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(51, 51, 255);font-size:180%;" &gt;POR QUE TOTALITÁRIOS GOSTAM TANTO DE MATAR? &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Não matam necessariamente adversários, mas qualquer um que os critique, por qualquer motivo.&lt;br /&gt;"Dêem-me uma boa razão para um comunista ser considerado uma pessoa mais decente do que um nazista — nem do discurso anti-semita essa escória escapou." (Reinaldo Azevedo)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dilma Roussef, em sua visita a Cuba quis seguir a linha de não intervenção em outros países.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pois bem, quando lhe perguntaram sobre se iria falar em Direitos Humanos, em Havana, respondeu com o seu modo peculiar: "Quem tem telhado de vidro não pode atirar a primeira pedra".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Talvez ela pretendesse dizer: "Atire a primeira pedra quem não tem telhado de vidro".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas o Brasil tem telhado de vidro nesse caso? Creio que não.  Podemos ter problemas de pobreza e injustiças, que ainda terão que ser resolvidos, mas vivemos numa democracia e com plenos direitos civis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Brasil é um estado democrático de direito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cuba é uma ditadura há 50 anos! &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Qualquer crítica é considerada subversão e adversários políticos, mesmo de esquerda, são considerados inimigos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ser dissidente em Cuba é pecado mortal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao tentar escapar de fazer qualquer crítica a um regime ditatorial cruel o qual admira (mais de 100 mil mortos, sendo 17 mil por fuzilamento) que o Brasil alimenta com recursos públicos (via BNDES), com bilhões de reais em impostos que deveriam ser aplicados aqui mesmo, num país ainda tão cheio de problemas, Dilma Roussef resolveu criticar os Estados Unidos, fazendo referência à prisão de Guantânamo, onde estão quase 200 terroristas presos, alguns perigosíssimos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enquanto isso os irmãos Castro mantém a ilha-prisão com 11 milhões de pessoas&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;SOBRE NAZISMO E COMUNISMO:&lt;br /&gt;Como esses totalitários ousam falar em Humanismo?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;NAZISTAS MATARAM SEIS MILHÕES DE JUDEUS&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CHE E FIDEL MANDARAM FUZILAR 17.000 PESSOAS.&lt;br /&gt;MAIS 83.000 MORRERAM TENTANDO FUGIR DA ILHA-PRISÃO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;APENAS NOS CAMPOS DE CONCENTRAÇÃO SOVIÉTICOS&lt;br /&gt;(GULAGS) STÁLIN ESCRAVIZOU E MATOU 18 MILHÕES DE PESSOAS.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;NA GRANDE FOME PLANEJADA  (HOLODOMOR) POR STÁLIN, PARA DOBRAR&lt;br /&gt;OS UCRANIANOS, MORRERAM MAIS DE SETE&lt;br /&gt;MILHÕES DE PESSOAS.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;NO CAMOBOJA, OS COMUNISTAS DO KHMER ROUGE&lt;br /&gt;MATARAM MAIS DE UM MILHÃO DE PESSOAS&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;DESDE 1949, A CHINA COMUNISTA MATOU MAIS DE 70 MILHÕES&lt;br /&gt; DE PESSOAS&lt;br /&gt;IMAGENS - FONTES:&lt;br /&gt;Khmer Rouge: massacre:&lt;br /&gt;http://www.wcl.american.edu/hrbrief/v7i1/cam201.jpg&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Holodomor – a grande fome da Ucrânia:&lt;br /&gt;http://doscenturias.com/2009/03/12/holodomor-matar-de-hambre/&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Holocausto dos judeus:&lt;br /&gt;http://www.rumoatolerancia.fflch.usp.br/node/1841&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fuzilamentos em Cuba:&lt;br /&gt;http://tocadasanta1.blogspot.com/2008/11/o-amigo-dos-petistas-revanchistas-vem.html&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Gulags da União Soviética – escravização em massa:&lt;br /&gt;http://www.esunmomento.es/contenido.php?recordID=285&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;China, Revolução Cultural:&lt;br /&gt;http://clubedosentasdecatanduva.blogspot.com/2011/06/revolucao-cultural-na-china.html&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;http://laudaamassada.blogspot.com/2012/02/por-que-totalitarios-gostam-tanto-de.html&lt;br /&gt;Postado por gutenberg às &lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5388885470067245342-5915118333247316340?l=upecbrasil.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://upecbrasil.blogspot.com/feeds/5915118333247316340/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5388885470067245342&amp;postID=5915118333247316340' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5388885470067245342/posts/default/5915118333247316340'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5388885470067245342/posts/default/5915118333247316340'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://upecbrasil.blogspot.com/2012/02/por-que-totalitarios-gostam-tanto-de.html' title=''/><author><name>UPEC</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12567761697811164225</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='16' src='http://bp3.blogger.com/_Mt44_jsNnK0/Rr5VSumBjxI/AAAAAAAAAAM/FNVUBudLiN8/s1600/Clipboard01.png'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5388885470067245342.post-3070882766177261417</id><published>2012-02-10T04:22:00.002-02:00</published><updated>2012-02-11T11:00:46.970-02:00</updated><title type='text'>Postado por GRAÇA NO PAÍS DAS MARAVILHAS</title><content type='html'>&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(51, 51, 255);font-size:180%;" &gt;BRASIL E SOCIALISMO BURRO&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;São Paulo - cuja capital completou 458 anos em 25 de janeiro e é cobiçada pela quadrilha de Lula que age dentro e fora do governo - é responsável por 40% do PIB, portanto da produção, dos empregos e do trabalho do Brasil inteiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sem São Paulo, Minas Gerais, Paraná e alguns estados ainda não dominados pelo PT, o Brasil já seria uma Venezuela miserável, com o PT reinando há 9 anos. Vide a rápida deterioração do outrora pujante estado da Bahia, ruindo após 5 anos de "governo" PT.&lt;br /&gt;&lt;br style="font-weight: bold;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold;font-size:130%;" &gt;O Brasil completará uma década perdida neste final de ano. &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;10 anos de corrupção, impunidade, desmandos, incompetência, aparelhamento e saque do patrimônio público (PRIVATALHAÇÃO) por parte da quadrilha internacional de corruPTos que age dentro e fora do governo federal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="post-author vcard"  style="font-size:130%;"&gt;Postado por &lt;span class="fn"&gt;GRAÇA NO PAÍS DAS MARAVILHAS&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dezenas de bilhões de reais são saqueados anualmente pela organização que faz parte do Foro de S. Paulo, grupo de organizações de esquerda e de narcotraficantes que se apóiam na América Latina para se perpetuarem no poder. Assim, o PT de Lula (presidente de facto no governo de fachada do poste ou da posta Dilma) transformou uma potência emergente independente (que sempre foi não-alinhada) em um satélite de Cuba e filial da Venezuela, colônia da China comunista.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Refinarias, gasodutos, túneis, usinas hidrelétricas, metrôs e portos são confiscados em comum acordo, construídos com dinheiro do BNDES (do contribuinte brasileiro), doados e trambicados pelo desgoverno lulopetista aos países vizinhos bolivarianos: a matriz Cuba/Venezuela (porto, metrô, pontes, refinarias), e seus satélites:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bolívia (refinarias, gasoduto, preço do gás), Equador (usina hidrelétrica), Argentina e Paraguai (quebra do Tratado de Itaipú e triplicação da tarifa elétrica paga a esse país), Peru, Nicarágua, etc.&lt;br /&gt;A prova de que Lula é lacaio de Chávez e dos Castro está no fato de seu poste seguir na peregrinação submissa e humilhante para beijar os pés e as mãos desses tiranos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mais um capítulo dessa humilhante subordinação ao império bolivariano foi a viagem do poste de Lula (presidente de facto do Brasil, contrariando a Constituição Federal) a Cuba para garantir projeto de US$ 800 milhões financiados pelo Banco Nacional (do Brasil) de Desenvolvimento Econômico e Social (dos vizinhos bolivarianos). Trata-se do porto de Mariel, obra da Odebrecht (que pagou inúmeras "palestras" e 'tours' de Lulla pela América Latina para lavar o dinheiro sujo pago pela preferência nos projetos) obra faraônica que será paga com o dinheiro brasileiro que certamente nunca será ressarcido ao Brasil pela falida Cuba.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além de ratificar 'projetos' e maracutaias de seu chefe na ilha-prisão, a criatura superou seu 'criador' na sordidez em relação aos direitos humanos.  Chegou à ilha-prisão dias após a morte do preso político Wilman Villar e provavelmente riu sobre o fato durante sua reunião secreta de uma hora e meia com o morto-vivo Fidel Castro. Superando Lulla, Dilma fez pouco caso dos milhares de prisioneiros políticos e mártires da ditadura castrista e ainda 'acusou' os Estados Unidos de manterem terroristas da Al Qaeda presos em Guantánamo como se isso fosse uma enorme afronta ao seu governo e aos direitos humanos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lula riu com Fidel Castro quando morreu o dissidente Orlando Zapata Tamayo e o comparou com bandidos comuns. Dilmula comparou o preso político Wilman Villar, que morrera em greve de fome antes de sua chegada, a terroristas ligados aos atentados de 11 de setembro de 2001.  Uma vez terrorista, sempre terrorista apoiando seus iguais.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5388885470067245342-3070882766177261417?l=upecbrasil.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://upecbrasil.blogspot.com/feeds/3070882766177261417/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5388885470067245342&amp;postID=3070882766177261417' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5388885470067245342/posts/default/3070882766177261417'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5388885470067245342/posts/default/3070882766177261417'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://upecbrasil.blogspot.com/2012/02/postado-por-graca-no-pais-das.html' title='Postado por GRAÇA NO PAÍS DAS MARAVILHAS'/><author><name>UPEC</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12567761697811164225</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='16' src='http://bp3.blogger.com/_Mt44_jsNnK0/Rr5VSumBjxI/AAAAAAAAAAM/FNVUBudLiN8/s1600/Clipboard01.png'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5388885470067245342.post-5726038628996195570</id><published>2012-02-10T04:01:00.002-02:00</published><updated>2012-02-10T04:03:47.787-02:00</updated><title type='text'>Arakiti Petralha</title><content type='html'>domingo, 5 de fevereiro de 2012&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;font-size:180%;" &gt;Estupro da Verdade ou Arakiri Petralha &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net&lt;br /&gt;Por Jorge Serrão&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tudo é sintomático. A Presidenta Dilma Rousseff sofre um mal-estar (redundância, em seu desgoverno de continuidade ao Extalinácio). A viúva-traída do cadáver politicamente insepulto Celso Daniel e ministra do Planejamento, Miriam Belchior, baixa hospital com sintomas de estresse. O nervosismo aumenta exponencialmente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O ministro da Fazenda, Guido Mantega, anda derretendo dois pepinos que não consegue segurar direito: a demissão do presidente da Casa da Moeda por um funcionário de terceiro escalão e a próxima reunião do Conselho de Administração da Petrobras, na quinta (dia 9), quando acionistas minoritários ameaçam questioná-lo por supostos problemas na área financeira da estatal de economia mista.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por que a petralhada anda tão nervosa? Eles sabem os reais motivos. Afinal, quem tem teme... Será que eles pressentem alguma ameaça que o resto da sociedade ainda não enxergou tão claramente? Será que existe algo ou alguém lhes colocando em risco a sobrevivência política e, por conseguinte imediato, ameaçando os lucrativos negócios que promovem na máquina capimunista tupiniquim?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se a causa do nervosismo petralha não é facilmente identificável, pelo menos a reação deles aos problemas é mais que manjada. Sempre que se sentem sob ataque, acuados, eles partem para a velha marketagem de inventar fatos novos para serem explorados midiaticamente contra seus opositores diretos ou indiretos. Tudo para desviar a atenção dos críticos menos atentos e para reorientar a pauta do noticiário amestrado pelas verbas oficiais e pelos favores oriundos do poder estatal capimunista.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Semana passada, lembramos aqui o significado do termo Ação Psicológica. Esta tática de guerra de informação e contra-informação consiste em plantar uma informação ou uma estória contextualizada na mídia para criar pré-condições de aceitação na opinião pública para assuntos que interessam ao promotor da ação. A petralhada é especializada em tais ações de efeito psicossocial espetaculoso. O Caso Pinheirinho é o mais recente (mau) exemplo de petralhice e estupro à verdade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Senador Eduardo Suplicy, especialista em se fingir de sonso para promover ataques frios e calculadamente covardes aos adversários e inimigos, cometeu calúnia, injuria e difamação contra a Polícia Militar de São Paulo. Usando e abusando da impunidade parlamentar, ajudou a propagar a mentira inventada pela contra-propaganda petralha de que PMs da Rota praticaram abuso sexual e roubo contra uma família na ação de desocupação do Pinheirinho, um terreno ilegalmente ocupado por invasores em São José dos Campos. A cara de pau foi tanta que Suplicy ainda pediu “proteção às vítimas”, acionando os ministros da Justiça, José Eduardo Cardozo, e da Secretaria de Direitos Humanos, Maria do Rosário.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Serviço perfeito! A mídia amestrada deu expansão rápida, imediata e profunda ao estupro cometido por Suplicy contra a verdade. O comandante da Polícia Militar, Coronel Álvaro Camilo, deu a versão correta dos fatos que jamais ocorreram. Só que o estrago já estava feito pela marketagem petralha. Sintomático é por que a petralhada tem sempre a PM de São Paulo como alvo preferencial. Eles temem uma instituição que tem um efetivo maior que o das Forças Armadas... Muito vivo nos oficiais e praças da corporação, o velho espírito da “Força Pública” sempre está pronto para combater, com coragem e honra, o Governo do Crime Organizado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os petralhas cometerão novos estupros contra a verdade neste ano eleitoral. Sabem que precisam cumprir a nada fácil missão de conquistar a Prefeitura de São Paulo. Este passo é fundamental para a manutenção do projeto de poder deles. Por isso, vão apelar para toda baixaria possível, principalmente contra o governador Geraldo Alckmin – que monta um consistente projeto de ampliação de poder que ameaça o PT – pelo menos no médio prazo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O jogo da politicagem, que já é sujo, promete ficar ainda mais imundo. Até quando? Talvez até o juízo final de uma ruptura institucional que se avizinha em alta velocidade. Por enquanto, é o Governo do Crime Organizado quem dá o golpe em si mesmo. O auto-estupro bem que poderia ser denominado “Arakiri Petralha”...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Jorge Serrão é Jornalista, Radialista, Publicitário e Professor. Editor-chefe do blog e podcast Alerta Total: www.alertatotal.net. Especialista em Política, Economia, Administração Pública e Assuntos Estratégicos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;© Jorge Serrão 2006-2011. Edição do Blog Alerta Total de 5 de Fevereiro de 2012. A transcrição ou copia deste texto é livre. Em nome da ética democrática, solicitamos que a origem e a data original da publicação sejam identificadas. &lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5388885470067245342-5726038628996195570?l=upecbrasil.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://upecbrasil.blogspot.com/feeds/5726038628996195570/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5388885470067245342&amp;postID=5726038628996195570' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5388885470067245342/posts/default/5726038628996195570'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5388885470067245342/posts/default/5726038628996195570'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://upecbrasil.blogspot.com/2012/02/arakiti-petralha.html' title='Arakiti Petralha'/><author><name>UPEC</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12567761697811164225</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='16' src='http://bp3.blogger.com/_Mt44_jsNnK0/Rr5VSumBjxI/AAAAAAAAAAM/FNVUBudLiN8/s1600/Clipboard01.png'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5388885470067245342.post-1381383626156698195</id><published>2012-02-09T23:15:00.002-02:00</published><updated>2012-02-09T23:17:35.232-02:00</updated><title type='text'>José Serra - Estadão, 09/02/2012.</title><content type='html'>&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(51, 51, 255);font-size:180%;" &gt; A era do oportunismo&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;As últimas semanas trazem acontecimentos reveladores de um aspecto peculiar da “luta política” no Brasil, como a entendem o PT e o governo que ele lidera. Poderia ser resumido em dois conceitos: o relativismo como ideologia e a tática de recolher dividendos políticos sem se envolver diretamente, tirando, como se diz, a castanha do fogo com a mão do gato.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A moral da fábula do macaco esperto, que, faminto, mandava o bichano recolher as castanhas das brasas, esteve visível nos sucessivos movimentos na USP. A chamada extrema esquerda desencadeou ações violentas, e o petismo saiu a criticar a “falta de diálogo” e a “falta de democracia”, que supostamente estariam na raiz dos distúrbios.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De olho no voto moderado, o PT não quer para si os ônus do radicalismo ultraminoritário, mas pretende sempre recolher os bônus de apresentar-se como a solução ideal para evitar essa modalidade de movimento político. Como se, em algum lugar do mundo ou momento da história, o extremismo, de direita ou de esquerda, tivesse sido contido apenas com diálogo e negociação. É um discurso conveniente, pois se apresenta como alternativa “racional” de poder. Uma vez lá, os tais movimentos serão cooptados na base da fisiologia e, se necessário, da repressão. Os críticos exigirão “coerência”, e o partido fará ouvidos moucos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas a vida é mais complicada do que esses esquemas espertos. À medida que vai acumulando força, o PT precisa lidar com desafios concretos, e aí surge a utilidade do relativismo. Querem um exemplo? Quando um governante adversário cuida de garantir o cumprimento da lei e de manter a ordem pública, o aparato de comunicação sustentado com verbas públicas sai a campo para denunciá-lo, atacá-lo, desgastá-lo a qualquer custo. Quando, no entanto, esse governante é do PT ou aliado próximo, a posição inverte-se.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se o adversário cumpre a lei, é acusado de “criminalizar os movimentos sociais”; quando um deles cumpre a mesma lei, então são eles a criminalizar. Assim, os PMs em greve na Bahia governada pelo PT são chamados de “bandidos”. Cadê o exercício do entendimento, a tolerância? Em São Paulo, em 2008, o PT ajudou na organização de uma marcha de policiais civis grevistas em direção ao Palácio dos Bandeirantes — marcha que, felizmente, não atingiu os objetivos sangrentos almejados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em estados governados pelo petismo e aliados, são rotineiras as reintegrações de posse, mas quando precisa acontecer em São Paulo, por exemplo, a mando da Justiça e sempre sob a sua supervisão, o PT – e eis de novo a história das castanhas – cavalga o extremismo alheio para denunciar inexistentes violações sistemáticas dos direitos humanos. Nunca ofereceu uma possível solução ao problema social específico, mas apresenta-se incontinenti quando sente a possibilidade de sangue humano ser vertido e transformado em ativo político.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vivemos uma era em que o oportunismo político do PT acabou ganhando o status de virtude. Perde-se qualquer referência universal ou moral de certo e errado, e essa separação é substituída por outra. Se é o partido quem faz, tudo será sempre correto — os fins justificam os meios, seja lá quais forem esses fins. Se é o adversário, tudo estará sempre errado, pois suas intenções sempre seriam viciosas. A política torna-se definitivamente amoral.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É uma lógica que acaba derivando para o cômico em algumas situações. No atual governo, os ministros foram divididos em duas classes. Alguns são blindados, podem dar de ombros quando são alvos de acusações; outros são lançados ao mar sem muita cerimônia. Quando é do PT, especialmente se for do grupo próximo, a proteção é altíssima. Mas, se tiver a sorte menor de ser apenas um “aliado” — conceito que embute a possibilidade de se tornar futuramente um adversário —, logo aparecem os vazamentos dando conta de que “o Palácio” mandou o infeliz explicar-se no Congresso, a senha para informar aos leões que há carne fresca na arena.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Essa amoralidade essencial estende-se às políticas públicas. Em 2007, quando governador de São Paulo, aflito com o congestionamento aeroportuário, propus ao presidente Lula e sua equipe a concessão à iniciativa privada de Viracopos, cujo potencial de expansão é imenso. Nada aconteceu. Na campanha eleitoral de 2010, a proposta de concessões foi satanizada. Pois o novo governo petista adotou-a em seguida! Perdemos cinco anos! E adotou-a privatizando também o capital estatal: o governo torna-se sócio minoritário (49% das ações) e oferece crédito subsidiado (pelos contribuintes, é lógico) do BNDES. Tudo o que era pra lá de execrado passou a ser “pragmatismo”, “privatização de esquerda”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O ridículo comparece também à internet, onde a tropa de choque remunerada, direta ou indiretamente, com dinheiro público e treinada para atacar a reputação alheia desperta ou se recolhe em ordem unida, não conforme o tema, mas segundo os atores. São os indignados profissionais e seletivos. Como aquelas antigas claques de auditório, seguindo disciplinadamente as placas que alternam “aplaudir”, “silenciar” e “vaiar”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vivemos tempos complicados, um tanto obscuros, algo assim como “se Deus está morto tudo é permitido” — e chamam de “pragmatismo” o oportunismo deslavado. A oposição, a despeito de notáveis destaques individuais, confunde-se no jogo, dado o seu modesto tamanho, mas também porque alguns são sensíveis aos eventuais salamaleques e piscadelas dos donos do poder. Um adesismo travestido de “sabedoria”. A política real vai se reduzindo a expedientes necessários à manutenção do poder e à mitigação do apetite dos aliados. A conservação do statu quo supõe uma oposição não mais do que administrativa e burocrática. Parece que a nova clivagem da vida pública é esta: estar ou não na base aliada, de sorte que a política se definiria entre os que são governo e os que um dia serão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não sou o único que pensa assim, mas sou um deles: política também se faz com princípios, programa e coerência. E disso não se pode abrir mão, no poder ou fora dele.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5388885470067245342-1381383626156698195?l=upecbrasil.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://upecbrasil.blogspot.com/feeds/1381383626156698195/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5388885470067245342&amp;postID=1381383626156698195' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5388885470067245342/posts/default/1381383626156698195'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5388885470067245342/posts/default/1381383626156698195'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://upecbrasil.blogspot.com/2012/02/jose-serra-estadao-09022012.html' title='José Serra - Estadão, 09/02/2012.'/><author><name>UPEC</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12567761697811164225</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='16' src='http://bp3.blogger.com/_Mt44_jsNnK0/Rr5VSumBjxI/AAAAAAAAAAM/FNVUBudLiN8/s1600/Clipboard01.png'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5388885470067245342.post-6133153609554411827</id><published>2012-02-09T21:06:00.000-02:00</published><updated>2012-02-09T21:07:59.089-02:00</updated><title type='text'>Escrito por Fernando Antoniazzi | 09 Fevereiro 2012</title><content type='html'>&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(51, 51, 255);font-size:180%;" &gt;NO BRASIL DO PT NÃO HÁ AINDA OPOSIÇÃO&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Escrito por Fernando Antoniazzi | 09 Fevereiro 2012&lt;br /&gt;Artigos - Governo do PT&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O PT é um partido revolucionário. Muitos de seus membros e eleitores sequer imaginam o grau de subversão da ordem institucional à qual têm colaborado, pois em sã consciência não participariam disso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O pensamento político dito “de esquerda” fez várias incursões para a tomada do poder no Brasil durante o século XX. Baseados nas teses marxistas e, depois, neomarxistas, os revolucionários têm tentado se impor pela via das armas desde a Intentona Comunista de 1935, inspirados na globalização da Revolução Russa a partir de 1922, a soldo do PCUS (Partido Comunista da União Soviética).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim foi durante muito tempo e outras revoluções armadas ocorreram, sobretudo na década de 60, pois por meio da força queriam impor à Nação a Ditadura do Proletariado. Em tais oportunidades foram impedidos pelas Forças Armadas, que se concentraram em combater as guerrilhas e o terrorismo, mas deixaram o campo cultural à mercê da ação dos revolucionários. Boa parte dos terroristas dos anos 60/70 hoje está encastelada no Poder, proclamam com gáudio suas ações violentas quando lhes convêm ao currículo e posam falsamente de baluartes da democracia contra o regime militar, mas não declinam que sua real intenção seria levar o país à ditadura comunista.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Resumindo, como o caminho das armas não deu certo, alicerçados nos “ensinamentos” de Antonio Gramsci (um dos fundadores do Partido Comunista na Itália) e da chamada Escola de Frankfurt, um conjunto de “filósofos” que se reunia naquela cidade alemã, mudaram a estratégia: não pelas armas, mas sim pela palavra, atingiriam seu objetivo, confirmando o adágio de que a pena é mais forte que a espada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo a cartilha neomarxista, para que uma sociedade ocidental fosse regida pelo pensamento “de esquerda”, seria necessário destruir suas bases morais, criar o caos e fazer surgir uma nova sociedade, apoiada no conceito do “novo homem”. Para tanto, imperioso seria tomar as cabeças que comandam as universidades e as redações dos jornais, bem como envolver o sindicalismo do Estado; então, após duas gerações o pretendido Pensamento Hegemônico teria expressão cultural suficiente para impulsionar os “esquerdistas” ao Poder, mesmo ante uma maioria não-esquerdista, mas silente e presa pelas armadilhas plantadas dentro de sua própria moral pela astuta ação dos revolucionários, agora sem armas de fogo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que significaria destruir as bases morais do Ocidente para construir uma nova sociedade, supostamente “do bem” e certamente utópica?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Repetirei aqui, mais ou menos, palavras de gente graúda (Bento XVI é um deles), não por plágio, mas por terem uma precisão cirúrgica: o Ocidente é o resultado da mescla de Jerusalém, Atenas e Roma ao longo do tempo. Jerusalém, porque traz consigo a moralidade judaico-cristã; Atenas, porque berço da Filosofia e da idéia-força da Democracia e Roma, porque o arranjo das relações Estado/Cidadão ganhou formato jurídico organizado. Defender que tais legados permaneçam na sociedade ocidental é ser conservador, não porque tudo deva ser estático, sem progresso ou dogmático, mas necessariamente porque há referenciais que, uma vez perdidos, farão sobressair no arranjo social a tirania e a violência, inclusive a barbárie.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dentre os três pilares que sustentam o que se pode entender como Ocidente, aquele que corre o maior perigo, atualmente, é também o mais importante, é o qual simbolicamente enunciei anteriormente como Jerusalém. Não que eu desfaça da espiritualidade que Sião traz consigo, de forma alguma e muito antes pelo contrário, mas isto porque a moralidade rege as relações consuetudinárias, o cotidiano, aquilo que não está escrito exatamente, mas está no ar, é pano de fundo, é norte das relações interpessoais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estando de pé esta coluna, as outras duas podem ser recuperadas, posto que esta seja o porto seguro da Caridade e da Liberdade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A utópica sociedade socialista/comunista, tida pelos seus defensores como o Paraíso na Terra, na verdade só conseguiu produzir ao longo de seus quase cem anos de existência: genocídio; pobreza; submissão da realidade denominada Sociedade à ficção jurídica chamada Estado; privação da mais fundamental das liberdades, que é a liberdade de pensamento, sem a qual as demais manifestações de liberdade não existem, culminando na perda das liberdades individuais. O nome disto é tirania.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ora, contra-argumentarão uns: “...mas a China é comunista e próspera, a Europa capitalista está indo à bancarrota...”. Respondo: o primeiro engodo da falácia marxista é fazer a oposição entre Capitalismo e Socialismo... Marx era esperto. O socialismo/comunismo é uma ideologia, capitalismo é um mero arranjo de produção e comércio. Não são comparáveis bananas e melancias! A prova é esta: a China, depois da Grande Marcha de Mao Zedong e sua trilha de 60 milhões de cadáveres, apenas dez vezes maior que o Holocausto nazista, criou o “novo homem” e hoje tem uma economia de mercado, porém a sociedade é socialista, está submetida ao Estado e este está tomado pelo Partido Único. Os amigos do Partido serão ou não serão empresários de sucesso, conforme convier.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sobre a Europa de economia em crise, vejamos: seguir os ditames da social-democracia, como o tal estado de bem-estar social, levou o continente europeu a isto. Lord John Maynard Keynes, agulha da bússola dos economistas magos e marxistóides, ensinava que Dívida Pública não se paga, apenas se renegocia. Isto pode valer para duas ou três gerações, mas um dia chega a conta para pagar: o almoço NUNCA é de graça.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há, também, outra óptica para analisar a situação: durante muitos séculos a identidade européia foi dada pela Cristandade, a despeito das diversas etnias, idiomas e demais outras diferenças, a argamassa que unia a Europa estava no consuetudinário e no transcendente; há não muito tempo, a Europa substituiu suas ricas feições por uma representação apenas física e material: a moeda, na qual se cunhou o homem vitruviano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Voltemos ao Brasil. Os revolucionários, geração após geração, alimentaram suas crias e as habilitaram com mestria. O resultado de tal adestramento aflorou a partir das universidades e redações de jornais, em meados dos anos 80, o que fez parir, nas organizações políticas, dois gêmeos fraternos: o PT e o PSDB. O objetivo era eliminar qualquer organização partidária que estivesse em desacordo com Pensamento Hegemônico proposto por estas duas correntes, uma se mostraria mais radical e outra mais contemporizadora, mas com o mesmo objetivo: a implantação do socialismo no Brasil, sobretudo de forma gradual, quase imperceptível. O velho exemplo de colocar rã para cozinhar: deixe-a na água fria e vá aquecendo aos poucos, até chegar à ebulição, e a rã nem se dará conta de que está sendo fervida. As pessoas vão se acostumando: ninguém vê o ar, mas todos o usam na respiração.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O PT é um partido revolucionário, com tendências totalitárias, e vem se instalando em todos os nichos da sociedade brasileira com o objetivo precípuo de implantar plenamente o socialismo no Brasil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Muitos de seus membros e eleitores sequer imaginam o grau de subversão da ordem institucional à qual têm colaborado, pois em sã consciência não participariam disso. Outros tantos, tanto sabem a que destino querem chegar, que até subdividiram o partido, sob legendas diversas, apenas para não caracterizar a ditadura do Partido Único.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A infiltração, a que me referi logo antes, serve também a camuflar o verdadeiro objetivo das ações e a monitorar possíveis oponentes, de modo a anulá-los antes mesmo de sua possível reação. Mais um dos porquês dessa postura camaleônica é a necessidade de implodir as instituições que salvaguardam as simbólicas Jerusalém, Atenas e Roma, destruindo-as de dentro para fora. Muito mais eficiente é o método de apoderar-se delas desde dentro, do que enfrentá-las num choque.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Num linguajar chulo, poder-se-ia dizer: “fazer-se de morto para... sodomizar o coveiro”; mas, já que mencionei Jerusalém, é preferível buscar a mesma figura de retórica n’A Relíquia (1887), de Eça de Queiróz: “(...) sobre a nudez forte da Verdade, o manto diáfano da fantasia (...)”. Exemplos não faltam: a Teologia da Libertação e a Teologia da Prosperidade aí estão para corroborarem minhas palavras e, em se tratando da ação dos revolucionários dentro da Igreja Católica, mas não restritas a ela, estes conseguiram até mesmo editar novos exemplares da Vulgata, com a desculpa de atualização de vocabulário, para nela inserirem notas de rodapé de pura doutrinação marxista, sobretudo por usar do vil estratagema de explicar eventos de um passado distante sob o prisma da atualidade: não faltam alusões à “exploração do homem pelo homem para obter lucro”, sequer explicam que a escravidão, abominável que seja, foi prática comum; não era esta a condição do povo hebreu ao fugir do Egito e, depois, da Babilônia?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um capítulo interessante e até recente desta malfadada epopéia foi apodado de “Mensalão”, hoje tido até mesmo como suposto e próximo de sua prescrição ante a Lei. A falta de moral dos “mensaleiros”, dos vendilhões, foi aproveitada pelo establishment para tornar possível seus mandos e desmandos. Aqueles que fizeram da “Ética na Política” uma bandeira ao impeachment de um Presidente foram os mesmos que promoveram o “Mensalão”... Cômico seria, caso não fosse trágico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desnecessário ter dons mediúnicos ou rompantes de quiromancia para vaticínios, basta entender que a idéia revolucionária é ir acostumando a população à nova ordem institucional até que, sem reação alguma, a nomenklatura se instale definitivamente em todas as esferas de Poder e goze de seus desejados privilégios.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para desconforto de muitos, afirmo que já vivemos sob grande influência desta manobra revolucionária e, para provar a assertiva, darei alguns exemplos. Vejamos adiante.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os inúmeros conselhos municipais e similares não fazem parte do que se pode classificar como Democracia Representativa, em verdade são uma versão nhambiquara dos sovietes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quem elegeu os membros de tais conselhos? Por que os conselhos não são coordenados pelas Câmaras Municipais? Este é o órgão legislador de fato! Do contrário, a edilidade recebe, com absoluta razão, a pecha de mera marionete, cujas principais atividades se resumem a nomear logradouros públicos, agir como “despachantes” do clientelismo endêmico e dar guarida ao seu séquito de cabos eleitorais. Estou propondo que a população se cale ante seus anseios? Não! Apenas que se organize e busque seus legítimos representantes, afinal a que serve o voto? Ao legislador cabe, ora, legislar! Não há que receber o prato feito de conselhos!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Este status quo serve apenas para, no decorrer do tempo, caracterizar os vereadores como inúteis e daí à extinção do Legislativo, nada custa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em semelhante situação se encontram deputados estaduais, federais e senadores. Ainda mais os senadores espertalhões, os quais não conseguem sequer entender que ocupam o cargo mais importante de uma república, cedendo à fissura do Poder transitório e egoísta, criando para si vantagens além do absurdo: planos de saúde super-nepóticos, garagistas cujos salários excedem os vencimentos de comandantes de fragatas, inúmeros assessores, verbas acessórias e assim por diante. Na história recente, os senadores já ouviram de um ex-ministro da Justiça e atual governador sulista, que fazem parte de uma instituição anacrônica, a qual deveria ser extinta. Somente para o registro, a importância do Senado a uma república é tão basilar, que o vetusto estandarte romano apresenta a inscrição SPQR (Senatus Populusque Romanus), ou seja, “(em nome do) Senado e do Povo Romano”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mais uma: um dos calibres grossos do poder, senão o maior dentre todos, tem sua dacha no município vizinho. Dacha era o nome dado às casas de campo dos grão-vizires da nova nobreza da nomenklatura do Partido da extinta (apenas pro forma) URSS. Convenhamos, uma trajetória de aumento patrimonial impressionantemente rápida para um “ex-clandestino”, que hoje é lobista, transita de jatinho e “é do povo”. O povo tem, mesmo, muitas casas de veraneio por aí... Uma sugestão: antes de aceitar o discurso de alguém, convém conhecer sua biografia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De toda esta mixórdia, penso que a instituição que mais mereça cuidado é a Família. É mais que importante protegê-la, rechaçando abertamente e com justo vigor as infelizes palavras do Ministro do Supremo que, agindo de forma anticonstitucional, se referiu à união matrimonial tradicional de um homem e uma mulher como um ato de mero incremento patrimonial, sem afetividade... Ora, minha Família é meu patrimônio maior, sim, não nego e acresço: tão grande é ele que não se pode contabilizar ou medir em moedas seu valor. Seu valor é transcendente, real e eterno. As palavras do ínclito juiz me ofenderam no cerne e provaram o quão distorcido é seu juízo de valores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ameaçam seriamente também a Família, célula social básica, os movimentos pró-aborto e a educação escolar, desde a escola infantil até o ensino superior; os movimentos pró-aborto o são, por óbvio, ainda que travestidos de “católicas pelo direito de decidir” e o ensino escolar, este porque distorcido e sem foco no essencial: os conteúdos programáticos curriculares, salvo honrosas exceções, estão carregados de re-escritura da História e afins, que é feito sempre usando de linguagem, visão e indução ao marxismo, fazendo com que alguns assuntos, que seriam apenas temas de uma grade, passassem à categoria de matérias. Afora isto ser intempestivo no mais das vezes, o tempo é usado para doutrinar crianças, adolescentes e jovens, em vez de ensiná-los o básico em Língua Portuguesa, Matemática, Química, Física, Biologia e Geografia Física (a Geografia Humana é ensinada com muito carinho, sempre mencionando “Luta de Classes”). O ensino se torna uma arma e esta mais poderosa fica quando pais e mães “terceirizam” o processo, entendendo que é a escola que deve educar seus filhos... Enganam-se, papais e mamães, pois a educação dos filhos é de sua responsabilidade, escolas podem colaborar e tem por obrigação bem informar, mas é no seio da Família que a educação tem seu lugar; este tesouro não está disponível à abdicação e por amor e responsabilidade deve ser muito bem guardado por pais e mães.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O texto já está extenso e é hora de seu epílogo e encerramento. Após discorrer sobre esta triste realidade, é justo nominar ao menos um dos principais mentores desta criatura teratológica: o Professor Fernando Henrique Cardoso, o elemento mais gramsciano da História do Brasil, grande vitorioso em seu propósito ao eleger Luís lnácio Lula da Silva como seu sucessor e, pelo andar da carruagem, ajudará bastante o retorno de Lula ao sólio do Palácio da Alvorada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quem pretende ajudar na manutenção da tríade Jerusalém, Atenas e Roma não tem espaço na política atual. Muito há que estudar, há que se buscar travar batalhas no campo cultural, a política é somente uma decorrência disto e, para vencê-las, basta mostrar a verdade aos incautos. Isto é simples,porém é custoso e tomará muito tempo. Levará gerações até que haja massa crítica para respostas eficazes, haverá momentos em que a vontade de desistir será avassaladora e, nesta bendita hora, tenha-se por inspiração a Canção do Tamoyo, Últimos Cantos (1851), de Gonçalves Dias: “Não chores, meu filho; não chores, que a vida é luta renhida: viver é lutar. A vida é combate, que aos fracos abate, que os fortes, os bravos, só pode exaltar”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Embora de forma organizada sejamos poucos, por enquanto, estou certo de que também sejamos uma maioria silenciosa, ainda não plenamente consciente do ardil que se nos preparam, mas seguramente capaz de reagir: basta começar. Perseverantes, haveremos de preservar nosso direito de viver conforme nossos ideais. Logo, à luta!&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5388885470067245342-6133153609554411827?l=upecbrasil.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://upecbrasil.blogspot.com/feeds/6133153609554411827/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5388885470067245342&amp;postID=6133153609554411827' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5388885470067245342/posts/default/6133153609554411827'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5388885470067245342/posts/default/6133153609554411827'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://upecbrasil.blogspot.com/2012/02/escrito-por-fernando-antoniazzi-09.html' title='Escrito por Fernando Antoniazzi | 09 Fevereiro 2012'/><author><name>UPEC</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12567761697811164225</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='16' src='http://bp3.blogger.com/_Mt44_jsNnK0/Rr5VSumBjxI/AAAAAAAAAAM/FNVUBudLiN8/s1600/Clipboard01.png'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5388885470067245342.post-8281063365236756969</id><published>2012-02-09T12:23:00.000-02:00</published><updated>2012-02-09T12:24:22.735-02:00</updated><title type='text'>Percival Puggina</title><content type='html'>&lt;span style="font-size:180%;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;BASEADO EM FATOS REAIS&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Percival Puggina &lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que vou contar aconteceu numa cidade do interior. Por uma questão de prudência que os leitores certamente entenderão e desculparão, será preciso omitir detalhes e nomes dos personagens.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Havia nessa cidade uma importante empresa que respondia por muitos empregos e tinha peso significativo na vida da comunidade. Era uma organização antiga, que atuava em diversos segmentos, sob o comando centralizado e pessoal do diretor-presidente. Certa feita (para mim, relato sem "certa feita" situa-se fora do tempo), chegou ao município uma senhora, com formação na área de economia, especialidade bem incomum naquelas bandas onde passou a lecionar e a escrever artigos com análises das características, potencialidades e gargalos do desenvolvimento local.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com o tempo, tornou-se consultora requisitada, trabalhou para a prefeitura, e foi conquistando a confiança da comunidade malgrado certas reticências que circundavam e envolviam o seu passado. Quando o peso dos anos ("peso dos anos" é outra expressão boa e verdadeira) começou a incidir sobre o diretor-presidente da organização, ele se lembrou da economista e resolveu convidá-la para assumir uma função gerencial a ser exercida em conjunto com ele. Antevia-se uma mudança na estrutura da empresa e uma profissionalização de sua gestão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O arranjo funcionou durante vários anos, ao longo dos quais a gerente foi ampliando seu raio de ação e seu poder, passando, na prática, a dirigir tudo com mão de ferro. Ficou conhecida, no âmbito interno e externo, como pessoa dura no trato, inflexível, exigente, detalhista e centralizadora. Tudo passava por ela que, infatigável, parecia nascida para aquelas minuciosas tarefas. Diplomacia e política não eram peças de seu cardápio. Pão, pão e queijo, queijo. A empresa, num mercado pouco competitivo, ia bastante bem, com desempenho positivo sob o impulso de ventos favoráveis da economia. Assim, quando o diretor-presidente decidiu se afastar em definitivo, resultou consensual que caberia a ela assumir oficialmente o posto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Poucos meses mais tarde, surgiram boatos. Havia algo errado. De início era apenas um zum-zum interno. Mas o zum-zum chegou às ruas, e rapidamente atingiu aquele lugar onde não poderia entrar sem causar comoção: o café da cidade. Dali para o jornal local era só meia quadra. E o diretor do periódico não era do tipo que sentasse em cima das matérias. Aliás, é assim mesmo que as coisas funcionam. O problema vai para a rua e quando retorna das ruas, em letra de forma, já é encrenca grossa. Resultado: começaram as investigações, as auditorias e o que se ficou sabendo estarreceu a todos. Havia muito tempo a empresa vinha sendo rapinada internamente. Roubava-se no almoxarifado, na tesouraria, no setor de compras, no comercial, na manutenção, no pessoal. Onde quer que mexessem, apareciam falcatruas dos encarregados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Naquele santuário da comunicação social - o café da cidade - as pessoas mais esclarecidas se perguntavam: como pode alguém ter adquirido fama de boa gestora enquanto a organização que "dirigia com mão de ferro" vivia esse completo descontrole? Só os tolos não se davam conta disso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;______________&lt;br /&gt;* Percival Puggina (67) é arquiteto, empresário, escritor, titular do site www.puggina.org, articulista de Zero Hora e de dezenas de jornais e sites no país, autor de Crônicas contra o totalitarismo; Cuba, a tragédia da utopia e Pombas e Gaviões&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5388885470067245342-8281063365236756969?l=upecbrasil.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://upecbrasil.blogspot.com/feeds/8281063365236756969/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5388885470067245342&amp;postID=8281063365236756969' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5388885470067245342/posts/default/8281063365236756969'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5388885470067245342/posts/default/8281063365236756969'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://upecbrasil.blogspot.com/2012/02/percival-puggina.html' title='Percival Puggina'/><author><name>UPEC</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12567761697811164225</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='16' src='http://bp3.blogger.com/_Mt44_jsNnK0/Rr5VSumBjxI/AAAAAAAAAAM/FNVUBudLiN8/s1600/Clipboard01.png'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5388885470067245342.post-4788442119322554845</id><published>2012-02-09T12:04:00.001-02:00</published><updated>2012-02-09T12:08:00.988-02:00</updated><title type='text'>Por Reinaldo Azevedo - 08/02/2012</title><content type='html'>&lt;span style="font-size:130%;"&gt;08/02/2012&lt;br /&gt;às 6:43&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(51, 51, 255);font-size:180%;" &gt;O grande acerto e o grande erro do principal partido de oposição&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O tema é complexo e não se esgota em um texto. São necessários milhares; a rigor não trato de outra coisa desde 2006. Todos vimos lideranças do PSDB ontem a apontar o óbvio: o discurso e a militância petista contra as privatizações é uma farsa. E é uma farsa  que combina várias frentes, alcançando o submundo do subjornalismo a soldo, que iniciou uma campanha na Internet para tentar provar que o que se fez nos aeroportos não é privatização, mas “concessão”. Lixo! Vamos ao que interessa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu mesmo apontei aqui que os petistas chegaram aonde o PSDB já havia chegado, mas com 15 anos de atraso. O país experimenta sérias deficiências na infraestrutura porque os petistas tinham de fazer a sua mímica antiprivatista, contra o neoliberalismo, aquela bobajada toda… O senador Aécio Neves (PSDB-MG), ungido por FHC como “candidato óbvio” dos tucanos em 2014 desde que mostre serviço (sintetizo o espírito da coisa…), recorreu a uma imagem que o ex-ministro Luiz Carlos Mendonça de Barros já empregava em 2003 — há 9 anos, portanto — e afirmou que Dilma usa um software pirata do PSDB ao optar agora pelas privatizações. Está tentando, em suma, mostrar o tal serviço que FHC cobrou. É razoável que os tucanos apontem essas incoerências do PT? É, sim! Mas está falando exatamente com quem?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sim, é verdade, as bandeiras tucanas foram todas roubadas, surrupiadas mesmo!, pelos petistas. Lula, um político muito popular, conseguiu fazer “o mais do mesmo” parecer uma revolução. Boa parte das conquistas de seu governo, sabe-se, derivam dos ajustes — alguns impopulares, como a reestruturação dos bancos privados e estaduais — feitos por seu antecessor, que, não obstante, foi demonizado. Isso para não falar na enorme, na gigantesca tarefa que foi implementar o Plano Real, a raiz profunda da estabilidade experimentada por Lula e agora por Dilma — ainda que, acho eu, sejam muitas as dificuldades que o Brasil está contratando para o futuro. Mas não adianta fazer previsão pessimista em meio à bonança, ou quase isso. Adiantasse, não teria havido 1929 e a atual crise na Europa e nos EUA.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu estou entre aqueles que acham, sim, que o PSDB precisa tratar muito melhor a sua história e atuar com mais firmeza e clareza junto aos tais formadores de opinião para retirar o seu próprio passado dos escombros, soterrado pelas muitas mentiras que Lula contou sobre si mesmo e sobre seus adversários. Mas isso é muito pouco — a rigor, é quase nada. Quantos serão sensíveis a esse tipo de apelo? Com que público, afinal de contas, os tucanos estão falando e quais setores da sociedade contam mobilizar com isso? Eu ousaria dizer, infelizmente, que a pregação corre o risco de cair no vazio. Não há hoje, e não estou dizendo que isso seja necessariamente bom, grandes divergências sobre as escolhas “macro”. A privatização, nesse sentido, é um bom exemplo. O fato é que essas questões não chegam exatamente a dividir opiniões. E então chego aonde quero.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As oposições precisam mudar o, vamos dizer, canal de interlocução com a população. Em artigo recente no Estadão, FHC falou de um partido que tem de estar presente “nas universidades, nas organizações populares, nas associações de classe”. Huuummm… Não  sei, não… Será mesmo? Não estará o brilhante FHC sendo traído por suas antigas raízes na esquerda? Não estaria ignorando que ele próprio foi um presidente que fez um bem imenso ao povo brasileiro não porque vocalizasse a pauta desses fóruns dominados por “progressistas”, mas porque soube interpretar uma vontade que ia nas ruas: o fim da inflação? Não que as esquerdas gostassem da inflação. É que sua agenda era de outra natureza. A grande aliança que o tucano conseguiu fazer, vital para a modernização do país, foi mesmo com o PFL. Passou longe das “universidades” ou das “organizações populares”. Ainda bem! Dominadas que estavam e ainda estão pelo petismo, eram estupidamente nacionalistas, socializantes e estatizantes — na exata contramão daquilo que precisava ser feito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas aquele trem passou. Esses setores a que FHC se refere, antes apenas franjas do PT, são hoje braços cooptados e remunerados pelo partido. Lamento! Mas são, vamos dizer, indisputáveis. Vá perguntar nos EUA ou na França se os conservadores tentam disputar influência com os democratas ou com os socialistas nos sindicatos, por exemplo. Sabem que sua praia é outra. E chegamos ao busílis. O PSDB terá a coragem de ser um partido conservador? Refiro-me a uma esfera sempre ausente da política brasileira porque considerada inferior pelos “progressistas” e pelos “donos da opinião”: a dos valores. Não há país democrático no mundo sem um partido conservador forte. O Brasil parece pretender oferecer mais essa jabuticaba.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que estou querendo dizer é que aquele esforço dos tucanos de demonstrar que Dilma, ao privatizar aeroportos, segue a agenda do PSDB está, em si correto porque é verdade. Mas é de uma brutal ineficiência política. Ok, ok, na próxima campanha eleitoral, talvez não voltem os petistas à ladainha antiprivatista das três últimas campanhas…. Mas isso é muito pouco. O meu ponto: se o PSDB tentar disputar a influência em terrenos já seqüestrados pelo petismo, vai, obviamente, quebrar a cara. Ao contrário: o partido tem de aprender é a falar com o “eleitor Todo Mundo”, aquele que não pertence a aparelhos. Mas, para tanto, terá de dar uma bela sacudida em si mesmo. Ou tende a desaparecer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Faltam exemplos neste texto, eu sei. E chegou a hora de elencá-los. Onde estava e, de certo modo, onde está o PSDB COMO PARTIDO — não como expressão isolada de um líder ou outro — nessa crise do Pinheirinho? Aécio Neves é agora “o candidato óbvio”, certo? Como reagiu a uma das maiores orquestrações de que se tem notícia do governo federal contra um governo estadual de um aliado seu? Houve uma verdadeira conjuração palaciana contra Geraldo Alckmin e contra São Paulo, de braços dados com mentirosos profissionais, canalhas a soldo pagos com dinheiro público para caluniar, injuriar, difamar… E o que fez Sérgio Guerra nesse tempo? E o CONJUNTO - não um ou outro - dos deputados e senadores? Houve, sim, manifestações esparsas e esporádicas, mas, lamento!, NÃO SE VIU UM PARTIDO.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por quê? Ora, porque é fato que havia muitos tucanos tentando se afastar do problema, temendo a máquina oficial de propaganda. Alberto Goldman, vice-presidente do PSDB, emitiu uma dura nota a respeito — Guerra estava fora do país. Mas ela não parecia traduzir a indignação da legenda como um todo. Muitos talvez quisessem que isso é “coisa lá de São Paulo”. Sim, senhores! Estamos tratando agora da esfera de valores, esta na qual os tucanos não entram de jeito nenhum! Têm um pavor patológico de parecer “reacionários”. Às vezes, fico com a impressão que muitos deles lutam desesperadamente para ser considerados boas pessoas pelos… petistas!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vamos avançar um tantinho mais, para deixar alguns tucanos ainda mais escandalizados. Um partido que estivesse, como se diz, “nos cascos” não deixaria passar em branco as declarações da nova ministra da Secretaria das Mulheres, a tal Eleonora Menicucci, que andou a dizer barbaridades ontem sobre o aborto. Qualquer partido decente, ainda que achasse a cureta um verdadeiro poema, repudiaria os termos e, sobretudo, destacaria que a escolha vai na contramão do discurso da candidata Dilma Rousseff. Mas é evidente que o PSDB não o fará porque já li aqui e ali que alguns deles consideram o debate de 2010 um equívoco — como se ele tivesse sido feito pelo partido. Errado! Foi feito por parcelas da sociedade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Daqui a pouco, a tal lei que criminaliza a homofobia voltará à pauta. Vamos ver em que termos. A chance de que se tente impor, sob o pretexto de garantir a igualdade, uma forma de censura, especialmente religiosa, é imensa. O PSDB terá a coragem de defender a liberdade de crença ou tentará disputar influência com o PT no movimento gay — o que sempre será inútil? Até a greve dos policiais da Bahia fala um tanto do PSDB. Apoiar o movimento seria, obviamente, impensável, e não serei eu, que me oponho à greve de qualquer servidor público, a recomendá-lo. Apontar, no entanto, a irresponsabilidade do viajante Jaques Wagner é um imperativo político e moral.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sim, tucanos, um dia uma parcela dos historiadores — não todos porque os tarados ideológicos não o farão — vai reconhecer os méritos da gestão de FHC e os truques todos a que recorreu Lula para esconder a obra do antecessor. É importante que vocês digam a verdade, na esperança de que vire um registro. Mas a política mesmo está em outro lugar, está com os valores. Se o PSDB não seguir o exemplo dos grandes partidos de oposição do mundo democrático, que têm a coragem de debatê-los, pode, então, pendurar a chuteira.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Só que há um porém: na média, o povo brasileiro é bem mais conservador do que a esmagadora maioria dos tucanos. Ou eles decifram esse povo ou serão devorados de novo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por Reinaldo Azevedo &lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5388885470067245342-4788442119322554845?l=upecbrasil.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://upecbrasil.blogspot.com/feeds/4788442119322554845/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5388885470067245342&amp;postID=4788442119322554845' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5388885470067245342/posts/default/4788442119322554845'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5388885470067245342/posts/default/4788442119322554845'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://upecbrasil.blogspot.com/2012/02/por-reinaldo-azevedo-08022012.html' title='Por Reinaldo Azevedo - 08/02/2012'/><author><name>UPEC</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12567761697811164225</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='16' src='http://bp3.blogger.com/_Mt44_jsNnK0/Rr5VSumBjxI/AAAAAAAAAAM/FNVUBudLiN8/s1600/Clipboard01.png'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5388885470067245342.post-8867427777129162120</id><published>2012-02-09T10:54:00.001-02:00</published><updated>2012-02-09T10:54:44.463-02:00</updated><title type='text'>Por Carlos Vereza</title><content type='html'>Por Carlos Vereza&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(51, 51, 255);font-size:180%;" &gt;&lt;br /&gt;A solidão de Yaoni! &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;A destemida blogueira cubana Yaoni Sánches não obteve o visto de saida da ilha-presidio. Dilma preferiu criticar a base de Guantánamo a receber as Mulheres de Branco e referir-se (mesmo que fosse sucinta) aos dissidentes da ditadura castrista!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em verdade, tudo não passou de mais uma jogada de marketing do "governo" brasileiro ao conceder a permissão para que Yaoni pudesse vir ao Brasil!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quem são os prisioneiros de Guantánamo? Terroristas fanáticos que explodem ônibus escolares em Israel, dementados que em nome de uma religião, não hesitariam em novos atentados contra tudo e todos que - segundo suas mentes deformadas -, fazem parte do "degradado mundo ocidental"!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E sobre os que morrem em greve de fome pela liberdade de existir? Nenhuma palavra!&lt;br /&gt;Dilma é fiel ao lulopetismo que alimenta um antiamericanismo tão defasado quanto a ausência de um projeto que coloque o Brasil ao lado de paises democráticos!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E os protestos dos intelectuais de "esquerda ?" Silêncio covarde e absoluto!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Yaoni, sei que é pouco mas conte com a solidariedade de todos que acreditam que o ser humano nasceu destinado à liberdade!&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5388885470067245342-8867427777129162120?l=upecbrasil.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://upecbrasil.blogspot.com/feeds/8867427777129162120/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5388885470067245342&amp;postID=8867427777129162120' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5388885470067245342/posts/default/8867427777129162120'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5388885470067245342/posts/default/8867427777129162120'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://upecbrasil.blogspot.com/2012/02/por-carlos-vereza.html' title='Por Carlos Vereza'/><author><name>UPEC</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12567761697811164225</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='16' src='http://bp3.blogger.com/_Mt44_jsNnK0/Rr5VSumBjxI/AAAAAAAAAAM/FNVUBudLiN8/s1600/Clipboard01.png'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5388885470067245342.post-6882496482186671663</id><published>2012-02-08T11:31:00.002-02:00</published><updated>2012-02-09T10:55:30.422-02:00</updated><title type='text'>E-MAIL QUE CIRCULA NA INGLATERRA</title><content type='html'>&lt;span style="font-weight: bold;font-size:180%;" &gt;E-MAIL QUE CIRCULA NA INGLATERRA&lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Os muçulmanos não estão  felizes:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;· Eles não  estão felizes em Gaza.&lt;br /&gt;· Eles não  estão felizes na Cisjordânia.&lt;br /&gt;· Eles não  estão felizes em Jerusalém.&lt;br /&gt;· Eles não  estão felizes em Israel.&lt;br /&gt;· Eles não  estão felizes no Egito.&lt;br /&gt;· Eles não  estão felizes na Líbia.&lt;br /&gt;· Eles não  estão felizes na Argélia.&lt;br /&gt;· Eles não  estão felizes em Tunis&lt;br /&gt;· Eles não  estão felizes em Marrocos.&lt;br /&gt;· Eles não  estão felizes no Iêmen.&lt;br /&gt;· Eles não  estão felizes no Iraque.&lt;br /&gt;· Eles não  estão felizes no Afeganistão.&lt;br /&gt;· Eles não  estão felizes na Síria.&lt;br /&gt;· Eles não  estão felizes no Líbano.&lt;br /&gt;· Eles não  estão felizes no Sudão.&lt;br /&gt;· Eles não  estão felizes na Jordânia ...·&lt;br /&gt;Eles não  estão felizes  no Irã.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Onde os muçulmanos estão felizes?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eles estão  felizes na Inglaterra.&lt;br /&gt;Eles estão  felizes  na França.&lt;br /&gt;Eles estão  felizes na Itália.&lt;br /&gt;Eles estão  felizes na Alemanha.&lt;br /&gt;Eles estão  felizes na Suécia.&lt;br /&gt;Eles estão  felizes na Holanda.&lt;br /&gt;Eles estão  felizes na Dinamarca.&lt;br /&gt;Eles estão  felizes na  Bélgica.&lt;br /&gt;Eles estão  felizes na Noruega.&lt;br /&gt;Eles estão  felizes nos E.U.A.&lt;br /&gt;Eles estão felizes no  Canadá.&lt;br /&gt;Eles estão felizes na  Romenia.&lt;br /&gt;Eles estão felizes na  Hungria.&lt;br /&gt;Eles estão felizes na  Austrália.&lt;br /&gt;Eles estão felizes na Nova  Zelândia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eles estão felizes em qualquer outro país  no mundo que não está sob umgoverno  muçulmano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E quem eles  culpam?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;· Não o  Islam.&lt;br /&gt;· Não a liderança  deles.&lt;br /&gt;· Não a si  mesmos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Culpam os países onde estão vivendo  livremente e bem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Isso é tão  verdadeiro ...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A democracia é realmente boa para  eles:&lt;br /&gt;Em uma democracia que eles podem viver confortavelmente, aproveitar a alta qualidade de vida que eles não construíram e nem trabalharam para ter, podem manter seus costumes,  desobedecem às leis, exploram os serviços sociais, fazem paródias de nossa  política e de nossos tribunais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Geralmente, mordem a mão que os  alimenta. A questão é contraditória,paradoxal !  Eles tentam trazer seu sistema de vida falido e querem transformar os países  que os acolheram no país que abandonaram em busca deuma vida melhor ...?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dá  para entender???&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5388885470067245342-6882496482186671663?l=upecbrasil.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://upecbrasil.blogspot.com/feeds/6882496482186671663/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5388885470067245342&amp;postID=6882496482186671663' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5388885470067245342/posts/default/6882496482186671663'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5388885470067245342/posts/default/6882496482186671663'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://upecbrasil.blogspot.com/2012/02/e-mail-que-circula-na-inglaterra_08.html' title='E-MAIL QUE CIRCULA NA INGLATERRA'/><author><name>UPEC</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12567761697811164225</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='16' src='http://bp3.blogger.com/_Mt44_jsNnK0/Rr5VSumBjxI/AAAAAAAAAAM/FNVUBudLiN8/s1600/Clipboard01.png'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5388885470067245342.post-2940076074342295412</id><published>2012-02-08T11:01:00.000-02:00</published><updated>2012-02-08T11:03:08.195-02:00</updated><title type='text'>Texto de José Serra</title><content type='html'>&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(51, 51, 255);font-size:180%;" &gt;As ilhas da fantasia&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;O Globo, 05/02/2012.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O governo brasileiro existe em duas dimensões, duas frequências diferentes. Em uma delas, corre a retórica; na outra, os fatos. As duas programações pouco ou nada têm em comum, mas cada uma serve a um propósito específico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tomem-se os direitos humanos, que, a presidente anunciou, seriam uma prioridade nas relações internacionais. O discurso continua ali, chiando como um disco velho, mas, na prática, nada mudou em relação ao período pré-Dilma.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na recente visita presidencial a Cuba, não houve um só gesto, uma só manifestação, que revelasse alguma preocupação do governo brasileiro com relação às violações dos direitos humanos na ilha. Violação simbolizada pela morte recente de um prisioneiro político em greve de fome.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nosso governo diz que a cooperação econômica é o melhor caminho para promover mudanças democráticas naquele país. Cooperação que, na prática, tem por objetivo dar sobrevida à ditadura que o PT reverencia e que muitos dos seus integrantes lamentam não poder implantar por aqui.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dizia-se que a ditadura em Cuba era apenas um instrumento necessário para evitar a volta do capitalismo. Curiosamente, hoje, é a volta do capitalismo que entra na equação para ajudar a manter a ditadura do partido único, que os amigos cubanos do PT defendem e justificam.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além da alegação sobre as mudanças democráticas e da intenção de dar sobrevida à ditadura, outro fator que explicaria a “cooperação” seriam os bons negócios para as empresas brasileiras que venderão bens e serviços para Cuba. Tudo coberto, obviamente, pelos empréstimos do BNDES ao governo cubano, que não costuma ser bom pagador em razão da pobreza fiscal e cambial da ilha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ou seja, tais empréstimos são candidatos a virar doação dos contribuintes brasileiros, que, se fossem indagados a respeito, provavelmente prefeririam destinar esses recursos a fundo meio perdido para alavancar o desenvolvimento das regiões mais pobres do nosso país, criando também demanda para nossas empresas. Não é demais lembrar que temos o 84º IDH e a 77ª renda per capita do mundo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na Síria, o Brasil é cúmplice da barbárie praticada contra o povo pelo ditador Bashar Al Assad, que, anos atrás, assinou um acordo de cooperação com o PT. Não se sabe no que exatamente Assad está cooperando com o partido (seus dirigentes deveriam explicar), mas os petistas vêm honrando o compromisso, pois cooperam com Assad para tentar aliviar a pressão internacional contra o tirano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O governo do PT coopera também com o Irã para que o regime dos aiatolás ganhe tempo e se aproxime do objetivo de construir uma bomba atômica. A presidente da República corteja a comunidade judaica com discursos, mas, na diplomacia, ajuda quem sonha promover um novo Holocausto do povo judeu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O PT é muito sensível nos direitos humanos quando lhe convém. Sempre que pode, promove um circo, com a ajuda do governo federal, contra adversários políticos que procuram cumprir a lei. Mas a violência policial nos governos do PT e de aliados do PT é como se não existisse.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando um governador é aliado do PT, pode mandar a polícia bater à vontade, ferir, lesar, quem sabe matar… Mas, se é de um partido adversário e tem responsabilidades na segurança pública e na defesa da ordem, saiba que os aparatos petistas irão persegui-lo implacavelmente, ainda que faça tudo certo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As duas dimensões e duas frequências diferentes do governo brasileiro não se restringem aos direitos humanos. Em relação à economia, por exemplo, no chiado do disco velho, o PT continua pregando contra o “neoliberalismo”. Mas, diante da própria incapacidade de resolver o problema aeroportuário, vai privatizar os aeroportos e oferecer o dinheiro subsidiado do BNDES para as concessionárias fazerem os investimentos. Financia calúnias contra o processo de privatização dos anos 90, mas inaugura outra modalidade: a privatização do dinheiro público, como nunca antes na história deste país… Talvez seja esse o tal socialismo para o século 21.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ainda na economia, o governo continua falando em “PAC”, o programa que, na teoria, se destinava a coordenar e acelerar o crescimento. Mas o Brasil tem crescido menos que todos os principais emergentes. O que deveria ser coordenado ficou cada vez mais enrolado, e o que deveria ser acelerado parou ou andou em marcha lenta. Acelerada mesmo, só a propaganda da suposta aceleração.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;São dois mundos distintos, o da retórica e o dos fatos, mas que caminham paralelamente, cada um com sua função.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;http://www.joseserra.com.br/archives/artigo/as-ilhas-da-fantasia&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5388885470067245342-2940076074342295412?l=upecbrasil.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://upecbrasil.blogspot.com/feeds/2940076074342295412/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5388885470067245342&amp;postID=2940076074342295412' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5388885470067245342/posts/default/2940076074342295412'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5388885470067245342/posts/default/2940076074342295412'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://upecbrasil.blogspot.com/2012/02/texto-de-jose-serra.html' title='Texto de José Serra'/><author><name>UPEC</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12567761697811164225</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='16' src='http://bp3.blogger.com/_Mt44_jsNnK0/Rr5VSumBjxI/AAAAAAAAAAM/FNVUBudLiN8/s1600/Clipboard01.png'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5388885470067245342.post-3163423693883623521</id><published>2012-02-08T00:44:00.001-02:00</published><updated>2012-02-08T00:46:22.410-02:00</updated><title type='text'>Augusto Nunes.</title><content type='html'>&lt;span style="font-family: trebuchet ms; font-weight: bold;font-size:180%;" &gt;&lt;span style="font-style: italic; color: rgb(255, 0, 0);"&gt;Aplicando um tipo de Gramscismo Fidelista, os PTralhas levam o Estado Brasileiro à falência e submetem os brasileiros  à submissão  e às decisões de Havana e da Família Castro. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: trebuchet ms; font-weight: bold;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: trebuchet ms; font-weight: bold;"&gt;&lt;br style="font-family: trebuchet ms; font-weight: bold;"&gt;&lt;br style="font-family: trebuchet ms; font-weight: bold;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0); font-family: trebuchet ms;"&gt;O BANDO QUE A SUPERGERENTE JUNTOU MERECE SER FOTOGRAFADO TAMBÉM DE PERFIL. &lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: trebuchet ms;"&gt;&lt;span style="font-family: trebuchet ms;"&gt;Por vontade de Dilma Rousseff, viraram ministros Antonio Palocci, Alfredo Nascimento, Wagner Rossi, Pedro Novais, Orlando Silva, Carlos Lupi e Mário Negromonte. Todos perderam o emprego contra a vontade da chefe de governo, que ignorou enquanto pôde o assombro dos brasileiros inconformados com a impunidade dos fabricantes de maracutaias. Em 13 meses, a presidente foi forçada a devolver à planície sete casos de polícia. Teriam sido nove se Fernando Pimentel não fosse tratado por Dilma como um pirralho peralta e Fernando Bezerra não estivesse sob as asas protetoras de Eduardo Campos.&lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: trebuchet ms;"&gt;&lt;br style="font-family: trebuchet ms;"&gt;&lt;span style="font-family: trebuchet ms;"&gt;Se presidisse uma empresa privada, a superexecutiva de araque não teria sobrevivido ao segundo despejo registrado na diretoria que nomeou porque quis. Debilitada pelo precedente, seria expulsa aos berros pelo conselho administrativo, perseguida por apupos de acionistas coléricos, desqualificada para pilotar até carrinhos de pipoca e condenada ao desemprego perpétuo. Como é presidente do Brasil, a única faxineira do mundo que não consegue viver longe do lixo segue caprichando na pose de defensora da moral e dos bons costumes. E os jornalistas federais fingem enxergar uma supergerente na superlativa mediocridade que coleciona escolhas desastrosas.&lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: trebuchet ms;"&gt;&lt;br style="font-family: trebuchet ms;"&gt;&lt;span style="font-family: trebuchet ms;"&gt;A mais recente promoveu a ministro das Cidades o deputado Aguinaldo Ribeiro, do PP da Paraíba. O sucessor de Negromonte nem precisou assumir para desfraldar a folha corrida e empoleirar-se num andor da procissão dos pecadores. Vai sentir-se em casa no convívio com os vigaristas, farsantes, gatunos compulsivos e perfeitas cavalgaduras que se acotovelam no pior primeiro escalão de todos os tempos. Paralelamente, vai proporcionar a Dilma mais um bom motivo para repetir a festa de confraternização ocorrida no último dia do governo Lula. Como em 2010, todos os ministros e ex-ministros estarão, em 2014, sorrindo juntos para a posteridade. A afilhada tem tudo para superar o padrinho.&lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: trebuchet ms;"&gt;&lt;br style="font-family: trebuchet ms;"&gt;&lt;span style="font-family: trebuchet ms;"&gt;A turma de Lula só posou para a foto de frente. Faltou a data no peito de muitos. O bando de Dilma não pode esquecer os algarismos. E merece ser fotografado também de perfil.&lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: trebuchet ms;"&gt;&lt;br style="font-family: trebuchet ms;"&gt;&lt;span style="font-family: trebuchet ms;"&gt;Augusto Nunes.&lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: trebuchet ms;"&gt;&lt;br style="font-family: trebuchet ms;"&gt;&lt;span style="font-family: trebuchet ms;"&gt;Veja.com.br &lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: trebuchet ms;"&gt;&lt;span style="font-family: trebuchet ms;"&gt;Postado por Blog do Beto às 09:13 &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5388885470067245342-3163423693883623521?l=upecbrasil.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://upecbrasil.blogspot.com/feeds/3163423693883623521/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5388885470067245342&amp;postID=3163423693883623521' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5388885470067245342/posts/default/3163423693883623521'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5388885470067245342/posts/default/3163423693883623521'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://upecbrasil.blogspot.com/2012/02/augusto-nunes.html' title='Augusto Nunes.'/><author><name>UPEC</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12567761697811164225</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='16' src='http://bp3.blogger.com/_Mt44_jsNnK0/Rr5VSumBjxI/AAAAAAAAAAM/FNVUBudLiN8/s1600/Clipboard01.png'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5388885470067245342.post-2771777152814973320</id><published>2012-02-08T00:14:00.004-02:00</published><updated>2012-02-08T00:47:14.938-02:00</updated><title type='text'>02/2012  -  Direto ao Ponto</title><content type='html'>&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(51, 51, 255); font-family: trebuchet ms;font-family:verdana;font-size:180%;"  &gt;Por que Gilberto Carvalho ficou tão feliz com o desempenho da viúva militante, que reservou a Sombra a compaixão e a ternura negadas ao marido assassinado?&lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: trebuchet ms;font-family:verdana;" &gt;&lt;br style="font-family: trebuchet ms;font-family:verdana;" &gt;&lt;span style="font-family: trebuchet ms;font-family:verdana;" &gt;Às 23 horas de 17 de janeiro de 2002, depois de assistirem a um filme na TV, Ivone Santana e Celso Daniel foram dormir juntos pela última vez. Na noite seguinte, a socióloga de 38 anos soube que o homem a quem estava ligada afetivamente desde 1996 fora sequestrado ao voltar de um restaurante em São Paulo na Pajero blindada dirigida por Sérgio Gomes da Silva, o Sombra, ex-segurança, ex-assessor e empresário. Ela jura que passou o dia 19 à espera do pedido de resgate. Em 20 de fevereiro, o corpo da vítima foi encontrado numa estrada de terra. Além de 11 perfurações a bala, a autópsia encontrou numerosas evidências de que, antes de executá-lo, os assassinos haviam submetido Celso Daniel a torturas selvagens.&lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: trebuchet ms;font-family:verdana;" &gt;&lt;br style="font-family: trebuchet ms;font-family:verdana;" &gt;&lt;span style="font-family: trebuchet ms;font-family:verdana;" &gt;Surpreendida por tamanha tragédia, uma viúva de Nelson Rodrigues atravessaria o velório assombrando os presentes com  saltos ornamentais sobre o caixão, berreiros de acordar qualquer defunto, imprecações tremendas contra culpados ou inocentes  ─ e colecionaria desmaios sucessivos até a missa de 30° dia. Mesmo a mais contida das mulheres não demoraria menos de um mês para recordar o que ocorrera sem que a emoção interrompesse o relato de cinco em cinco minutos. &lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0); font-weight: bold; font-family: trebuchet ms;font-family:verdana;" &gt;O caso Celso Daniel precipitou a aparição de outra maravilha da fauna do PT: a viúva militante. Essa mutação não sabe o que é luto. Discorre sobre uma perda recentíssima com a placidez de quem narra um torneio de golfe. E precisa de  apenas uma semana para preencher uma página de jornal com palavrórios abjetos na forma e suspeitíssimos no conteúdo.&lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: trebuchet ms;font-family:verdana;" &gt;&lt;br style="font-family: trebuchet ms;font-family:verdana;" &gt;&lt;span style="font-family: trebuchet ms;font-family:verdana;" &gt;Ela chorou duas vezes, garante o repórter que assina a entrevista publicada pela Folha de S. Paulo em 28 de janeiro de 2002. Pode ter sido algum cisco no olho, sugerem as respostas. O crime poderia ter tido motivações políticas?, começa a conversa. &lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0); font-weight: bold; font-family: trebuchet ms;font-family:verdana;" &gt;“O Celso não possuía inimigos políticos que pudessem chegar ao ponto de sequestrá-lo e matá-lo”&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: trebuchet ms;font-family:verdana;" &gt;, encerra o assunto a depoente sem dúvidas. “Foi um crime urbano”.  Nessa hipótese, por que Sombra foi poupado pelos bandidos?  “O Sérgio é moreno”, ensina, deixando claro que prefere o prenome ao apelido revelador.  E decola rumo à estratosfera: “Nosso racismo cordial deve ter falado mais alto, e os caras acharam melhor pegar o Celso”.  &lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0); font-weight: bold; font-family: trebuchet ms;font-family:verdana;" &gt;Tradução: o erro do prefeito foi ter nascido branco.&lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: trebuchet ms;font-family:verdana;" &gt;&lt;br style="font-family: trebuchet ms;font-family:verdana;" &gt;&lt;span style="font-family: trebuchet ms;font-family:verdana;" &gt;Por que não pediram resgate? “Os caras foram atrás porque acharam que era um empresário com grana. Mas aí descobriram que pegaram o sujeito errado. Com todo aquele cerco, aquele barulho da imprensa, os caras devem ter se apavorado e achado que não podiam ficar com ele, que tinham de se livrar dele”. Não viu nada de estranho no comportamento de Sombra, nenhuma das suspeitas levantadas lhe parece pertinente? “Delírio puro”, irrita-se Ivone. “Celso saiu para jantar com um amigo, que é da família. Não foi o prefeito que saiu para jantar com um empresário. Será que as pessoas não entendem a diferença? Conheço Sérgio desde 1988. É um amigo”. O entrevistador lembra que peritos mobilizados pelo fabricante da Pajero desmontaram a fantasia dos defeitos mecânicos. “A resposta está na ponta da língua: “Se o carro é da Mitsubishi e chamam um sujeito da Mitsubishi para dar pareceres… Tenha dó, não é?”&lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: trebuchet ms;font-family:verdana;" &gt;&lt;br  style="color: rgb(255, 0, 0); font-weight: bold; font-family: trebuchet ms;font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0); font-weight: bold; font-family: trebuchet ms;font-family:verdana;" &gt;A doçura do tratamento dispensado à figura que pode ter sido o mandante do crime contrasta com a ausência de alusões carinhosas ao  assassinado&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: trebuchet ms;font-family:verdana;" &gt;.  Como Miriam Belchior, que viveu 10 anos com Celso Daniel, Ivone Santana negou-lhe até mesmo palavras compassivas. O dramático fim do prefeito que ocuparia na campanha de Lula o posto que acabou confiado a Antonio Palocci não foi chorado pelas companheiras que teve. Somadas, as lágrimas da dupla de viúvas não bastam para encher três tampinhas de garrafa de cerveja. Se não tivesse batido em retirada, Gilberto Carvalho teria de encontrar explicações, na segunda metade da entrevista, para o espetáculo da frieza ─ e seria confrontado com as informações e perguntas resumidas em mais oito tópicos:&lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: trebuchet ms;font-family:verdana;" &gt;&lt;br style="font-family: trebuchet ms;font-family:verdana;" &gt;&lt;span style="font-family: trebuchet ms;font-family:verdana;" &gt;1. &lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold; font-family: trebuchet ms;font-family:verdana;" &gt;Numa gravação, uma voz não identificada cumprimenta Ivone Santana pela entrevista concedida à Folha e a estimula a aceitar o convite para brilhar no programa de Hebe Camargo.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: trebuchet ms;font-family:verdana;" &gt; Em outra, Gilberto Carvalho aplaude a performance de Ivone e diz que a entrevista  “pode mudar o rumo das investigações”. Que rumo deveria tomar o inquérito? Numa das fitas que desapareceram, Luiz Eduardo Greenhalgh, em tom zombeteiro, elogia a competência de Miriam Belchir no papel de viúva. Se havia papéis, houve um script. Qual era o desfecho previsto?&lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: trebuchet ms;font-family:verdana;" &gt;&lt;br style="font-family: trebuchet ms;font-family:verdana;" &gt;&lt;span style="font-family: trebuchet ms;font-family:verdana;" &gt;2. Em nenhuma gravação as viúvas ouvem palavras de consolo ou solidariedade. N&lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold; font-family: trebuchet ms;font-family:verdana;" &gt;ão ficaram abaladas com a morte de Celso Daniel?&lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: trebuchet ms;font-family:verdana;" &gt;&lt;br  style="font-weight: bold; font-family: trebuchet ms;font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold; font-family: trebuchet ms;font-family:verdana;" &gt;3. Por que ninguém se mostra indignado com o assassinato?&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: trebuchet ms;font-family:verdana;" &gt; Por que ninguém exige a identificação e a condenação dos responsáveis? Por que ninguém lamenta a perda de Celso Daniel?&lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: trebuchet ms;font-family:verdana;" &gt;&lt;br style="font-family: trebuchet ms;font-family:verdana;" &gt;&lt;span style="font-family: trebuchet ms;font-family:verdana;" &gt;4. &lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold; font-family: trebuchet ms;font-family:verdana;" &gt;Gilberto Carvalho assumiu a secretaria de Comunicação da prefeitura de Santo André em 1997 e era secretário de Governo em janeiro de 2001&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: trebuchet ms;font-family:verdana;" &gt;. Nunca ouviu comentários sobre a existência de um esquema de arrecadação de dinheiro sujo para financiar campanhas do PT?&lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: trebuchet ms;font-family:verdana;" &gt;&lt;br style="font-family: trebuchet ms;font-family:verdana;" &gt;&lt;span style="font-family: trebuchet ms;font-family:verdana;" &gt;5. Em março de 2003, na sua casa em São Bernardo, Lula ouviu de Mara Gabrilli, filha de um empresário do setor de transportes, um relato circunstanciado sobre as pressõers movidas contra a Expresso Guarará por um grupo de que faziam parte o secretário de Serviços Municipais, Klinger de Oliveira, o empresário Ronan Maria Pinto, hoje dono do Diário do Grande ABC,  e por Sombra.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold; font-family: trebuchet ms;font-family:verdana;" &gt; No dia do encontro entre Lula e Mara, Gilberto Carvalho já era secretário-particular de Lula.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: trebuchet ms;font-family:verdana;" &gt; O que o chefe lhe contou depois do encontro? Acreditou no que ouvira? Tentou confirmar as denúncias?&lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: trebuchet ms;font-family:verdana;" &gt;&lt;br style="font-family: trebuchet ms;font-family:verdana;" &gt;&lt;span style="font-family: trebuchet ms;font-family:verdana;" &gt;6. Em 2005, Rosângela Gabrilli, irmã de Mara, reiterou as acusações na CPI dos Bingos e provou, com documentos, que a empresa de seu pai foi obrigada meses a fio a entregar à quadrilha R$ 40 mil mensais, em dinheiro vivo, repassados ao caixa 2 do PT.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold; font-family: trebuchet ms;font-family:verdana;" &gt; Por que Gilberto Carvalho jamais se manifestou sobre o depoimento de Rosângela?&lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: trebuchet ms;font-family:verdana;" &gt;&lt;br style="font-family: trebuchet ms;font-family:verdana;" &gt;&lt;span style="font-family: trebuchet ms;font-family:verdana;" &gt;7. Em 2010, Marcos Bispo dos Santos, acusado pelo Ministério Público de integrar o grupo de oito executores, foi condenado a 18 anos de prisão.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold; font-family: trebuchet ms;font-family:verdana;" &gt; Durante o julgamento, o promotor Francisco Cembranelli defendeu a tese do crime político.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: trebuchet ms;font-family:verdana;" &gt; Gilberto Carvalho achou incorreta a argumentação do promotor? Achou injusta a decisão do tribunal do júri?&lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: trebuchet ms;font-family:verdana;" &gt;&lt;br style="font-family: trebuchet ms;font-family:verdana;" &gt;&lt;span style="font-family: trebuchet ms;font-family:verdana;" &gt;8. Sérgio Gomes da Silva, que ficou preso oito meses, será julgado ainda neste ano.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold; font-family: trebuchet ms;font-family:verdana;" &gt; Gilberto Carvalho está disposto a depor como testemunha de defesa?&lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: trebuchet ms;font-family:verdana;" &gt;&lt;br style="font-family: trebuchet ms;font-family:verdana;" &gt;&lt;span style="font-family: trebuchet ms;font-family:verdana;" &gt;É improvável que se arrisque a tanto. Desde a descoberta das gravações, o sacristão de cordão carnavalesco guarda distância também dos antigos parceiros de Santo André. Acampado no Planalto, terá de reaprender orações esquecidas e rezar para que Sombra, caso se sinta em perigo, não resolva afundar atirando. Se optar pelo abraço do afogado, Sombra confirmará que, na segunda metade dos anos 90, empresários da área de transportes e pelo menos um secretário municipal, todos vinculados ao PT, forjaram  o embrião do esquema do mensalão. Recorrendo a extorsões, a quadrilha infiltrada na administração municipal ajudou a patrocinar a gastança eleitoral do partido. &lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold; font-family: trebuchet ms;font-family:verdana;" &gt;Ao saber que parte das boladas começara a ser desviada para os contas bancárias dos delinquentes, Celso Daniel resolveu impedir que os ladrões lesassem o PT. Foi punido com a morte.&lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: trebuchet ms;font-family:verdana;" &gt;&lt;br  style="font-weight: bold; color: rgb(255, 0, 0); font-family: trebuchet ms;font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(255, 0, 0); font-family: trebuchet ms;font-family:verdana;" &gt;Na entrevista que não houve, ficaria claro que Gilberto Carvalho e seus comparsas conspiraram para impedir a descoberta da roubalheira. Decididos a manter o partido vivo, promoveram a segunda morte de Celso Daniel. Tentam assassinar a verdade desde 2002. Não conseguirão.&lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: trebuchet ms;font-family:verdana;" &gt;&lt;br style="font-family: trebuchet ms;font-family:verdana;" &gt;&lt;span style="font-family: trebuchet ms;font-family:verdana;" &gt;Augusto Nunes&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5388885470067245342-2771777152814973320?l=upecbrasil.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://upecbrasil.blogspot.com/feeds/2771777152814973320/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5388885470067245342&amp;postID=2771777152814973320' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5388885470067245342/posts/default/2771777152814973320'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5388885470067245342/posts/default/2771777152814973320'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://upecbrasil.blogspot.com/2012/02/022012-direto-ao-ponto.html' title='02/2012  -  Direto ao Ponto'/><author><name>UPEC</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12567761697811164225</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='16' src='http://bp3.blogger.com/_Mt44_jsNnK0/Rr5VSumBjxI/AAAAAAAAAAM/FNVUBudLiN8/s1600/Clipboard01.png'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5388885470067245342.post-572004520274673298</id><published>2012-02-07T14:03:00.001-02:00</published><updated>2012-02-07T14:06:08.844-02:00</updated><title type='text'>Por Gustavo</title><content type='html'>&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(51, 51, 255);font-size:180%;" &gt;VICIADOS EM DITADURA&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando Dilma Vana Rousseff assumiu a Presidência da República, muitas almas ingênuas se deixaram levar pela esperança de que, ao menos na política externa, haveria alguma mudança. A postura canhestramente antiamericana e desavergonhadamente pró-ditaduras do governo anterior, responsável por alguns dos maiores vexames da história do Itamaraty (como o apoio descarado a um político golpista em Honduras, as relações mal-explicadas com os narcoterroristas das FARC e um acordo fajuto para permitir à teocracia do Irã ganhar tempo para ter a bomba atômica, entre outras enormidades), seria substituída por uma atitude mais sensata e discreta, como convém a democratas. Aparentemente, o governo Dilma estaria se afastando de regimes que apedrejam mulheres e enforcam opositores e se colocaria, finalmente, do lado bom e decente da humanidade, o lado da civilização contra a barbárie. Não mais piscadelas e salamaleques para ditadores e violadores contumazes dos direitos humanos, acreditou-se, mas um pouco de compostura e decência - pelo menos isso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Durou pouco a ilusão. Se ainda havia alguma dúvida de que o governo Dilma Rousseff nada mais é do que o governo Lula requentado (apenas com um pouco menos de verborragia e sem tantos fogos de artifício), essa foi para o beleléu no começo desta semana, com a visita da ex-camarada Estela à ilha de Cuba, o fetiche supremo dos esquerdistas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que ocorreu em Havana foi o fim de mais um mito criado em torno de Dilma Rousseff, cuja biografia oficial, graças à aura de ex-guerrilheira que ninguém sabe direito o que fez, já começa a adquirir contornos de hagiografia (escrevo sobre isso em outro texto). A viagem foi precedida de alguns gestos que pareceram a muitos um sinal de "mudança", como a concessão de visto, por parte do governo brasileiro, para que a blogueira Yoani Sánchez visite o Brasil para um festival de cinema (se virá ou não, é outra questão, pois o governo cubano já negou seu pedido de saída do pais 18 vezes, e tudo indica que não o fará novamente), assim como as recentes "reformas" anunciadas pela ditadura, como a permissão para vender carros e o limite de dez anos (depois de 53 anos de ditadura!) para a permanência de governantes em cargos de mando. Tudo, porém, não passou de fogo de palha, de muito confete para pouca música.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não se repetiu, dessa vez, a cena escabrosa de um Lula da Silva posando, sorridente, ao lado da múmia Fidel Castro no momento em que um preso de consciência, Orlando Zapata Tamayo, morria de fome em um calabouço da ditadura. Seria dificil ultrapassar nível tão abissal de abjeção. Mas a visita de Dilma não esteve longe em termos de desprezo pelos direitos humanos. Poucos dias antes dela chegar à ilha e encontrar-se em segredo com Fidel Castro, outro dissidente, William Vilar, morreu em uma greve de fome em protesto contra a repressão política e a falta de liberdades na ilha-prisão. O que disse Dilma, a ex-torturada, sobre o fato? Nada. Nem uma só palavra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em vez disso, na única ocasião em que tocou no assunto dos direitos humanos quando esteve na ilha, a digníssima tratou de comprovar, pela enésima vez, sua pouca familiaridade com as formas mais elementares de expressão e, de quebra, cometeu uma gafe que só não faria corar de vergonha seu antecessor. Perante os jornalistas, naquela língua estranha e quase ininteligível que é o dilmês, ela criticou o tratamento cruel dispensado aos presos... em Guantánamo! Sim, para a presidente do Brasil, só há tortura, só há presos de consciência, na prisão norte-americana! Na visão geopolítica muito peculiar de Dilma Rousseff, Marco Aurélio Garcia e companhia, não há qualquer diferença entre Cuba e os EUA, assim como não há diferença alguma entre os presos em Boniato ou Kilo 7 e os detidos em Guantánamo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com mais essa declaração infeliz, Dilma se aproximou um pouco mais de Lula, que talvez na frase mais estúpida já pronunciada por um chefe de Estado em todos os tempos, comparou em 2010 os presos políticos cubanos aos bandidos do PCC... Dilma não chegou a tanto – seria demais até para ela –, mas colocou dissidentes como Orlando Zapata e William Vilar na mesma vala comum dos terroristas presos na prisão norte-americana, como Khaled Sheik Mohammed, o mentor dos atentados de 11/09/2001.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por falar em Guantánamo, lembrei agora de um fato interessante: no auge do clamor mundial contra o tratamento dispensado pelos EUA aos prisioneiros, o jornalista e provocador intelectual Christopher Hitchens, falecido no final do ano passado, defendeu o fechamento da prisão norte-americana, pelo seguinte motivo: os EUA estavam ajudando a criar uma ameaça à sua seguranca, ao permitir que o local se transformasse numa grande madraçal. Em Guantánamo, os terroristas presos têm direito a rezarem quantas vezes quiserem e a lerem o Corão. Comparativamente a outros presos, têm mesmo um tratamento cinco estrelas. Será que se pode dizer o mesmo dos presos políticos em Cuba?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Seria demais esperar de Dilma Rousseff, que nos anos 60 pegou em armas para transformar o Brasil numa nova Cuba, que, em sua visita à ilha, se encontrasse com dissidentes. Mas poderia, pelo menos, ficar calada. Assim, além de evitar o vexame de maltratar os ouvidos alheios com seus solecismos e anacolutos, poderia vender mais facilmente a lorota de que a visita foi apenas "de negócios", como repetiu sua assessoria. Com sua declaração inacreditável sobre Guantánamo, a musa de Arnaldo Jabor deixou claro que sua ida a Havana não visou apenas a interesses comerciais, mas, sobretudo, a prestigiar a ditadura.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Essa é a postura do governo Dilma: para a ditadura comunista dos irmãos Castro, silêncio cúmplice e solidariedade; para os EUA, críticas – e em Cuba. Ou seja: fala grosso com os EUA, mas afina com tiranos de sua predileção. E ainda há quem fale em "mudança" na política externa brasileira... Aí está a própria Dilma para desmentir esse wishful thinking.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Claro, haverá quem diga que não cabe a um chefe de Estado em visita a outro pais fazer declarações sobre direitos humanos ou liberdade de imprensa, pois isto seria, além de uma quebra do protocolo diplomático, imiscuir-se nos assuntos do país anfitrião etc. Já conheço essa conversa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pois eu digo que, para além desse palavrório afetado, defender os direitos humanos, em lugares como Cuba, mais do que cabível, é uma obrigação política e moral. Ainda mais em se tratando do Brasil, país que é, atualmente, o maior parceiro comercial de Cuba - o que significa que é, junto com a Venezuela do bufão Hugo Chávez, o principal sustentáculo do regime. Em 2011, o saldo comercial entre Brasil e Cuba chegou a US$ 642 milhões, um recorde; empresas brasileiras participam diretamente de importantes projetos de infraestrutura na ilha, como a ampliação do porto de Mariel (de onde saíram, em 1980, milhares de cubanos fugindo do paraíso socialista). Justamente por isso, o Brasil deveria usar o poder e influência que supostamente tem para conseguir avanços democráticos na ilha dos Castro. Mas não o faz. O que leva à pergunta: se o poder não serve para influenciar outros e construir um mundo melhor, como gostam de dizer os companheiros petistas, então para quê serve?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E não me venham dizer que as intenções, nesse caso, esbarram na realidade: poucas vezes houve condições mais favoráveis para usar o poder dos cifrões para influir nos rumos de outro país. Graças a décadas de incompetência do regime comunista, Cuba é hoje uma ruína econômica, e não tem qualquer produto de interesse para o Brasil, necessitando desesperadamente dos investimentos brasileiros para sobreviver. Já o Brasil não precisa de Cuba, exceto nos corações dos militantes empedernidos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Não faltará, também, quem fale num tal embargo norte-americano - que alguns insistem em chamar, por ignorância ou má-fé, de “bloqueio” -, o qual na prática não embarga nada, como se tivesse alguma coisa a ver com o fato de o regime mandar prender e fuzilar pessoas.)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cai por terra, assim, outro mito, sistematicamente repetido pelos marqueteiros do lulo-dilmismo: o da nova potência mundial, respeitada e influente nos assuntos internacionais. No mesmo momento em que a combalida União Européia e até a Liga Árabe pressionam pelo fim das tiranias do Irã e da Síria, a presidente do Brasil Maravilha, que enche a boca para falar mal dos EUA e do FMI, não tem nada a dizer sobre direitos humanos na ilha subjugada há mais de cinquenta anos pelos Castro. Não vacila em condenar os crimes passados da ditabranda militar brasileira, mas amolece quando se trata da ditadura de verdade cubana. Ditadura, só se for a dos EUA...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não é somente nos inumeráveis escândalos de corrupção e nas trapalhadas administrativas que o governo Dilma é um monótono déjà vu do de seu antecessor e criador. Na política externa, também, infelizmente, é clara a continuidade. Em Cuba, caiu a máscara de Dilma. Que tanta gente se recuse a ver isso e insista que ela é diferente de quem a inventou (alimentando o mito, ainda por cima, da gerente eficaz e rigorosa com "malfeitos" de seus subordinados), é algo que só se explica por motivos ideológicos - ou psicológicos. Não tem jeito. Com ou sem Lula, petralhas são viciados em ditadura.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PS.: Já tinha escrito este texto quando leio na imprensa que a blogueira Yoani Sánchez teve o visto negado para sair da ilha-presídio e viajar ao Brasil. Foi a 19a vez que a ditadura castrista a proibiu de viajar para o exterior, e a terceira tentativa frustrada de ir ao país de Dilma Rousseff. Certamente, os baba-ovos da castradura cubana dirão que foi culpa da CIA ou do embargo imposto pelos EUA à Cuba… São assim as coisas no universo mental dos devotos de ditaduras decrépitas e assassinas.&lt;br /&gt;Postado por Gustavo &lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5388885470067245342-572004520274673298?l=upecbrasil.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://upecbrasil.blogspot.com/feeds/572004520274673298/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5388885470067245342&amp;postID=572004520274673298' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5388885470067245342/posts/default/572004520274673298'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5388885470067245342/posts/default/572004520274673298'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://upecbrasil.blogspot.com/2012/02/por-gustavo.html' title='Por Gustavo'/><author><name>UPEC</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12567761697811164225</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='16' src='http://bp3.blogger.com/_Mt44_jsNnK0/Rr5VSumBjxI/AAAAAAAAAAM/FNVUBudLiN8/s1600/Clipboard01.png'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5388885470067245342.post-6199628808270321610</id><published>2012-02-07T13:53:00.001-02:00</published><updated>2012-02-07T14:03:19.391-02:00</updated><title type='text'>Valmir Fonseca Azevedo Pereira</title><content type='html'>&lt;h1&gt;Chega de sillêncio&lt;/h1&gt;    &lt;small class="meta"&gt;      &lt;span class="alignleft"&gt;           &lt;span style="font-size:130%;"&gt;20 de outubro de 2011&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;       &lt;/span&gt;&lt;/small&gt;            &lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;strong&gt;Valmir Fonseca Azevedo Pereira&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;em&gt;&lt;a href="http://www.joaoboscoleal.com.br/2011/10/20/chega-de-sillencio/valmir-fonseca-01-2/" rel="attachment wp-att-77469"&gt;&lt;img class="alignleft size-thumbnail wp-image-77469" title="Valmir Fonseca 01" src="http://www.joaoboscoleal.com.br/wp-content/uploads/2011/10/Valmir-Fonseca-011-179x200.jpg" alt="" width="179" height="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/em&gt;Por vezes, o silêncio é a melhor resposta. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Na era das comunicações de massa, esta  postura deve ser bem pensada, pois o domínio e a divulgação de ideias  errôneas, a difusão de sofismas e ataques à honestidade, à honradez, bem  como a propagação de uma grande mentira, não repelidos, tornam – se  pelo mutismo dos atingidos, como verdades. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;O silêncio, durante e, principalmente,  após os governos militares, adotado pelos seus defensores, foi a porta  aberta para a utilização espúria da arma básica das operações  psicológicas – a propaganda. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Ao longo da História, o emprego da  guerra psicológica sempre ocorreu e foi aproveitado pela esquerda, que  dominando os meios de comunicação atuou com tal liberdade e despudor,  que criou a Comissão da Verdade, para investigar os crimes cometidos  contra os seus “heróis”, e não os protagonizados por eles. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;O silêncio, por vezes, pode ser  adequado, porém dependerá de esmiuçadas analises, tanto que, segundo as  circunstâncias, não preconizamos a emissão de notas e desmentidos.  Contudo, sob a ação contínua, inexorável, interminável, agressiva da  mentira, das falsas acusações, e de infamantes injúrias, a réplica, até  em alto e bom som, será um impositivo, no mínimo moral, ao contrário do  silêncio, traduzido como aceitação. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Foi na inadmissível mudez dos difamados e  prejudicados que se agigantaram as entidades, que escudadas em supostos  direitos humanos e cortinados semelhantes, distorceram e difundiram o  que quiseram, e o seu discurso ficou no ar com cara de verdade. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Conforme textos extraídos do Livro “A Grande Mentira” do Gen. Agnaldo Del Nero Augusto, destacamos: &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;- Aqui, por injunções políticas como que  com vergonha da vitória sobre a ameaça totalitária, as comemorações da  Revolução de março de 1964, que livrou mais uma vez a nação brasileira  dos horrores do regime comunista, inicialmente eram realizadas em praça  pública, com a participação da sociedade. Depois, ficaram confinadas aos  quartéis, restritas ao público interno. Finalmente, foram relegadas ao  esquecimento. Por quê? Em respeito a quê? &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;- Aqui, os terroristas são homenageados  com nomes de ruas e de praças. Aqui, os verdadeiros traidores da  democracia são indenizados pelo Estado. Aqui, chegamos ao paradoxo a que  se refere Revel: “Uma situação em que aqueles que querem destruir a  democracia parecem lutar por reivindicações legítimas, enquanto os que  querem defendê-la são apresentados como os artífices de uma repressão  reacionária”. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Aqui e acolá, surgiram vozes  discordantes deste estado de espírito suicida, indignadas, não apenas  com a injustiça para com seus companheiros que lutaram contra a  subversão, mas pelos rumos ideológicos que ensombrecem o futuro da nação  brasileira. Os GRUPOS TERRORISMO NUNCA MAIS, GUARARAPES e INCONFIDÊNCIA  são, assim como outros não nomeados, núcleos de indignação. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Felizmente, eles não optaram pelo  silêncio, e, se existem, quando heroicamente foram criados, e assim o  fizeram, primordialmente por não encontrarem nas instâncias superiores,  nem nas suas instituições a menor reação às mentiras que eram impostas,  não apenas ao público, mas às novas gerações de militares que assistem à  demolição de eventuais vocações. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;O triste é que em campos opostos, no das  ideias, no das posições ideológicas coexistam duas forças. De um lado,  um gigantesco e forte Golias, apoiado, com recursos, com a governança ao  seu lado; do outro um corajoso, mas desarmado Davi. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;O Ternuma, desta forma, busca ativar o  contato com as vítimas do terrorismo, com seus parentes, esposas,  filhos, netos, amigos para que nos agrupemos, para, ao lado de Davi,  esboçar alguma reação.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt; É ultrajante que além de todas as  injustiças e tantas perseguições, persista, ainda, um silêncio  vergonhoso quanto ao destino das vítimas do terrorismo. E quanto aos  seus parentes? Onde estão? Como se sentem, desprotegidos, abandonados? E  as suas estórias, os seus dramas? E os prejuízos morais e os  financeiros? &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;São tantas estórias não divulgadas –  medonhas consequências de um terrorismo e de um banditismo reconhecidos –  escamoteadas para que a população não as conhecendo, não se horrorize,  não lamente, não clame por justiça. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;O proposital silêncio sobre o drama das  famílias vítimas do terrorismo demonstra a vileza que se esconde na  atual proposta de busca da verdade. Contudo, vamos conhecer e difundir a  dor e o sofrimento das vítimas, de seus parentes e entes queridos.  Vamos descortinar o véu que encobre as ações desencadeadas pelos  criminosos e desvendar suas terríveis consequências para aqueles que  obstaram o seu caminho, e aquelas que, meras testemunhas,  desgraçadamente, foram atingidas pelo desatinado furor ideológico dos  subversivos. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Meus prezados senhores, minhas caras  senhoras, temos listadas mais de cem vítimas do terrorismo, foram  cidadãos atingidos pelo holocausto da barbárie, poucos eram agentes da  repressão, na maioria inocentes sacrificados no altar da ideologia, mas  perguntamos, quantos foram atingidos direta ou indiretamente por aqueles  facínoras, e não apenas fisicamente, mas nos seus negócios, na sua  vida? Vítimas imoladas pelo terrorismo, párias ocultas pela propaganda  da “Grande Mentira”. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Vejam o nosso site &lt;a href="http://www.ternuma.com.br/"&gt;www.ternuma.com.br&lt;/a&gt;  , e entrem em contato conosco para a atualização de nossos arquivos e a  coleta de novos dados. Enviem a sua mensagem, o seu martírio, a sua  injustiça, o seu endereço. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Vamos unir as vozes da indignação e,  quem sabe, poderemos transformar o silêncio passado num retumbante grito  de revolta, tão ensurdecedor que ecoará por todos os rincões da Nação? &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Brasília DF, 15 de outubro de 2011. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span style="font-size:x-small;"&gt;*Gen Bda Rfm Valmir Fonseca Azevedo Pereira – Presidente do TERNUMA&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;strong&gt;Publicado por: &lt;a title="Ternuma" href="http://www.ternuma.com.br/ternuma/index.php?open=20&amp;amp;data=959&amp;amp;tipo=1" target="_blank"&gt;Ternuma&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5388885470067245342-6199628808270321610?l=upecbrasil.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://upecbrasil.blogspot.com/feeds/6199628808270321610/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5388885470067245342&amp;postID=6199628808270321610' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5388885470067245342/posts/default/6199628808270321610'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5388885470067245342/posts/default/6199628808270321610'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://upecbrasil.blogspot.com/2012/02/chega-de-sillencio-20-de-outubro-de.html' title='Valmir Fonseca Azevedo Pereira'/><author><name>UPEC</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12567761697811164225</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='16' src='http://bp3.blogger.com/_Mt44_jsNnK0/Rr5VSumBjxI/AAAAAAAAAAM/FNVUBudLiN8/s1600/Clipboard01.png'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5388885470067245342.post-1166300048796353119</id><published>2012-02-07T13:45:00.001-02:00</published><updated>2012-02-07T13:47:22.798-02:00</updated><title type='text'>Reinaldo Azevedo  -  1/01/2012</title><content type='html'>&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Para Dilma, ditadura que matou 424 pessoas era composta por bandidos, já a que matou 100 mil é um celeiro de heróis. Seu passado explica tudo!&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas por que, afinal de contas, Dilma não faz uma cobrança explícita a Cuba, pedindo respeito aos direitos humanos, como fez Jimmy Carter no Brasil em 1978? Carter era, e é, um bobalhão em política externa (não vou debater isso agora), mas vem de uma tradição democrática. Dilma, ao contrário, vem de um tradição autoritária, antidemocrática.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sim, vocês já leram essas informações aqui, mas cumpre relembrá-las porque, infelizmente, o momento pede. Dilma queria uma ditadura comunista de modelo soviético no Brasil. Era essa a utopia do Colina (Comando de Libertação Nacional), que depois se fundiu à VPR (Vanguarda Popular Revolucionária) parar formar a VAR-Palmares (Vanguarda Armada Revolucionária-Palmares). Estamos falando de grupos terroristas que estavam entre os mais virulentos do país, com várias mortes e atentados nas costas. Não viam mal, inclusive, em matar gente sem qualquer ligação com a luta política. Afinal, eles queriam a “libertação nacional”, né?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Que importância tem isso? A importância que tem a verdade:&lt;br /&gt;- não, não queria democracia; queria ditadura comunista;&lt;br /&gt;- não, não lutava “pela liberdade; lutava para implantar o socialismo;&lt;br /&gt;- não, não foi presa por crime de opinião; foi presa porque pertencia a um grupo que praticou uma série de atentados, com várias mortes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O fato de que se opunha a uma ditadura não quer dizer que fizesse as melhores escolhas. Nem tudo o que não era a ditadura militar prestava. Nem todos os métodos empregados para derrubá-la eram bons. Até porque a opção de muitas correntes da extrema esquerda pela luta armada antecede o golpe militar de 1964 e, evidentemente, o recrudescimento do regime, em 1968. Inventou-se a falácia, desmentida pelos fatos, de que não teria havido guerrilha e terrorismo sem a decretação do AI-5. Falso! Falsidade que deve virar história oficial na pena da turma da “Comissão da Verdade”, que terá, então, a nobre missão de consolidar a mentira.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dilma já deixou claro em mais de um discurso, até com a voz embargada, que não se arrepende de seu passado. Isso significa que, naquelas condições, acredita que os grupos terroristas a que pertenceu fizeram a coisa certa. Fizeram? Isso inclui, por exemplo, a morte de pessoas quem nem tinham vínculo com a luta política.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para gente como Dilma Rousseff e Maria do Rosário, um regime que mata 424 pessoas é composto de bandidos, mas um que mata 100 mil é um celeiro de heróis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É preciso entender: Cuba é a manifestação presente dos sonhos passados de Dilma. Ela queria no Brasil um regime como aquele — para nós, é claro! Para ela, certamente haveria as mesmas regalias de que gozam os irmãos Castro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Por Reinaldo Azevedo &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5388885470067245342-1166300048796353119?l=upecbrasil.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://upecbrasil.blogspot.com/feeds/1166300048796353119/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5388885470067245342&amp;postID=1166300048796353119' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5388885470067245342/posts/default/1166300048796353119'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5388885470067245342/posts/default/1166300048796353119'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://upecbrasil.blogspot.com/2012/02/reinaldo-azevedo-1012012.html' title='Reinaldo Azevedo  -  1/01/2012'/><author><name>UPEC</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12567761697811164225</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='16' src='http://bp3.blogger.com/_Mt44_jsNnK0/Rr5VSumBjxI/AAAAAAAAAAM/FNVUBudLiN8/s1600/Clipboard01.png'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5388885470067245342.post-8426467975065193571</id><published>2012-02-06T23:59:00.002-02:00</published><updated>2012-02-07T00:06:04.518-02:00</updated><title type='text'>Entrevista com o General Valmir Fonseca Pereira</title><content type='html'>J&lt;span style="font-size:130%;"&gt;á que o Jornal da Resistência Democrática, Edição de outubro de 2011, ainda não saiu, vamos conhecer esta maravilhosa entrevista por este meio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(0, 0, 153);font-size:180%;" &gt;ENTREVISTA À RESISTÊNCIA DEMOCRÁTICA DO GENERAL VALMIR FONSECA AZEVEDO PEREIRA&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 51, 255);"&gt;1. Fale um pouco a seu respeito: onde nasceu, onde mora, quanto tempo no Exército e quanto tempo na Reserva.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Sou natural de Porto Alegre onde ingressei na Escola Preparatória em 1959.  Resido em Brasília, onde cumpri minha última missão como Oficial - General no Estado - Maior do Exército. Isto após 19 transferências, durante a minha carreira de 42 anos de serviço. Estou na reserva há, aproximadamente, 09 anos.&lt;br /&gt;&lt;br style="color: rgb(51, 51, 255);"&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 51, 255);"&gt;2. O Senhor é Presidente da ONG TERNUMA. Pode nos falar sobre ela? Como surgiu a ideia, quais os objetivos?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- O Grupo “Terrorismo Nunca Mais” surgiu da indignação de cidadãos, enojados com a campanha de endeusamento dos criminosos que tentaram subverter a lei e a ordem, e o trucidamento dos agentes que lutaram contra aqueles facínoras.  A indignação era potencializada pela inércia da sociedade em geral, que adormecida por uma parte, senão substancial, pelo menos mais atuante e agressiva, permitia, e de forma conivente, não reagia. E o pior, com o silêncio das Instituições militares dos agentes, que nada faziam ou não esboçavam a menor defesa ou sinal de contrariedade. Realmente, cidadãos de brios tomaram como ofensa a omissão que magoava e que machucava.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Assim, reunidos em 25 de julho de 1998, 32 anos passados das hediondas explosões do Recife, um punhado de democratas civis e militares, inconformados com a omissão das autoridades legais e indignados com a desfaçatez dos esquerdistas revanchistas, organizou o grupo "TERRORISMO NUNCA MAIS" (TERNUMA), a fim de resgatar a verdadeira história da Revolução de 1964 e, mais uma vez, opor - se a todos aqueles que ainda teimam em defender os referenciais comunistas, travestidos como se fossem democráticos. O fundador foi o Coronel da Aeronáutica, Cel. Av. Juarez Gomes da Silva. O Grupo escolheu como seu patrono, o General Emilio Garrastazu Médici.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- A seguir, foi criado em Brasília uma regional. Basicamente, o Ternuma concentrou - se no Rio e em Brasília, embora tivesse associados de outras regiões.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Os propósitos do Grupo constam de seu Estatuto que pode ser pesquisado no seu site (www.tenuma.com.br). Pela indignação verdadeira, autêntica, o Ternuma foi visto e carimbado como uma entidade radical e, até certo ponto, temida, injustamente. Aqui em Brasília, posteriormente, outros cidadãos tomaram a iniciativa de criar uma regional, pois aqui residia e reside um dos principais alvos do revanchismo, o Cel. Carlos Alberto Brilhante Ustra. Aqueles que convieram com o Ustra, que o conheceram mesmo no tempo em que ele atuava como um dos agentes da repressão sabiam de seu profissionalismo, de sua correção de atitudes, e deploravam as injúrias que o ilibado militar e sua família eram vítimas. Processos sem fim, massacrantes e onerosos, que indignaram aos seus amigos, e levaram a criar em Brasília uma regional do Ternuma. Mas, o Ternuma ao declarar- se contra o terrorismo, posta - se contra a súcia que no passado usou da violência e do crime para a tomada do poder. É a mesma que hoje, através da manipulação da democracia, ou melhor, dos agentes da democracia que é o manuseio do voto popular, está no poder.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hoje, é flagrante que busca perpetuar - se usando processos e os recursos do Tesouro Nacional para construir uma base na qual será instalada, pouco a pouco, com medidas escamoteadas, uma ditadura.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- O Ternuma visualiza e denuncia que a tática terrorista persiste, e por isso, declara - se contra os flagrantes passos para a concretização de um estado tirânico comandado por uma cúpula de canalhas, intocáveis, impunes. Mais do que nossas palavras, diversas tentativas, algumas exitosas de tomada de poder e subversão do pensamento da população nacional estão em andamento. O PNDH3, a Comissão da Verdade, o amordaçamento da imprensa, a desmoralização de valores, como a família, o descaso pela soberania nacional em nossa Amazônia, a liberação do uso da maconha, e uma infinidade de outras ações, como a exacerbação e a criação de dicotomias, fazem parte de uma grande estratégia de enfraquecimento da sociedade e a sua predisposição para aceitação das mais torpes ideologias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 51, 255);"&gt;3.  Só participam dela oficiais da Reserva, ou é aberta para civis?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Apesar de, inicialmente, apoiar - se na revolta contra as difamações e acusações contra aqueles que cumpriram a sua árdua missão, e eles eram militares e civis, lembramos que a indignação não veste farda; civis e militares cerraram seu sentimento de vergonha e de aversão à injustiça, e agruparam - se em entidades como o Ternuma e sobrevivem sem qualquer apoio.&lt;br /&gt;&lt;br style="color: rgb(51, 51, 255);"&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 51, 255);"&gt;4.  Quantos membros a ONG possui e que tipo de atividade exerce? &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- A base do Ternuma foi transferida este ano do Rio de Janeiro para Brasília. Hoje, temos no DF em torno de cem associados e fora, cerca de 60. Como revitalizamos o nosso site e inserimos um convite para adesão de novos membros, o nosso quadro, em especial de cidadãos de fora de Brasília, isto tanto de civis como de militares, tem aumentado, substancialmente. Como Entidade acima de qualquer suspeita, pois não temos nenhum vínculo com o governo ou quaisquer partidos políticos, temos a convicção de que o nosso pensamento traduz o de um número significativo de brasileiros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Não somos o último bastião, mas desejamos participar ativamente nas denúncias dos descalabros, dos desmandos, da insidiosa tentativa de subversão das mentes, que tem levado a Nação a um marasmo e a uma aceitação impensáveis, de condutas vergonhosas como a corrupção, e a impunidade. Aplaudimos as iniciativas espontâneas de repúdio à esbornia a que assistimos, apoiamos a Marcha Contra a Corrupção e tantas quantas surgirem, e quando a cidadania acordar, as mazelas serão abominadas em praça publica, e motivos não faltam.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Na sua tarefa de conscientização, o Ternuma busca, constantemente, renovar suas ligações, seus contatos, aumentar a nossa participação, dentro dos parâmetros da lei; para tanto, além das reuniões mensais da Diretoria, temos as reuniões bimensais, onde realizamos Palestras, Encontros de Estudo, e mesmo de Confraternização. Nestas oportunidades, convidamos para participar de cada evento especifico, os nossos membros com esposas e o universo de simpatizantes que temos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 51, 255);"&gt;5.  Como o Senhor vê a ação dos militares em 1964? A motivação foi apenas o chamado da população ou o Exército se movimentaria mesmo que não tivesse havido a grita popular?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Nós, militares, aprendemos a defender a Pátria: esta é a essência de nossa profissão. À época, era estarrecedor, e nós acompanhávamos e estudávamos como o movimento comunista internacional, com sua ideologia marxista - leninista avançava por sobre as nações democráticas. E, no seu canto de sereia, adentrava perigosamente no Brasil. Os militares sabiam dos males que tais ideologias trariam para a Nação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Quanto à população em geral, dificilmente tinha noção do que ocorria, poderia lamentar as greves, os percalços no seu dia - a - dia, mas não dimensionava o perigo que se avizinhava. Creio que nestas circunstancias caberia às Forças Armadas, que possuíam o conhecimento e o discernimento e a obrigação de agir, entrarem em ação, com ou sem a grita popular. Gostaria, por relevante, de destacar a atuação de nosso Patrono, o ex - Presidente Médici, Comandante da Academia Militar das Agulhas Negras, quando não trepidou em empregar o Corpo de Cadetes em ações militares a favor da Contrarrevolução de 31 Mar 64, que descomunizou o Brasil.    &lt;br /&gt;   &lt;br style="color: rgb(51, 51, 255);"&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 51, 255);"&gt;6. Haveria possibilidade de o Exército agir por iniciativa própria naquela ocasião?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Creio que na resposta anterior está respondido.&lt;br /&gt;&lt;br style="color: rgb(51, 51, 255);"&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 51, 255);"&gt;7. E o Governo Militar? Os acertos foram muitos. E os erros?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Enumerar os acertos seria um longo e cansativo processo para os leitores. Todos ou quase todos são conhecidos, infelizmente, os acertos são escamoteados para a sociedade em geral. Os governos militares pautaram o exercício da governança estribados em estudos e planejamentos que foram cumpridos através dos Planos Nacionais de Desenvolvimento. Havia uma clara percepção do destino manifesto de que este País seria uma grande potência, necessitando de obras de infraestrutura, obras dispendiosas, desafios que foram aceitos, e hoje, a base para impulsionar este progresso foi edificada nos governos militares.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Infelizmente, governos posteriores, omissos, sem planejamentos, não prosseguiram aquelas e outras obras previstas, e o que temos é uma Nação tolhida na sua falta ou precária infraestrutura e carente de energia. Que obras foram planejadas e executadas nas últimas décadas? Cabe aos detratores dos governos militares denegri-los, e sobre os seus feitos positivos para a Nação, escondê - los, e quando impossível, minimizá-los.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Quanto aos erros, foram contra si, nunca no exercício do poder, pois a Nação foi bem conduzida, bem administrada; talvez a permanência além do tempo adequado tenha sido o mais citado equívoco. Contudo, para aqueles que conhecem, profundamente, a verdadeira história daquele período, sabem que os governos militares estavam determinados a realizar a passagem para os civis, quando as ações terroristas recrudesceram, surgindo os movimentos armados rurais, emergindo com uma forte possibilidade a criação de zonas de libertação na área rural, tal como surgiram as FARC, que infernizam, há décadas, a Colômbia. Foi sem duvida, uma dolorosa decisão prosseguir com um governo dito forte para debelar o perigo e continuar presidindo a condução do País, ou naquele momento crucial delegá – lo aos civis.&lt;br /&gt;&lt;br style="color: rgb(51, 51, 255);"&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 51, 255);"&gt;8. Qual a sua participação no Exército durante o Governo Militar?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Como Cadete tive a honra de subordinado ao General Médici, então Comandante da Aman em 1964, de sair da Academia Militar em condições de combater as tropas que se opunham à Contrarrevolução. No período dos governos militares, como os demais, cumpri minhas atividades como oficial de infantaria, dedicado à preparação de novos contingentes, convicto de que deveria, como soldado, aumentar minha capacidade profissional, dar o exemplo, respeitar meus superiores e tratar com dignidade os meus subordinados. Enfim, atendia, como hoje, às prerrogativas, aos deveres e aos direitos que devem moldar um militar de escol, sejam Oficiais, Sargentos, Cabos ou Soldados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 51, 255);"&gt;9. Depois de devolver o governo aos civis, o Exército se acomodou? Caso afirmativo, qual a razão?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Esta é uma pergunta de difícil resposta. Entre os equívocos dos governos militares, um dos mais grosseiros foi o seu silencio que permitiu que uma violenta campanha de difamação corresse solta, e não se defender como deveria, permitindo que uma falsa história fosse difundida, principalmente nas escolas, nas universidades.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- O Exército preferiu calar - se. Posteriormente, assustado com as campanhas difamatórias, optou por fechar - se, e numa tentativa de preservar-se, omitiu - se abrindo caminho para que o revanchismo, sem qualquer oposição chegasse até à Comissão da Verdade. É bom lembrar que o cargo de Comandante de qualquer das Forças é uma escolha política. Portanto, qualquer reação às determinações do Executivo pode redundar no afastamento do escolhido. Cabe a eles pesarem as suas decisões, e acatar as ordens superiores, algumas claramente esdrúxulas, verdadeiras agressões à sua autoridade e à Instituição ou saírem do cargo com o respeito de seus subordinados ou acomodarem - se, mesmo que por motivos que julguem grandiosos, mas, certamente, sob a desconfiança dos demais integrantes da Força.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 51, 255);"&gt;10. Pode nos explicar quais as funções das FFAA de acordo com a Constituição? A obediência deve ser ao presidente da República ou à Constituição Federal?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- As Forças Armadas têm o seu papel constitucional muito bem definido no artigo 142 da Constituição Federal.    &lt;br /&gt;&lt;br style="color: rgb(51, 51, 255);"&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 51, 255);"&gt;11.  Como o Senhor vê o governo do PT: dois mandatos de Lula e a atuação de Dilma até agora?  &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Comprovamos que os governos do PT foram pródigos na compra de votos através da distribuição de riquezas, ficando evidente que os benemerentes sempre sacam algum para si, e, altruisticamente, repartem os bens sacados do restante da população. Não foram governos empreendedores, sendo que nos oito anos do presidente lula, período de incremento da economia mundial, quando muitos países emergentes alcançaram altos índices de desenvolvimento, o Brasil, um dos integrantes dos BRICs, foi o de menor progresso.  Mesmo comparando - se com diversos países da América do sul, lá está o Brasil, na rabeira.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Poderíamos abordar outras áreas e em todas constatamos que, literalmente, patinamos, quando não regredimos. As distorções na área econômica são gritantes. Não exploraremos os equívocos que nos colocam na maior taxa de juros do mundo, num dos países de maior carga tributária, de crimes hediondos, de corrupção vergonhosa, de precárias condições de saúde, de estradas sucateadas, de tecnologia deficiente; a nossa internet, por exemplo, é das mais lentas e caras do mundo. O elenco de erros, de atrasos, de falsos sucessos é grande demais para serem enumerados numa entrevista.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 51, 255);"&gt;12.  Como o Senhor vê a atuação do Exército neste contexto? Poderia ser diferente?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- A atuação do Exército é até certo ponto lastimável. Não se trata de virar a mesa. De desencadear uma nova revolução, mas trata - se de preservar a dignidade que o Exército Brasileiro construiu, desde o nosso descobrimento, através de sua evolução histórica, uma identidade, uma personalidade. Esta identidade extrapola mesmo a grandeza de seus próceres como Duque de Caxias, pois é a somatória de seus grandes homens, de seus grandes feitos, e não merecia ser vítima de um revanchismo interesseiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Estupefatos, os militares de uma maneira geral (e ninguém pode ser tachado de radical ou de boçal), envergonham – se da omissão ou da ausência de qualquer reação. Nestas alturas da perseguição do desgoverno, é evidente que, mais do macular a honra e a dignidade de alguns militares, que foram agentes legais, o empenho é para denegrir uma Instituição permanente e ilibada como é o Exército Brasileiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 51, 255);"&gt;13.  A Constituição do Brasil tem sido algumas vezes ignorada e outras vezes agredida frontalmente. Não seria o caso de o Exército interferir em defesa das Instituições Nacionais? O que o impede?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Esta é uma pergunta dificílima, pois dependerá do momento, das circunstâncias. Não é a toa que o poder militar é, e deve ser subordinado ao poder civil. Qualquer um sabe, e os militares têm a consciência disso. Na democracia não prevalece a lei do mais forte, contudo, o País se ressente hoje da falta de um poder moderador, visto que o tripé preconizado pelo barão de Montesquieu, no Brasil de há muito foi deturpado, e o Executivo é o grande senhor que subordina a todos os demais os seus mandos e o terrível, aos seus desmandos. As Forças Armadas, eventualmente, exerceram este papel.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Cumpre salientar que o Estado e a Administração são permanentes, ao passo que o governo é transitório. Portanto, confundir esses três elementos é erro descomunal. E fazer com que as três funções sejam assumidas pela única dentre elas que é transitória, constitui equívoco ainda maior. Pois é isso o que acontece no Brasil, desde a proclamação da República. O presidente é chefe do Estado, do Governo e da Administração. Em tese, ele assume por quatro anos e pode aparelhar o Estado e a Administração segundo conveniências pessoais ou partidárias, como faz isso, de modo sistemático, sem qualquer constrangimento legal, porque, de fato, tudo está sob o manto vermelho de seu poder czarista.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Exército, ou melhor, as Forças Armadas foram massacradas, difamadas, vilipendiadas ao se arvorarem como guardiãs da Nação. A experiência da Contrarrevolução de 31 de março de 1964, e seus desdobramentos foram por demais devastadores para aquelas Instituições que, cautelosas, preferem manter um sepulcral silêncio. Contudo, sempre há um limite a ser considerado. Acreditamos que para impedir a supremacia do caos, a tiranização por qualquer meio, ideológico ou não, as Forças Armadas poderiam como no passado, mesmo a contragosto, mas como um imperativo de salvaguardar a Pátria, interferirem, mas sempre tendo como objetivo a manutenção da lei e da ordem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 51, 255);"&gt;14. Políticos e militantes do PT têm sido condecorados pelas três armas por serviços prestados à nação: Dona Marisa pela Aeronáutica, Tarso Genro pela Marinha e o prefeito de Porto Alegre pelo Exército, para citar só esses. Qual seria a motivação dessas medalhas&lt;/span&gt;?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- É incrível se não fosse verdade, e o pior são condecorações, que além de imerecidas, não foram premiações almejadas pelos condecorados, que devem ficar intrigados com tanta benevolência. São demonstrações gratuitas de subserviência. Atitudes tão simplórias que atiçam aos inimigos e detratores das Forças Armadas a avançarem um pouco mais em vítimas tão cordatas. Alguns inocentes julgam que tais benemerências poderiam angariar simpatias. Uma lástima.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 51, 255);"&gt;15. A missa em homenagem aos heróis que morreram em defesa do Brasil contra os terroristas comunistas foi proibida. Os chefes militares apenas obedeceram.  Não haveria alternativa, sem desobedecer à Constituição?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- A proibição das autoridades repassadas aos Comandantes Militares caracteriza um flagrante abuso de autoridade. Atiçam, gratuitamente, no seu destempero, a ojeriza dos militares esclarecidos, dos profissionais que percebem praticamente que estão diante de uma declaração de guerra. Quando muito, talvez, proibir o comparecimento fardado, mas não em trajes civis, lembrando que o militar é um civil fardado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- A equivocada ordem foi mais um ponto desgastante para os atuais Comandantes de Força e, afinal, a sua complacente obediência, que poderia ser barganhada ou redundar em algo positivo, como a não criação da Comissão da Verdade, ao que vimos, até o momento, não significou nenhum benefício para as Instituições Militares.&lt;br /&gt;&lt;br style="color: rgb(51, 51, 255);"&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 51, 255);"&gt;16. O senhor gostaria de deixar uma mensagem pessoal para nossos leitores?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Sim, temos muitas coisas a dizer, a denunciar, a conclamar, a esclarecer, a pedir, que abusaríamos deste valioso espaço que a Resistência Democrática nos concede, mas temos escrito textos abordando diversas questões aqui expostas, nossas convicções estão consignadas em artigos que temos a dignidade de assinar, eventualmente, nos atrevemos a falar em nome do corajoso Grupo que presidimos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Ressaltamos que o Grupo “Terrorismo Nunca Mais”, não é uma organização de propósitos suicidas ou radicais, mas uma entidade responsável, dirigida por pessoas equilibradas, integras, estudiosas, nacionalistas, respeitosas da hierarquia e da disciplina, membros voluntários de uma Organização Não Governamental que não objetiva alcançar nenhum bem, nenhuma glória, mas cujos batalhadores desejam olhar nos olhos de seus familiares, de seus entes queridos, de seus superiores, de seus pares e de seus subordinados com a mesma franqueza, com o mesmo orgulho que os levou ao que somos hoje, vibrantes amantes da nossa Pátria. Apenas, lamentamos que as nossas esperanças escoem pelos dedos dos que hoje manipulam o povo brasileiro. Mas acreditem, não com a nossa conivência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Finalmente, um convite. No próximo dia 25 de outubro, na sede da Associação dos Ex - Combatentes do Brasil (913 Norte), o Ternuma em parceria com o jornal “Inconfidência” realizará dois eventos: o primeiro, às 1900 horas, o lançamento do livro “Médici – a Verdadeira História”, da lavra do falecido General Agnaldo Del. Nero Augusto, autor do livro “A Grande Mentira”, uma das mais completas obras sobre as tentativas de tomada do poder no Brasil pela Internacional Comunista; o segundo, às 2030 horas, a Palestra do Cel. Manoel Soriano Neto, emérito historiador e um dos mais profundos conhecedores das problemáticas da Amazônia, que falará sobre “A Amazônia - o Grande Desafio”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A todos os seus leitores e associados almejamos que o melhor do Brasil encha os nossos corações de orgulho e de esperança num futuro grandioso, e que o Ternuma e a Resistência Democrática tenham uma edificante e valiosa participação para a concretização deste sonho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Brasília, DF, 29 de setembro de 2011.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Gen. Bda Rfm Valmir Fonseca Azevedo Pereira&lt;br /&gt;Presidente do Ternuma&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5388885470067245342-8426467975065193571?l=upecbrasil.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://upecbrasil.blogspot.com/feeds/8426467975065193571/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5388885470067245342&amp;postID=8426467975065193571' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5388885470067245342/posts/default/8426467975065193571'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5388885470067245342/posts/default/8426467975065193571'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://upecbrasil.blogspot.com/2012/02/entrevista-com-o-general-valmir-fonseca.html' title='Entrevista com o General Valmir Fonseca Pereira'/><author><name>UPEC</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12567761697811164225</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='16' src='http://bp3.blogger.com/_Mt44_jsNnK0/Rr5VSumBjxI/AAAAAAAAAAM/FNVUBudLiN8/s1600/Clipboard01.png'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5388885470067245342.post-2320500177326493365</id><published>2012-02-04T18:36:00.000-02:00</published><updated>2012-02-04T18:37:48.144-02:00</updated><title type='text'>Artigo no Alerta Total</title><content type='html'>&lt;h2 class="date-header"&gt;&lt;span&gt;sábado, 4 de fevereiro de 2012&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt;                        &lt;a name="6432382308106122734"&gt;&lt;/a&gt; &lt;h3 class="post-title entry-title"&gt; &lt;span style="font-weight: bold;font-size:180%;" &gt;Os Antibrasileiros (IV) &lt;/span&gt;&lt;/h3&gt; &lt;div class="post-header"&gt;  &lt;/div&gt;  &lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;strong&gt;Artigo no Alerta Total – &lt;/strong&gt;&lt;a href="http://www.alertatotal.net/"&gt;&lt;strong&gt;www.alertatotal.net&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Por Aileda de Mattos Oliveira&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“&lt;/span&gt; &lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;strong&gt;Venezuela e Brasil avaliam postos militares conjuntos na fronteira&lt;/strong&gt;”&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;(Jornal do Brasil online, 25/1/2012)&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pensar que as esquerdas brasileiras, no poder, tornar-se-iam um  exemplário de virtudes, aplacando o instinto de vindita e tornando  condescendente a sua ótica em relação às Forças Armadas, é ser demasiado  romântico para não reconhecer a grande célula vermelha, em que se  transformou Brasília.&lt;/span&gt; &lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Imutável, porque monolítico, permanece o propósito das esquerdas de  manter a ignara sociedade brasileira como força motriz na concretização  do plano obstinado de permanência, ad aeternum, no governo desta já  enxovalhada república.&lt;/span&gt; &lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ambos se completam, povo e governo; eleitores e eleitos; ambos  predadores do país; ambos se deleitam na indisciplina, na deseducação,  no jeito sem-vergonha de ser, em todos os momentos de suas míseras  vidas.&lt;/span&gt; &lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Portanto, é ilusão pensar que o miniministro da defesa tenha algum  planejamento para consolidar a soberania do país. Que esteja imbuído de  interesse em proteger as fronteiras das duas Amazônias, a Verde e a  Azul. Que venha a se manifestar em favor da proteção das riquezas  minerais que se esvaem pelas ações piratas, por acordos lesivos, tudo  admitido pelos dirigentes apátridas.&lt;/span&gt; &lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A indiferença com que são tratados os assuntos respeitantes ao Estado  Brasileiro dá a justa medida da pobreza cultural, da negação de civismo,  do impatriótico comportamento dos congressistas, dos governantes e do  ignóbil povo que os elege. A afinidade moral entre votantes e votados  responde pela permanência, no poder, quase uma vitaliciedade, de  arqueológicas figuras políticas, eméritas na arte da troca de favores e  especialistas no fatiamento do tesouro público.&lt;/span&gt; &lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que impressiona na vida política nacional é a ausência total de  notícias favoráveis ao país e às Forças Armadas e, quando falo nelas,  refiro-me, particularmente, ao Exército, alvo contínuo da saraivada de  estúpidas medidas com as quais o embaixador, arremedo de ministro, tenta  encobrir a desfaçatez de não estar em marcha um real plano de defesa  nacional. É notória a displicência, a lerdeza, a irresponsabilidade com  que o MD trata a questão da proteção dos territórios continental e  marítimo. A razão desse descaso ficou clara, agora.&lt;/span&gt; &lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A notícia vem de chofre e informa que, em março, será realizada uma  “reunião dos Estados-Maiores conjuntos de ambos os países”, a fim de  ‘discutirem’ a proteção das fronteiras, agregando militares brasileiros e  venezuelanos. &lt;/span&gt; &lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Celso Amorim, ministro, age como Celso Amorim, embaixador. Não há, na  notícia, alusão à presença, em Caracas, de algum militar brasileiro em  sua companhia, para participar da discussão deste plano descabido de  defesa, porém, há referência a “outros altos oficiais militares” que,  deduz-se, sejam venezuelanos. Neste caso, pode-se admitir uma segunda  dedução, a de que o acordo já esteja praticamente selado. As perguntas  instigantes têm que ser feitas: se os postos serão conjuntos, por que  não seguiram com o ministro “altos oficiais militares” brasileiros? Ou  prevalecerão nos postos os bolivarianos? Por que o homem tem horror ao  verde-oliva e admira o cáqui?&lt;/span&gt; &lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Essa armação castelhanada leva a crer que os militares brasileiros,  designados pelo ministrículo (ministro incapaz, inepto, insignificante)  para irem a Caracas, em março, apenas, balançarão a cabeça em sinal de  assentimento. &lt;/span&gt; &lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não desiste a malta petista de tentar, a todo o custo, a integral  contaminação dos militares brasileiros com a insidiosa doutrina  bolivariana, como forma de levá-los à frouxidão disciplinar pela  promiscuidade ideológica. Só com o aliciamento total dos militares do  Exército, só com a submissão servil desta Força, é que as esquerdas,  sinistras hordas de vândalos da moralidade, poderão submeter toda a  nação aos seus mais sórdidos caprichos. Somente com a queda do Exército,  o Brasil será inteiramente dominado. Eles sabem disso. Por isso, criam  planos de infectar a Força com o que há de pior na América ibérica e  mantêm um contínuo ataque por vias periféricas aos três postulados que a  Força Terrestre tem de mais caros: a disciplina, a hierarquia, e o  ensino militar de seus Colégios e de suas Academias.&lt;/span&gt; &lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Indisciplina, adoção de cacoetes e chavões vermelhos, estas são a  verdadeira essência, das futuras ações conjuntas entre venezuelanos e  brasileiros, com vistas à formação de unidades militares sem identidade,  sem nacionalidade. &lt;/span&gt; &lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É uma nova maneira de eliminar as fronteiras brasileiras, criando mais  uma terra contínua, não de falsos ianomâmis, porém, uma extensão da  Venezuela no Brasil, quando se permitirá a entrada em território  nacional de qualquer meliante travestido de militar venezuelano-cubano,  perdendo o país mais uma parcela de sua soberania. &lt;/span&gt; &lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outra ameaça paira sobre o ensino autóctone das sérias Escolas Militares  brasileiras com a inclusão no pacote de más intenções do ministro, de  um intercâmbio entre elas e as outras escolas militares do seu amigo  Chávez e, incluso, como promoção de venda do país, o de aperfeiçoamento  de oficiais. Aperfeiçoar oficiais brasileiros com ensinamentos  bolivarianos?&lt;/span&gt; &lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como veem este acordo o Comandante do Exército e o CMA? Vão permitir  mais esta ação de lesa-pátria, disfarçada de ‘cooperação’ para que se  concretizem as palavras do ministro venezuelano, Henry Rangel Silva, de  que “vamos conseguir que as nossas Forças Armadas se complementem”?  Ministro este, cuja vida pregressa levantada pelos americanos, não  surpreende, por satisfazer as exigências do conceito de mérito das  esquerdas: quanto pior, mais satisfaz a causa. &lt;/span&gt; &lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Brasil não pode ser usado como patrimônio particular de governantes  afinados com regimes opressores, mesmo sendo usuários da mesma  carteirinha vermelha de identificação. O Brasil não pode ficar submetido  a alianças com a indigência latino-americana. O Brasil paira acima das  idiossincrasias, do egocentrismo de revoltados agentes de bastardas  ideologias, as quais desejaram impor pelas armas e, agora, pelos acordos  que, certamente, trarão mais prejuízos aos combalidos cofres da Nação. &lt;/span&gt; &lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E por falar em “cofres da Nação”, a Rousseff, em Cuba, reproduzindo a  prodigalidade do seu mentor, já prometeu escancarar o erário brasileiro,  como se fosse particular seu, para ajudar Fidel na reforma do porto de  Mariel, nas imediações de Havana. Além dessa infâmia com o dinheiro do  contribuinte, médicos cubanos virão ocupar postos nos hospitais públicos  brasileiros, segundo notícia radiofônica, naturalmente pagos com o  dinheiro da parte contribuinte da sociedade. Como se não bastasse, “o  Brasil vai financiar fábricas de remédios em Cuba”, (Estadão online,  31/1/20120), enquanto a saúde pública no Brasil, por redução de verbas  no setor, permanece ao rés do chão. &lt;/span&gt; &lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pelo caminhar da carruagem, não será surpresa se surgir a notícia de  militares cubanos (já existem na Venezuela) nos postos de fronteira,  juntos com seus congêneres venezuelanos, tomando posições-chave de  comando em detrimento dos militares brasileiros que, isto acontecendo,  terão de ficar de boca fechada, numa cativa obediência à Amorim, aos  guerrilheiros Genoíno e Dilma, para não perderem as suas ‘grandes’  funções de comando.&lt;/span&gt; &lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quem pensou que era piada a velha história sobre o imenso território  brasileiro e a resposta de Deus: “Vocês vão ver o povinho que vou pôr  lá”, já compreendeu a razão do mau humor divino. Irreverente,  desrespeitoso, incivil, primário, este povo serve, pelo menos, como  exemplo do que deu errado no momento em que do caos fez-se a luz.&lt;/span&gt; &lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Aileda de Mattos Oliveira é Prof.ª  Dr.ª em Língua Portuguesa. Articulista do Jornal Inconfidência. Membro  da Academia Brasileira de Defesa. &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5388885470067245342-2320500177326493365?l=upecbrasil.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://upecbrasil.blogspot.com/feeds/2320500177326493365/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5388885470067245342&amp;postID=2320500177326493365' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5388885470067245342/posts/default/2320500177326493365'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5388885470067245342/posts/default/2320500177326493365'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://upecbrasil.blogspot.com/2012/02/artigo-no-alerta-total_04.html' title='Artigo no Alerta Total'/><author><name>UPEC</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12567761697811164225</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='16' src='http://bp3.blogger.com/_Mt44_jsNnK0/Rr5VSumBjxI/AAAAAAAAAAM/FNVUBudLiN8/s1600/Clipboard01.png'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5388885470067245342.post-3339387100190961117</id><published>2012-02-04T18:31:00.004-02:00</published><updated>2012-02-04T18:36:10.547-02:00</updated><title type='text'>Artigo no Alerta Total</title><content type='html'>&lt;span style="font-size:180%;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Os Antibrasileiros (III)&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net&lt;br /&gt;Por Aileda de Mattos Oliveira&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O vocativo usual nos discursos de Getúlio Vargas, “Trabalhadores do Brasil!”, representava uma fórmula positiva de contato político, por tornar emblemático um atributo que expressava a corresponsabilidade do povo com o desenvolvimento do País. Fazia o ditador uma cooptação da sociedade, a fim de manter com ela um ‘diálogo produtivo’, pois, em contrapartida, o povo reconhecia-se um ‘interlocutor’, mesmo que só se restringisse à síntese de suas emoções:”Pai dos Pobres!”, “O Bom Velhinho!” O vocativo getulista incorporava todas as categorias, sem a exclusão discriminatória desta ou daquela profissão, deste ou daquele ofício.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Opostamente, João Goulart, nos seus pronunciamentos, dividia o povo em subclasses de trabalhadores, somente reconhecendo como tais, os sindicalistas, os operários, os metalúrgicos e, da parte hierárquica das Forças Armadas, soldados, sargentos e marinheiros. Era norma, nos seus discursos, exortar esses setores, não para acentuar-lhes a sua importância no desenvolvimento da Nação, mas para desestruturá-la, principalmente por meio da indisciplina na caserna, visando à anarquia e, por conseguinte, à instituição de um regime de força. Pretendia arrebanhar para as suas hostes o proletariado e os militares que considerava suscetíveis de qualquer ato indisciplinar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para Jango, essas eram as classes populares. Quanto aos demais trabalhadores contribuintes e empresários que sustentavam economicamente o seu governo, não preenchiam os inflamados discursos, a não ser como alvo de sua ira, insuflado pelo arruaceiro cunhado Brizola. Para ele, agricultores não eram trabalhadores, mas as ligas camponesas, sim.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eis que se encontra na END um rastro do discurso janguista, discriminador, dissimulado e, como tantos outros trechos, malredigidos (assim mesmo). Numa das passagens referentes a O serviço militar obrigatório; nivelamento republicano e mobilização nacional, diz: “É importante para a defesa nacional que o oficialato seja representado de todos os setores da sociedade brasileira. É bom que os filhos de trabalhadores ingressem nas academias militares. Entretanto, a ampla representação de todas as classes sociais nas academias militares é imperativo de segurança nacional”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que mais realça no trecho citado é o “nivelamento republicano”, característica&lt;br /&gt;das esquerdas brasileiras de manter fidelidade a pensamentos próprios dos&lt;br /&gt;antiquários ideológicos, quando insinua (“É bom, etc..”) que não são filhos de&lt;br /&gt;trabalhadores os jovens cadetes em preparo ao oficialato, em outros tempos, e&lt;br /&gt;atualmente. Isso já ocorre, senhores redatores, o fato é que desconhecem a origem&lt;br /&gt;de considerável parcela de cadetes, provindos de todos os estados do Brasil, mas que&lt;br /&gt;lhes fazem pensar, pelos conhecimentos adquiridos nas Academias Militares, pela&lt;br /&gt;educação recebida, característica da caserna, serem oriundos da “elite”, da&lt;br /&gt;“burguesia”, permanentes chavões da insidiosa esquerda, de cuja agremiação sinistra,&lt;br /&gt;muitos, sim, são oriundos das camadas mais bafejadas da sociedade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que desejavam imprimir neste falacioso documento, mas evitaram pô-lo às&lt;br /&gt;claras, é o ingresso facilitado de filhos de sindicalistas, de sem-terra, de seminstrução,&lt;br /&gt;sem a devida observância de concurso e de outros pré-requisitos&lt;br /&gt;indispensáveis à manutenção da hierarquia e da competência do comando. Hierarquia&lt;br /&gt;e disciplina são palavras ofensivas aos revolucionários, infelizmente, de posse do&lt;br /&gt;governo, de posse do MD. São ávidos pelo “nivelamento republicano”, por baixo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pôs-se em negrito, a conjunção adversativa, cuja função, na estrutura da língua,&lt;br /&gt;é a de introduzir um pensamento que se opõe ao anterior. Desta maneira,&lt;br /&gt;“Entretanto” desmonta todo o palavrório do período antecedente, por ignorarem um&lt;br /&gt;dado gramatical elementar de que um pois ou um porque, antecedido de vírgula,&lt;br /&gt;resolveria a questão da lógica semântica. Mesmo assim, permaneceria a acusação de&lt;br /&gt;que, com o presente esquema de ingresso nas Academias, não está sendo&lt;br /&gt;“imperativo” a segurança nacional, quando, na realidade, esta segurança está sendo&lt;br /&gt;postergada pelo governo, único responsável pela impatriótica inércia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em continuação ao item citado, e que se refere à “Segurança Nacional”, diz o&lt;br /&gt;texto: “Duas condições são indispensáveis para que se alcance esse objetivo&lt;br /&gt;[Segurança Nacional]. A primeira é que a carreira militar seja remunerada com&lt;br /&gt;vencimentos competitivos com outras valorizadas carreiras do Estado”, o que torna&lt;br /&gt;premente o pagamento dessa maravilhosa remuneração, a fim de que ponham em&lt;br /&gt;prática, de imediato, a segurança deste território, já que ”vencimentos competitivos”&lt;br /&gt;e “segurança”, segundo faz parecer, no documento, são, respectivamente, causa e&lt;br /&gt;consequência. Talvez, habituados que estão os componentes deste governo de&lt;br /&gt;trabalharem (?) à custa de generosos contracheques, considerem os militares à sua&lt;br /&gt;semelhança. Felizmente, ainda se pode dizer que não chegaram a tal deformidade&lt;br /&gt;moral.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pela manutenção dos irrisórios vencimentos dos militares, o que se evidencia, em contraponto a esta veemente afirmação de bons estipêndios, é que tudo ali, naquele ministério, é uma grande mentira, inclusive, a defesa do país. Ou, pode-se entender, por outro lado, que tais vencimentos robustos só sejam pagos quando as Academias Militares forem apenas compostas de sindicalistas, operários, etc., sem concurso ou por cotas, para a segurança do próprio governo petista. Aliás, em várias partes da END essa relação entre “remuneração” e “classe trabalhadora” é enfatizada, na formação das Forças, como neste trecho: “Essa é uma das razões [provir da classe trabalhadora] pelas quais a valorização da carreira, inclusive em termos remuneratórios, representa exigência de segurança nacional.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Continua o documento mais hipócrita da “história deste país”: “A segunda condição é que a Nação abrace a causa da defesa e nela identifique requisito para o engrandecimento do povo brasileiro”, assertiva que alterou a disposição dos termos, devendo, ao contrário, ser a “Nação” o foco de engrandecimento pela ação de o povo abraçar a ideia de defesa: [“A segunda condição é que o povo brasileiro abrace a causa da defesa e nela identifique requisito para o engrandecimento da Nação.”]&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O hábito de encher as bochechas com a palavra “povo” e o desábito de falar em “Nação” levaram os malabaristas da pobre retórica marxista a inverter, no papel, o valor político dos termos, como é de praxe a inversão de valores na escolha de ministros, assessores, nesta doente república.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Até o presente momento não se fez divulgar publicidade institucional do MD nos meios de comunicação, para que o povo “abrace a causa da defesa”, conscientizando-se da necessidade de o Brasil proteger-se. Essa lerdeza de ação governamental resulta da paralítica ideia de que “somos pacíficos”, outra repetição enfadonha, aqui e ali, preenchendo o vazio da escritura mal-alinhavada da END.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Essa ‘conversa’ com a sociedade, também ocorrerá (usa-se, aqui, o tempo verbal preferencial dos redatores), quando os logísticos, os mobilizadores, os estrategistas, enfim, os teóricos do ministério entravado, acordarem do sono irresponsável, próprio dos sem-planejamento. Aí, SERÁ tarde demais!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aileda de Mattos Oliveira é Prof.ª Dr.ª em Língua Portuguesa. Articulista do Jornal Inconfidência. Membro da Academia Brasileira de Defesa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;http://www.clubemilitar.com.br/pdf/opinioes/antibrasileiros.pdf&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5388885470067245342-3339387100190961117?l=upecbrasil.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://upecbrasil.blogspot.com/feeds/3339387100190961117/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5388885470067245342&amp;postID=3339387100190961117' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5388885470067245342/posts/default/3339387100190961117'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5388885470067245342/posts/default/3339387100190961117'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://upecbrasil.blogspot.com/2012/02/os-antibrasileiros-iii-artigo-no-alerta.html' title='Artigo no Alerta Total'/><author><name>UPEC</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12567761697811164225</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='16' src='http://bp3.blogger.com/_Mt44_jsNnK0/Rr5VSumBjxI/AAAAAAAAAAM/FNVUBudLiN8/s1600/Clipboard01.png'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5388885470067245342.post-6671422150742600529</id><published>2012-02-04T18:27:00.001-02:00</published><updated>2012-02-04T18:29:45.523-02:00</updated><title type='text'>Artigo no Alerta Total</title><content type='html'>&lt;div class="fauxcolumn-outer fauxcolumn-center-outer"&gt; &lt;div class="cap-top"&gt;   &lt;/div&gt; &lt;div class="fauxborder-left"&gt;  &lt;div class="fauxcolumn-inner"&gt; &lt;/div&gt; &lt;/div&gt; &lt;div class="cap-bottom"&gt;   &lt;/div&gt; &lt;/div&gt; &lt;div class="fauxcolumn-outer fauxcolumn-left-outer"&gt; &lt;div class="cap-top"&gt;   &lt;/div&gt; &lt;div class="fauxborder-left"&gt;  &lt;div class="fauxcolumn-inner"&gt; &lt;/div&gt; &lt;/div&gt; &lt;div class="cap-bottom"&gt;   &lt;/div&gt; &lt;/div&gt; &lt;div class="fauxcolumn-outer fauxcolumn-right-outer"&gt; &lt;div class="cap-top"&gt;   &lt;/div&gt; &lt;div class="fauxborder-left"&gt;  &lt;div class="fauxcolumn-inner"&gt; &lt;/div&gt; &lt;/div&gt; &lt;div class="cap-bottom"&gt;   &lt;/div&gt; &lt;/div&gt;                             &lt;h2 class="date-header"&gt;&lt;span&gt;sábado, 21 de janeiro de 2012&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt;                        &lt;a name="60478330439"&gt;&lt;/a&gt; &lt;h3 class="post-title entry-title"&gt; &lt;span style="font-size:180%;"&gt;Os Antibrasileiros (II) &lt;/span&gt;&lt;/h3&gt; &lt;div class="post-header"&gt;  &lt;/div&gt;  &lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;strong&gt;Artigo no Alerta Total – &lt;/strong&gt;&lt;a href="http://www.alertatotal.net/"&gt;&lt;strong&gt;www.alertatotal.net&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:blue;"&gt;Por Aileda de Mattos Oliveira&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Difícil – e necessário – é para um País que pouco trato teve com guerras  convencer-se da necessidade de defender-se para poder constituir-se.  Não bastam, ainda que sejam proveitosos e até mesmo indispensáveis, os  argumentos que invocam as utilidades das tecnologias e dos conhecimentos  da defesa para o desenvolvimento do País. Os recursos demandados pela  defesa exigem uma transformação de consciências para que se constitua  uma estratégia de defesa para o Brasil. ( Trecho 1. In: Estratégia  Nacional de Defesa.) O grifo é da autora. &lt;/span&gt; &lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Disposição para mudar o que a Nação está a exigir agora de seus  marinheiros, soldados e aviadores. Não se trata apenas de financiar e de  equipar as Forças Armadas. Trata-se de transformá-las, para melhor  defenderem o Brasil. (Trecho 2. In: Estratégia Nacional de Defesa.) O  grifo é da autora. &lt;/span&gt; &lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há dois fragmentos da END nos quais se fala em “transformação” e em  “transformar”. Isto não significa que não haja outras partes do  documento dando ênfase às mesmas palavras, pois a sua leitura  investigativa leva tempo.&lt;/span&gt; &lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Certamente, é urgente “uma transformação de consciências” quando se  trata de esclarecer a sociedade da necessidade de defesa do Brasil,  considerando que não se coaduna com os tempos atuais essa reiterada  mitificação de povo pacífico, não habituado a guerras. O brasileiro  precisa, imediatamente, incorporar-se no trabalho de mobilização em prol  da soberania nacional e conscientizar-se, sim, de que a terra que o  acolhe e onde nasceu, exige outros cuidados para a manutenção de sua  soberania, eliminando a perniciosa ideia de que o País se basta com  carnaval e futebol.&lt;/span&gt; &lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se o brasileiro carrega nos ombros esta pecha de pacifista e repete a  cantilena dissonante das sereias rouquenhas da esquerda, neste blefe de  um nacionalismo pífio, as demais nações, por natureza, beligerantes, são  as mesmas que acamparam no Brasil Colônia com os mesmos olhos gordos e  que hipnotizam, hoje, as reservas minerais brasileiras e o rico campo  genético amazônico.&lt;/span&gt; &lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando a presidente, em cadeia nacional, começará a conscientizar a  sociedade dessa indispensável cumplicidade, transformando a alienação  dominante em participação efetiva do povo e levá-lo a reconhecer a  necessidade do incremento da indústria nacional de defesa? Quando? Cabe a  presidente esse trabalho de esclarecimento e de “transformação de  consciências”. É imprescindível que ela e o povo saibam que a Nação é o  conjunto de todas as suas instituições com a participação ativa da parte  civil da sociedade. Não se fala aqui de “sociedade civil”, como se os  militares não fizessem parte dela e com os civis formassem um todo  social.&lt;/span&gt; &lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quanto ao segundo trecho citado, esse “transformá-las para melhor  defender o Brasil” refere-se, explicitamente, às Corporações Militares,  por isso é, por demais, preocupante. Mais preocupação causa ao se ouvir,  pela voz de alguns militares, em seminários, a mesma fastidiosa  falação, sem nenhum esclarecimento, com o claro intuito de agradar a  comandante em chefe.&lt;/span&gt; &lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As Forças Armadas são as únicas Instituições sérias do Brasil e as  únicas conscientes de seus deveres constitucionais. Portanto,  transformar a consciência das Forças é incuti-las de que são guardiães  do governo, isto é, do partido dominante, e não do Estado, que está  acima de quaisquer diretrizes ideológicas, de quaisquer interesses  partidários. &lt;/span&gt; &lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Às Forças cabe a defesa da Nação, impedindo que predadores nacionais ou  estrangeiros minem os seus alicerces, construídos ao longo da Verdadeira  História do Brasil, a fim de mantê-la étnica e territorialmente  íntegra. Quem sabe se, justamente, são essas dedicação e lealdade  exclusivas das Forças ao Brasil que incomodam aqueles que sempre  detestaram o significado da palavra ‘pátria’?&lt;/span&gt; &lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Transformar” as Forças Armadas para “financiá-las” e “equipá-las” deixa  evidente a intenção dos governos petistas de que as desejam  reaparelhadas para defender o Brasil deles, e não o Brasil de todos os  brasileiros, liberto das coerções doutrinárias e de doentias ideologias.&lt;/span&gt; &lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As palavras desses esquerdistas não escondem a sua má índole.&lt;/span&gt; &lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:blue;"&gt;Aileda de Mattos Oliveira é Prof.ª  Dr.ª em Língua Portuguesa. Articulista do Jornal Inconfidência. Membro  da Academia Brasileira de Defesa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;http://www.alertatotal.net/2012/01/os-antibrasileiros-ii.html&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5388885470067245342-6671422150742600529?l=upecbrasil.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://upecbrasil.blogspot.com/feeds/6671422150742600529/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5388885470067245342&amp;postID=6671422150742600529' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5388885470067245342/posts/default/6671422150742600529'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5388885470067245342/posts/default/6671422150742600529'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://upecbrasil.blogspot.com/2012/02/artigo-no-alerta-total.html' title='Artigo no Alerta Total'/><author><name>UPEC</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12567761697811164225</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='16' src='http://bp3.blogger.com/_Mt44_jsNnK0/Rr5VSumBjxI/AAAAAAAAAAM/FNVUBudLiN8/s1600/Clipboard01.png'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5388885470067245342.post-4034274314108124887</id><published>2012-02-04T18:21:00.003-02:00</published><updated>2012-02-04T18:30:24.836-02:00</updated><title type='text'>Prof.ª Aileda de Mattos Oliveira</title><content type='html'>&lt;table style="width: 544px; height: 1699px;" align="center" border="0" cellpadding="0" cellspacing="2"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;font-size:180%;"&gt;&lt;strong&gt;OS ANTIBRASILEIROS (I)&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;font-size:130%;"&gt;&lt;strong&gt;Prof.ª Aileda de Mattos Oliveira&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;O Brasil  não está feito, como pátria completa. E a culpa é nossa, como foi dos  nossos antepassados, porque a nossa cegueira ou o nosso egoísmo, a nossa  vaidade, a nossa pequenina política de rasteiras paixões deixaram a  massa do povo privada de fartura, de instrução, de higiene, de  “humanidade”.&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;font-size:100%;"&gt;Estas palavras não  saltaram de algum artigo veiculado na mídia virtual, como desabafo de um  dos muitos articulistas preocupados com a deriva do país, fruto do  trabalho criminoso de desvalorização do mérito e do caráter, em  benefício do nepotismo e da riqueza sem trabalho. Nem tampouco  representam uma visão analítica de algum cientista político.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;font-size:100%;"&gt;Foram  pronunciadas há noventa e cinco anos por Olavo Bilac, em 15 de novembro  de 1917, num emocionado discurso na Liga da Defesa Nacional, Diretório  de Niterói, quando analisava a falta de percepção do povo brasileiro  diante da gravidade dos fatos, ocorrentes na época, com os quais se  preocupavam as pessoas com mais discernimento. Neste ponto, nada mudou.  Discernimento e consciência são conceitos que a gente brasileira  acredita pairarem no plano das abstrações, demasiado distante, para  dedicar a elas alguns momentos de reflexão. Reflexão? Outra abstração.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;font-size:100%;"&gt;Daí,  as palavras-epígrafe que traduzem a inquietação de Bilac por ver uma  pátria incompleta pela ausência da defesa nacional.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;font-size:100%;"&gt; Para pôr em prática a  defesa do país, é indispensável ter uma laboriosa atividade  agropecuária, indústria e comércio desenvolvidos e, o mais difícil, um  povo esclarecido. Era assim o olhar de Bilac ante o seu Brasil, ainda  nos claudicantes vinte e oito anos de vida republicana.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;font-size:100%;"&gt;Quase um  século depois, a terra muito produz, a pecuária é excelente, as  atividades industrial e comercial são de primeira linha, mas o povo  permanece na lassidão intelectual, entregue à troca de votos por  benefícios que lhe facilitem a vida, enchendo-se de direitos, mas  desinteressado de quais sejam os seus deveres.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;font-size:100%;"&gt;As preocupações do  conferencista estavam voltadas para a Primeira Guerra Mundial  (1914-1918), temendo respingos na soberania do país. Satisfeito estava  por ter o presidente Venceslau Brás aumentado o efetivo do Exército, mas  reconhecendo, por outro lado, as dificuldades orçamentárias que teria  em equipar a tropa para a sua função precípua: a da defesa do país.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;font-size:100%;"&gt;Hoje,  apesar de os cofres do Estado estarem abarrotados com o dinheiro dos  impostos, a negação das verbas para reequipamento das Forças Armadas,  principalmente o Exército, evidencia que os inimigos internos, os  antibrasileiros, têm um planejamento em marcha, não o da defesa do país,  mas o da descaracterização da Força Terrestre, a Corporação à qual cabe  a responsabilidade constitucional de salvaguardar cada palmo do extenso  território brasileiro.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;font-size:100%;"&gt;Bilac, se ainda vivesse, não resistiria à  tanta desfaçatez dos impunes políticos que carnavalizam o dinheiro do  contribuinte em detrimento do reaparelhamento das Forças, únicas  Instituições permanentes do Estado, às quais estes mesmos ímprobos, um  dia, irão solicitar ajuda.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;font-size:100%;"&gt;É necessário que se pense em Bilac, não  somente como poeta parnasiano, restrito às normas literárias da época,  mas como um dos primeiros lutadores, no Brasil República, em favor da  defesa nacional, da defesa territorial, da defesa da língua. O criador  do Serviço Militar não poetava quando tornou a defesa do Brasil uma  prioridade na luta interna contra a negligência dos próprios  governantes, contra o desinteresse do próprio povo, tão alheio às coisas  sérias do país.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;font-size:100%;"&gt;Que as palavras deste civil em favor dos militares e  em favor da defesa nacional sejam reavivadas para que sirvam de  antídoto ao veneno insidioso da falácia de que o Brasil não tem  inimigos. Engano. Eles estão dentro e fora, porém unidos por interesses  desintegradores da unidade territorial, da unidade étnica, da unidade  familiar e pelo desmoronamento da ética política. Esta já estatelou-se.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;                 &lt;td&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;               &lt;/tr&gt;               &lt;tr&gt;                 &lt;td&gt;&lt;hr size="1"&gt;&lt;/td&gt;                 &lt;td&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;               &lt;/tr&gt;               &lt;tr&gt;                 &lt;td&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;font-size:85%;"&gt;Prof.ª Dr.ª em Língua Portuguesa. Articulista do Jornal Inconfidência. Membro da Academia Brasileira de Defesa.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;font-size:85%;"&gt;http://www.heitordepaola.com/publicacoes_materia.asp?id_artigo=3016&lt;br /&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5388885470067245342-4034274314108124887?l=upecbrasil.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://upecbrasil.blogspot.com/feeds/4034274314108124887/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5388885470067245342&amp;postID=4034274314108124887' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5388885470067245342/posts/default/4034274314108124887'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5388885470067245342/posts/default/4034274314108124887'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://upecbrasil.blogspot.com/2012/02/prof-aileda-de-mattos-oliveira.html' title='Prof.ª Aileda de Mattos Oliveira'/><author><name>UPEC</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12567761697811164225</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='16' src='http://bp3.blogger.com/_Mt44_jsNnK0/Rr5VSumBjxI/AAAAAAAAAAM/FNVUBudLiN8/s1600/Clipboard01.png'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5388885470067245342.post-604451700511269164</id><published>2012-02-04T00:34:00.001-02:00</published><updated>2012-02-04T00:35:59.530-02:00</updated><title type='text'>João Bosco Leal</title><content type='html'>sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;font-size:180%;" &gt;&lt;br /&gt;Presidente Dilma, a senhora não tem vergonha? &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Sim "Presidente"! Uso esta palavra porque estudei em ótimas escolas públicas, que já não existem mais, e nelas, como todos aprendíamos, independentemente do sexo de quem o exercia, essa é a palavra certa para esse cargo, apesar da senhora ter tentado, no início de seu governo, por mero capricho, ser chamada de Presidenta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os puxa-sacos de plantão - apesar de saberem que a palavra presidente é um substantivo de dois gêneros, válida tanto para o masculino quanto para o feminino - até tentaram ajudá-la a mudar a nossa língua, mas não conseguiram, pelo menos não na prática, pois, por coerência, teríamos que começar a chamar uma pedinte de pedinta e assim por diante. Mas os novos "doutores", Presidente, estão saindo das centenas de universidades particulares sem sequer saberem conjugar corretamente os verbos empregados no seu teste para o primeiro emprego.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nunca votei e jamais votarei em alguém do seu partido político e menos ainda em uma pessoa com o seu passado, pois as ideias defendidas por seus "companheiros" já foram desmoralizadas em todo o mundo, inclusive pelo ditador e assassino Fidel Castro, de Cuba, onde a senhora esteve agora. As ditaduras de esquerda só destruíram países e populações, com a ideia utópica de estatização geral e de que o Estado supriria a todos igualitariamente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas este não é o tema central que pretendo abordar aqui. O meu questionamento refere-se ao fato amplamente noticiado de que em sua viagem a Cuba, o Brasil emprestou dinheiro àquele país.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em sua volta não deve ter sentido nenhum problema de aterrissagem com seu avião, pois como Presidente teve o espaço aéreo temporariamente bloqueado para que o fizesse sem demora ou riscos. Mas não foi o que ocorreu com os outros brasileiros que naquele momento estavam voando com o mesmo destino e que por incapacidade do aeroporto já estavam circulando sobre a cidade esperando sua vez de aterrissar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já em nosso solo, mudou de aeronave e, de helicóptero, dirigiu-se tranquilamente à sua residência oficial, pois, caso contrário, teria sentido na pele o que é transitar pelas ruas e estradas brasileiras, todas esburacadas ou repletas de remendos de péssima qualidade, pois a diferença de dinheiro entre o bom e o mau produto teve de ser repassada aos corruptos de seu governo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No período noturno, quando todos deveriam descansar, teria passado defronte a um posto de atendimento ou a um hospital conveniado do SUS, e visto filas enormes, com mães segurando filhos doentes no colo, esperando o dia amanhecer para, se tiverem muita sorte, conseguirem pegar senhas para serem atendidas naquele dia. Saberia, pela imprensa, que alguns morreram nessas filas, sem sequer chegarem a ser atendidos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Determine, senhora Presidente, que lhe seja reservado, em rede nacional, um horário nobre da televisão brasileira, para que explique aos brasileiros que pessoas diagnosticadas com doenças graves esperam meses na fila para serem operadas porque o país não possui recursos suficientes para suprir sua população com o atendimento médico necessário, mas pode oferecer dinheiro emprestado ao Mercado Comum Europeu para sanar suas dívidas e emprestar dinheiro para Cuba.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Explique aos brasileiros, Presidente Dilma, porque todos os anos brasileiros morrem soterrados nas encostas dos morros em diversos estados, porque o governo não possui dinheiro suficiente para lhes financiar, com juros subsidiados, moradias dignas, construídas em locais seguros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Que a educação brasileira é de péssimo nível porque o país não possui verbas suficientes para preparar melhor os professores e lhes pagar salários dignos, de quem tem a responsabilidade de ensinar aos que serão o futuro do país, mas pode construir uma embaixada brasileira em Tuvalu e perdoar dívidas de países africanos em troca de votos para conseguir um assento permanente no Conselho de Segurança da ONU como queria seu antecessor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Explique coisas simples assim à população brasileira, Presidente Dilma, ou a senhora tem vergonha?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;João Bosco Leal*&lt;br /&gt;www.joaoboscoleal.com.br&lt;br /&gt;*Jornalista, reg. MTE nº 1019/MS, escritor, articulista político, produtor rural e palestrante sobre assuntos ligados ao agronegócio e conflitos agrários&lt;br /&gt;Postado por Jornal Bandeirantes News : Sexta-feira, Fevereiro 03, 2012  &lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5388885470067245342-604451700511269164?l=upecbrasil.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://upecbrasil.blogspot.com/feeds/604451700511269164/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5388885470067245342&amp;postID=604451700511269164' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5388885470067245342/posts/default/604451700511269164'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5388885470067245342/posts/default/604451700511269164'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://upecbrasil.blogspot.com/2012/02/joao-bosco-leal.html' title='João Bosco Leal'/><author><name>UPEC</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12567761697811164225</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='16' src='http://bp3.blogger.com/_Mt44_jsNnK0/Rr5VSumBjxI/AAAAAAAAAAM/FNVUBudLiN8/s1600/Clipboard01.png'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5388885470067245342.post-850235312615229704</id><published>2012-01-30T00:06:00.001-02:00</published><updated>2012-01-30T00:07:56.548-02:00</updated><title type='text'>Guilherme Fiuza</title><content type='html'>&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;font-size:180%;" &gt;Brasil, nação classe C&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dilma Rousseff declarou que "queremos um país de classe média". É a primeira governante a anunciar como deve ser a pirâmide social. Desde o lema da ditadura do proletariado não se ouvia algo parecido. Aparentemente, a doutrina Dilma substituiu a dialética pela aritmética: para resgatar os muito pobres é preciso acabar com os muito ricos. Um Eike Batista será transformado em alguns milhões de emergentes da classe C. Talvez eles formem uma cooperativa para cuidar das jazidas de Eike. Ou então acabarão de uma vez com esse negócio de explorar ouro e petróleo, que são coisas de rico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já estava mesmo na hora de eliminar a elite da vida brasileira. E não só pelo aspecto econômico. Foi profundamente incômodo ao país ser presidido por um intelectual cultivado, cheio de títulos acadêmicos. Dentre outros comportamentos elitistas, esse presidente acabou com o compadrio na área econômica do governo, impondo a virtude como critério. Ou seja: um desumano, insensível aos apelos de um amigo, parente, afilhado ou cabo eleitoral.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nesse período, a economia brasileira saiu das trevas, mas o país só ficou à vontade quando foi entregue a um ex-peão. A nação ficou aliviada sob um presidente que empregava os companheiros, que não se importava em maltratar a língua, que se orgulhava de não ler jornais, que fazia o elogio da ignorância – ufanando-se da sua própria falta de estudos, ao cantar vitória sobre o antecessor diplomado. O símbolo máximo dessa cultura (sic) foi a distribuição pelo MEC de livros ensinando uma espécie de português não contabilizado ("nós pega o peixe" era uma das novidades do idioma).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esse presidente ficou conhecido como "o filho do Brasil", por ser gente como a gente. Você perguntaria: ""A gente" quem, cara-pálida?". Evidentemente, uma pergunta elitista. Cheque seu passaporte, porque você talvez não caiba no Brasil de classe média.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fora um certo sotaque fascista, até que a ideia do nivelamento geral de um povo poderia ter seus encantos. Nessa grande nação classe C, não existiria mais, por exemplo, o golpe do baú. As moças interesseiras teriam de mudar de ramo, porque não valeria mais a pena cavar um casamento para continuar na mesma classe social. (Esclarecendo que o mesmo raciocínio vale para os rapazes interesseiros. No império da igualdade, é mais prudente tirar a média de tudo, até dos sexos.)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nessa doce sociedade mediana, as ambições também terão de estar niveladas, para garantir que todos sejam iguais perante suas contas bancárias (ou mais ou menos iguais, vá lá). Isso acabará com um dos grandes problemas do capitalismo, que é a exploração do homem pelo homem. Estando quase todo mundo na classe C, a mais-valia sairá de moda. E, não havendo mais nenhuma outra classe relevante, essa imensa e única classe média poderá, por que não, ser rebatizada de classe A – num grande final feliz que nem Aguinaldo Silva imaginaria, muito menos Karl Marx.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A erradicação da elite, a partir do postulado de Dilma Rousseff, traria benefícios imediatos ao funcionamento do país. Ministros como Fernando Pimentel e Mário Negromonte poderiam sair de seus esconderijos e voltar ao trabalho, sem a imprensa burguesa e elitista para fuxicar seus negócios no governo popular. Pelo mesmo motivo, a presidente não precisaria gastar todo o seu primeiro ano de governo tentando segurar ministros que caíam de podres. Sobraria-lhe mais tempo para trabalhar nas fundações do seu Brasil médio. E que país seria este?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Seria um país muito mais tolerante. Além das liberalidades no uso da língua portuguesa e do dinheiro público, a mentalidade média que emerge da sociologia governamental muda inteiramente o conceito de responsabilidade. Por exemplo: o ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, teve a carteira de habilitação apreendida por dirigir em excesso de velocidade e falando ao celular. De cara limpa, tranquilo, apareceu no Detran confirmando seus delitos e anunciando que "retomará os parâmetros de civilidade".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já o hábito da ministra dos Direitos Humanos, Maria do Rosário, era estacionar em local proibido. Ela também apareceu sorridente, prometendo que não vai mais fazer isso não.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tudo normal. Tudo médio. Inclusive os parâmetros de civilidade e humanidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ÉPOCA - 21/01/2012&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5388885470067245342-850235312615229704?l=upecbrasil.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://upecbrasil.blogspot.com/feeds/850235312615229704/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5388885470067245342&amp;postID=850235312615229704' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5388885470067245342/posts/default/850235312615229704'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5388885470067245342/posts/default/850235312615229704'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://upecbrasil.blogspot.com/2012/01/guilherme-fiuza.html' title='Guilherme Fiuza'/><author><name>UPEC</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12567761697811164225</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='16' src='http://bp3.blogger.com/_Mt44_jsNnK0/Rr5VSumBjxI/AAAAAAAAAAM/FNVUBudLiN8/s1600/Clipboard01.png'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5388885470067245342.post-5756913875115893040</id><published>2012-01-29T22:04:00.001-02:00</published><updated>2012-01-29T22:13:01.734-02:00</updated><title type='text'>Geraldo Almendra  29/01/2012</title><content type='html'>&lt;span style="font-weight: bold;font-size:180%;" &gt;TUDO DO MESMO VASO SANITÁRIO&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Um país com um Estado aparelhado por um partido político degenerado e pela prática sem controle do ilícito não tem futuro. Estará entregue nas mãos sórdidas de um Regime Fascista Civil controlador de uma sociedade omissa, covarde, ignorante e corrupta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A ameaça de retaliação do PMDB ao desgoverno Dilma no caso da demissão do Diretor do Dnocs, que acabou sendo mesmo demitido, reforça que a classe política já chegou ao fundo do poço da patifaria explícita.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O PMDB foi e sempre será um partido sem-vergonha porque não perde a oportunidade de barganhar com a aceitação do ilícito para negociar suas maracutáias políticas. Não é a patifaria que conta, mas sim as vantagens que podem ser tiradas da aceitação ou da negociação de sua prática.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PMDB e PT demonstram todos os dias que são excrementos humanos contidos no mesmo vaso sanitário da prostituição da política no nosso país. Contudo deve-se ressaltar que o PT sempre teve uma identidade de um partido desonesto por definição e o PMDB sempre fingiu ser honesto e defensor da democracia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os políticos “profissionais” não demonstram mais nem vestígios de senso moral e colocam no plano mais baixo de suas preocupações se um servidor é honesto ou desonesto, corrupto ou não corrupto, prevaricador ou não prevaricador.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que importa para essa gente sórdida é a quantidade e o valor intrínseco dos cargos que passaram a representar uma expressão de poder dentro do Covil de Bandidos – o poder público.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esse “modus operandi” é o resultado direto da falência da Justiça que não poderia nunca estar sujeita ao submundo das negociações para preservar descarados praticantes do ilícito, incentivando cada vez mais a impunidade. Chegamos a um ponto que o Poder Judiciário demonstra ser o mais bem pago dos podres poderes da República e o mais corrupto, com uma cada vez mais marcante expressão comportamental de lacaio descarado dos interesses do poder Executivo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ladrão tem que ir para a cadeia. Corrupto tem que ir para a cadeia. Prevaricador tem que ser, no mínimo, exonerado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Infelizmente no Brasil quem vai para a cadeia são os ladrões de galinha que não tem nenhum padrinho político.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já está mais do que provado que para em uma sociedade refém do DNA do ilícito que está residente como um vírus mortal dentro do poder público, a solução urgente é a busca do Estado mínimo conjugada com um ataque frontal da sociedade, da forma que for necessária, contra a degeneração da Justiça.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Brasil não precisa de togados disfarçados de amantes da lei nem bandidos disfarçados de togados. Todos precisam ser expurgados urgentemente do poder Judiciário para o bem do país e do futuro de nossos filhos e de suas famílias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Brasil não precisa de empresários esclarecidos canalhas que se associam ao poder público corrupto para tirar vantagem da destruição do nosso país. Esse é o resultado mais relevante das sementes de um “capitalismo de Estado” e do agigantamento de sua estrutura: empresários e o Estado corrupto se unem para fraudar a sociedade e fazer, todos os dias, os contribuintes de palhaços e idiotas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já caiu por terra o princípio de que altos salários para servidores públicos iriam inibir a prática da corrupção em um país em que o DNA do ilícito não distingue mais classes sociais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Covil de Bandidos paga nos seus podres poderes salários que deveriam inibir, na teoria, a prática da corrupção. Mas o inverso é o que está acontecendo e a ambição não tem mais limites fruto da vergonhosa impunidade que permite que partidos políticos fiquem ao sabor de ameaças e contra ameaças em um jogo de poder que já esqueceu o verdadeiro papel do poder público e da verdadeira essência da prática da política.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cresce cada vez mais a demanda social por concursos que abre as portas para entrar e trabalhar em um ambiente profissional em que o mérito, a ética, a honestidade e a moralidade estão em último plano e a busca dos caminhos da prática do ilícito já virou um valor de uma vida confortável e patrimônios sem limites, de uma sociedade que aceita o assistencialismo comprador de votos e o suborno ilimitado como uma promessa de dias cada vez melhores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mesmo que os futuros servidores entrem no poder público com caras de honestos, no final, quase todos ficam simplesmente subordinados aos interesses corporativistas de sustentação de relações públicas ou privados, absolutamente degenerados, tudo sob o comando do topo de uma pirâmide organizacional de poder público aparelhado por um partido político que representa o que de pior poderia ser gerado pela triste história da política em nosso país e pelos seus cúmplices, tão ruins ou piores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O sonho de acesso ao poder público não está vinculado ao desejo de, com uma remuneração digna, prestar serviços à sociedade que acabada sempre bancando a corrupção sem controle, mais sim para ter estabilidade, mordomias e participação na “mais valia” das práticas do ilícito, exponencialmente geradas na degeneração das relações internas e externas, públicas ou privadas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um executivo público alinhado com os interesses corporativas do Covil de Bandidos nunca fica desempregado e sempre será criado um caminho para seu aproveitamento na máfia do poder público com a criação de ministérios, de cargos diretivos nas empresas estatais, entre muitas alternativas possíveis, inclusive a de não fazer nada durante o tempo necessário para seus crimes esfriarem, sem deixar de ser sustentado de uma forma ou de outra pelos contribuintes feitos todos os dias de palhaços ou idiotas do Circo do Retirante Pinóquio, o palco de atuação do mais sórdido político de nossa história.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Antes da Fraude da Abertura Democrática o Brasil estava se transformando no país de um futuro cada vez mais presente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois que os civis receberam o poder, nosso país foi transformado em uma nação sem futuro, vestida de Paraíso dos Patifes e controlada por burguesias e oligarquias de ladrões, tendo como seus heróis, dignos de serem imitados por futuras gerações feitas decadentes, os políticos corruptos, togados vestido de bandidos, bandidos vestidos de togados, e milhares de canalhas esclarecidos que estão se transformando em assassinos de seus próprios filhos e de suas famílias, pois a histórica relata que um dia tudo isso vai ter que acabar deixando um rastro de sangue de culpados e inocentes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sem considerar a leviandade e a hipocrisia sem limites de dirigentes de outras nações, não é necessário mais muito esforço para o mundo perceber o que espelha o Brasil na atualidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para conhecer o Brasil basta avaliar a aceitação da sociedade como ótimo o mais corrupto poder público de nossa história, a impunidade de corruptos ou bandidos afiançada pelos Tribunais Superiores, e a audiência de gente de todas as idades para um programa de televisão deformador dos mais básicos valores da família, da moralidade e da ética, essa coisa nojenta chamada de BBB, um programa escroto, já apelidado de Big Bacanal do Brasil, levado todos os anos ao ar por uma Rede de Televisão que vem se notabilizando como uma repetidora, através de suas novelas de horário nobre, de todas as deformações morais e éticas como se fossem os novos valores a serem seguidos pela sociedade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Geraldo Almendra&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;29/01/2012&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5388885470067245342-5756913875115893040?l=upecbrasil.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://upecbrasil.blogspot.com/feeds/5756913875115893040/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5388885470067245342&amp;postID=5756913875115893040' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5388885470067245342/posts/default/5756913875115893040'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5388885470067245342/posts/default/5756913875115893040'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://upecbrasil.blogspot.com/2012/01/geraldo-almendra-29012012.html' title='Geraldo Almendra  29/01/2012'/><author><name>UPEC</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12567761697811164225</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='16' src='http://bp3.blogger.com/_Mt44_jsNnK0/Rr5VSumBjxI/AAAAAAAAAAM/FNVUBudLiN8/s1600/Clipboard01.png'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5388885470067245342.post-2262943093452859950</id><published>2012-01-29T15:46:00.001-02:00</published><updated>2012-01-29T15:47:43.362-02:00</updated><title type='text'>Mara Montezuma Assaf</title><content type='html'>&lt;span style="font-weight: bold;font-size:180%;" &gt;É MAIS GRAVE DO QUE SE PENSA, A CRISE DO JUDICIÁRIO&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Para: O Estado de São Paulo &lt;forum@grupoestado.com.br&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por - Mara Montezuma Assaf&lt;/forum@grupoestado.com.br&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;O Judiciário está sofrendo uma crise de credibilidade, isto é evidente. Mas as hipóteses aventadas por alguns dos magistrados reunidos em Teresina para explicar a turbulência que abala o Supremo Tribunal Federal parece mais uma tentativa de tirar a culpa dos ombros togados deste rol de ministros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dizem eles que o Supremo está "emparedado por pessoas que querem abalar os alicerces do Judiciário", que tudo está relacionado com o julgamento dos mensaloneiros que provocaram o maior escândalo do governo Lula, e que alguns réus ou pessoas próximas a eles estão fazendo este serviço sujo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O presidente da Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB) Henrique Nélson Calandra, chega a dizer: "Alguns réus podem estar por detrás disso. Que aí tem, tem. Eu não estou falando do Zé Dirceu, ele foi meu colega de faculdade".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ora, e o que o fato de terem sido colegas pesa a favor do Dirceu? Que raciocínio sem pé nem cabeça... Tamanha falta de isenção do egrégio magistrado (?!) me leva a concluir que ela nasce do tal antigo coleguismo, o que pesa e muito contra o próprio magistrado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em outro ponto da entrevista, Calandra afirma que Eliana Calmon jogou gasolina na fogueira da crise do Judiciário ao afirmar “tolamente” que “existem bandidos togados no seio da magistratura”. Pronto... Calandra, com uma palavrinha, tenta desmontar a estatura profissional da desembargadora ao mesmo tempo em que a coloca como pivô da crise de credibilidade que assola o Judiciário... E ainda a responsabiliza pela possível prescrição do crime dos mensaloneiros, visto que "os caras (ministros) têm que se defender (dos ataques midiáticos )", ao invés de sentar e estudar o processo de 100 mil páginas... E preparar o seu voto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E, segundo Calandra, seja qual for o veredicto... "politicamente o cara (o réu) pode justificar: ‘Está vendo, esse tribunal é que me condenou’, o que” – segundo ele – “desqualifica qualquer condenação".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E eu fico pasma de ver um magistrado afirmar que qualquer que seja o veredicto neste processo, se for pela condenação dos réus, está... Desacreditado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Resumo: Recentemente Lewandowski antecipou o resultado com a possibilidade de prescrição e, agora, Calandra com a invalidade do veredicto caso seja decidida a condenação dos mensaloneiros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E depois querem nos fazer crer que a crise de credibilidade tem causas externas ao Judiciário, quando está mais do que claro que o Judiciário está doente, sendo corroído internamente pelo câncer do partidarismo político! Suas decisões mais recentes demonstram isso, como foi o caso do Cesare Battisti.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Prova de que nossa Constituição é letra morta... Pois o que vale é o que determina o Executivo nas mãos do PT.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5388885470067245342-2262943093452859950?l=upecbrasil.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://upecbrasil.blogspot.com/feeds/2262943093452859950/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5388885470067245342&amp;postID=2262943093452859950' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5388885470067245342/posts/default/2262943093452859950'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5388885470067245342/posts/default/2262943093452859950'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://upecbrasil.blogspot.com/2012/01/mara-montezuma-assaf.html' title='Mara Montezuma Assaf'/><author><name>UPEC</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12567761697811164225</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='16' src='http://bp3.blogger.com/_Mt44_jsNnK0/Rr5VSumBjxI/AAAAAAAAAAM/FNVUBudLiN8/s1600/Clipboard01.png'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5388885470067245342.post-4969937341527051043</id><published>2012-01-29T15:37:00.000-02:00</published><updated>2012-01-29T15:38:07.989-02:00</updated><title type='text'>Jorge Serrão</title><content type='html'>&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;font-size:180%;" &gt;Artigo no Alerta Total&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;– www.alertatotal.net&lt;br /&gt;Por Jorge Serrão&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma Ação Psicológica consiste em plantar uma informação ou uma estória contextualizada na mídia para criar pré-condições de aceitação na opinião pública para assuntos que interessam ao promotor da ação. Especialistas em tais ações de efeito psicossocial, alguns petistas andam lamuriando que a minissérie “O Brado Retumbante”, recém-veiculada pela Rede Globo, seria uma preparação para a quase certa candidatura presidencial do mineirinho Aécio Neves – o queridinho do pessoal lá da City de Londres -, em 2014.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os petralinhas podem até ter razão desta vez. A Globo faz nada de graça. Ou sem uma boa segunda intenção. Ainda mais quando ataca no campo político ou ideológico. A ficção elaborada por Euclides Marinho conta a estorinha de um político jovem e mulherengo que assume a Presidência da República como um paladino da ética a enfrentar a corrupção que assola o País. Curioso é que Paulo Ventura tem a “ventura” de assumir o cargo pela morte do Presidente e de seu vice em um desastre de avião. Já pensou um vácuo institucional gerado por acidente? Ficção aceita tudo...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Petralinhas são diabinhos travestidos de anjos que sempre enxergam dente na boca da galinha dos ovos de ouro que eles ajudam a matar. Noves fora o faniquito deles, um detalhe exposto pela novelinha global chama atenção de quem ousa analisar a realidade brasileira. Com os nossos Três Poderes se apodrecendo em velocidade assustadora, ficamos com a impressão de que o Brasil pode caminhar, a qualquer instante, para um vazio institucional. Daí, surge aquela perguntinha feita por qualquer noveleiro: Quem pode ou se credencia para assumir o poder gerado pelo eventual vácuo institucional?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já temos gente se promovendo para a “venturosa” missão de “Salvador da Pátria”. Alguns nomes saem na frente em suas aparições midiáticas ou nos bastidores políticos. Um deles é o ministro Carlos Ayres Britto, programado para assumir a presidência do Supremo Tribunal Federal em abril. Ao receber, quinta-feira passada, em Salvador, a comenda J.J. Calmon de Passos por serviços prestados aos direitos humanos, concedida pelo Ministério Público Estadual da Bahia, o supremo magistrado já deu seu “brado retumbante”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ayres Britto confirmou que uma de suas prioridades no comando do STF será o combate à corrupção e a recuperação de recursos desviados com fraudes. Em discurso popular, Britto comentou que não se sente incomodado com a pressão das pessoas “no aeroporto, no cinema, no shopping, na livraria”: “A vida democrática contemporânea é de controle, de participação, de ativação da cidadania e o Brasil cresce com isso: nossas decisões se legitimam ainda mais quando há esse acompanhamento, até crítico, por parte da população. Então as cobranças são feitas constantemente e nós somos curtidos nesse tipo de relacionamento com o público”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outra que está muito bem na fita para a luta contra a corrupção, no eventual vácuo institucional, é a corregedora do Conselho Nacional de Justiça (CNJ). A ministra Eliana Calmon, aliás, ouviu e gostou do discurso do colega Ayres Britto, na Bahia. Ela avisa que está “aguardando silenciosamente o julgamento pelo STF (da liminar que suspendeu sua investigação sobre juízes)”. Eliana alimenta boa expectativa com o fato de Ayres Britto assumir as presidências do STJ e do CNJ: “É um nordestino que conhece muito as nossas realidades e isso vai favorecer sim os julgamentos e a forma de ver o CNJ”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ainda no terreno do Judiciário, a OAB federal promove nesta terça (dia 31) um ato público em defesa dos poderes do Conselho Nacional de Justiça. O grande porta-voz desta defesa será o ex-ministro da Defesa do Brasil. Membro da elite do PMDB, o advogado Nelson Jobim aproveita para se promover. Jobim parece estar plantando ventos para colher algo de bom na hora da tempestade institucional que se avizinha. Se vão deixar ele se dar bem são outros quinhentos milhões de dólares...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como tem articulações no Judiciário, no meio militar e no mercado financeiro, Jobim já tenta se credenciar como candidato a qualquer coisa em qualquer situação. Gosta de poder, quer o poder e conta até com apoio de fora do Brasil para avançar. Aqui dentro, ele espera contar com o apoio dos militares, se o bicho pegar. Aliás, mesmo contrariando os regulamentos, sempre que pôde, Jobim vestiu a farda de “Genérico” para, simbolicamente, se identificar como o “chefe dos combatentes”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A classe fardada continua como dantes no quartel do Abrantes. Sem verbas, aguardando promessas de reequipamento e reajuste salarial. Politicamente, reclamam, em silêncio obsequioso, da situação vigente. Entre uma queixa e outra, advertem que nada têm a fazer, senão aguardar os acontecimentos, observando tudo atentamente, com aquele rigor positivista herdado do tenentismo. Qualquer movimento diferente, só se houver “um clamor da sociedade”. Esperam por algum “brado retumbante”? Parece que sim.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nessa expectativa, uma coisa é certa. A voz rouca das ruas (como uma vez quis ouvir Fernando Henrique Cardoso) ou o clamor das ruas (nos moldes daquelas marchas com Deus pela Família e pela Liberdade do pré-1964) não mais se manifestam de maneira tão explícita. No máximo, o grito é dado virtualmente. Basta ver o que escrevem as pessoas esclarecidas nas redes sociais da internet. Por que aquela indignação não se transforma em solução? Eis a questão!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se o brado retumbante é menos importante e improvável (ao menos na proporção barulhentamente sonhada), é preciso valorizar a “obra do retumbante”. Ou seja, a gritaria precisa se transformar em propostas concretas, discutidas democraticamente e capazes de serem implementadas urgentemente, para o aperfeiçoamento institucional do Brasil. A obra do retumbante está muito próxima de virar realidade. Quem sobreviver verá...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Jorge Serrão é Jornalista, Radialista, Publicitário e Professor. Editor-chefe do blog e podcast Alerta Total: www.alertatotal.net. Especialista em Política, Economia, Administração Pública e Assuntos Estratégicos.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5388885470067245342-4969937341527051043?l=upecbrasil.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://upecbrasil.blogspot.com/feeds/4969937341527051043/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5388885470067245342&amp;postID=4969937341527051043' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5388885470067245342/posts/default/4969937341527051043'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5388885470067245342/posts/default/4969937341527051043'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://upecbrasil.blogspot.com/2012/01/jorge-serrao.html' title='Jorge Serrão'/><author><name>UPEC</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12567761697811164225</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='16' src='http://bp3.blogger.com/_Mt44_jsNnK0/Rr5VSumBjxI/AAAAAAAAAAM/FNVUBudLiN8/s1600/Clipboard01.png'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5388885470067245342.post-5460229036493920977</id><published>2012-01-29T15:31:00.000-02:00</published><updated>2012-01-29T15:32:43.701-02:00</updated><title type='text'>Arruda é vítima do PT</title><content type='html'>&lt;span style="font-weight: bold;font-size:180%;" &gt;Reportagem de Veja diz que Arruda é vítima do PT&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Enquanto isso, Época avisa que ele será candidato a deputado federal em 2014; o ex-governador do Distrito Federal, que passa férias em Morro de São Paulo, começa a sonhar com sua volta em grande estilo à política nacional&lt;br /&gt;28 de Janeiro de 2012 às 17:31&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;247 – O fim de semana não poderia ter sido melhor para o ex-governador do Distrito Federal, José Roberto Arruda. Duas revistas semanais prepararam o terreno para que ele comece a sair da toca na qual se enfiou desde que conseguiu sair da prisão, após ser acusado de receber propinas do delegado Durval Barbosa, no que se convencionou chamar de “mensalão do DEM”. De férias em Morro de São Paulo, uma praia paradisíaca na Bahia, Arruda comemorou as publicações.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na revista Época, sua volta à política foi anunciada pelo colunista Felipe Patury. Leia abaixo:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com uma casa em Brasília e outra em São Paulo, o ex-governador do Distrito Federal José Roberto Arruda descansa com a família em Morro de São Paulo, no sul da Bahia. Único governador da história a ser preso enquanto estava no cargo, Arruda se prepara para voltar à política. Ele quer se candidatar a deputado federal em 2014. Só falta arranjar um partido que o receba.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em Veja, a reportagem lhe foi ainda mais favorável, pois afirma que a Operação Caixa de Pandora teria sido armada pelos adversários de Arruda no PT, em especial pelo atual governador, Agnelo Queiroz. A revista, da Editora Abril, traz uma entrevista com o delator do esquema, delegado Durval Barbosa, que agora volta suas baterias contra Agnelo. Ou seja: o delegado que derrubou Arruda, agora tenta atacar mais um governador do Distrito Federal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dois anos depois de deflagrada, a Operação Caixa de Pandora serviu para tirar Arruda do governo do Distrito Federal, mas não produziu efeitos jurídicos. Até agora, o Ministério Público do DF não conseguiu sequer apresentar uma denúncia contra Arruda. Por isso mesmo, a reportagem de Veja vem em boa hora para o ex-governador. Ele, que já renasceu das cinzas depois do escândalo de violação do painel do Senado, quando foi cassado, acredita que poderá ressurgir mais uma vez. E quem conhece Arruda sabe que ele sonha com voos mais altos do que a Câmara dos Deputados.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5388885470067245342-5460229036493920977?l=upecbrasil.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://upecbrasil.blogspot.com/feeds/5460229036493920977/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5388885470067245342&amp;postID=5460229036493920977' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5388885470067245342/posts/default/5460229036493920977'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5388885470067245342/posts/default/5460229036493920977'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://upecbrasil.blogspot.com/2012/01/arruda-e-vitima-do-pt.html' title='Arruda é vítima do PT'/><author><name>UPEC</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12567761697811164225</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='16' src='http://bp3.blogger.com/_Mt44_jsNnK0/Rr5VSumBjxI/AAAAAAAAAAM/FNVUBudLiN8/s1600/Clipboard01.png'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5388885470067245342.post-488041031157392596</id><published>2012-01-29T15:26:00.000-02:00</published><updated>2012-01-29T15:30:09.362-02:00</updated><title type='text'>Vitor Hugo Soares</title><content type='html'>&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Sábado, 28 de janeiro de 2012, 08h00&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;font-size:180%;" &gt;De que tem medo Sérgio Cabral?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Victor R. Caivano/AP&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bombeiros trabalham na área do desabamento de três prédios no centro do Rio de Janeiro&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vitor Hugo Soares&lt;br /&gt;De Salvador (BA)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Diante do que se viu, e ainda se vê, no espaço dramático e poeirento desta tragédia inesperada que fere o coração da Cidade Maravilhosa - igualmente marcada por momentos singulares de humanismo, generosidade solidária, superação e bom humor, mesmo frente à desgraça - é preciso dizer com todas as letras a bem da verdade e seu registro histórico: ninguém fez mais feio neste episódio do que o governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral Filho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mando às favas o temor de ser repetitivo neste espaço, mas para contextualizar jornalisticamente o triste papel de Cabral é preciso recorrer mais uma vez ao Decálogo do Estadista, de Ulysses Guimarães. Magnífica, sólida e permanente construção do pensamento e da prática do saudoso fundador do MDB (hoje o PMDB do governador do Rio), presidente da Câmara e timoneiro da oposição em travessia das mais difíceis do País entre a ditadura e a democracia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sérgio Cabral Filho, neste desastre que ainda recolhe seus mortos (quando escrevo de Salvador já são nove corpos recolhidos e a previsão oficial de 20 desaparecidos), afrontou acintosamente o primeiro mandamento do Decálogo de Ulysses: A Coragem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Perdoem os incomodados, mas considero indispensável reproduzir aqui, mesmo para os que a conhecem e a seguem, o que reza a primeira e fundamental norma do homem público, segundo a lei do evangelho do fundador do PMDB: "O pusilânime nunca será estadista. Churchill afirmou que das virtudes, a coragem é a primeira. Porque sem ela todas as demais, a fé, a caridade, o patriotismo desaparecem na hora do perigo".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Há momentos em que o homem público tem que decidir, mesmo com o risco de sua vida, liberdade, impopularidade ou exílio. Sem coragem não o fará. Cesar não foi ao Rubicon para pescar, disse Andre Malraux. Se Pedro Primeiro fosse ao Ipiranga para beber água, suas estátuas não se ergueriam nas praças públicas do Brasil".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O medo tem cheiro. Os cachorros e cavalos sentem-no, por isso derrubam ou mordem os medrosos. Mesmo longe, chega ao povo o cheiro corajoso dos seus líderes. A liderança é um risco. "Quem não o assume não merece esse nome". Grande e verdadeiro Ulysses Guimarães!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agora, de volta ao cenário dos desabamentos na noite de quarta-feira no centro do Rio. As primeiras notícias e imagens transmitidas na televisão deixaram em suspense o País e a parte do mundo que ainda não dormia quando os prédios começaram a ruir, reproduzindo cenas dramáticas de gente correndo da nuvem de poeira que os perseguia, como se o pesadelo do 11 de Setembro em Nova Iorque se repetisse na Cidade Maravilhosa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Logo estavam na área os soldados do Corpo de Bombeiros (é fácil entender porque a população do Rio os ama e respeita tanto, embora Cabral pareça detestá-los). Socorrendo, ajudando, tentando retirar pessoas ainda com vida dos escombros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em seguida chegou também o prefeito Eduardo Paes, que estava em um teatro em Ipanema no lançamento da peça sobre Zezé Macedo. Saiu direto de um auditório de comédia para um palco de tragédia. Cumpria assim com tranquilidade no meio da confusão - mas muita decisão e coragem, é preciso reconhecer - o seu dever de homem público com a população que o colocou no comando administrativo da cidade do Rio de Janeiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E o governador Sérgio Cabral? Em outros momentos, trágicos, ele foi apanhado em viagens mal justificadas ao exterior ou em estranhas transações com magnatas dos empreendimentos privados em Porto Seguro, na costa sul da Bahia. Desta vez, aparentemente, Cabral estava na capital do estado que ele governa. Ainda assim, ele que é um falastrão contumaz na hora de contar vantagens, se manteve escondido. Em silêncio. Ausente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com a suspeita bem humorada levantada pelo site carioca "Sensacionalista" de que o governador estava "entre os desaparecidos dos desabamentos", Cabral resolveu dar sinal de vida. Mais de 15 horas depois dos desabamentos, na tarde do dia seguinte, o governador resolveu quebrar o silêncio. Em entrevista à Rádio CBN, disse o óbvio, mas com palavras reveladoras: lamentou a tragédia, afirmou ter acompanhado os trabalhos, que estão sob o comando do prefeito Eduardo Paes e do secretário estadual de Saúde, Sérgio Cortes. E sentenciou com mais uma obviedade e outro tiro no pé: "a tragédia poderia ter sido ainda maior caso tivesse ocorrido horas antes".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Por amor de Deus, me bata um abacate!", como dizem os baianos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Os medrosos têm cheiro!", registra Ulysses em seu Decálogo do Estadista, e não custa repetir sempre esta verdade. Resta agora saber, diante dos fatos da recente tragédia carioca, de que ou de quem tem medo o governador Sérgio Cabral Filho?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como no samba, responda quem souber.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vitor Hugo Soares é jornalista, editor do site-blog Bahia em Pauta&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5388885470067245342-488041031157392596?l=upecbrasil.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://upecbrasil.blogspot.com/feeds/488041031157392596/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5388885470067245342&amp;postID=488041031157392596' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5388885470067245342/posts/default/488041031157392596'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5388885470067245342/posts/default/488041031157392596'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://upecbrasil.blogspot.com/2012/01/vitor-hugo-soares.html' title='Vitor Hugo Soares'/><author><name>UPEC</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12567761697811164225</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='16' src='http://bp3.blogger.com/_Mt44_jsNnK0/Rr5VSumBjxI/AAAAAAAAAAM/FNVUBudLiN8/s1600/Clipboard01.png'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5388885470067245342.post-5892814362349153345</id><published>2012-01-25T12:11:00.003-02:00</published><updated>2012-01-25T12:15:24.542-02:00</updated><title type='text'>From: Jurema Cappelletti</title><content type='html'>&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Original Message -----&lt;br /&gt;From: Jurema Cappelletti&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;sábado, 21 de janeiro de 2012&lt;br /&gt;Frustração ao ritmo do Bolero de Ravel...&lt;br /&gt; (video no blog)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As frustrações de L.I. parecem até o som&lt;br /&gt;do Bolero de Ravel: vão se avolumando.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(255, 0, 0);"&gt;Primeira frustração&lt;/span&gt;: filme foi fracasso de bilheteria&lt;br /&gt;Além de ser obrigado a deixar  o  cargo, poder, viagens,  ostentação, o ex-presidente L.I. se viu no meio de diversas frustrações.  Tudo começou quando ainda era presidente, no lançamento do filme sobre sua vida.  Foi tapeação em cima de tapeação que não recebeu atenção do público.  Só mesmo um megalômano alucinado poderia imaginar que brasileiros trocariam o chopp de domingo para ficar horas em fila de cinema para ver a história da carochinha que já estavam fartos de ouvir o próprio L.I. contar pelo mundo afora.  O filme, segundo esperavam,  seria visto por uns 20 milhões de espectadores; foi o filme mais caro produzido até hoje; teve farta publicidade; foram confeccionadas cerca de 430 cópias. Porém, com tudo isso, o filme fracassou miseravelmente&lt;br /&gt;(http://www.mdig.com.br/index.php?itemid=10236, Metamorfose Digital&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(255, 0, 0);"&gt;Segunda frustração &lt;/span&gt;- Saída sem cho-ro-rô&lt;br /&gt;A vaidade de L.I. saiu do governo de cabeça baixa, pois a megalomania esperava multidões aglomeradas pelas ruas de Brasília, chorando inconsolavemente a perda do  presidente que se dizia deus, mesmo sabendo que ele seria substituído pelo seu 'continuísmo', como ele mesmo afirmava há mais de um ano antes do prazo permitido para propaganda política .&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0); font-weight: bold;"&gt;Terceira frustração&lt;/span&gt; - pupila tem vontade própria&lt;br /&gt;Depois que Dilma Rousseff o substituiu na presidência, certamente L.I. teve surpresa dupla:&lt;br /&gt;1 - Ao escolher uma candidata que jamais havia se candidatado  nem a um simples emprego público, tinha certeza de vê-la  meter os pés pelas mãos;  "ter que enfrentar"  os brasileiros insatisfeitos arrancando os cabelos aos gritos de  "Volta, Lula, por favor! ela é ótima, mas precisamos de você!".  Mais uma vez não acontecenteu o que esperava. &lt;br /&gt;2 - O comportamento de Dilma ficou muito diferente do que imaginara.  Embora ainda se mostre sua pupila e o use em casos de dúvidas, não  aceitou o papel de simples marionete. A presidente é ela, não ele.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0); font-weight: bold;"&gt;Quarta frustração &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Assim que deixou de ser presidente da República, L.I. se transformou num homem de saúde debilitada, obrigado a fazer sessões de quimioterapia.  Sua aparência ficou completamente diferente, ao raspar cabelo, barba e bigode.  Ao menos fisicamente ficou despersonalisado.  Pior, assim que soube do câncer, antes mesmo de falar com amigos e parentes,  L.I. correu para fazer um vídeo comentando o assunto e chamou logo a imprensa.  Resultado: nenhum, porque seus fiéis eleitores nem se abalaram com seu problema de saúde.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(255, 0, 0);"&gt;Quinta frustraçã&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;o&lt;/span&gt;, a mais recente&lt;br /&gt;"A presidente Dilma Rousseff atingiu no fim do primeiro ano de seu governo um índice de aprovação recorde, maior que o alcançado nesse estágio por todos os presidentes, inclusive L.I., informa reportagem de Bernardo Mello Franco, publicada na Folha deste domingo."  Nada pior do que uma frustração como essa para um megalômano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;AGORA, VAMOS ÀS APOSTAS&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em PERCA TEMPO - O BLOG DO MURILO (http://avaranda.blogspot.com/2012/01/cade-ala-dos-mensaleiros-revista-epoca.html), temos a história da Escola de Samba que escolheu L.I. como tema para o desfile deste ano.  Depois de ler o artigo, é apostar e depois conferir: SERÁ A PRÓXIMA FRUSTRAÇÃO DE LUIÍS INÁCIO?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quem sabe o desfile será a sexta grande frustração do ex-presidente?  I - Não poder aparecer no desfile; II - ver a escola não ganhar, mesmo sendo ele o "tema";  III - ver a escola de samba perder o desfile mesmo que ele seja o tema e esteja presente.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5388885470067245342-5892814362349153345?l=upecbrasil.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://upecbrasil.blogspot.com/feeds/5892814362349153345/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5388885470067245342&amp;postID=5892814362349153345' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5388885470067245342/posts/default/5892814362349153345'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5388885470067245342/posts/default/5892814362349153345'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://upecbrasil.blogspot.com/2012/01/from-jurema-cappelletti.html' title='From: Jurema Cappelletti'/><author><name>UPEC</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12567761697811164225</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='16' src='http://bp3.blogger.com/_Mt44_jsNnK0/Rr5VSumBjxI/AAAAAAAAAAM/FNVUBudLiN8/s1600/Clipboard01.png'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5388885470067245342.post-5608144748525889545</id><published>2012-01-25T11:54:00.000-02:00</published><updated>2012-01-25T11:56:36.256-02:00</updated><title type='text'>Percival Puggina</title><content type='html'>&lt;span style="font-weight: bold;font-size:180%;" &gt; MARAVILHOSA CUBA DA CANALHA ESQUERDISTA &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Percival Puggina&lt;br /&gt;20 Janeiro 2012&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cuba importa US$ 11 bilhões e exporta apenas US$ 4 bilhões. Não é por causa do embargo que as exportações cubanas são insignificantes. É porque - isto sim! - sua economia estatizada quase nada produz.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É uma encrenca. Tenho visto muita gente de esquerda opinar sobre Cuba após uma viagem àquele país. Há os que, afetados por esclerose múltipla, de etiologia marxista, não entendem o que veem e proclamam que voltaram do paraíso. Outro tipo segue a linha daquela senhora que entrou em mutismo até desabafar, sob pressão dos familiares: "Tá bom. Aquilo é uma droga, mas não posso ficar dizendo, tá?". Tá, senhora, eu a entendo, apesar de, pessoalmente, não considerar aquilo uma droga. Droga é o regime. O povo cubano, submetido ao arbítrio e aos humores de uma ditadura que já leva mais de meio século, é um povo desesperançado. E há opiniões ainda mais notáveis, que se proporcionam quando o esquerdista que vai a Cuba é uma liderança política. Instado a opinar sobre o que viu, a celebridade tem que responder ao repórter&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se fizer críticas ao regime estará, perante os companheiros, incorrendo em grave sacrilégio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apontar mazelas cubanas é o equivalente ideológico de cuspir na cruz e chutar a santa. Coisa que não se faz mesmo. Durante meio século, a esquerda desenvolveu toda uma mística em torno da Revolução Cubana, dos "elevados valores morais" do bandido Che Guevara e das qualidades de estadista que ornam com fulgurantes e imperceptíveis realizações a figura mitológica de Fidel Castro. Se o sujeito retornar de Cuba descrevendo o que necessariamente passou diante de seus olhos cairá na mais negra e sombria orfandade política. É uma encrenca.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por outro lado, se não disser que há um regime totalitário instalado no país, que só existe um partido político, que não há liberdade de opinião, que os meios de comunicação são órgãos do governo ou do partido comunista, que há um rigoroso controle da sociedade e da vida privada pelo Estado e que persistem as prisões políticas, o sujeito se desqualifica como democrata perante as pessoas de bom senso porque esses fatos são irrecusáveis. É uma encrenca.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pois foi nessa encrenca que se meteu o governador Tarso Genro quando decidiu passar uns dias de férias na ilha dos irmãos Castro. As perguntas lhe vieram, em primeira mão, do portal Carta Maior, órgão quase oficial dos companheiros do governador. O inteiro teor da entrevista pode ser lido em www.cartamaior.com.br ou, em short link, aqui: http://bit.ly/yPek9J.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como fez o governador para sair dessa? Atacou o suposto bloqueio norte-americano à Ilha, claro. No entanto, até os guindastes do Porto de Mariel (onde o BNDES está financiando um investimento de US$ 600 milhões) sabem que não existe bloqueio a Cuba. Bloqueio seria uma operação militar impedindo a entrada e saída de navios. O que existe é um embargo pelo qual os Estados Unidos pretenderam restringir as operações comerciais com a Ilha. No entanto, esse embargo está totalmente desacreditado há muito tempo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os principais importadores de produtos cubanos são, pela ordem, Venezuela, China, Espanha, Brasil e Canadá. E os principais exportadores para Cuba, são, também pela ordem, Venezuela, China, Espanha, Canadá e Estados Unidos (é sim, 4,1% das importações cubanas são de bens de consumo made in USA). E não me consta que qualquer desses países mencionados, Brasil entre eles, sofra restrição comercial por parte dos Estados Unidos. Aliás, China e Venezuela destinam aos ianques respectivamente 18% e 38% de suas exportações e neles buscam respectivamente 7% e 27% de suas compras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Que terrível bloqueio americano é esse? Por outro lado, Cuba importa US$ 11 bilhões e exporta apenas US$ 4 bilhões. Não é por causa do embargo que as exportações cubanas são insignificantes. É porque - isto sim! - sua economia estatizada quase nada produz. Com um déficit comercial desse tamanho, o BNDES que se cuide, dona Dilma.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sete vezes, na entrevista, o governador usou o anti-americanismo como forma de tergiversar sobre os males que o regime impõe ao país onde passou as férias. Tarso, na entrevista, estava sendo interrogado sobre Cuba por um jornalista companheiro. E batia nos Estados Unidos, enquanto surfava sobre o fato de que se há um bloqueio em Cuba, ele é o bloqueio imposto pelo governo à população, esta sim, impedida, sob força policial e militar, do fundamental direito de ir e vir.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por fim, sobre a questão da democracia, o governador saiu-se com esta preciosidade: "A questão democrática em Cuba não pode ser avaliada com os mesmos parâmetros que servem para o Brasil, para a Argentina e para o Uruguai, por exemplo." Não, não pode mesmo. Se for avaliar a questão democrática em Cuba com conceitos abstratos e imprecisos (apesar de universais) como, digamos assim, eleições livres, pluralismo partidário, liberdade de expressão e de imprensa, aí a coisa fica complicada. A democracia cubana tem que ser avaliada sob conceitos de partido único, liberdades restritas, inexistência de oposição e estado policial. Viram como é uma encrenca?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;TEXTO REPRODUZIDO DO SITE MÍDIAS SEM MÁSCARA&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5388885470067245342-5608144748525889545?l=upecbrasil.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://upecbrasil.blogspot.com/feeds/5608144748525889545/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5388885470067245342&amp;postID=5608144748525889545' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5388885470067245342/posts/default/5608144748525889545'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5388885470067245342/posts/default/5608144748525889545'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://upecbrasil.blogspot.com/2012/01/percival-puggina.html' title='Percival Puggina'/><author><name>UPEC</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12567761697811164225</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='16' src='http://bp3.blogger.com/_Mt44_jsNnK0/Rr5VSumBjxI/AAAAAAAAAAM/FNVUBudLiN8/s1600/Clipboard01.png'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5388885470067245342.post-5519580619985655248</id><published>2012-01-25T11:44:00.003-02:00</published><updated>2012-01-25T11:48:08.738-02:00</updated><title type='text'>Postado por Blog do Beto às 12:36</title><content type='html'>&lt;span style="font-size:180%;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;JOSÉ DE ARAÚJO MADEIRO ESCREVEU.... &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold; font-style: italic; color: rgb(255, 0, 0);font-size:130%;" &gt;¨Nós já temos o PODER, basta-nos apenas tomar o GOVERNO¨ Luiz Carlos Prestes.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;br style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;&lt;br /&gt;A história inspiradora de como um povo se rebelou e impediu os comunistas de tomarem conta de seu país. Por se tratar de um documento de significação muito especial, este artigo foi publicado em caderno separado para que possa ser destacado intacto da revista e enviado a outras pessoas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Raramente uma grande nação esteve mais perto do desastre e se recuperou do que o Brasil em seu recente triunfo sobre a subversão vermelha. Os elementos da campanha comunista para a dominação – propaganda, infiltração, terror – estavam em plena ação. A rendição total parecia iminente ... e então o povo disse: Não!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esta narrativa conta como um povo defendeu resolutamente sua liberdade. Mais do que isso, constitui um claro plano de ação para cidadãos preocupados em nações ameaçadas pelo comunismo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O palco estava completamente armado e determinado o cronograma para a primeira fase da tomada do poder pelos comunistas. Nos calendários dos chefes vermelhos do Brasil – assim como nos de Moscou, Havana e Pequim – as etapas para a conquista do poder estavam marcadas com um círculo vermelho; primeiro, o caos; depois, guerra civil; por fim, domínio comunista total.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Havia anos que os vermelhos olhavam com água na boca o grande país, maior que a parte continental dos Estados Unidos e que contém 80 milhões de habitantes, aproximadamente metade da população da América do Sul. Além de imensamente rico em recursos ainda inaproveitados, o Brasil era a enorme chave para todo o continente. Como o Brasil se limita com 10 países – toda a América do Sul, exceto Chile e Equador – seu domínio direto ou indireto pelos comunistas ofereceria excelentes oportunidades para subverter um vizinho após outro. A captura deste fabuloso potencial mudaria desastrosamente o equilíbrio de forças contra o Ocidente. Comparada com isso, a comunização de Cuba era insignificante.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por fim estava tudo preparado. A inflação piorava dia a dia; a corrupção campeava; havia inquietação por toda a parte – condições perfeitas para os objetivos comunistas. O Governo do Presidente João Goulart esta crivado de radicais; o Congresso, cheio de instrumentos comunistas. Habilmente, anos a fio, os extremistas da esquerda tinham semeado a idéia de que a revolução era inevitável no Brasil. Dezenas de volumes eruditos foram escritos acerca da espiral descendente do Brasil para o caos econômico e social; a maioria concordava em que a explosão que viria seria sangrenta, comandada pela esquerda e com um elenco acentuadamente castrista. Os brasileiros em geral olhavam o futuro com a fascinação paralisada de quem assiste impotente à aproximação de um ciclone. Uma expressão brasileira corrente era: “A questão não é mais de saber se a revolução virá, mas de quando virá”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O país estava realmente maduro para a colheita. Os vermelhos tinham introduzido toneladas de munições por contrabando, havia guerrilheiros bem adestrados, os escalões inferiores das Forças Armadas estavam infiltrados, planos pormenorizados estavam prontos para a apropriação do poder, feitas as “listas de liquidação” dos anticomunistas mais destacados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Luiz Carlos Prestes, Chefe do Partido Comunista Brasileiro, tecnicamente ilegal, mas agressivamente ativo, vangloriava-se publicamente: “Já temos o poder, basta-nos apenas tomar o Governo!”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Amadores contra Profissionais&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E ENTÃO, DE REPENTE – e arrasadoramente para os planos vermelhos – algo aconteceu. No último instante, uma contra-revolução antecipou-se à iniciativa deles. A sofrida classe média brasileira, sublevando-se em força bem organizada e poder completamente inesperado, fez sua própria revolução – e salvou o Brasil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sem precedentes nos anais dos levantes políticos sul-americanos, a revolução foi levada a efeito não por extremistas, mas por grupos normalmente moderados e respeitadores da lei. Conquanto sua fase culminante fosse levada a cabo por uma ação militar, a liderança atrás dos bastidores foi fornecida e continua a ser compartilhada por civis. Sua ação foi rápida (cerca de 48 horas do início ao término), relativamente sem derramamento de sangue (apenas uma dúzia de pessoas foi morta) e popular além de todas as expectativas.&lt;br /&gt;Uma vitória colossal para o próprio Brasil, ela foi ainda maior para todo o mundo livre. Pois, como comentou um categorizado funcionário do Governo em Brasília: “Ela marca a mudança da maré, quando todas as vitórias pareciam ser vermelhas, e destrói completamente a afirmação comunista de que a “história está do nosso lado.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como foi, exatamente, que os brasileiros conseguiram esta vitória magnífica? A história secreta desta legítima revolução do povo – planejada e executada por amadores mobilizados para a luta contra calejados revolucionários vermelhos – é um modelo para toda nação analogamente ameaçada, uma prova animadora de que o comunismo pode ser detido de vez, quando enfrentado com energia por um povo suficientemente provocado e decidido.&lt;br /&gt;“A Hora é Agora”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alarmados com a perigosa deriva para o caos, alguns homens de negócio e profissionais liberais reuniram-se no Rio em fins de 1961, dizendo: “Nós, homens de negócio, não mais podemos deixar a direção do país apenas aos políticos.” Convocando outras reuniões no Rio e em São Paulo, declararam: “A hora de afastar o desastre é agora, não quando os vermelhos já tiverem o controle completo do nosso Governo”.&lt;br /&gt;...&lt;br /&gt;Att.,Madeiro&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5388885470067245342-5519580619985655248?l=upecbrasil.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://upecbrasil.blogspot.com/feeds/5519580619985655248/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5388885470067245342&amp;postID=5519580619985655248' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5388885470067245342/posts/default/5519580619985655248'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5388885470067245342/posts/default/5519580619985655248'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://upecbrasil.blogspot.com/2012/01/postado-por-blog-do-beto-as-1236.html' title='Postado por Blog do Beto às 12:36'/><author><name>UPEC</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12567761697811164225</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='16' src='http://bp3.blogger.com/_Mt44_jsNnK0/Rr5VSumBjxI/AAAAAAAAAAM/FNVUBudLiN8/s1600/Clipboard01.png'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5388885470067245342.post-2111593297315106323</id><published>2012-01-25T11:39:00.000-02:00</published><updated>2012-01-25T11:41:13.571-02:00</updated><title type='text'>O incômodo silêncio da oposição</title><content type='html'>&lt;span style="font-weight: bold;font-size:180%;" &gt;O incômodo silêncio da oposição &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Vivemos numa grande Coreia do Norte com louvações cotidianas à dirigente máxima do país e em clima de unanimidade ditatorial.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Por Marco Antonio Villa - O Globo em 24/01/2012&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;O silêncio da oposição incomoda.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Desde 1945 – incluindo o período do regime militar – nunca tivemos uma oposição tão minúscula e inoperante. Vivemos numa grande Coreia do Norte com louvações cotidianas à dirigente máxima do país e em clima de unanimidade ditatorial. A oposição desapareceu do mapa. E o seu principal partido, o PSDB, resolveu inventar uma nova forma de fazer política: a oposição invisível.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A fragilidade da ação oposicionista não pode ser atribuída à excelência da gestão governamental. Muito pelo contrário. O país encerrou o ano com a inflação em alta, a queda do crescimento econômico, o aprofundamento do perfil neocolonial das nossas exportações e com todas as obras do PAC atrasadas. E pior: o governo ficou marcado por graves acusações de corrupção que envolveram mais de meia dúzia de ministros. Falando em ministros, estes formaram uma das piores equipes da história do Brasil. A quase totalidade se destacou, infelizmente, pela incompetência e desconhecimento das suas atribuições ministeriais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mesmo assim, a oposição se manteve omissa. No Congresso Nacional, excetuando meia dúzia de vozes, o que se viu foi o absoluto silêncio. Deu até a impressão que as denúncias de corrupção incomodaram os próceres da oposição, que estavam mais preocupados em defender seus interesses paroquiais. Um bom (e triste) exemplo é o do presidente (sim, presidente) do PSDB, o deputado Sérgio Guerra. O principal representante do maior partido da oposição foi ao Palácio do Planalto. Numa democracia de verdade, lá seria recebido e ouvido como líder oposicionista. Mas no Brasil tudo é muito diferente. Demonstrando a pobreza ideológica que vivemos, Guerra lá compareceu como um simples parlamentar, de chapéu na mão, querendo a liberação de emendas que favoreciam suas bases eleitorais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 2011 ficou a impressão que os 44 milhões de votos recebidos pelo candidato oposicionista incomodam (e muito) a direção do PSDB. Afinal, estes eleitores manifestaram seu desacordo com o projeto petista de poder, apesar de todo o rolo compressor oficial. Mas foram logrados. O partido é um caso de exotismo: tem receio do debate político. Agora proclama aos quatro ventos que a oposição que realiza é silenciosa, nos bastidores, no estilo mineiro. Nada mais falso. Basta recordar o período 1945-1964 e a ação dos mineiros Adauto Lúcio Cardoso ou Afonso Arinos, exemplos de combativos parlamentares oposicionistas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E pior: o partido está isolado, fruto da paralisia e da recusa de realizar uma ação oposicionista. Desta forma foi se afastando dos seus aliados tradicionais. É uma estratégia suicida e que acaba fortalecendo ainda mais a base governamental, que domina amplamente o Congresso Nacional e que deve vencer, neste ano, folgadamente as eleições nas principais cidades do país.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O mais grave é que o abandono do debate leva à despolitização da política. Hoje vivemos – e a oposição é a principal responsável – o pior momento da história republicana. O governo faz o que quer. Administra – e muito mal – o país sem ter qualquer projeto a não ser a perpetuação no poder. Com as reformas realizadas na última década do século XX foram criadas as condições para o crescimento dos últimos dez anos. Mas este processo está se esgotando e os sinais são visíveis. Não temos política industrial, agrícola, científica. Nada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Este panorama é agravado pelo sufrágio universal sem política. Temos eleições regulares a cada dois anos. Foi uma conquista. Porém, a despolitização do processo eleitoral acentuado a cada pleito é inegável. Para a maior parte dos eleitores, a eleição está virando um compromisso enfadonho. Enfadonho porque vai perdendo sentido. Para que eleição, se todos são iguais? O eleitor tem toda razão. Pois quem tem de se diferenciar são os opositores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ser oposição tem um custo. O parlamentar oposicionista tem de convencer o seu eleitor, por exemplo, que os recursos orçamentários não são do governo, independente de qual seja. Orçamento votado é para ser cumprido, e não servir de instrumento do Executivo para coagir o Legislativo. Quando o presidente do principal partido de oposição vai ao Palácio do Planalto pedir humildemente a liberação de um recurso orçamentário, está legitimando este processo perverso e antidemocrático – inexistente nas grandes democracias. Deveria fazer justamente o inverso: exigir, denunciar e, se necessário, mobilizar a população da sua região que seria beneficiada por este recurso. Mas aí é que mora o problema: teria de fazer política, no sentido clássico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já do lado do governo, qualquer ação administrativa está estreitamente vinculada à manutenção no poder. Não há qualquer preocupação com a eficiência de um projeto. A conta é sempre eleitoral, se vai dar algum dividendo político. A transposição das águas do Rio São Francisco é um exemplo. Apesar de desaconselhado pelos estudiosos, o governo fez de tudo para iniciar a obra justamente em um ano eleitoral (2010). Gastou mais de um bilhão. Um ano depois, a obra está abandonada. Ruim? Não para o petismo. A candidata oficial ganhou em todos os nove estados da região e na área por onde a obra estava sendo realizada chegou a receber, no segundo turno, 95% dos votos, coisa que nem Benito Mussolini conseguiu nos seus plebiscitos na Itália fascista.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se continuar com esta estratégia, a oposição caminha para a extinção. O mais curioso é que tem milhões de eleitores que discordam do projeto petista. Mais uma vez o Brasil desafia a teoria política.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Postado por movimento da ordem vigilia contra corrupção às 1/24/2012 04:21:00 PM  &lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5388885470067245342-2111593297315106323?l=upecbrasil.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://upecbrasil.blogspot.com/feeds/2111593297315106323/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5388885470067245342&amp;postID=2111593297315106323' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5388885470067245342/posts/default/2111593297315106323'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5388885470067245342/posts/default/2111593297315106323'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://upecbrasil.blogspot.com/2012/01/o-incomodo-silencio-da-oposicao.html' title='O incômodo silêncio da oposição'/><author><name>UPEC</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12567761697811164225</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='16' src='http://bp3.blogger.com/_Mt44_jsNnK0/Rr5VSumBjxI/AAAAAAAAAAM/FNVUBudLiN8/s1600/Clipboard01.png'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5388885470067245342.post-775257700820385602</id><published>2012-01-25T11:34:00.000-02:00</published><updated>2012-01-25T11:35:19.721-02:00</updated><title type='text'>O PSDB tem nojo da direita.</title><content type='html'>quinta-feira, 19 de janeiro de 2012&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;font-size:180%;" &gt;O PSDB tem nojo da direita. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;O PSDB, na sua maioria, sempre considerou o PFL e depois o DEM como uma espécie de partido subalterno, com a função de cuidar daquela coisa horrorosa chamada direita. Nunca respeitou o partido.  Nem agora, depois que Aécio Neves comandou a implosão do aliado, o DEM é respeitado, tendo que buscar no PMDB o seu porto seguro.  Todas as alianças com o PFL, desde os tempos de FHC, foram à base da insistência, como se o PSDB não precisasse desta coisa mal cheirosa chamada direita, pois o que desejam é poder conviver com a esquerda perfumada do PT e do PPS, com quem os tucanos têm muito maior afinidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que está acontecendo, novamente, é que querem o novo PSD no papel do velho PFL e do acabado DEM. Querem o partido do Kassab como aquele parceiro de sempre, de segunda classe, subalterno, rendido,  fazendo o servicinho sujo, ali, à direita. É por isso que os tucanos estão escandalizados com esta posição de Kassab em relação ao PT. Com o fato dele se declarar de centro e, com isso, poder fazer política de alianças. No fundo, o que eles pensam é, ó, o PSD tem que ser direita. Ó, quem cuidará da direita raivosa para nós? O agora aliado Maluf? Mas agora o Maluf também é esquerda, é Dilma. Pensem nisso. A verdade é que o PSDB sempre tratou o PFL, o DEM, o PSD e a direita com nojo. Com asco. Engolindo atravessado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com Jorge Bornhausen nunca conseguiram que a direita dobrasse os joelhos. Com Gilberto Kassab, ao que tudo indica, vão quebrar a cara de novo, porque ele é capaz de se aliar ao PT para não depender da histórica "boa vontade" do PSDB com os conservadores, com os liberais. O resumo é: o Kassab vai mentir que é esquerda, o PSDB vai ter que arranjar outro parceiro para o papel que os tucanos consideram de segunda classe: o de interlocutor com a direita. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Postado por O EDITOR às 17:58&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;__._,_.___&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5388885470067245342-775257700820385602?l=upecbrasil.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://upecbrasil.blogspot.com/feeds/775257700820385602/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5388885470067245342&amp;postID=775257700820385602' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5388885470067245342/posts/default/775257700820385602'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5388885470067245342/posts/default/775257700820385602'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://upecbrasil.blogspot.com/2012/01/o-psdb-tem-nojo-da-direita.html' title='O PSDB tem nojo da direita.'/><author><name>UPEC</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12567761697811164225</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='16' src='http://bp3.blogger.com/_Mt44_jsNnK0/Rr5VSumBjxI/AAAAAAAAAAM/FNVUBudLiN8/s1600/Clipboard01.png'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5388885470067245342.post-2657131727818706872</id><published>2012-01-17T12:19:00.000-02:00</published><updated>2012-01-17T12:20:30.579-02:00</updated><title type='text'>Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net</title><content type='html'>segunda-feira, 16 de janeiro de 2012&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;font-size:180%;" &gt;Celso Daniel continua assombrando a petralhada &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: arial;font-size:130%;" &gt;Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net&lt;br /&gt;Por Jorge Serrão&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O espectro do cadáver politicamente insepulto de Celso Daniel volta a assombrar a petralhada. Nunca é por acaso que a mídia amestrada rememora o brutal assassinato, antecedido por muita tortura e sevícias, do ex-prefeito petista de Santo André, no ABC paulista. Tudo retorna à pauta sempre que se deseja acirrar a guerra psicológica contra os petralhas no poder.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O crime político, certamente motivado por problemas de corrupção, completa 10 anos no próximo dia 20 de janeiro (Dia de São Sebastião), sem que as investigações tenham chegado a quem mandou matar aquele que fora o escolhido para comandar a campanha presidencial que levaria Lula à Presidência. Este ano deve acontecer o júri popular de Sérgio Gomes da Silva – o Sombra – que é defendido pelo criminalista Roberto Podval – amigo de José Dirceu (o consultor-presidente paralelo e informal da República Popular do Brazil).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O constante medo da petralhada – que insiste na tosca tese de que o crime foi apenas “comum” – é que surjam, do nada, novidades que elucidem um dos mais abafados casos policiais da história jamais vista deste País de terceiro imundo. A petralhada nega até a morte, mas o Ministério Público sustenta que Daniel foi monstruosamente morto porque descobrira, em sua Prefeitura, um esquema de corrupção para financiar campanhas do PT.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A tese, que coloca o morto na posição de honesto da história, pode ser, em parte, verdadeira. O problema é prová-la. Nos bastidores de inteligência (policial e militar), especula-se que as provas existem e podem vir à tona no momento que for interessante provocar um desgaste fatal ao poder petralha. A única coisa certa – e a petralhada respira aliviada por isto – é que Celso Daniel não retorna do túmulo para contar a verdade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas a petralhda sente um friozinho na espinha porque o irmão de Celso Daniel voltou ao Brasil em outubro. Bruno Daniel estava na França com tratamento de exilado há sete anos. Ele e o outro irmão, João Francisco, sustentam que Daniel foi morto pela corrupção em torno da máquina petralha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O poder deles é tanto que conseguiram eliminar, judicialmente, os indícios de seu envolvimento no hediondo homicídio. A Justiça considerou ilegal e tornou inútil a decupagem de conversas telefônicas feitas pela Polícia Federal em pessoas próximas a Celso Daniel. As ligações indicavam como José Dirceu e Gilberto Carvalho (amigo e ex-secretário de Celso Daniel na Prefeitura) agiram politicamente para evitar que o caso espirrasse na campanha de Lula.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Até agora, a petralhada saiu vitoriosa na “operação abafa” - que teria contado até com a ajuda da alta cúpula do PSDB, via acordo de não agressão entre Lula e o ex-Presidente Fernando Henrique Cardoso. Mesmo assim, embora remoto, a petralhada ainda se borra nas calças diante do risco de surgirem comprometedoras revelações sobre o crime político. Será que o PT acabará no banco dos réus neste caso? É difícil. Mas nada é impossível...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por isso, vale uma perguntinha idiota. Será que a Comissão da Verdade teria coragem de apurar o crime de tortura, sevícia e assassinato contra Celso Daniel cometido a mando da ditadura do Governo do Crime Organizado?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Jorge Serrão é Jornalista, Radialista, Publicitário e Professor. Editor-chefe do blog e podcast Alerta Total: www.alertatotal.net. Especialista em Política, Economia, Administração Pública e Assuntos Estratégicos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;© Jorge Serrão 2006-2011. Edição do Blog Alerta Total de 16 de Janeiro de 2012. A transcrição ou copia deste texto é livre. Em nome da ética democrática, solicitamos que a origem e a data original da publicação sejam identificadas. &lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5388885470067245342-2657131727818706872?l=upecbrasil.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://upecbrasil.blogspot.com/feeds/2657131727818706872/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5388885470067245342&amp;postID=2657131727818706872' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5388885470067245342/posts/default/2657131727818706872'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5388885470067245342/posts/default/2657131727818706872'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://upecbrasil.blogspot.com/2012/01/artigo-no-alerta-total.html' title='Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net'/><author><name>UPEC</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12567761697811164225</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='16' src='http://bp3.blogger.com/_Mt44_jsNnK0/Rr5VSumBjxI/AAAAAAAAAAM/FNVUBudLiN8/s1600/Clipboard01.png'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5388885470067245342.post-6678961990339297495</id><published>2012-01-15T23:28:00.003-02:00</published><updated>2012-01-15T23:39:44.428-02:00</updated><title type='text'>UMA AULA DE HISTÓRIA - E QUE AULA</title><content type='html'>&lt;span style="font-family: arial;font-size:130%;" &gt;Subject: Datas dos eventos históricos.&lt;br /&gt;À Presidência da República&lt;br /&gt;Palácio do Planalto&lt;br /&gt;Praça dos 3 Poderes&lt;br /&gt;CEP: 70150-900 - Brasília - DF&lt;br /&gt;Tel: (61) 3411-1200 / 3411-1201&lt;br /&gt;http://www.planalto.gov.br &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;span style="font-family: arial;font-size:130%;" &gt;Prezados da Presidência da República,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Observo que na relação das datas dos eventos históricos no Site do Ministério da Defesa não consta a data de 31 de março de 1964, uma das mais significativas para todos nós brasileiros, pois os militares de forma honrada e gloriosa souberam evitar a instauração de conflitos internos que invariavelmente nos levariam à divisão do país e muito derramamento de sangue, sem contar a diáspora que se seguiria. Conseguiram evitar que terroristas, marginais, assassinos e déspotas viessem a subjugar o nosso país a uma ideologia que nos era e é exótica, pois esta era afastada da liberdade, principalmente a econômica. De igual forma souberam cassar os direitos dos políticos que pretendiam fazer uso das forças públicas estaduais para fomentar a defesa de seus interesses, e não do povo brasileiro, como foi o caso dos governadores Adhemar de Barros e Carlos Lacerda.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Saber interpretar a data de 31 de março de 1964 é e deve ser um resgate histórico, principalmente o de se entender um período conturbado da história da humanidade, de um mundo dividido, com nações sendo divididas, passando por conflitos internos, com a redução significativa de suas populações.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Retirar o 31 de março de 1964 como uma de nossas principais datas histórica é desconsiderar a história brasileira, é não entender a nossa história, pois nos primeiros anos da década de 1960 o Brasil passou a viver período de crescente instabilidade política, militar e institucional. Após o governo Juscelino Kubitschek, as eleições presidenciais de 1960 haviam consagrado o nome do Sr. Jânio Quadros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Jânio Quadros, vestido, ao longo da campanha, com a capa da moralização das práticas políticas e do combate à corrupção, desde logo o novo presidente revelou seu temperamento instável e autoritário e passou a assumir atitudes que pouca dúvida deixavam quanto a suas reais intenções de investir-se de poderes discricionários.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cerca de seis meses após assumir o governo, simulou renunciar à presidência, alegando não poder enfrentar as “forças ocultas” que o impediam de cumprir os compromissos assumidos com o povo brasileiro.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Sabedor das sérias objeções e restrições que se faziam ao vice-presidente —o João Goulart (o “Jango”) — contava Jânio que a simulada renúncia não seria aceita e que o clamor público o faria retornar ao Palácio do Planalto com plenos poderes, livre e desimpedido das amarras constitucionais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O estratagema não funcionou! O Congresso aceitou a renúncia e preparou-se para empossar o vice-presidente, então em viagem pela China Comunista. Visto pela oposição e pelas Forças Armadas como herdeiro da política varguista e simpático ao comunismo, a posse de Goulart enfrentou sérias resistências, dividiu o Exército e colocou o país à beira da guerra civil. Diante do impasse, adotou-se o parlamentarismo, e Goulart, finalmente, assumiu a presidência em 7 Set 1961, como chefe de estado, mas não de governo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Infelizmente, de duração efêmera, o regime parlamentarista foi rejeitado pela esmagadora maioria da população, em plebiscito realizado em janeiro de 1963. Tal rejeição não se deu pelo fato de conhecerem ou não as vantagens do parlamentarismo, ou de observarem o princípio da subsidiariedade, mas motivados pelo calor dos debates.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Investido dos plenos poderes presidenciais, João Goulart rapidamente passou a conduzir ações no sentido de implementar projeto reconhecidamente golpista que desaguaria em um regime totalitário de esquerda. Insuflado e orientado por seu cunhado, Leonel Brizola, pregava a necessidade de “reformas de base” e a implantação de uma “república sindicalista”. Controlando o aparelho sindical, o governo promovia o grevismo, a anarquia e o caos, e o país passou a viver dias de intranquilidade, estagnação econômica e inflação descontrolada. Enfrentar e debelar tão graves problemas, afirmavam Jango e seus aliados, impunha a necessidade urgente de “reformas de base”, “com ou sem o Congresso, na lei ou na marra!” A mensagem não poderia ser mais clara!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aliado ao esquema governista, porém com seus próprios objetivos, identificava-se ainda um projeto revolucionário marxista-leninista, conduzido pelo Partido Comunista Brasileiro e seu líder, Luiz Carlos Prestes. A manobra revolucionária buscava uma “frente única” e a concretização de uma “Revolução Democrática Burguesa”, ao aliar-se à insurreição “burguesa” de Goulart e Brizola. Ao adotar esse processo, o PCB revelava fiel e rígida observância às diretrizes de Moscou, que recomendavam o “assalto ao poder pela via pacífica”, em contraposição a linhas de ação mais açodadas e radicais (foquistas, trotskistas e maoístas), defensoras da luta armada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Curiosamente, ambas as correntes — a janguista-brizolista e a comunista — viam na adesão e participação das Forças Armadas e, em especial do Exército, condição imprescindível para a conquista de seus objetivos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Para isso, fazia-se mister neutralizar, enfraquecer e solapar as lideranças contrárias aos seus desígnios e montar um “dispositivo militar” confiável, capaz de permitir e apoiar a ensandecida marcha no rumo do totalitarismo. Os chefes militares foram classificados em dois grandes grupos: havia os “generais do povo” e os entreguistas”; as divisões internas foram fomentadas; e criou-se artificial e perigosa cisão entre oficiais e graduados. Os sagrados princípios da hierarquia e da disciplina passaram a sofrer permanente ataque.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em janeiro de 1964, em viagem a Moscou, Prestes deixou claro o papel e a importância dos militares brasileiros no processo revolucionário vermelho: ... Oficiais nacionalistas e comunistas assegurarão, pela força, um governo nacionalista e  anti-imperialista... As reformas de base acelerarão a conquista dos objetivos revolucionários ... O grande trunfo será o dispositivo militar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em março de 1964, a desordem e a intranquilidade atingiram novos patamares.    Sucediam-se as greves, e aumentavam as arruaças e ameaças de intervenção de grupos armados ligados a Brizola. A população sofria com o desabastecimento, os frequentes e inopinados cortes de energia elétrica e a quase diária paralisação do transporte público. Arregimentada pela grande imprensa, pela Igreja católica e por líderes políticos, a opinião pública começara a protestar e a participar, maciçamente, de manifestações contra aquele estado de coisas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em tão conturbado ambiente, três eram os cenários mais prováveis para a evolução do quadro nacional:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1.      a implantação de um regime ditatorial de esquerda;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2.      o agravamento do anarquismo sindical;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3.   a eclosão de uma guerra civil com conotações ideológicas.&lt;br /&gt;  &lt;br /&gt;Claramente, a sucessão democrática normal, prevista para ocorrer no ano seguinte (1965) tornava-se a cada dia mais distante e implausível.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Confiantes nas “forças populares” e no apoio do “dispositivo militar”, Jango, Brizola e Prestes buscaram escalar a crise, na certeza de alcançar, em curto prazo, desfecho favorável a seus propósitos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Três episódios caracterizariam essa decisão: o comício realizado em frente ao prédio da Central do Brasil, em 13 de março, marcado pela agressividade e&lt;br /&gt;radicalização das posições; o motim de marinheiros e fuzileiros navais, em 25 de março; e o discurso pronunciado por João Goulart no Clube dos Subtenentes e Sargentos do Exército, em 30 de março.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dos três acontecimentos, os dois últimos influenciariam decisivamente a evolução dos acontecimentos, ainda que de maneira diametralmente oposta à imaginada por Goulart e seus companheiros de viagem. A incitação ao motim; o estímulo à quebra da hierarquia e da disciplina; a virulência de Jango; e a clara intenção de aprofundar a anarquia e a desordem despertaram nas forças vivas da nação a necessidade de pronta e enérgica reação, ainda que à custa da quebra da ordem constitucional. A destemida e intrépida decisão dos Generais Mourão e Guedes de iniciar, em Minas Gerais, com absoluta inferioridade de meios, o deslocamento em direção ao Rio de Janeiro e a Brasília, aglutinou e catalisou a resposta da sociedade brasileira aos desmandos e à subversão. A rapidez com que o movimento se fez vitorioso, sem encontrar a menor resistência de nenhum setor da sociedade, constitui a melhor prova do repúdio popular ao esquema golpista engendrado por Goulart e seus aliados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A momentânea quebra da ordem institucional, respaldada e legitimada pelo Congresso e pelo imenso apoio popular, salvou a democracia, ameaçada pela intimidação do parlamento, pela pressão das massas sindicalizadas e pela anarquia das Forças Armadas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desse modo, o 31 de Março de 1964... é, primordialmente, um fato político e não uma quartelada, como insinuam seus adversários e detratores...*&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não pode, pois, ser rotulado como golpe militar, como, aliás, atestou o jornalista Roberto Marinho, em editorial do jornal O Globo de 7 de outubro de 1984:&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Participamos da Revolução de 1964, identificados com os anseios nacionais de preservação das instituições democráticas, ameaçadas pela radicalização ideológica, greves, desordem social e corrupção generalizada... Sem o povo, não haveria revolução, mas apenas um “pronunciamento” ou “golpe” com o qual não estaríamos solidários.  (Gen José S. Fábrega Loureiro e Cel Pedro Schirmer, em “A Revolução de 1964” - Correio Brasiliense, 29 Mar 04).   Desencadeada para impedir a implantação do totalitarismo de esquerda, a Revolução demoraria muito mais do que o inicialmente previsto e desejado por seus líderes para devolver o poder a um civil eleito democraticamente.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;A causa principal do alongamento do regime reside, sem dúvida, na necessidade de enfrentar a subversão e a luta armada, intensificadas a partir de 1968 por organizações comuno-terroristas. Pela mesma razão, viu-se obrigado a lançar mão, em momentos extremos, de recursos amargos para impedir o país de mergulhar em prolongada guerrilha urbana e rural, deflagrada com o claro objetivo de implantar no país a “ditadura do proletariado”. Não obstante o necessário e eventual uso de medidas de força, a Revolução sempre teve como meta o restabelecimento pleno da democracia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aliás, é bom lembrar que seu último presidente, o General Figueiredo, governou durante seis anos sem nenhum dos poderes discricionários outorgados por atos revolucionários.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não parece justo, portanto, acoimar de ditatorial um regime que exigiu o rodízio de lideranças, não praticou o culto da personalidade, não adotou o modelo do partido único, manteve os instrumentos de legalidade formais e, por fim, autolimitou-se. Mais uma vez, a palavra do jornalista Roberto Marinho ilustra e esclarece:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Não há memória de que haja ocorrido aqui, ou em qualquer outro país, um regime de força, consolidado há mais de vinte anos, que tenha utilizado seu próprio arbítrio para se auto-limitar, extinguindo os poderes de exceção, anistiando adversários, ensejando novos quadros partidários, em plena liberdade de imprensa. É esse, indubitavelmente, o maior feito da revolução de 1964.” (Julgamento da Revolução - O Globo - 7 de outubro de 1984)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao restabelecer o clima de ordem e paz e o princípio da autoridade, o período revolucionário propiciou profundas, benéficas e duradouras transformações. Nunca antes, na história deste país (e nem depois), viveu-se tempo de tão acelerado progresso e concretas realizações.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apresentando taxas de crescimento não mais atingidas, o Brasil passou do 49º para o 8º lugar, lugar que ocupa atualmente não fosse o artificialismo de um dólar subavaliado, entre as economias do mundo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dentre outros feitos, a infraestrutura do país foi modernizada e ampliada; todas as capitais estaduais passaram a ser interligadas fisicamente, por estradas de muito boa qualidade; incorporou-se efetivamente a Amazônia ao patrimônio nacional; desenvolveram-se as indústrias naval e aeronáutica; criaram-se a Empresa Brasileira de Pesquisa Agrária e a Empresa Brasileira de Telecomunicações; multiplicou-se por 9 a potência elétrica instalada, por 6 as reservas de petróleo e por 15 as receitas com exportações; e as fronteiras econômicas expandiram-se, com a adoção do Mar de 200 Milhas.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Iguais êxitos foram alcançados na área social, por intermédio de medidas como, por exemplo, a incorporação à Previdência Social de 20 milhões de trabalhadores rurais; a promulgação do Estatuto da Terra; a criação de órgãos e instrumentos de ação social como o FGTS e o PIS/PASEP; e a instituição do MOBRAL e do Projeto Rondon.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Diante de tão expressivas e incontestáveis realizações, não é exagero afirmar-se que a Revolução modernizou o Brasil e plantou as bases físicas que, ainda hoje, alicerçam a caminhada do país no rumo do pleno desenvolvimento, como sociedade livre e democrática.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Certamente, equívocos foram cometidos. O balanço, todavia, é inquestionavelmente positivo, e a análise isenta do período, “descompromissada com o emocionalismo" próprio dos perdedores”, certamente revela resultados extremamente favoráveis, muito diferentes da “versão construída pelas esquerdas, com bases em referências ideológicas inconsistentes e ultrapassadas”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Comemorar a Revolução Democrática de 31 de Março de 1964 é também exaltar! Exaltar e homenagear as lideranças civis e militares que há quarenta e quatro anos demonstraram a visão, o arrojo e o destemor para arrostar os perigos da hora presente e arrastar a nação pelos caminhos que haveriam de possibilitar a preservação da democracia e a preservá-la do comuno-socialismo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Exaltar e homenagear os chefes militares que exerceram a presidência da república com os olhos postos, somente, na grandeza e nos interesses da pátria. Que pautaram suas atitudes pelo comedimento e pelo decoro; que levaram uma vida austera, sem jactâncias ou demonstrações de arrogância; que não se entregaram a conchavos, buscando reeleger-se ou perpetuar-se no cargo; que não permitiram o culto a suas personalidades; que não vacilaram em adotar medidas duras e impopulares, em vez de ceder às práticas do assistencialismo e do populismo voltados para a manutenção de vantagens eleitorais; que selecionaram equipes administrativas com base no mérito, e não para atender interesses subalternos; que se portaram com altivez e independência, sem se preocupar em agradar grupelhos e corriolas ideológicas; que procuraram servir, e não servir-se do cargo para enriquecer ou enriquecer seus familiares; e que, ao término dos mandatos, saíram de cena com a serenidade própria de quem soube cumprir a missão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Exaltar e homenagear, principalmente, os incontáveis brasileiros, militares e civis, heróis anônimos que travaram e venceram o “Combate nas Trevas” contra a luta armada desencadeada em nossas cidades e no campo por ensandecidos brasileiros cooptados por facções do comunismo internacional. A expressiva frase cunhada pelo General Walter Pires de Carvalho e Albuquerque, antigo Ministro do Exército, hoje gravada nas paredes de várias de nossas organizaç
